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2132817 Ano: 2021
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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Considerando as disposições da Lei Complementar Estadual nº 11.742, de 17 de janeiro de 2002, é INCORRETO afirmar que:

 

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2127930 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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O ano de 1818 é considerado o mais feliz de toda a temporada brasileira de D. João VI. Apesar das dificuldades financeiras da Coroa, o reino estava em paz, o monarca gozava de boa saúde, Carlota Joaquina tinha sido derrotada nas suas conspirações, a colônia enriquecia e prosperava, os hábitos tinham mudado no Rio de Janeiro e, na Europa, a ameaça de Napoleão tornara-se apenas uma lembrança distante. Derrotado por Lord Wellington na Batalha de Waterloo, em 1815, o imperador francês estava preso três anos na Ilha de Santa Helena, um rochedo remoto e solitário no Atlântico Sul. Mesmo empobrecida, restava à corte portuguesa celebrar e aproveitar o clima ameno e tranquilo do Rio de Janeiro. O sonho de D. João, de reconstruir seu império nos trópicos, parecia enfim ter chances de se realizar. Era uma ilusão. Dentro de dois anos, acontecimentos inesperados dos dois lados do Atlântico o obrigariam a mudar de planos e a reassumir o papel que o destino havia imposto o de um rei forçado a agir sempre na defensiva, pressionado por eventos que não estavam sob seu controle.

O breve período de festejos da corte portuguesa no Brasil começou em 1817, ano do casamento e do desembarque da princesa Leopoldina, e prosseguiu com a aclamação, a coroação e o aniversário do rei D. João VI, no ano seguinte. A morte da rainha Maria, aos 82 anos, na prática não mudava muita coisa. passado mais de duas décadas que D. João já ocupava o trono desde que a mãe demente tinha sido considerada incapaz de governar. Ainda assim, fez questão de assumir oficialmente a coroa, com pompa e circunstância. Antes teve de debelar a revolução pernambucana e casar seus três filhos, incluindo o primogênito e herdeiro do trono, D. Pedro. A coroação aconteceu em 6 de fevereiro de 1818. Foi a primeira e única vez que um soberano europeu foi aclamado na América. Desde o desembarque de dona Leopoldina até o aniversário de D. João, a corte do Rio de Janeiro foi, por assim dizer, uma festa só, observou o historiador Jurandir Malerba. “O Rio tornou-se nesses dias grandiosos da monarquia, literalmente, o anfiteatro onde a família real fez representar com esplendor os momentos mais elevados de sua passagem pelo Brasil”.

Adaptado de GOMES, L. 1808. Como uma rainha louca,

um príncipe medroso e uma corte corrupta enganaram Napoleão e mudaram a História de Portugal e do Brasil. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2007.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 06, 11 e 16.

 

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2127929 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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O ano de 1818 é considerado o mais feliz de toda a temporada brasileira de D. João VI. Apesar das dificuldades financeiras da Coroa, o reino estava em paz, o monarca gozava de boa saúde, Carlota Joaquina tinha sido derrotada nas suas conspirações, a colônia enriquecia e prosperava, os hábitos tinham mudado no Rio de Janeiro e, na Europa, a ameaça de Napoleão tornara-se apenas uma lembrança distante. Derrotado por Lord Wellington na Batalha de Waterloo, em 1815, o imperador francês estava preso havia três anos na Ilha de Santa Helena, um rochedo remoto e solitário no Atlântico Sul. Mesmo empobrecida, restava à corte portuguesa celebrar e aproveitar o clima ameno e tranquilo do Rio de Janeiro. O sonho de D. João, de reconstruir seu império nos trópicos, parecia enfim ter chances de se realizar. Era uma ilusão. Dentro de dois anos, acontecimentos inesperados dos dois lados do Atlântico o obrigariam a mudar de planos e a reassumir o papel que o destino lhe havia imposto o de um rei forçado a agir sempre na defensiva, pressionado por eventos que não estavam sob seu controle.

O breve período de festejos da corte portuguesa no Brasil começou em 1817, ano do casamento e do desembarque da princesa Leopoldina, e prosseguiu com a aclamação, a coroação e o aniversário do rei D. João VI, no ano seguinte. A morte da rainha Maria, aos 82 anos, na prática não mudava muita coisa. Haviam passado mais de duas décadas que D. João já ocupava o trono desde que a mãe demente tinha sido considerada incapaz de governar. Ainda assim, fez questão de assumir oficialmente a coroa, com pompa e circunstância. Antes teve de debelar a revolução pernambucana e casar seus três filhos, incluindo o primogênito e herdeiro do trono, D. Pedro. A coroação aconteceu em 6 de fevereiro de 1818. Foi a primeira e única vez que um soberano europeu foi aclamado na América. Desde o desembarque de dona Leopoldina até o aniversário de D. João, a corte do Rio de Janeiro foi, por assim dizer, uma festa só, observou o historiador Jurandir Malerba. “O Rio tornou-se nesses dias grandiosos da monarquia, literalmente, o anfiteatro onde a família real fez representar com esplendor os momentos mais elevados de sua passagem pelo Brasil”.

Adaptado de GOMES, L. 1808. Como uma rainha louca,

um príncipe medroso e uma corte corrupta enganaram Napoleão e mudaram a História de Portugal e do Brasil. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2007.

Analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) De acordo com o autor do texto, Napoleão e Carlota Joaquina representavam ameaças ao reino português do início do século 19.

( ) De acordo com o autor do texto, D. João VI foi um rei constantemente guiado por eventos alheios que determinavam suas ações.

( ) De acordo com o autor do texto, D. João VI já havia sido coroado em Portugal, mais de duas décadas antes de ser coroado no Brasil, em 1818.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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2127928 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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O ano de 1818 é considerado o mais feliz de toda a temporada brasileira de D. João VI. Apesar das dificuldades financeiras da Coroa, o reino estava em paz, o monarca gozava de boa saúde, Carlota JoaquinaI tinha sido derrotada nas suasI conspirações, a colônia enriquecia e prosperava, os hábitos tinham mudado no Rio de Janeiro e, na Europa, a ameaça de Napoleão tornara-se apenas uma lembrança distante. Derrotado por Lord Wellington na Batalha de Waterloo, em 1815, o imperador francês estava preso havia três anos na Ilha de Santa Helena, um rochedo remoto e solitário no Atlântico Sul. Mesmo empobrecida, restava à corte portuguesa celebrar e aproveitar o clima ameno e tranquilo do Rio de Janeiro. O sonho de D. JoãoII, de reconstruir seuII império nos trópicos, parecia enfim ter chances de se realizar. Era uma ilusão. Dentro de dois anos, acontecimentos inesperados dos dois lados do Atlântico o obrigariam a mudar de planos e a reassumir o papel que o destino lhe havia imposto o de um rei forçado a agir sempre na defensiva, pressionado por eventos que não estavam sob seu controle.

O breve período de festejos da corte portuguesa no Brasil começou em 1817, ano do casamento e do desembarque da princesa Leopoldina, e prosseguiu com a aclamação, a coroação e o aniversário do rei D. João VI, no ano seguinte. A morte da rainha Maria, aos 82 anos, na prática não mudava muita coisa. Haviam passado mais de duas décadas que D. JoãoIII já ocupava o trono desde que a mãe demente tinha sido considerada incapaz de governar. Ainda assim, fez questão de assumir oficialmente a coroa, com pompa e circunstância. Antes teve de debelar a revolução pernambucana e casar seusIII três filhos, incluindo o primogênito e herdeiro do trono, D. Pedro. A coroação aconteceu em 6 de fevereiro de 1818. Foi a primeira e única vez que um soberano europeu foi aclamado na América. Desde o desembarque de dona Leopoldina até o aniversário de D. João, a corte do Rio de Janeiro foi, por assim dizer, uma festa só, observou o historiador Jurandir Malerba. “O Rio tornou-se nesses dias grandiosos da monarquia, literalmente, o anfiteatro onde a família real fez representar com esplendor os momentos mais elevados de sua passagem pelo Brasil”.

