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O conceito de esquizofrenia vem evoluindo desde a descrição da dementia praecox por Emil Kraepelin em 1896, passando pela proposição do termo esquizofrenia por Eugen Bleuler em 1911 até as classificações diagnósticas atuais. Ao longo dessa evolução, foram descritos conceitos importantes, como os 4 A´s de Eugen Bleuler e os Sintomas de Primeira Ordem, de Kurt Schneider. Identifique, na lista abaixo, os 4 A´s de Eugen Bleuler e os Sintomas de Primeira Ordem, de Kurt Schneider:
1. Alterações afetivas (do aplainamento ao embotamento);
2. Alterações cognitivas (prejuízo cognitivo);
3. Alterações da atenção;
4. Alterações formais do pensamento (alterações das associações);
5. Alterações psicomotoras (incluindo catatonia);
6. Alucinações auditivas características (vozes que comentam as ações do paciente, vozes que dialogam entre si, vozes que comandam as ações do paciente);
7. Ambivalência afetiva;
8. Autismo como tendência ao isolamento psíquico global em relação ao mundo;
9. Difusão, divulgação ou publicação do pensamento;
10. Distúrbios da vivência do eu (vivências de influência sobre o corpo);
11. Eco do pensamento ou sonorização do pensamento;
12. Evolução deteriorante;
13. Humor delirante precedendo o delírio;
14. Ideias delirantes primárias;
15. Percepção delirante;
16. Roubo do pensamento.
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O tratamento desse paciente deve ser conduzido com
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Do ponto de vista otorrinolaringológico, o tratamento desse paciente deve ser conduzido com
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Do ponto de vista otorrinolaringológico, a principal hipótese diagnóstica é
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o caso clínico a seguir refere-se a questão.
Homem de 65 anos, com hipertensão arterial, diabetes e história de acidente vascular cerebral isquêmico há cerca de 1 ano, foi atendido na emergência com dor torácica iniciada há 90 minutos. Ao exame estava sonolento, com extremidades frias e sudoreico. Frequência cardíaca 115 bpm e pressão arterial 80 x 40 mmHg. Crepitação nas bases pulmonares e ritmo cardíaco regular em 3 tempos (B3).
O eletrocardiograma de admissão está abaixo.

Após receber o tratamento indicado, o paciente evoluiu com estabilidade clínica até o terceiro dia, quando evoluiu subitamente com rebaixamento do nível de consciência e hipotensão arterial. No exame físico foi identificado um novo sopro sistólico na borda esternal esquerda baixa, com frêmito palpável.
Assinale a complicação mais provável que justifique o quadro.
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o caso clínico a seguir refere-se a questão.
Homem de 65 anos, com hipertensão arterial, diabetes e história de acidente vascular cerebral isquêmico há cerca de 1 ano, foi atendido na emergência com dor torácica iniciada há 90 minutos. Ao exame estava sonolento, com extremidades frias e sudoreico. Frequência cardíaca 115 bpm e pressão arterial 80 x 40 mmHg. Crepitação nas bases pulmonares e ritmo cardíaco regular em 3 tempos (B3).
O eletrocardiograma de admissão está abaixo.

Considerando que o paciente foi atendido em um hospital terciário plenamente equipado, a conduta mais adequada é
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o caso clínico a seguir refere-se a questão.
Gestante de 35 anos com 28 semanas, nulípara, comparece à consulta referindo dispneia progressiva aos esforços associada a “chiado no peito”, principalmente à noite. Nega qualquer comorbidade conhecida, assim como febre, hemorragias ou dor abdominal durante a gravidez.
