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Foram encontradas 37 questões.

2532326 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: FADESP
Orgão: PM-PA
A síndrome coronariana aguda (SCA) engloba desde os pacientes com desconforto torácico atípico, eletrocardiograma inespecífico e biomarcadores cardíacos normais até aqueles com grande elevação do segmento ST, infarto do miocárdio e choque cardiogênico. A SCA deve ser levada em consideração diagnóstica todas as vezes em que semiologicamente a dor torácica for dos tipos
 

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2531559 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: FADESP
Orgão: PM-PA
No tratamento das fraturas do quadril, é correto afirmar que
 

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Contra a mera “tolerância” das diferenças
Renan Quinalha
“É preciso tolerar a diversidade”. Sempre que me defronto com esse tipo de colocação, aparentemente progressista e bem-intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.
“Tolerar”, segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.
“Tolerar” o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. “Quem tolera” acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma “permissão” como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema.
Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegemônica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.
Tolerar não deve ser algo celebrado e buscado como ideal político e tampouco como virtude individual. Ainda que o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básica entre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.
Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule que se trata de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais mais gerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.
Marcuse identificava dois tipos de tolerância: a passiva e a ativa. No primeiro caso, a tolerância é vista como uma resignação e uma omissão diante de uma sociedade marcadamente injusta em suas diversas dimensões. Por sua vez, no segundo caso, ele trata da tolerância enquanto uma disposição efetiva de construção de uma sociedade igualitária. Não é este, no entanto, o discurso mais recorrente da tolerância em nossos tempos.
Assim, quando alguém te disser que é preciso “tolerar” a liberdade das mulheres, a busca por melhores condições de vida das pessoas pobres, as reivindicações por igualdade material das pessoas negras, entre outros segmentos vulneráveis, simplesmente não problematize esse discurso.
Admitir a existência do outro não significa aceitá-lo em sua particularidade como integrante da comunidade política. É preciso valorizar os laços mais profundos de reciprocidade e respeito pelas diferenças, o que só o reconhecimento, estágio superior da tolerância, pode ajudar a promover, como ensinou Axel Honneth.
Diversidade é um valor em si mesmo e não depende da concordância dos que ocupam posições de privilégios. Direitos e liberdades não se “toleram”. Devem ser respeitados e promovidos, por serem conquistas jurídicas e políticas antecedidas de muitas lutas.
O que não se pode tolerar é o discurso aparentemente “benevolente” e “generoso” – mas na verdade bem perverso – da “tolerância das diferenças”. Ninguém precisa da licença de ninguém pra existir.
Disponível em:<http://revistacult.uol.com.br/home/2016/02/contra-a-mera-tolerancia-das-diferencas/> Acesso em: 10 mar. 2016.
Considere o trecho abaixo transcrito:
Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegemônica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.
A análise dos constituintes dos períodos que constam desse parágrafo está incorreta no seguinte enunciado:
 

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A hemorragia digestiva aguda é uma situação clínica frequente e com alta taxa de mortalidade. No seu tratamento, além das precauções ligadas à reposição volêmica e dos cuidados respiratórios, alguns medicamentos podem ser de grande ajuda. Neste sentido, as substâncias vasoativas têm sua utilização quando a hemorragia for secundária à hipertensão portal, ocasião em que se indica a(o)
 

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2531063 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: FADESP
Orgão: PM-PA
É conhecida como doença de Sinding-larsen-Johansson a
 

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Na assistência imediata do paciente politraumatizado com fratura pélvica, terá que se combater a hemorragia retroperitonial associada à instabilidade do anel pélvico e às lesões do sistema genitourinário e do reto, assim como as fraturas abertas para o peritônio. Esta hemorragia provém da lesão de
 

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2530193 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: FADESP
Orgão: PM-PA
Está correto afirmar que
 

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O conjunto de dispositivos que pode atuar enviando e recebendo dados a partir de um computador é composto de
 

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2526547 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: FADESP
Orgão: PM-PA
Com relação às lesões por esforços repetitivos ( LER ou DORT), é correto afirmar que
 

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Quando se deseja apagar definitivamente um arquivo de um computador, deve-se utilizar as teclas
 

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