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Foram encontradas 120 questões.

633094 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PGE-PE
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Passávamos férias na fazenda da Jureia, que ficava na

região de lindas propriedades cafeeiras. Íamos de automóvel

até Barra do Piraí, onde pegávamos um carro de boi.

Lembro-me do aboio do condutor, a pé, ao lado dos animais,

com uma vara: “Xô, Marinheiro! Vâmu, Teimoso!”. Tenho

ótimas recordações de lá e uma foto da qual gosto muito, da

minha infância, às gargalhadas, vestindo um macacão que

minha própria mãe costurava, com bastante capricho. Ela fazia

um para cada dia da semana, assim, eu podia me esbaldar e me

sujar à vontade, porque sempre teria um macacão limpo para

usar no dia seguinte.

Jô Soares. O livro de Jô: uma autobiografia desautorizada. São Paulo: Companhia das Letras, 2017

Com relação aos aspectos linguísticos desse texto, julgue o item a seguir.

O texto é essencialmente descritivo, pois detalha lembranças acerca das viagens de férias que a personagem e sua família faziam com frequência durante a sua infância.

 

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633090 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PGE-PE
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Passávamos férias na fazenda da Jureia, que ficava na

região de lindas propriedades cafeeiras. Íamos de automóvel

até Barra do Piraí, onde pegávamos um carro de boi.

Lembro-me do aboio do condutor, a pé, ao lado dos animais,

com uma vara: “Xô, Marinheiro! Vâmu, Teimoso!”. Tenho

ótimas recordações de lá e uma foto da qual gosto muito, da

minha infância, às gargalhadas, vestindo um macacão que

minha própria mãe costurava, com bastante capricho. Ela fazia

um para cada dia da semana, assim, eu podia me esbaldar e me

sujar à vontade, porque sempre teria um macacão limpo para

usar no dia seguinte.

Jô Soares. O livro de Jô: uma autobiografia desautorizada. São Paulo: Companhia das Letras, 2017

Com relação aos aspectos linguísticos desse texto, julgue o item a seguir.

A retirada do sinal indicativo de crase em “às gargalhadas” (l.7) preservaria os sentidos e a correção gramatical do texto.

 

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633081 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PGE-PE
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A modernidade é um contrato. Todos nós aderimos a

ele no dia em que nascemos, e ele regula nossa vida até o dia

em que morremos. Pouquíssimos entre nós são capazes de

rescindi-lo ou transcendê-lo. Esse contrato configura nossa

comida, nossos empregos e nossos sonhos; ele decide onde

moramos, quem amamos e como morremos.

À primeira vista, a modernidade parece ser um

contrato extremamente complicado, por isso poucos tentam

compreender no que exatamente se inscreveram. É como se

você tivesse baixado algum software e ele te solicitasse assinar

um contrato com dezenas de páginas em “juridiquês”; você dá

uma olhada nele, passa imediatamente para a última página,

tica em “concordo” e esquece o assunto. Mas a modernidade,

de fato, é um contrato surpreendentemente simples. O contrato

interno pode ser resumido em uma única frase: humanos

concordam em abrir mão de significado em troca de poder.

Yuval Noah Harari. Homo Deus: uma breve história do amanhã.
São Paulo: Companhia das Letras, 2016 (com adaptações).

Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item a seguir.

Infere-se do texto que a modernidade impele o ser humano a tomar decisões com as quais ele não concorda.

 

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633080 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PGE-PE
Provas:

A modernidade é um contrato. Todos nós aderimos a

ele no dia em que nascemos, e ele regula nossa vida até o dia

em que morremos. Pouquíssimos entre nós são capazes de

rescindi-lo ou transcendê-lo. Esse contrato configura nossa

comida, nossos empregos e nossos sonhos; ele decide onde

moramos, quem amamos e como morremos.

À primeira vista, a modernidade parece ser um

contrato extremamente complicado, por isso poucos tentam

compreender no que exatamente se inscreveram. É como se

você tivesse baixado algum software e ele te solicitasse assinar

um contrato com dezenas de páginas em “juridiquês”; você dá

uma olhada nele, passa imediatamente para a última página,

tica em “concordo” e esquece o assunto. Mas a modernidade,

de fato, é um contrato surpreendentemente simples. O contrato

interno pode ser resumido em uma única frase: humanos

concordam em abrir mão de significado em troca de poder.

Yuval Noah Harari. Homo Deus: uma breve história do amanhã.
São Paulo: Companhia das Letras, 2016 (com adaptações).

Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item a seguir.

No trecho “poucos tentam compreender no que exatamente se inscreveram” (l. 8 e 9), a substituição de “no que” por o que comprometeria a correção gramatical do texto.

 

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633076 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PGE-PE
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Passávamos férias na fazenda da Jureia, que ficava na

região de lindas propriedades cafeeiras. Íamos de automóvel

até Barra do Piraí, onde pegávamos um carro de boi.

Lembro-me do aboio do condutor, a pé, ao lado dos animais,

com uma vara: “Xô, Marinheiro! Vâmu, Teimoso!”. Tenho

ótimas recordações de lá e uma foto da qual gosto muito, da

minha infância, às gargalhadas, vestindo um macacão que

minha própria mãe costurava, com bastante capricho. Ela fazia

um para cada dia da semana, assim, eu podia me esbaldar e me

sujar à vontade, porque sempre teria um macacão limpo para

usar no dia seguinte.

