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O desejo por igualdade em nossos dias, ensejado pela

Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, marco da

modernidade, segundo Axel Honneth, advém de uma busca por

autorrespeito. Para Honneth, houve uma conversão de

demandas por distribuição igualitária em demandas por mais

dignidade e respeito. O autor descreve o campo de ação social

como o lócus marcado pela permanente luta entre os sujeitos

por conservação e reconhecimento. O conflito, diz ele, força os

sujeitos a se reconhecerem mutuamente e impulsiona a criação

de uma rede normativa. Quer dizer, o estabelecimento da figura

do sujeito de direitos constitui um mínimo necessário para a

perpetuação da sociedade, porque é pelo respeito mútuo de

suas pretensões legítimas que as pessoas conseguem se

relacionar socialmente.

Nesse contexto, a Lei Maria da Penha teria o papel de

assegurar o reconhecimento das mulheres em situação de

violências (incluída a psicológica) pelo direito; afinal, é

constatando as obrigações que temos diante do direito alheio

que chegamos a uma compreensão de cada um(a) de nós como

sujeitos de direitos. De acordo com Honneth, as demandas por

direitos — como aqueles que se referem à igualdade de gênero

ou relacionados à orientação sexual —, advindas de um

reconhecimento anteriormente denegado, criam conflitos

práticos indispensáveis para a mobilidade social.

Isadora Vier Machado. Da dor no corpo à dor na alma: uma leitura do conceito de violência psicológica da Lei Maria da Penha. Internet: http://pct.capes.gov.br (com adaptações)

A respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item a seguir.

Na linha 21, a correção gramatical do texto seria comprometida se o termo “se” fosse posicionado após a forma verbal “referem”, da seguinte forma: referem-se.

 

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O desejo por igualdade em nossos dias, ensejado pela

Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, marco da

modernidade, segundo Axel Honneth, advém de uma busca por

autorrespeito. Para Honneth, houve uma conversão de

demandas por distribuição igualitária em demandas por mais

dignidade e respeito. O autor descreve o campo de ação social

como o lócus marcado pela permanente luta entre os sujeitos

por conservação e reconhecimento. O conflito, diz ele, força os

sujeitos a se reconhecerem mutuamente e impulsiona a criação

de uma rede normativa. Quer dizer, o estabelecimento da figura

do sujeito de direitos constitui um mínimo necessário para a

perpetuação da sociedade, porque é pelo respeito mútuo de

suas pretensões legítimas que as pessoas conseguem se

relacionar socialmente.

Nesse contexto, a Lei Maria da Penha teria o papel de

assegurar o reconhecimento das mulheres em situação de

violências (incluída a psicológica) pelo direito; afinal, é

constatando as obrigações que temos diante do direito alheio

que chegamos a uma compreensão de cada um(a) de nós como

sujeitos de direitos. De acordo com Honneth, as demandas por

direitos — como aqueles que se referem à igualdade de gênero

ou relacionados à orientação sexual —, advindas de um

reconhecimento anteriormente denegado, criam conflitos

práticos indispensáveis para a mobilidade social.

Isadora Vier Machado. Da dor no corpo à dor na alma: uma leitura do conceito de violência psicológica da Lei Maria da Penha. Internet: http://pct.capes.gov.br (com adaptações)

A respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item a seguir.

A expressão “Quer dizer” (l.10) introduz uma conclusão a respeito do estabelecimento da figura do sujeito de direitos.

 

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633096 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PGE-PE

Como período e como crise, a época atual mostra-se,

aliás, como coisa nova. Como período, as suas variáveis

características instalam-se em toda parte e a tudo influenciam,

direta ou indiretamente. Daí a denominação de globalização.

Como crise, as mesmas variáveis construtoras do sistema estão

continuamente chocando-se e exigindo novas definições e

novos arranjos. Trata-se, porém, de uma crise persistente

dentro de um período com características duradouras, mesmo

que novos contornos apareçam.

O mesmo sistema ideológico que justifica o processo

de globalização e que ajuda a considerá-lo o único caminho

histórico acaba, também, por impor certa visão da crise e a

aceitação dos remédios sugeridos. Em razão disso, todos os

países, lugares e pessoas passam a se comportar, isto é, a

organizar sua ação, como se tal “crise” fosse a mesma para

todos e como se a receita para a afastar devesse ser geralmente

a mesma. Na verdade, porém, a única crise que os responsáveis

desejam afastar é a crise financeira, e não qualquer outra.

