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Foram encontradas 120 questões.

633147 Ano: 2019
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PGE-PE
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Considerando as Leis n.º 12.846/2013 e n.º 16.309/2018, que tratam, respectivamente, de responsabilização de pessoas jurídicas pela prática de atos contra a administração pública e do processo administrativo de responsabilização (PAR), julgue o item a seguir.
Para apurar ilícitos administrativos lesivos a licitações e contratos públicos, admite-se ao Poder Executivo estadual celebrar acordo de leniência com as pessoas jurídicas que tenham participado do certame, desde que a colaboração dessas seja efetiva.
 

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633146 Ano: 2019
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PGE-PE
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Considerando as Leis n.º 12.846/2013 e n.º 16.309/2018, que tratam, respectivamente, de responsabilização de pessoas jurídicas pela prática de atos contra a administração pública e do processo administrativo de responsabilização (PAR), julgue o item a seguir.
A responsabilização da pessoa jurídica na esfera administrativa afasta a possibilidade de sua responsabilização na esfera judicial.
 

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633139 Ano: 2019
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PGE-PE
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Considerando as Leis n.º 12.846/2013 e n.º 16.309/2018, que tratam, respectivamente, de responsabilização de pessoas jurídicas pela prática de atos contra a administração pública e do processo administrativo de responsabilização (PAR), julgue o item a seguir.
A responsabilização por atos ilícitos apurados, cometidos por pessoas naturais que exercem a administração de sociedades empresárias, será aplicada conforme a culpabilidade da pessoa.
 

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633138 Ano: 2019
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PGE-PE
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A procuradoria-geral de determinado estado da Federação adquiriu um computador, tendo o processamento dessa despesa ocorrido da seguinte forma: empenho: 9/12/2018; recebimento do computador: 29/12/2018; pagamento da despesa: 19/1/2019.

Nesse caso, de acordo com as normas previstas na Lei n.º 4.320/1964, o registro dessa despesa em 31/12/2018 estaria correto caso tivesse sido feito como

dívida flutuante.
 

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633117 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PGE-PE
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Passávamos férias na fazenda da Jureia, que ficava na

região de lindas propriedades cafeeiras. Íamos de automóvel

até Barra do Piraí, onde pegávamos um carro de boi.

Lembro-me do aboio do condutor, a pé, ao lado dos animais,

com uma vara: “Xô, Marinheiro! Vâmu, Teimoso!”. Tenho

ótimas recordações de lá e uma foto da qual gosto muito, da

minha infância, às gargalhadas, vestindo um macacão que

minha própria mãe costurava, com bastante capricho. Ela fazia

um para cada dia da semana, assim, eu podia me esbaldar e me

sujar à vontade, porque sempre teria um macacão limpo para

usar no dia seguinte.

Jô Soares. O livro de Jô: uma autobiografia desautorizada. São Paulo: Companhia das Letras, 2017

Com relação aos aspectos linguísticos desse texto, julgue o item a seguir.

A substituição do conectivo “porque” (l.10) por pois manteria os sentidos originais do texto.

 

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633112 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PGE-PE
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A modernidade é um contrato. Todos nós aderimos a

ele no dia em que nascemos, e ele regula nossa vida até o dia

em que morremos. Pouquíssimos entre nós são capazes de

rescindi-lo ou transcendê-lo. Esse contrato configura nossa

comida, nossos empregos e nossos sonhos; ele decide onde

moramos, quem amamos e como morremos.

À primeira vista, a modernidade parece ser um

contrato extremamente complicado, por isso poucos tentam

compreender no que exatamente se inscreveram. É como se

você tivesse baixado algum software e ele te solicitasse assinar

um contrato com dezenas de páginas em “juridiquês”; você dá

uma olhada nele, passa imediatamente para a última página,

tica em “concordo” e esquece o assunto. Mas a modernidade,

de fato, é um contrato surpreendentemente simples. O contrato

interno pode ser resumido em uma única frase: humanos

concordam em abrir mão de significado em troca de poder.

Yuval Noah Harari. Homo Deus: uma breve história do amanhã.
São Paulo: Companhia das Letras, 2016 (com adaptações).

Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item a seguir.

As formas pronominais em “rescindi-lo” e “transcendê-lo”, na linha 4, referem-se, respectivamente, a “contrato” (l.1) e a “dia” (l.2).