Jô Soares. O livro de Jô: uma autobiografia desautorizada. São Paulo: Companhia das Letras, 2017

Com relação aos aspectos linguísticos desse texto, julgue o item a seguir.

A palavra “capricho” (l.8) está empregada no texto com o mesmo sentido de zelo.

 

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633073 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PGE-PE
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A modernidade é um contrato. Todos nós aderimos a

ele no dia em que nascemos, e ele regula nossa vida até o dia

em que morremos. Pouquíssimos entre nós são capazes de

rescindi-lo ou transcendê-lo. Esse contrato configura nossa

comida, nossos empregos e nossos sonhos; ele decide onde

moramos, quem amamos e como morremos.

À primeira vista, a modernidade parece ser um

contrato extremamente complicado, por isso poucos tentam

compreender no que exatamente se inscreveram. É como se

você tivesse baixado algum software e ele te solicitasse assinar

um contrato com dezenas de páginas em “juridiquês”; você dá

uma olhada nele, passa imediatamente para a última página,

tica em “concordo” e esquece o assunto. Mas a modernidade,

de fato, é um contrato surpreendentemente simples. O contrato

interno pode ser resumido em uma única frase: humanos

concordam em abrir mão de significado em troca de poder.

Yuval Noah Harari. Homo Deus: uma breve história do amanhã.
São Paulo: Companhia das Letras, 2016 (com adaptações).

Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item a seguir.

O termo ‘juridiquês’ (l.11) não faz parte do vocabulário oficial da língua portuguesa, contudo seu emprego não compromete a correção gramatical e está adequado ao nível de formalidade do texto.

 

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633071 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PGE-PE
Provas:

A modernidade é um contrato. Todos nós aderimos a

ele no dia em que nascemos, e ele regula nossa vida até o dia

em que morremos. Pouquíssimos entre nós são capazes de

rescindi-lo ou transcendê-lo. Esse contrato configura nossa

comida, nossos empregos e nossos sonhos; ele decide onde

moramos, quem amamos e como morremos.

À primeira vista, a modernidade parece ser um

contrato extremamente complicado, por isso poucos tentam

compreender no que exatamente se inscreveram. É como se

você tivesse baixado algum software e ele te solicitasse assinar

um contrato com dezenas de páginas em “juridiquês”; você dá

uma olhada nele, passa imediatamente para a última página,

tica em “concordo” e esquece o assunto. Mas a modernidade,

de fato, é um contrato surpreendentemente simples. O contrato

interno pode ser resumido em uma única frase: humanos

concordam em abrir mão de significado em troca de poder.

Yuval Noah Harari. Homo Deus: uma breve história do amanhã.
São Paulo: Companhia das Letras, 2016 (com adaptações).

Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item a seguir.

O texto apresenta estratégia argumentativa que visa aproximar o leitor das ideias desenvolvidas pelo autor.

 

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633070 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PGE-PE
Provas:

A modernidade é um contrato. Todos nós aderimos a

ele no dia em que nascemos, e ele regula nossa vida até o dia

em que morremos. Pouquíssimos entre nós são capazes de

rescindi-lo ou transcendê-lo. Esse contrato configura nossa

comida, nossos empregos e nossos sonhos; ele decide onde

moramos, quem amamos e como morremos.

À primeira vista, a modernidade parece ser um

contrato extremamente complicado, por isso poucos tentam

compreender no que exatamente se inscreveram. É como se

você tivesse baixado algum software e ele te solicitasse assinar

um contrato com dezenas de páginas em “juridiquês”; você dá

uma olhada nele, passa imediatamente para a última página,

tica em “concordo” e esquece o assunto. Mas a modernidade,

de fato, é um contrato surpreendentemente simples. O contrato

interno pode ser resumido em uma única frase: humanos

concordam em abrir mão de significado em troca de poder.

Yuval Noah Harari. Homo Deus: uma breve história do amanhã.
São Paulo: Companhia das Letras, 2016 (com adaptações).

Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item a seguir.

No trecho “tica em ‘concordo’” (l.13), o verbo ticar é sinônimo de clicar, mas difere deste por ser de uso informal

 

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633060 Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PGE-PE
Provas:
A respeito da desigualdade social no Brasil contemporâneo, julgue o próximo item.
Ainda que a desigualdade social persista na realidade brasileira, nos últimos dois anos, milhares de pessoas saíram da linha de pobreza e, consecutivamente, o número de pessoas pobres no país foi reduzido.
 

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633057 Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PGE-PE
Provas:
Como um país pode salvaguardar a sua memória? O museu é o lugar onde se guardam coisas que são importantes para a história de um país, de uma época e de um povo. O museu perpetua um conhecimento adquirido através da pesquisa, preservação e a divulgação de bens materiais e imateriais. Quando vamos a um espaço como esse, o museu cumpre um papel social e educativo de transmitir cultura para a sociedade. É um relicário de nossas memórias enquanto humanidade e seu ambiente.
Internet: <https://vestibular.uol.com.br> (com adaptações).

Tendo o texto precedente como referência inicial, julgue o item a seguir.

O trágico incêndio ocorrido no Museu Nacional em setembro de 2018 chama a atenção para a necessidade de preservar e proteger os bens históricos e culturais tanto por causa de seu valor para a memória do país quanto para combater o tráfico internacional desses bens.

 

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