Ao exame: lúcida, eupneica em ar ambiente, hipocorada (+4/+). Frequência cardíaca: 94 bpm; pressão arterial: 114 x 54 mmHg; ausculta respiratória com crepitação bibasal; Ictus do ventrículo esquerdo tópico e sem alterações, impulso do ventrículo direito palpável, ritmo cardíaco regular, 2 tempos, bulhas normofonéticas, P2 > A2, foco mitral com sopro holossistólico 2+/6+ e ruflar diastólico 3+/6 com reforço pré-sistólico e estalido de abertura próximo da segunda bulha. Abdome gravídico, levemente doloroso em hipocôndrio direito, fígado a 6 cm do rebordo costal. Membros inferiores com varizes e edema bilateral perimaleolar com cacifo, pulsos palpáveis.
A etiologia subjacente mais provável da lesão valvar é
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o caso clínico a seguir refere-se a questão.
Gestante de 35 anos com 28 semanas, nulípara, comparece à consulta referindo dispneia progressiva aos esforços associada a “chiado no peito”, principalmente à noite. Nega qualquer comorbidade conhecida, assim como febre, hemorragias ou dor abdominal durante a gravidez.
Ao exame: lúcida, eupneica em ar ambiente, hipocorada (+4/+). Frequência cardíaca: 94 bpm; pressão arterial: 114 x 54 mmHg; ausculta respiratória com crepitação bibasal; Ictus do ventrículo esquerdo tópico e sem alterações, impulso do ventrículo direito palpável, ritmo cardíaco regular, 2 tempos, bulhas normofonéticas, P2 > A2, foco mitral com sopro holossistólico 2+/6+ e ruflar diastólico 3+/6 com reforço pré-sistólico e estalido de abertura próximo da segunda bulha. Abdome gravídico, levemente doloroso em hipocôndrio direito, fígado a 6 cm do rebordo costal. Membros inferiores com varizes e edema bilateral perimaleolar com cacifo, pulsos palpáveis.
O padrão de lesão funcional valvar identificado no exame físico é
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caso clínico à seguir refere-se a questão.
Homem de 65 anos evolui há 3 meses com dispneia aos esforços, edema de membros inferiores e dispneia paroxística noturna. Nega dor torácica, hipertensão arterial, diabetes, tabagismo ou história familiar de cardiopatia.
Ao exame: taquipneico em ar ambiente, hipocorado, acianótico, afebril. Frequência cardíaca: 110 bpm; pressão arterial: 98 x 56 mmHg; ausculta respiratória com crepitação bibasal, ritmo cardíaco regular, em 3 tempos (B4), bulhas normofonéticas, sem sopros. Turgência jugular patológica a 90º. Abdome com fígado a 8 cm do rebordo costal direito, doloroso. Membros inferiores com edema bilateral com cacifo 2+/4+. Fundoscopia sem alterações. Eletrocardiograma mostrou ritmo sinusal e baixa voltagem difusa do complexo QRS. Ecocardiograma revelou aumento significativo da espessura do ventrículo esquerdo com aspecto cintilante e função sistólica preservada.
Identifique a doença a seguir que pode estar associada à cardiopatia apresentada como a principal hipótese do caso clínico exposto.
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caso clínico à seguir refere-se a questão.
Homem de 65 anos evolui há 3 meses com dispneia aos esforços, edema de membros inferiores e dispneia paroxística noturna. Nega dor torácica, hipertensão arterial, diabetes, tabagismo ou história familiar de cardiopatia.
Ao exame: taquipneico em ar ambiente, hipocorado, acianótico, afebril. Frequência cardíaca: 110 bpm; pressão arterial: 98 x 56 mmHg; ausculta respiratória com crepitação bibasal, ritmo cardíaco regular, em 3 tempos (B4), bulhas normofonéticas, sem sopros. Turgência jugular patológica a 90º. Abdome com fígado a 8 cm do rebordo costal direito, doloroso. Membros inferiores com edema bilateral com cacifo 2+/4+. Fundoscopia sem alterações. Eletrocardiograma mostrou ritmo sinusal e baixa voltagem difusa do complexo QRS. Ecocardiograma revelou aumento significativo da espessura do ventrículo esquerdo com aspecto cintilante e função sistólica preservada.
A hipótese diagnóstica mais provável é
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