Adaptado de GOMES, L. 1808. Como uma rainha louca,

um príncipe medroso e uma corte corrupta enganaram Napoleão e mudaram a História de Portugal e do Brasil. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2007.

Considere as seguintes afirmações sobre a relação entre pronomes possessivos e seus referentes no texto.

I. Pronome suasCarlota Joaquina.

II. Pronome seuO sonho de D. João.

III. Pronome seusD. João.

Quais estão corretas?

 

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2127926 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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– Trinta e um, hem, meu velho?

Filipe Lobo deu uma palmadinha amistosa no ombro de Eugênio, que como única resposta sorriu melancolicamente, baixando os olhos para o cálice de vinho.

Eunice mandou a criada servir os gelados. O jantar chegava a seu termo. Cintra se inclinou para Dora e perguntou:

– Que é que tem vocêI hoje, menina?

– Eu? – Dora pareceu despertar de repente dum sonho. Arregalou os olhos em exagerado espanto, fez um meio sorriso e, como se aII estivessem acusando dum crime tremendo, defendeu-se: – Eu? Eu não tenho nada, estou até muito bem...

Cintra acendeu um charuto e riu a sua risada baixa e lenta, enquanto sacudia a cabeça grisalha.

– Depois do jantar a Dora vai cantar... – anunciou para os outros, soltando uma baforada de fumaça.

A moça deu um pequeno pulo na cadeira.

– Oh! Não tem graça.

– Não seIII discute... – Cintra falava com os dentes apertados, mordendo o charuto. – Não se discute.

O peito engomado da camisa e a gola do smoking brilhavam. Os olhos se lhe entrecerravam com brilho brincalhão por trás da fumaça, ao passo que ele ria a sua risada interminável e enigmática.

Eugênio olhou para o sogro. Não lhe queria mal, compreendia os esforços que ele fazia para lhe tornar a existência naquela casa fácil e agradável. Viviam numa cordialidade meio convencional, dir-se-iam amadores de teatro representando uma alta comédia. O velho Cintra gostava de fazer o papel de gentleman repousado e paternal. Era limpo e saudável, lembrava esses cavalheiros idosos, mas corados e rijos, que aparecem sorrindo em lindas tricromias, dizendo: “Eu sou assim porque tomei tal remédio”. Tinha um cuidado meticuloso com suas roupas, manicurava as unhas e jogava golfe no Country Club.

Adaptado de VERISSIMO, E. Olhai os lírios do campo. 71 ed. São Paulo: Globo, 1995.

Considere as seguintes afirmações.

I. O pronome você (l. 06) está sendo empregado como sujeito.

II. O pronome a está desempenhando a função de objeto direto.

III. O pronome se está sendo empregado como pronome reflexivo.

Quais estão corretas?

 

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2127680 Ano: 2021
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS

Analise as assertivas abaixo, em relação aos servidores da Procuradoria-Geral do Estado do Rio Grande do Sul, à luz da Lei Estadual nº 13.380, de 20 de janeiro de 2010.

I. Não poderá ser promovido o servidor posto à disposição de outros órgãos ou entidades e que exerça outro cargo de provimento em comissão.

II. O Plano de Carreira e de Vencimentos do Quadro de Pessoal dos Serviços Auxiliares da Procuradoria-Geral do Estado do Rio Grande do Sul tem por diretriz o desempenho das funções de apoio técnico- administrativo indispensáveis às atividades institucionais, visando ao fortalecimento da Procuradoria-Geral do Estado e, consequentemente, do Estado do Rio Grande do Sul em juízo, observando-se o princípio da eficiência, criando as condições imprescindíveis para possibilitar o incremento, na esfera judicial, da arrecadação, e para evitar o aumento dos gastos públicos decorrentes de demandas judiciais.

III. Não poderá progredir o servidor em estágio probatório, nem aquele que, já tendo sido confirmado na carreira, não conte com o interstício de dois anos de efetivo exercício no grau.

