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Foram encontradas 60 questões.

856736 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UEPA
Orgão: PM-PA
Um paciente que tem uma fratura de colo de côndilo do lado direito com deslocameto medial, apresenta:
 

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846858 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UEPA
Orgão: PM-PA
Correlacione os nervos cranianos com o componente funcional respectivo:
A. nervo facial
B. nervo trigêmeo
C. nervo glossofaríngeo
D. nervo hipoglosso
E. nervo acessório
( ) inervação motora do ventre anterior do músculo digastrico.
( ) inervação motora do ventre posterior do músculo digastrico.
( ) sensibilidade gustativa dos 2/3 anteriores da língua.
( ) inervação da parte ectodérmica das mucosas nasal, bucal, sinusal e conjuntiva ocular.
( ) sensibilidade geral e gustativa dos 1/3 posterior da língua.
( ) inervação pré-ganglionar das glândulas lacrimal, submandibular e sublingual.
( ) inervação motora da língua.
( ) inervação pré ganglionar da glândula parótida.
A alternativa que apresenta a sequência correta é:
 

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No Google Chrome o ícone Enunciado 843927-1 localizado na direita da barra de endereços tem como função:
 

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Texto I
Como a idade faz nosso cérebro florescer
A ciência conseguiu identificar a base neurológica da sabedoria. A partir da meia-idade as pessoas podem até esquecer nomes, mas tornam-se – acredite – mais inteligentes. A partir de um certo momento da vida, que, para a maioria de nós, começa depois do aniversário de 40 anos, a grande questão neurológica se resume a uma pergunta: aonde diabos foram parar todos os nomes que eu esqueço? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar no mar de neurônios o nome do famoso marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu trabalho mais célebre. A débâcle ocorre no almoço de domingo em que você se percebe, diante da cara divertida de seus filhos, tentando explicar: “Aquele filme, com aquela atriz australiana, casada com aquele outro ator...”.
Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir nas próximas páginas, é que existe outro lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais trazidas pelo tempo. “Conforme envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch, autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro reúne argumentos que fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora do que costuma ser.
Aos 56 anos, estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava o cidadão. Queria entender por que se pegava parada em frente a um armário sem saber o que tinha ido buscar. Barbara não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado em que podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da expectativa de vida, a fase intermediária da vida, entre os 40 e os 68 anos, tornou-se uma espécie de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor reminiscente da juventude à sabedoria da velhice que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro maduro. Ele já não é o mesmo que costumava ser. Mas as mudanças o transformaram num instrumento melhor. “Para o ignorante, a velhice é o inverno; para o sábio, é a estação de colheita”, diz o Talmude.
Os pesquisadores também descobriram que, conforme envelhecemos, mudamos o padrão de ativação cerebral. Isso significa que acionamos áreas diferentes das usadas anteriormente para fazer as mesmas tarefas. A região frontal do cérebro, encarregada da racionalidade, passa a concentrar a maior parte das atividades. A área posterior da cabeça, onde estão algumas das estruturas ligadas a nossas respostas emocionais, é acionada com menos frequência. Outra mudança significativa: para realizar a mesma tarefa de adultos jovens (de até 30 anos), os mais velhos usam mais áreas do cérebro. Em vez de usar regiões de apenas uma metade do cérebro, passam a usar as duas. Os cientistas ainda não estão certos sobre o que essas mudanças representam. Há duas possibilidades. A primeira, menos agradável, é que o cérebro esteja ficando velho a ponto de não reconhecer mais as áreas encarregadas de cada atividade. A segunda hipótese é mais reconfortante: o cérebro pode, sim, estar ficando velho. Mas, ao redirecionar funções para áreas diferentes e para mais regiões, dá mostras de que é capaz de se adaptar e manter seu bom funcionamento.
É irresistível pensar que, talvez, a superativação do cérebro, representada pelo uso simultâneo de várias áreas, possa estar por trás das melhoras de raciocínio relatadas por quem está na meia-idade – e comprovadas pelos pesquisadores. Os cientistas descobriram que um sistema muito especial do cérebro, formado por circuitos localizados em camadas profundas do órgão, está constantemente ativado nos adultos de meia-idade. O sistema, chamado de modo-padrão, é usado nos momentos de reflexão, quando pensamos sobre o que aconteceu recentemente, fazemos balanços e traçamos planos para nós mesmos. Os pesquisadores concluíram que os adultos simplesmente não conseguem desligar o modo-padrão, algo que os jovens fazem quando estão envolvidos em uma tarefa. Os adultos, mesmo quando estão concentrados, continuam o bate-papo interno com eles mesmos.
Estar em constante reflexão pode nos tornar distraídos, mas também pode ajudar a ter boas ideias. Isso explicaria por que adultos de meia-idade têm o raciocínio afiado, embora não lembrem onde puseram a carteira.
A equipe da psicóloga Mara Mather, da Universidade do Sul da Califórnia, mostrou imagens tristes e repulsivas a voluntários maduros e a jovens. Concluiu que nos mais velhos a área do cérebro responsável pelas emoções reagia menos às figuras negativas. Concluiu que era um sistema de proteção. O cérebro parecia escolher dar menos atenção ao lado ruim da vida. Há nisso mais inteligência e sabedoria do que um cérebro jovem talvez seja capaz de perceber.
(Texto adaptado. http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/ 0,,EMI245598-15257,00-COMO+A+IDADE+FAZ+NOSSO+CEREBRO+ FLORESCER.html. Acessado em 05/07/2012)
Mesmo provocando esquecimentos, como, por exemplo, não lembrar onde se põe a carteira, envelhecer não é tão ruim. O argumento que defende tal ideia é:
 

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Sobre a precedência entre Policiais Militares é correto afirmar que:
 

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São considerados direitos dos Policiais Militares, nas condições ou nas limitações impostas na legislação ou regulamentação específica:
I. A estabilidade, quando praça com 10 (dez) ou mais anos de tempo de efetivo serviço.
II. O uso das designações hierárquicas.
III. A ocupação de cargos e funções de qualquer natureza, desde que indicados pela autoridade, independente do posto ou graduação que ocupe.
IV. A promoção.
V. As férias, os afastamentos temporários de serviço e as licenças.
De acordo com as afirmativas acima a alternativa correta é:
 

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750546 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UEPA
Orgão: PM-PA
Texto II
Um paciente portador de deformidade dentofacial com oclusão de topo nos dentes anteriores, perfil côncavo, distância mento pescoço longa, ângulo nasolabial de 90º, distância do incisivo superior ao lábio superiror de 3mm (vertical) com vestibularização dos incisivos superiores, inclinação lingual dos inferiores com apinhamento leve, sem alterações verticais e transversais significativas, deverá submeter-se a tratamento ortodôntico cirúrgico.
De acordo como o Texto II, o tratamento ortodôntico pré-operatório indicado é:
 

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Os ícones Enunciado 740073-1, localizados na parte inferior do ambiente de trabalho do Power Point representam modos de visualização denominados respectivamente:
 

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738993 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UEPA
Orgão: PM-PA
A indicação de cefalosporinas de primeira geração, como a cefalexina, o cefadroxil, a cefalotina ou a cefazolina para tratamento de infecções odontogênicas é baseada na ação dessas substâncias contra bactérias aeróbias gram-positivas encontradas na cavidade bucal. Porém NÃO são indicadas como primeira opção para infecções graves porque:
 

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706180 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UEPA
Orgão: PM-PA
No tratamento das lesões císticas da maxila e da mandíbula, a vantagem de realizar a enucleação total em relação a descompressão é de:
 

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