 

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633111 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PGE-PE
Provas:

A modernidade é um contrato. Todos nós aderimos a

ele no dia em que nascemos, e ele regula nossa vida até o dia

em que morremos. Pouquíssimos entre nós são capazes de

rescindi-lo ou transcendê-lo. Esse contrato configura nossa

comida, nossos empregos e nossos sonhos; ele decide onde

moramos, quem amamos e como morremos.

À primeira vista, a modernidade parece ser um

contrato extremamente complicado, por isso poucos tentam

compreender no que exatamente se inscreveram. É como se

você tivesse baixado algum software e ele te solicitasse assinar

um contrato com dezenas de páginas em “juridiquês”; você dá

uma olhada nele, passa imediatamente para a última página,

tica em “concordo” e esquece o assunto. Mas a modernidade,

de fato, é um contrato surpreendentemente simples. O contrato

interno pode ser resumido em uma única frase: humanos

concordam em abrir mão de significado em troca de poder.

Yuval Noah Harari. Homo Deus: uma breve história do amanhã.
São Paulo: Companhia das Letras, 2016 (com adaptações).

Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item a seguir.

A vírgula empregada na linha 2 tem a finalidade de demarcar uma relação de oposição entre as orações “Todos nós aderimos a ele no dia em que nascemos” (l. 1 e 2) e “e ele regula nossa vida até o dia em que morremos” (l. 2 e 3).

 

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633107 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PGE-PE
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Passávamos férias na fazenda da Jureia, que ficava na

região de lindas propriedades cafeeiras. Íamos de automóvel

até Barra do Piraí, onde pegávamos um carro de boi.

Lembro-me do aboio do condutor, a pé, ao lado dos animais,

com uma vara: “Xô, Marinheiro! Vâmu, Teimoso!”. Tenho

ótimas recordações de lá e uma foto da qual gosto muito, da

minha infância, às gargalhadas, vestindo um macacão que

minha própria mãe costurava, com bastante capricho. Ela fazia

um para cada dia da semana, assim, eu podia me esbaldar e me

sujar à vontade, porque sempre teria um macacão limpo para

usar no dia seguinte.

Jô Soares. O livro de Jô: uma autobiografia desautorizada. São Paulo: Companhia das Letras, 2017

Com relação aos aspectos linguísticos desse texto, julgue o item a seguir.

A retirada da vírgula empregada na linha 1 alteraria os sentidos originais do primeiro período do texto.

 

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633101 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PGE-PE
Provas:

Passávamos férias na fazenda da Jureia, que ficava na

região de lindas propriedades cafeeiras. Íamos de automóvel

até Barra do Piraí, onde pegávamos um carro de boi.

Lembro-me do aboio do condutor, a pé, ao lado dos animais,

com uma vara: “Xô, Marinheiro! Vâmu, Teimoso!”. Tenho

ótimas recordações de lá e uma foto da qual gosto muito, da

minha infância, às gargalhadas, vestindo um macacão que

minha própria mãe costurava, com bastante capricho. Ela fazia

um para cada dia da semana, assim, eu podia me esbaldar e me

sujar à vontade, porque sempre teria um macacão limpo para

usar no dia seguinte.

Jô Soares. O livro de Jô: uma autobiografia desautorizada. São Paulo: Companhia das Letras, 2017

Com relação aos aspectos linguísticos desse texto, julgue o item a seguir.

O termo “lá” (l.6) remete à fazenda da Jureia, onde a personagem vivenciou as experiências relatadas no texto.

 

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633100 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PGE-PE
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Passávamos férias na fazenda da Jureia, que ficava na

região de lindas propriedades cafeeiras. Íamos de automóvel

até Barra do Piraí, onde pegávamos um carro de boi.

Lembro-me do aboio do condutor, a pé, ao lado dos animais,

com uma vara: “Xô, Marinheiro! Vâmu, Teimoso!”. Tenho

ótimas recordações de lá e uma foto da qual gosto muito, da

minha infância, às gargalhadas, vestindo um macacão que

minha própria mãe costurava, com bastante capricho. Ela fazia

um para cada dia da semana, assim, eu podia me esbaldar e me

sujar à vontade, porque sempre teria um macacão limpo para

usar no dia seguinte.

Jô Soares. O livro de Jô: uma autobiografia desautorizada. São Paulo: Companhia das Letras, 2017

Com relação aos aspectos linguísticos desse texto, julgue o item a seguir.

As formas ‘Xô’ e ‘Vâmu’, na linha 5, são marcas de oralidade e reproduzem a informalidade da fala do condutor do carro de boi.

 

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