Foram encontradas 120 questões.
Para apurar ilícitos administrativos lesivos a licitações e contratos públicos, admite-se ao Poder Executivo estadual celebrar acordo de leniência com as pessoas jurídicas que tenham participado do certame, desde que a colaboração dessas seja efetiva.
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A responsabilização da pessoa jurídica na esfera administrativa afasta a possibilidade de sua responsabilização na esfera judicial.
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A responsabilização por atos ilícitos apurados, cometidos por pessoas naturais que exercem a administração de sociedades empresárias, será aplicada conforme a culpabilidade da pessoa.
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Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PGE-PE
A procuradoria-geral de determinado estado da Federação adquiriu um computador, tendo o processamento dessa despesa ocorrido da seguinte forma: empenho: 9/12/2018; recebimento do computador: 29/12/2018; pagamento da despesa: 19/1/2019.
dívida flutuante.
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Passávamos férias na fazenda da Jureia, que ficava na
região de lindas propriedades cafeeiras. Íamos de automóvel
até Barra do Piraí, onde pegávamos um carro de boi.
Lembro-me do aboio do condutor, a pé, ao lado dos animais,
com uma vara: “Xô, Marinheiro! Vâmu, Teimoso!”. Tenho
ótimas recordações de lá e uma foto da qual gosto muito, da
minha infância, às gargalhadas, vestindo um macacão que
minha própria mãe costurava, com bastante capricho. Ela fazia
um para cada dia da semana, assim, eu podia me esbaldar e me
sujar à vontade, porque sempre teria um macacão limpo para
usar no dia seguinte.
Jô Soares. O livro de Jô: uma autobiografia desautorizada. São Paulo: Companhia das Letras, 2017
Com relação aos aspectos linguísticos desse texto, julgue o item a seguir.
A substituição do conectivo “porque” (l.10) por pois manteria os sentidos originais do texto.
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A modernidade é um contrato. Todos nós aderimos a
ele no dia em que nascemos, e ele regula nossa vida até o dia
em que morremos. Pouquíssimos entre nós são capazes de
rescindi-lo ou transcendê-lo. Esse contrato configura nossa
comida, nossos empregos e nossos sonhos; ele decide onde
moramos, quem amamos e como morremos.
À primeira vista, a modernidade parece ser um
contrato extremamente complicado, por isso poucos tentam
compreender no que exatamente se inscreveram. É como se
você tivesse baixado algum software e ele te solicitasse assinar
um contrato com dezenas de páginas em “juridiquês”; você dá
uma olhada nele, passa imediatamente para a última página,
tica em “concordo” e esquece o assunto. Mas a modernidade,
de fato, é um contrato surpreendentemente simples. O contrato
interno pode ser resumido em uma única frase: humanos
concordam em abrir mão de significado em troca de poder.
Yuval Noah Harari. Homo Deus: uma breve história do amanhã.
São Paulo: Companhia das Letras, 2016 (com adaptações).
Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item a seguir.
As formas pronominais em “rescindi-lo” e “transcendê-lo”, na linha 4, referem-se, respectivamente, a “contrato” (l.1) e a “dia” (l.2).
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A modernidade é um contrato. Todos nós aderimos a
ele no dia em que nascemos, e ele regula nossa vida até o dia
em que morremos. Pouquíssimos entre nós são capazes de
rescindi-lo ou transcendê-lo. Esse contrato configura nossa
comida, nossos empregos e nossos sonhos; ele decide onde
moramos, quem amamos e como morremos.
À primeira vista, a modernidade parece ser um
contrato extremamente complicado, por isso poucos tentam
compreender no que exatamente se inscreveram. É como se
você tivesse baixado algum software e ele te solicitasse assinar
um contrato com dezenas de páginas em “juridiquês”; você dá
uma olhada nele, passa imediatamente para a última página,
tica em “concordo” e esquece o assunto. Mas a modernidade,
de fato, é um contrato surpreendentemente simples. O contrato
interno pode ser resumido em uma única frase: humanos
concordam em abrir mão de significado em troca de poder.
Yuval Noah Harari. Homo Deus: uma breve história do amanhã.
São Paulo: Companhia das Letras, 2016 (com adaptações).
Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item a seguir.
A vírgula empregada na linha 2 tem a finalidade de demarcar uma relação de oposição entre as orações “Todos nós aderimos a ele no dia em que nascemos” (l. 1 e 2) e “e ele regula nossa vida até o dia em que morremos” (l. 2 e 3).
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Passávamos férias na fazenda da Jureia, que ficava na
região de lindas propriedades cafeeiras. Íamos de automóvel
até Barra do Piraí, onde pegávamos um carro de boi.
Lembro-me do aboio do condutor, a pé, ao lado dos animais,
com uma vara: “Xô, Marinheiro! Vâmu, Teimoso!”. Tenho
ótimas recordações de lá e uma foto da qual gosto muito, da
minha infância, às gargalhadas, vestindo um macacão que
minha própria mãe costurava, com bastante capricho. Ela fazia
um para cada dia da semana, assim, eu podia me esbaldar e me
sujar à vontade, porque sempre teria um macacão limpo para
usar no dia seguinte.
Jô Soares. O livro de Jô: uma autobiografia desautorizada. São Paulo: Companhia das Letras, 2017
Com relação aos aspectos linguísticos desse texto, julgue o item a seguir.
A retirada da vírgula empregada na linha 1 alteraria os sentidos originais do primeiro período do texto.
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Passávamos férias na fazenda da Jureia, que ficava na
região de lindas propriedades cafeeiras. Íamos de automóvel
até Barra do Piraí, onde pegávamos um carro de boi.
Lembro-me do aboio do condutor, a pé, ao lado dos animais,
com uma vara: “Xô, Marinheiro! Vâmu, Teimoso!”. Tenho
ótimas recordações de lá e uma foto da qual gosto muito, da
minha infância, às gargalhadas, vestindo um macacão que
minha própria mãe costurava, com bastante capricho. Ela fazia
um para cada dia da semana, assim, eu podia me esbaldar e me
sujar à vontade, porque sempre teria um macacão limpo para
usar no dia seguinte.
Jô Soares. O livro de Jô: uma autobiografia desautorizada. São Paulo: Companhia das Letras, 2017
Com relação aos aspectos linguísticos desse texto, julgue o item a seguir.
O termo “lá” (l.6) remete à fazenda da Jureia, onde a personagem vivenciou as experiências relatadas no texto.
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Passávamos férias na fazenda da Jureia, que ficava na
região de lindas propriedades cafeeiras. Íamos de automóvel
até Barra do Piraí, onde pegávamos um carro de boi.
Lembro-me do aboio do condutor, a pé, ao lado dos animais,
com uma vara: “Xô, Marinheiro! Vâmu, Teimoso!”. Tenho
ótimas recordações de lá e uma foto da qual gosto muito, da
minha infância, às gargalhadas, vestindo um macacão que
minha própria mãe costurava, com bastante capricho. Ela fazia
um para cada dia da semana, assim, eu podia me esbaldar e me
sujar à vontade, porque sempre teria um macacão limpo para
usar no dia seguinte.
Jô Soares. O livro de Jô: uma autobiografia desautorizada. São Paulo: Companhia das Letras, 2017
Com relação aos aspectos linguísticos desse texto, julgue o item a seguir.
As formas ‘Xô’ e ‘Vâmu’, na linha 5, são marcas de oralidade e reproduzem a informalidade da fala do condutor do carro de boi.
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