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- Banco de Dados RelacionalDependência Funcional
- Banco de Dados RelacionalNormalização3FN: Terceira Forma Normal
Considere o esquema de relação R, com atributos A, B, C, D, E e F, todos no domínio dos números inteiros. Nesta questão, os atributos componentes da chave primária de cada relação estão sublinhados.
R(A, B, C, D, E, F)
Também são fornecidas as dependências funcionais a seguir.
{A, B} !$ ightarrow !$ F
A !$ ightarrow !$ C
A !$
ightarrow !$ D
B !$
ightarrow !$ E
C !$
ightarrow !$ D
Considere que R1, R2, R3 e R4 são relações resultantes do processo de normalização de R até a 3ª Forma Normal.
Nessas condições, tem-se que
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- Banco de Dados RelacionalRestrições de IntegridadeIntegridade Referencial
- SQLTratamento de Valores Nulos
A respeito do modelo relacional de banco de dados, considere as afirmativas a seguir.
I - Uma coluna de relação sobre a qual está definida uma restrição de integridade referencial pode ter valores nulos.
II - Um banco de dados em cujo esquema está definida uma restrição de integridade referencial deve conter, no mínimo, duas relações diferentes.
III - A restrição de integridade de unicidade pode ser aplicada, de forma separada, a mais de um atributo de uma relação.
É(São) correta(s) APENAS a(s) afirmativa(s)
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Bancos de dados relacionais e multidimensionais apresentam características específicas que os diferenciam. Uma das caracterísitcas do SGBD do tipo multidimensional é(são)
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Existem várias ferramentas gráficas que ajudam em diversos aspectos da comunicação e do gerenciamento de um projeto.
Relacione as ferramentas gráficas apresentadas na coluna da esquerda com as suas respectivas finalidades, entre as indicadas na coluna da direita.
I – Diagrama de precedência
II – Estrutura analítica de processo
III – Diagrama de Gantt
W – Visualização do cronograma de um projeto, tanto real quanto realizado, e as tarefas em andamento
X – Visualização das dependências entre as tarefas, servindo de insumo para a elaboração de um cronograma
Y – Visualização da disponibilidade de recursos financeiros do patrocinador
Z – Decomposição das atividades complexas em atividades mais fáceis de compreender e gerenciar
Estão corretas as associações:
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O cronograma de um projeto e a respectiva alocação de pessoal do mesmo são dados pela figura a seguir:

Alocação de pessoal:
Atividade A: Maria 50%, José 50%
Atividade B: José 50%
Atividade C: José 100%
Atividade D: João 100%
Atividade E: João 50%, José 50%
Atividade F: Maria 100%
Atividade G: José: 50%
José ficou doente no início da segunda semana e só retornará ao trabalho no início da quarta semana. Suponha que todos os empregados do projeto possam se substituir mutuamente sem prejuízo, mas que não possam fazer hora extra. Qual das seguintes reorganizações de cronograma pode ser tomada autonomamente pelo gerente, de forma a não alterar o cronograma deste projeto?
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A fase de encerramento de um projeto consiste em mais do que simplesmente declará-lo encerrado. Nela, deve-se realizar uma série de atividades que contribuam para o bom encerramento do processo de gerenciamento e para a melhoria dos projetos futuros. Entre as atividades que devem, necessariamente, ser realizadas nesta fase NÃO se inclui a de
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A estrutura analítica do projeto (EAP) pode conter várias entregas (deliverables) não definidas dentro da declaração do escopo.
PORQUE
A declaração do escopo é uma descrição genérica dos objetivos a serem alcançados pelo projeto. Analisando as afirmações acima, conclui-se que
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A determinação do caminho crítico de um projeto é fundamental para que a gerência do tempo possa controlar de forma eficaz, a realização correta do cronograma e o cumprimento das datas estabelecidas para o projeto. A respeito do caminho crítico, considere as afirmativas abaixo.
I - Um caminho crítico tem folga negativa ou igual a zero.
II - Para aplicar o método do caminho crítico, precisase, antecipadamente, das datas de início mais cedo e de término mais tarde de cada atividade.
III - É possível ter mais de um caminho crítico em um diagrama de rede de um projeto.
É correto o que se afirma em
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A matriz GUT (gravidade, urgência e tendência), o PDCA, o Princípio de Pareto, o Diagrama de Ishikawa, etc. são algumas das técnicas usadas no controle de processos visando à sua melhoria. A equipe responsável pelo mapeamento do processo “Desenvolver ou rever Modelo de Gestão do Conhecimento (GC)” da empresa XPTY identificou uma série de problemas que deveriam ser solucionados, mas em virtude da dificuldade de estabelecer prioridades de solução para os mesmos, optou por usar a técnica GUT. Desse modo, as atividades deste processo e seus problemas foram previamente identificados, listados, analisados e colocados na matriz a seguir, visando à determinação de prioridades de solução e posterior modelagem.
| 1. Processo: desenvolver/rever Modelo de Gestão do Conhecimento (GC) | ||||
|
ATIVIDADES |
Identificação do problema |
Variáveis |
||
| G | U | T | ||
|
1.1. Desenvolver/rever modelo de governança |
Necessidade de rever a política de CG | 3 | 4 | 4 |
|
1.2. Constituir/rever equipe de trabalho |
Carência de pessoal | 5 | 5 | 4 |
|
1.3. Definir/rever papéis e responsabilidade |
Pessoal desmotivado para assumir responsabilidades | 4 | 5 | 4 |
|
1.4. Desenvolver/rever modelos de financiamento |
Indefinição das necessidades | 3 | 3 | 2 |
|
1.5. Identificar/rever as interfaces com outras atividades |
Inexistência
de
mapa
relacionamento
de processos |
3 | 2 | 2 |
|
1.6. Desenvolver/rever metodologia de GC |
Ausência de padrão | 4 | 4 | 4 |
|
1.7. Avaliar/rever necessidades de TI |
Existência de conflitos de interesses | 3 | 3 | 3 |
|
1.8. Desenvolver/rever planos de treinamento |
Perfis profissionais desatualizados | 4 | 2 | 2 |
|
1.9. Gerenciar o processo de mudança |
Resistência às mudanças | 3 | 3 | 4 |
|
1.10.
Desenvolver/rever
medidas
e
indicadores
de |
Necessidade
de
adequar
o
padrão
de referência |
2 | 2 | 2 |
|
1.11. Avaliar e monitorar as iniciativas de CG |
Matriz de responsabilidade desatualizada | 2 | 2 | 1 |
Analisando as variáveis da matriz apresentada, conclui-se que a(os)
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Os processos precisam ser identificados e classificados visando à sua melhoria, especialmente quando se usam técnicas de benchmarking. A APQC (American Productivity and Quality Control), com o apoio do OSBC (Open Standard Benchmarking Collaborative), desenvolveu uma arquitetura para isto, chamada PCF (Process Classification Framework), cuja visão geral é apresentada na figura a seguir.


Com base nessa arquitetura, a PCF faz a decomposição funcional dos processos na seguinte ordem:
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