Magna Concursos

Foram encontradas 540 questões.

706383 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
Qual o antibiótico de escolha para profilaxia primária e secundária da febre reumática?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
706357 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UEG
Orgão: PM-GO

Criança com 8 anos de idade, sexo masculino, apresenta hábito de sucção de polegar, mordida aberta anterior, atresia maxilar e palato ogival. Além da terapia ortodôntica para a correção da má oclusão, recomenda-se

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
706251 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
A anatomia do intestino delgado apresenta um detalhe interessante do ponto de vista cirúrgico a que devemos ficar atentos durante a realização de enterectomia. Qual é esse detalhe?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
705256 Ano: 2012
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
Provas:
São princípios que orientam a aplicação das medidas protetivas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei. n. 8.069/90), entre outros:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
701807 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
A polipose nasal, quando presente em crianças, pode estar associada a
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
701794 Ano: 2012
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
Sobre o suicídio e o transtorno bipolar do humor, é incorreto afirmar:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
700582 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
O uso de medicação intracanal entre as consultas do tratamento endodôntico tem como objetivo:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
697644 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
O Leeway Space, também chamado de Espaço Livre de Nance, refere-se à diferença entre a somatória dos diâmetros mésio-distais dos caninos, primeiros e segundos molares decíduos, e à somatória dos diâmetros mésio-distais dos caninos permanentes e primeiros e segundos pré-molares. Essa diferença é importante para a acomodação dos dentes permanentes.
Segundo Nance, mede no arco superior e inferior, respectivamente:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
687779 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
Um dos tipos mais comuns de displasia ectodérmica é uma síndrome transmitida por um gene recessivo ligada ao cromossomo X, trazida pela mulher e manifestada no homem. Tem como características secundárias a deficiência do fluxo salivar, lábios protuberantes e nariz em forma de sela. Seus sinais clínicos são:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Amor platônico?
O “amor platônico” é um dos estereótipos do senso comum mais conhecidos da tradição ocidental. Se olharmos de perto os textos de Platão, ficaremos surpresos com o quanto suas ideias são distorcidas. É comum dizer que o “amor platônico” refere-se a uma relação na qual aquele que ama idealiza o outro: a pessoa amada é ideal e, portanto, inatingível. O texto mais conhecido de Platão sobre o amor é o diálogo O Banquete, no qual se narra o encontro de cidadãos atenienses dispostos a elogiar o deus Eros.
O amor é e não é um sentimento
Segundo alguns, o amor é um sentimento, um modo como os seres humanos são afetados por objetos ou seres que os atraem e os marcam. Para Fedro, um dos personagens de O Banquete, o amor é uma espécie de sentimento nobre e elevado de amizade, reciprocidade, que conduz ao cuidado com o bem do outro.
Já na perspectiva de Aristófanes, o amor não é mero sentimento, mas algo permanente, inerente à espécie humana, na medida em que está presente no fato de sermos estruturalmente incompletos. A busca de completude determina-nos, fazendo-nos estar sempre voltados para o outro. A essa estrutura carente combinam-se graus de consciência, que determinam nosso modo de ser e agir.
Entre o sentimento e a estrutura entram em jogo ainda as dimensões da significação e do conhecimento, pela dimensão da consciência da falta, que está relacionada com a consciência do outro e com a busca constante de alguém que nos complete. O que entendo que sou e aquilo que significo para mim mesmo são correlatos ao que eu entendo que o outro é, ou o que o outro significa para mim.
Sócrates critica, por um lado, a ideia de que o amor seja apenas a busca de uma suposta cara-metade; por outro lado, reforça a perspectiva que leva em conta a consciência da carência: quem sequer imagina que é deficiente naquilo que não acredita ser-lhe necessário não é capaz de desejar verdadeiramente.
A ideia do amor como processo permite associar intimamente amor e conhecimento: o amor fica entre a ignorância e o saber pleno, pois quando o ser carente encontra o que busca, na beleza ou na excelência do outro, torna-se grávido e tem necessidade de gerar. Para falarmos em geração, temos de supor alguma plenitude, alguma suficiência que, finalmente, transborda, vai além da mera falta e produz algo novo.
A geração deve ser pensada tanto no plano natural como no cultural. Os seres vivos estão em permanente transformação, tornando-se constantemente outros, perdendo o que têm e fabricando-se novamente. No plano biológico, a geração de outro ser é preservação da espécie; na dimensão cultural, a geração dá-se no plano da significação e do conhecimento. Seja como preservação da espécie, seja como fabricação da cultura, amar significa buscar recursos para lidarmos com nossa mortalidade.
O amor é loucura e filosofia
A ideia de que o amor seja um tipo de loucura aparece também em outro diálogo platônico, chamado Fedro, no qual Sócrates discute os benefícios e os prejuízos de uma relação amorosa. Mas, se filosofia é amor pelo conhecimento, não pode ser um desvario irracional. Aqueles que julgam saber tudo não filosofam, porque se creem sábios. A maioria dos humanos ignora sua própria ignorância, por isso age irrefletidamente. Quem toma consciência da ignorância estrutural da humanidade são os que filosofam, buscando nas coisas toda a racionalidade de que são capazes. O objeto dessa busca é a inteligibilidade máxima, que Platão chama de “ideia”, “forma” ou “essência” inteligível.
Por “ideia” e “ideal”, em Platão, não devemos entender algo idealizado, mas um modo de ser radical, cujas determinações sejam puramente inteligíveis. Esse máximo de ideação é mais uma aposta e uma exigência do que uma constatação; aquele que filosofa parte da precariedade e da finitude das coisas e dos homens. Para compreendê-los e educá-los, o filósofo é levado a postular algo que não conhece, mas que julga dever existir, apesar de invisível. A “ideia” ou “essência”, então, é alguma coisa à qual temos acesso por meio da inteligência. À medida que é pensada e desenvolvida reflexivamente (por meio do diálogo), passa a ser tomada como referência; é algo divino porque está além da mortalidade humana.
Assim, o objeto dito “ideal” não é um objeto perfeito imaginado nem mera projeção gerada pela carência. O objeto inteligível é proposto como algo a ser pensado, conhecido e amado. Se o amor é filosófico, ele é construção racional e progressiva desse objeto. Não é a idealização ingênua da figura do ser amado, mas é abertura para o outro e, progressivamente, para uma alteridade inteligível, rumo a algum tipo de imortalidade.
O movimento do amor não pode parar: além do aspecto físico, dos valores políticos, da convivência na cidade (pólis), visando ao bem comum, ele é exigência máxima de racionalidade, buscando a causa de tudo o que é bom e de toda beleza. Busca de consciência e conhecimento máximos, o amor filosófico é exigência de beleza pura, mas sabe-se finito e limitado, mesmo que desejando sempre mais.
MARQUES, Marcelo P. Amor Platônico. Revista Cult, edição 146, 2010. Disponível em:
<http://revistacult.uol.com.br/home/2010/05/amor-platonico/>. Acesso em: 19 mar. 2013. (Adaptado).
Em relação à organização do texto verifica-se que
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas