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Foram encontradas 38 questões.

2532333 Ano: 2016
Disciplina: Veterinária
Banca: FADESP
Orgão: PM-PA
Como regra geral, as brucelas têm predileção
 

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2532332 Ano: 2016
Disciplina: Veterinária
Banca: FADESP
Orgão: PM-PA
No referente à tuberculose bovina, é correto afirmar que
 

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Contra a mera “tolerância” das diferenças
Renan Quinalha
“É preciso tolerar a diversidade”. Sempre que me defronto com esse tipo de colocação, aparentemente progressista e bem-intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.
“Tolerar”, segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.
“Tolerar” o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. “Quem tolera” acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma “permissão” como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema.
Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegemônica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.
Tolerar não deve ser algo celebrado e buscado como ideal político e tampouco como virtude individual. Ainda que o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básica entre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.
Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule que se trata de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais mais gerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.
Marcuse identificava dois tipos de tolerância: a passiva e a ativa. No primeiro caso, a tolerância é vista como uma resignação e uma omissão diante de uma sociedade marcadamente injusta em suas diversas dimensões. Por sua vez, no segundo caso, ele trata da tolerância enquanto uma disposição efetiva de construção de uma sociedade igualitária. Não é este, no entanto, o discurso mais recorrente da tolerância em nossos tempos.
Assim, quando alguém te disser que é preciso “tolerar” a liberdade das mulheres, a busca por melhores condições de vida das pessoas pobres, as reivindicações por igualdade material das pessoas negras, entre outros segmentos vulneráveis, simplesmente não problematize esse discurso.
Admitir a existência do outro não significa aceitá-lo em sua particularidade como integrante da comunidade política. É preciso valorizar os laços mais profundos de reciprocidade e respeito pelas diferenças, o que só o reconhecimento, estágio superior da tolerância, pode ajudar a promover, como ensinou Axel Honneth.
Diversidade é um valor em si mesmo e não depende da concordância dos que ocupam posições de privilégios. Direitos e liberdades não se “toleram”. Devem ser respeitados e promovidos, por serem conquistas jurídicas e políticas antecedidas de muitas lutas.
O que não se pode tolerar é o discurso aparentemente “benevolente” e “generoso” – mas na verdade bem perverso – da “tolerância das diferenças”. Ninguém precisa da licença de ninguém pra existir.
Disponível em:<http://revistacult.uol.com.br/home/2016/02/contra-a-mera-tolerancia-das-diferencas/> Acesso em: 10 mar. 2016.
Considere o trecho abaixo transcrito:
Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegemônica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.
A análise dos constituintes dos períodos que constam desse parágrafo está incorreta no seguinte enunciado:
 

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2528690 Ano: 2016
Disciplina: Veterinária
Banca: FADESP
Orgão: PM-PA
Em relação à hepatite infecciosa canina é correto afirmar que
 

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O conjunto de dispositivos que pode atuar enviando e recebendo dados a partir de um computador é composto de
 

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2527420 Ano: 2016
Disciplina: Veterinária
Banca: FADESP
Orgão: PM-PA
A imunidade predominante na brucelose bovina é a mediada por células, sendo três tipos de vacinas usadas nessa espécie:
 

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2527082 Ano: 2016
Disciplina: Veterinária
Banca: FADESP
Orgão: PM-PA
O complexo teníase/cisticercose constitui-se de duas entidades mórbidas distintas
 

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2526895 Ano: 2016
Disciplina: Veterinária
Banca: FADESP
Orgão: PM-PA
A quetamina é um anestésico que pode ser administrado tanto pela via intravenosa como intramuscular em cães e equinos. Um análogo da quetamina indicado para uso, principalmente nos cães, é o(a)
 

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2525699 Ano: 2016
Disciplina: Veterinária
Banca: FADESP
Orgão: PM-PA
Considera-se a possibilidade de diagnosticar a influenza equina quando,
 

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2525298 Ano: 2016
Disciplina: Veterinária
Banca: FADESP
Orgão: PM-PA
O curso de uma gestação normal pode ser modificado. As molas, alterações patológicas da placenta, descritas em bovinos e caninos, são causas de morte embrionária nessas espécies. Na mola hidatiforme,
 

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