Quais estão corretas?

 

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2115703 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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– Trinta e um, hem, meu velho?

Filipe Lobo deu uma palmadinha amistosa no ombro de Eugênio, que como única resposta sorriu melancolicamente, baixando os olhos para o cálice de vinho.

Eunice mandou a criada servir os gelados. O jantar chegava a seu termo. Cintra se inclinou para Dora e perguntou:

– Que é que tem você hoje, menina?

– Eu? – Dora pareceu despertar de repente dum sonho. Arregalou os olhos em exagerado espanto, fez um meio sorriso e, como se a estivessem acusando dum crime tremendo, defendeu-se: – Eu? Eu não tenho nada, estou até muito bem...

Cintra acendeu um charuto e riu a sua risada baixa e lenta, enquanto sacudia a cabeça grisalha.

– Depois do jantar a Dora vai cantar... – anunciou para os outros, soltando uma baforada de fumaça.

A moça deu um pequeno pulo na cadeira.

– Oh! Não tem graça.

– Não se discute... – Cintra falava com os dentes apertados, mordendo o charuto. – Não se discute.

O peito engomado da camisa e a gola do smoking brilhavam. Os olhos se lhe entrecerravam com brilho brincalhão por trás da fumaça, ao passo que ele ria a sua risada interminável e enigmática.

Eugênio olhou para o sogro. Não lhe queria mal, compreendia os esforços que ele fazia para lhe tornar a existência naquela casa fácil e agradável. Viviam numa cordialidade meio convencional, dir-se-iam amadores de teatro representando uma alta comédia. O velho Cintra gostava de fazer o papel de gentleman repousado e paternal. Era limpo e saudável, lembrava esses cavalheiros idosos, mas corados e rijos, que aparecem sorrindo em lindas tricromias, dizendo: “Eu sou assim porque tomei tal remédio”. Tinha um cuidado meticuloso com suas roupas, manicurava as unhas e jogava golfe no Country Club.

Adaptado de VERISSIMO, E. Olhai os lírios do campo. 71 ed. São Paulo: Globo, 1995.

Analise as seguintes afirmações:

I. O narrador usa o pretérito perfeito para descrever as ações do segundo parágrafo.

II. O narrador usa o pretérito imperfeito para descrever personagem e cena no penúltimo parágrafo.

III. No último parágrafo, para descrever o personagem Cintra o narrador usa o pretérito imperfeito.

Quais estão corretas?

 

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Questão presente nas seguintes provas
2115701 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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– Trinta e um, hem, meu velho?

Filipe Lobo deu uma palmadinha amistosa no ombro de Eugênio, que como única resposta sorriu melancolicamente, baixando os olhos para o cálice de vinho.

Eunice mandou a criada servir os gelados. O jantar chegava a seu termo. Cintra se inclinou para Dora e perguntou:

– Que é que tem você hoje, menina?

– Eu? – Dora pareceu despertar de repente dum sonho. Arregalou os olhos em exagerado espanto, fez um meio sorriso e, como se a estivessem acusando dum crime tremendo, defendeu-se: – Eu? Eu não tenho nada, estou até muito bem...

Cintra acendeu um charuto e riu a sua risada baixa e lenta, enquanto sacudia a cabeça grisalha.

– Depois do jantar a Dora vai cantar... – anunciou para os outros, soltando uma baforada de fumaça.

A moça deu um pequeno pulo na cadeira.

– Oh! Não tem graça.

– Não se discute... – Cintra falava com os dentes apertados, mordendo o charuto. – Não se discute.

O peito engomado da camisa e a gola do smoking brilhavam. Os olhos se lhe entrecerravam com brilho brincalhão por trás da fumaça, ao passo que ele ria a sua risada interminável e enigmática.

