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Foram encontradas 200 questões.

2372778 Ano: 2006
Disciplina: Medicina
Banca: FCC
Orgão: PM-MA
Mulher de 37 anos com crises recorrentes de cefaléia unilateral, intensa, com melhora em cerca de 6 horas com analgésicos simples. O exame clínico e neurológico são normais. O critério necessário para o diagnóstico de enxaqueca sem aura é:
 

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2372768 Ano: 2006
Disciplina: Psicologia
Banca: FCC
Orgão: PM-MA
De acordo com Jung no inconsciente coletivo, poder-se-ão discernir três tipos de conteúdos muito diferentes:
 

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A memória
A memória, por vezes, é uma maldição. Meu querido amigo Amilcar Herrera me confessou: “Eu desejaria, um dia, acordar havendo me esquecido do meu nome...” Não entendi. Esquecer o próprio nome deve ser uma experiência muito estranha. Aí ele explicou: “Quando eu me levanto e sei que meu nome é Amilcar Herrera, sei também tudo o que se espera de mim. O meu nome diz o que devo ser, o que devo pensar, o que devo falar. Meu nome é uma gaiola em que estou preso. Mas se, ao acordar, eu tiver me esquecido do meu nome, terei me esquecido também de tudo que se espera de mim. Se nada se espera de mim, estou livre para ser aquilo que nunca fui. Começarei a viver minha vida a partir de mim mesmo, e não a partir do nome que me deram e pelo qual sou conhecido.”
Entendi na hora e fiz ligação com algo que o poeta Alberto Caeiro escreveu: “Procuro despir-me do que aprendi, procuro esquecer-me do modo de lembrar que me ensinaram, e raspar a tinta com que me pintaram os sentidos, desencaixotar minhas emoções verdadeiras, desembrulhar-me e ser eu, não Alberto Caeiro, mas um animal humano que a natureza produziu”.
(Adaptado de Rubem Alves, Quarto de badulaques)
Considere as afirmações abaixo sobre o texto.
I. As posições de Amilcar Herrera e Alberto Caeiro são contraditórias entre si, embora digam respeito ao mesmo assunto.
II. Para Amilcar Herrera, quem perde a memória do próprio nome liberta-se das expectativas criadas em relação à sua conduta.
III Para Alberto Caeiro, o próprio processo de lembrar as coisas resulta não da natureza, mas de um aprendizado que acabou sendo imposto.
Em relação ao texto está correto o que se afirma em
 

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2372742 Ano: 2006
Disciplina: Medicina
Banca: FCC
Orgão: PM-MA
No tratamento da luxação congênita do quadril, a associação correta é:
 

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2372740 Ano: 2006
Disciplina: Medicina
Banca: FCC
Orgão: PM-MA
Nas osteocondrites, a associação correta é:
 

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2372733 Ano: 2006
Disciplina: Psicologia
Banca: FCC
Orgão: PM-MA
Segundo Maria Esther Garcia Arzeno, cabe observar na Entrevista Familiar Diagnóstica, se os papéis pais-filhos
 

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2372720 Ano: 2006
Disciplina: Medicina
Banca: FCC
Orgão: PM-MA
Com relação à ADEM (encefalomielite disseminada aguda), é INCORRETO afirmar que:
 

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2372706 Ano: 2006
Disciplina: Psicologia
Banca: FCC
Orgão: PM-MA
A entrevista lúdica diagnóstica é uma técnica de avaliação clínica, que permite compreender a natureza do pensamento infantil, fornecendo informações significativas do ponto de vista evolutivo, psicopatológico e psicodinâmico, possibilitando formular conclusões diagnósticas, prognósticas e indicações terapêuticas. Na entrevista lúdica, A. Aberastury considera conveniente não interpretar, já que
 

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A memória
A memória, por vezes, é uma maldição. Meu querido amigo Amilcar Herrera me confessou: “Eu desejaria, um dia, acordar havendo me esquecido do meu nome...” Não entendi. Esquecer o próprio nome deve ser uma experiência muito estranha. Aí ele explicou: “Quando eu me levanto e sei que meu nome é Amilcar Herrera, sei também tudo o que se espera de mim. O meu nome diz o que devo ser, o que devo pensar, o que devo falar. Meu nome é uma gaiola em que estou preso. Mas se, ao acordar, eu tiver me esquecido do meu nome, terei me esquecido também de tudo que se espera de mim. Se nada se espera de mim, estou livre para ser aquilo que nunca fui. Começarei a viver minha vida a partir de mim mesmo, e não a partir do nome que me deram e pelo qual sou conhecido.”
Entendi na hora e fiz ligação com algo que o poeta Alberto Caeiro escreveu: “Procuro despir-me do que aprendi, procuro esquecer-me do modo de lembrar que me ensinaram, e raspar a tinta com que me pintaram os sentidos, desencaixotar minhas emoções verdadeiras, desembrulhar-me e ser eu, não Alberto Caeiro, mas um animal humano que a natureza produziu”.
(Adaptado de Rubem Alves, Quarto de badulaques)
Caso se substitua o termo sublinhado na frase Meu nome é uma gaiola em que estou preso pelo termo ......, a expressão em que estou deverá ser substituída por ...... .
Preenchem corretamente as lacunas da frase acima:
 

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A memória
A memória, por vezes, é uma maldição. Meu querido amigo Amilcar Herrera me confessou: “Eu desejaria, um dia, acordar havendo me esquecido do meu nome...” Não entendi. Esquecer o próprio nome deve ser uma experiência muito estranha. Aí ele explicou: “Quando eu me levanto e sei que meu nome é Amilcar Herrera, sei também tudo o que se espera de mim. O meu nome diz o que devo ser, o que devo pensar, o que devo falar. Meu nome é uma gaiola em que estou preso. Mas se, ao acordar, eu tiver me esquecido do meu nome, terei me esquecido também de tudo que se espera de mim. Se nada se espera de mim, estou livre para ser aquilo que nunca fui. Começarei a viver minha vida a partir de mim mesmo, e não a partir do nome que me deram e pelo qual sou conhecido.”
Entendi na hora e fiz ligação com algo que o poeta Alberto Caeiro escreveu: “Procuro despir-me do que aprendi, procuro esquecer-me do modo de lembrar que me ensinaram, e raspar a tinta com que me pintaram os sentidos, desencaixotar minhas emoções verdadeiras, desembrulhar-me e ser eu, não Alberto Caeiro, mas um animal humano que a natureza produziu”.
(Adaptado de Rubem Alves, Quarto de badulaques)
A afirmação de que a memória, por vezes, é uma maldição justifica-se, de acordo com a argumentação do texto, pelo fato de que a memória
 

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