Aí está, na verdade, uma causa para mais aprofundamento da

crise real — econômica, social, política, moral — que

caracteriza o nosso tempo.

Milton Santos. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. 27.ª ed. Rio de Janeiro: Record, 2017, p. 34-6 (com adaptações)

Julgue o item a seguir, com relação às ideias, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto anterior.

O isolamento da expressão “isto é” (l.14) por vírgulas marca uma suspensão no texto provocada por dúvida.

 

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633095 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PGE-PE

Como período e como crise, a época atual mostra-se,

aliás, como coisa nova. Como período, as suas variáveis

características instalam-se em toda parte e a tudo influenciam,

direta ou indiretamente. Daí a denominação de globalização.

Como crise, as mesmas variáveis construtoras do sistema estão

continuamente chocando-se e exigindo novas definições e

novos arranjos. Trata-se, porém, de uma crise persistente

dentro de um período com características duradouras, mesmo

que novos contornos apareçam.

O mesmo sistema ideológico que justifica o processo

de globalização e que ajuda a considerá-lo o único caminho

histórico acaba, também, por impor certa visão da crise e a

aceitação dos remédios sugeridos. Em razão disso, todos os

países, lugares e pessoas passam a se comportar, isto é, a

organizar sua ação, como se tal “crise” fosse a mesma para

todos e como se a receita para a afastar devesse ser geralmente

a mesma. Na verdade, porém, a única crise que os responsáveis

desejam afastar é a crise financeira, e não qualquer outra.

Aí está, na verdade, uma causa para mais aprofundamento da

crise real — econômica, social, política, moral — que

caracteriza o nosso tempo.

Milton Santos. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. 27.ª ed. Rio de Janeiro: Record, 2017, p. 34-6 (com adaptações)

Julgue o item a seguir, com relação às ideias, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto anterior.

A correção gramatical do texto seria mantida caso, no trecho “passam a se comportar” (l.14), o vocábulo “se” fosse deslocado para depois da forma verbal “comportar”, da seguinte maneira: passam a comportar-se.

 

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633094 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PGE-PE
Provas:

Passávamos férias na fazenda da Jureia, que ficava na

região de lindas propriedades cafeeiras. Íamos de automóvel

até Barra do Piraí, onde pegávamos um carro de boi.

Lembro-me do aboio do condutor, a pé, ao lado dos animais,

com uma vara: “Xô, Marinheiro! Vâmu, Teimoso!”. Tenho

ótimas recordações de lá e uma foto da qual gosto muito, da

minha infância, às gargalhadas, vestindo um macacão que

minha própria mãe costurava, com bastante capricho. Ela fazia

um para cada dia da semana, assim, eu podia me esbaldar e me

sujar à vontade, porque sempre teria um macacão limpo para

usar no dia seguinte.

Jô Soares. O livro de Jô: uma autobiografia desautorizada. São Paulo: Companhia das Letras, 2017

Com relação aos aspectos linguísticos desse texto, julgue o item a seguir.

O texto é essencialmente descritivo, pois detalha lembranças acerca das viagens de férias que a personagem e sua família faziam com frequência durante a sua infância.

 

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633093 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PGE-PE

Texto CB2A1-I

Raras vezes na história humana, o trabalho, a riqueza,

o poder e o saber mudaram simultaneamente. Quando isso

ocorre, sobrevêm verdadeiras descontinuidades que marcam

época, pedras miliares no caminho da humanidade. A invenção

das técnicas para controlar o fogo, o início da agricultura e do

pastoreio na Mesopotâmia, a organização da democracia na

Grécia, as grandes descobertas científicas e geográficas entre

os séculos XII e XVI, o advento da sociedade industrial no

século XIX, tudo isso representa saltos de época, que

desorientaram gerações inteiras.

Se observarmos bem, essas ondas longas da história,

como as chamava Braudel, tornaram-se cada vez mais curtas.

Acabamos de nos recuperar da ultrapassagem da agricultura

pela indústria, ocorrida no século XX, e, em menos de um

século, um novo salto de época nos tomou de surpresa,

lançando-nos na confusão. Dessa vez o salto coincidiu com a

rápida passagem de uma sociedade de tipo industrial dominada

pelos proprietários das fábricas manufatureiras para uma

sociedade de tipo pós-industrial dominada pelos proprietários

dos meios de informação.

O fórceps com o qual a recém-nascida sociedade

pós-industrial foi extraída do ventre da sociedade industrial

anterior é representado pelo progresso científico e tecnológico,

pela globalização, pelas guerras mundiais, pelas revoluções

proletárias, pelo ensino universal e pelos meios de

comunicação de massa. Agindo simultaneamente, esses

fenômenos produziram uma avalanche ciclópica — talvez a

mais irresistível de toda a história humana — na qual nós,

contemporâneos, temos o privilégio e a desventura de estar

envolvidos em primeira pessoa.

Ninguém poderia ficar impassível diante de uma

mudança dessa envergadura. Por isso a sensação mais

difundida é a desorientação.

A nossa desorientação afeta as esferas econômica,

familiar, política, sexual, cultural... É um sintoma de

crescimento, mas é também um indício de um perigo, porque

quem está desorientado sente-se em crise, e quem se sente em

crise deixa de projetar o próprio futuro. Se deixarmos de

projetar nosso futuro, alguém o projetará para nós, não em

função de nossos interesses, mas do seu próprio proveito.

Domenico de Masi. Alfabeto da sociedade desorientada: para
entender o nosso tempo. Trad. Silvana Cobucci e Federico
Carotti. São Paulo: Objetiva, 2017, p. 93-4 (com adaptações

Com relação às ideias do texto CB2A1-I, julgue o item a seguir.

Infere-se do texto que a desorientação das gerações, em épocas específicas, promove uma radical e simultânea alteração no escopo do trabalho, da riqueza, do poder e do saber humano.
 

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633092 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PGE-PE

A própria palavra “crise” é bem mais a expressão de

um movimento do espírito que de um juízo fundado em

argumentos extraídos da razão ou da experiência. Não há

período histórico que não tenha sido julgado, de uma parte ou

de outra, como um período em crise. Ouvi falar de crise em

todas as fases da minha vida: depois da Primeira Guerra

Mundial, durante o fascismo e o nazismo, durante a Segunda

Guerra Mundial, no pós-guerra, bem como naqueles que foram

chamados de anos de chumbo. Sempre duvidei que o conceito

de crise tivesse qualquer utilidade para definir uma sociedade

ou uma época.

Que fique claro: não tenho nenhuma intenção de

difamar ou condenar o passado para absolver o presente, nem

de deplorar o presente para louvar os bons tempos antigos.

Desejo apenas ajudar a que se compreenda que todo juízo

excessivamente resoluto nesse campo corre o risco de parecer

leviano. Certamente, existem épocas mais turbulentas e outras

menos. Mas é difícil dizer se a maior turbulência depende de

uma crise moral (de uma diminuição da crença em princípios

fundamentais) ou de outras causas, econômicas, sociais,

políticas, culturais ou até mesmo biológicas.

Norberto Bobbio. Elogio da serenidade e outros escritos morais. Trad. Marco Aurélio Nogueira. São Paulo: Editora UNESP, 2002, p. 160-1 (com adaptações).

Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item que se segue.

O emprego de acento agudo nas palavras “juízo”, “extraídos” e “período” justifica-se pela mesma regra de acentuação gráfica.

 

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633091 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PGE-PE

Texto CB2A1-I

Raras vezes na história humana, o trabalho, a riqueza,

o poder e o saber mudaram simultaneamente. Quando isso

ocorre, sobrevêm verdadeiras descontinuidades que marcam

época, pedras miliares no caminho da humanidade. A invenção

das técnicas para controlar o fogo, o início da agricultura e do

pastoreio na Mesopotâmia, a organização da democracia na

Grécia, as grandes descobertas científicas e geográficas entre

os séculos XII e XVI, o advento da sociedade industrial no

século XIX, tudo isso representa saltos de época, que

desorientaram gerações inteiras.

Se observarmos bem, essas ondas longas da história,

como as chamava Braudel, tornaram-se cada vez mais curtas.

Acabamos de nos recuperar da ultrapassagem da agricultura

pela indústria, ocorrida no século XX, e, em menos de um

século, um novo salto de época nos tomou de surpresa,

lançando-nos na confusão. Dessa vez o salto coincidiu com a

rápida passagem de uma sociedade de tipo industrial dominada

pelos proprietários das fábricas manufatureiras para uma

sociedade de tipo pós-industrial dominada pelos proprietários

dos meios de informação.