Eugênio olhou para o sogro. Não lhe queria mal, compreendia os esforços que ele fazia para lhe tornar a existência naquela casa fácil e agradável. Viviam numa cordialidade meio convencional, dir-se-iam amadores de teatro representando uma alta comédia. O velho Cintra gostava de fazer o papel de gentleman repousado e paternal. Era limpo e saudável, lembrava esses cavalheiros idosos, mas corados e rijos, que aparecem sorrindo em lindas tricromias, dizendo: “Eu sou assim porque tomei tal remédio”. Tinha um cuidado meticuloso com suas roupas, manicurava as unhas e jogava golfe no Country Club.

Adaptado de VERISSIMO, E. Olhai os lírios do campo. 71 ed. São Paulo: Globo, 1995.

Assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas, nas afirmações a seguir sobre a passagem de trechos do texto para o discurso indireto.

( ) Eu não tenho nada, estou até muito bem em discurso indireto seria Dora disse que ela não tinha nada, estava até muito bem.

( ) Depois do jantar a Dora vai cantar em discurso indireto seria Cintra anunciou, depois do jantar, que a Dora iria cantar.

( ) Não se discute em discurso indireto seria Cintra disse que não se discutia.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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Questão presente nas seguintes provas
2115700 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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– Trinta e um, hem, meu velho?

Filipe Lobo deu uma palmadinha amistosa no ombro de Eugênio, que como única resposta sorriu melancolicamente, baixando os olhos para o cálice de vinho.

Eunice mandou a criada servir os gelados. O jantar chegava a seu termo. Cintra se inclinou para Dora e perguntou:

– Que é que tem você hoje, menina?

– Eu? – Dora pareceu despertar de repente dum sonho. Arregalou os olhos em exagerado espanto, fez um meio sorriso e, como se a estivessem acusando dum crime tremendo, defendeu-se: – Eu? Eu não tenho nada, estou até muito bem...

Cintra acendeu um charuto e riu a sua risada baixa e lenta, enquanto sacudia a cabeça grisalha.

– Depois do jantar a Dora vai cantar... – anunciou para os outros, soltando uma baforada de fumaça.

A moça deu um pequeno pulo na cadeira.

– Oh! Não tem graça.

– Não se discute... – Cintra falava com os dentes apertados, mordendo o charuto. – Não se discute.

O peito engomadoI da camisa e a gola do smoking brilhavam. Os olhos se lhe entrecerravamII com brilho brincalhão por trás da fumaça, ao passo que ele ria a sua risada interminável e enigmática.

Eugênio olhou para o sogro. Não lhe queria mal, compreendia os esforços que ele fazia para lhe tornar a existência naquela casa fácil e agradável. Viviam numa cordialidade meio convencionalIII, dir-se-iam amadores de teatro representando uma alta comédia. O velho Cintra gostava de fazer o papel de gentleman repousado e paternal. Era limpo e saudável, lembrava esses cavalheiros idosos, mas corados e rijos, que aparecem sorrindo em lindas tricromias, dizendo: “Eu sou assim porque tomei tal remédio”. Tinha um cuidado meticuloso com suas roupas, manicurava as unhas e jogava golfe no Country Club.

Adaptado de VERISSIMO, E. Olhai os lírios do campo. 71 ed. São Paulo: Globo, 1995.

Considere as seguintes propostas de substituição de palavras do texto.

I. engomado por molhado.

II. entrecerravam por cerravam.

III. convencional por artificial.

Quais propostas indicam que a segunda palavra constitui sinônimo adequado da primeira, considerando o contexto de ocorrência?

 

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2131532 Ano: 2021
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS

Analise as assertivas abaixo, relacionadas à República Federativa do Brasil e seus princípios fundamentais, previstos no Título I da Constituição Federal de 1988.

I. Constituem fundamentos o pluralismo político, o valor social da livre iniciativa e a cidadania.

II. Constituem objetivos fundamentais promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação, assim como construir uma sociedade livre, justa e solidária.

III. Constituem princípios, nas suas relações internacionais, a garantia do desenvolvimento nacional, a prevalência dos direitos humanos e a defesa da paz.

Quais estão corretas?

Questão Anulada e Desatualizada

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