O fórceps com o qual a recém-nascida sociedade

pós-industrial foi extraída do ventre da sociedade industrial

anterior é representado pelo progresso científico e tecnológico,

pela globalização, pelas guerras mundiais, pelas revoluções

proletárias, pelo ensino universal e pelos meios de

comunicação de massa. Agindo simultaneamente, esses

fenômenos produziram uma avalanche ciclópica — talvez a

mais irresistível de toda a história humana — na qual nós,

contemporâneos, temos o privilégio e a desventura de estar

envolvidos em primeira pessoa.

Ninguém poderia ficar impassível diante de uma

mudança dessa envergadura. Por isso a sensação mais

difundida é a desorientação.

A nossa desorientação afeta as esferas econômica,

familiar, política, sexual, cultural... É um sintoma de

crescimento, mas é também um indício de um perigo, porque

quem está desorientado sente-se em crise, e quem se sente em

crise deixa de projetar o próprio futuro. Se deixarmos de

projetar nosso futuro, alguém o projetará para nós, não em

função de nossos interesses, mas do seu próprio proveito.

Domenico de Masi. Alfabeto da sociedade desorientada: para
entender o nosso tempo. Trad. Silvana Cobucci e Federico
Carotti. São Paulo: Objetiva, 2017, p. 93-4 (com adaptações

Considerando os mecanismos de coesão e os sentidos do texto CB2A1-I, julgue o item seguinte.

Na linha 28, a expressão “na qual” refere-se ao termo antecedente “história humana”.

 

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633090 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PGE-PE
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Passávamos férias na fazenda da Jureia, que ficava na

região de lindas propriedades cafeeiras. Íamos de automóvel

até Barra do Piraí, onde pegávamos um carro de boi.

Lembro-me do aboio do condutor, a pé, ao lado dos animais,

com uma vara: “Xô, Marinheiro! Vâmu, Teimoso!”. Tenho

ótimas recordações de lá e uma foto da qual gosto muito, da

minha infância, às gargalhadas, vestindo um macacão que

minha própria mãe costurava, com bastante capricho. Ela fazia

um para cada dia da semana, assim, eu podia me esbaldar e me

sujar à vontade, porque sempre teria um macacão limpo para

usar no dia seguinte.

Jô Soares. O livro de Jô: uma autobiografia desautorizada. São Paulo: Companhia das Letras, 2017

Com relação aos aspectos linguísticos desse texto, julgue o item a seguir.

A retirada do sinal indicativo de crase em “às gargalhadas” (l.7) preservaria os sentidos e a correção gramatical do texto.

 

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O modelo econômico de produção capitalista,

aperfeiçoado pelos avanços científicos e tecnológicos que, por

sua vez, proporcionaram a reestruturação da produção e a

Terceira Revolução Industrial, retirou do trabalho seu valor,

transformando o empregado em simples mercadoria inserta no

processo de produção. Nesse contexto, o trabalhador se vê

tolhido da principal manifestação de sua humanidade e

dignidade: o trabalho. A luta dos trabalhadores, portanto, não

é mais apenas por condições melhores de subsistência, mas

pela própria dignidade do ser humano.

Em face desse cenário, a opinião pública passa a

questionar o papel do Estado e das instituições dominantes, no

sentido de buscar um consenso sobre as consequências sociais

da atividade econômica. A sociedade requer das organizações

uma nova configuração da atividade econômica, pautada na

ética e na responsabilidade para com a sociedade e o meio

ambiente, a fim de minimizar problemas sociais como

concentração de renda, precarização das relações de trabalho

e falta de direitos básicos como educação, saúde e moradia,

agravados, entre outros motivos, por propostas que concebem

um Estado que seja parco em prestações sociais e no qual a

própria sociedade se responsabilize pelos riscos de sua

existência, só recorrendo ao Poder Público subsidiariamente,

na impossibilidade de autossatisfação de suas necessidades.

Samia Moda Cirino. Sustentabilidade no meio ambiente de trabalho: um novo paradigma para
a valorização do trabalho humano. Internet: <www.publicadireito.com.br> (com adaptações).

Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item que se segue.

De acordo com o texto, o quadro de concentração de renda, de precarização das relações de trabalho e de falta de direitos básicos como educação, saúde e moradia é resultado da negligência estatal com relação às necessidades da população.

 

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