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Foram encontradas 40 questões.

2412835 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: PONTUA
Orgão: PM-SC
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Enunciado 2687720-1
O termo Brasil cumpre função sintática de (1) da oração que está inserido, enquanto que em mortes violentas é classificado como (2).
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima:
 

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2412718 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: PONTUA
Orgão: PM-SC
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Da boa e velha "saidinha de banco"
O problema se arrasta há um bom tempo e pelo andar da carruagem ainda está longe da solução. Vai fazer um ano que destaquei em um pequeno artigo o problema da “saidinha de banco”: um fenômeno hodierno que, carinhosamente apelidado pela polícia, tem resultado em casos dramáticos e cruéis de homicídio e sequestro. Neste momento, em plena tarde ensolarada vejo pela TV, num destes programas sensacionalistas, um sujeito saindo da moto e correndo rumo a duas pessoas que acabaram de sair do banco. O meliante, com arma na mão desce afoito da moto e, por fortuna das vítimas, por pouco não consegue abocanhar os rapazes que chegavam em casa. O momento foi acompanhado e gravado pelas câmeras domésticas e, de acordo com o histriônico repórter, a polícia está quase o identificando.
(...) Para se ter a ideia da dimensão do problema: neste exato momento, no qual leio o jornal (Hoje em Dia, 27/01/2011) a polícia já havia registrado 922 ocorrências em 11 meses. Não vou nem me referir à famigerada “cifra negra”, a qual diz respeito às vítimas que, por diversos motivos, não acionaram a polícia. Mas o fato é preocupante e merece maior cuidado. Não é por força do acaso que o fenômeno da “saidinha” tem tomado as manchetes dos jornais, os programas sensacionalistas da TV e a Internet. É óbvio que, passado o cansativo mês de dezembro e o início do ano, tempos de gastos ostensivos e sem lugar, qualquer meliante por mais burro que seja está à procura do que os economistas chamam de capitalização. Penso até que a coisa vai ficar mais feia porque o carnaval tem início somente em março e é neste mês que os picos da criminalidade ficam mais assanhados.
Tenho ciência que a Polícia Civil e a Polícia Militar sabem do que estou falando, mas não escrevo para eles. O senso comum, infelizmente, é incapaz de ter a mínima noção de como funciona o fenômeno da criminalidade. Também sei muito pouco: falo mais do ponto de vista da vítima. De toda forma é um fato: a “saidinha de banco” ficou tão popular que até uma garota universitária, de 20 anos, considerada da classe média, andou treinando a sua com o namorado motoboy, de 27 anos. Eles abordaram um vigilante e conseguiram levar a mochila e o seu dinheiro. O casal estava armado e não custa lembrar que foi numa destas que a “saidinha” levou à morte a economista Patrícia Martins Cardoso, de somente 48 anos, covardemente assassinada com um tiro nas costas na frente do pai. (...)
Em tempos de polícia comunitária, câmeras de “olho vivo”, vizinhos e “bancos” protegidos, grande montante de policiais no centro da cidade, aumento salarial, viaturas em bom estado e policiais motivados e credenciados com cursos e mais cursos não é possível que inexista uma política eficiente, um “planejamento estratégico” - como gostam de dizer - e com inteligência para, pelo menos, buscar uma compreensão do fenômeno. Caso contrário, é possível esperar a banalização da lei proibindo o celular no interior das agências, novos aprendizados para burlar as investigações, a associação com outros crimes, notadamente o sequestro, pois como proceder com o criminoso que lhe confundiu e abordou achando que no seu bolso se encontrava mais do que ele esperava?
Infelizmente, o meliante quer, por definição e função, e não precisa ser criminólogo para entender isso, aumentar o benefício, diminuindo os riscos e os custos. O tempo é fator crucial. Sem a possibilidade de ganho imediato a vítima pode contar com a ajuda de Deus ou com os famosos conselhos: “nunca reaja”, “utilize somente o cartão”, “não ande com dinheiro”, “não faça movimentos bruscos”, “na dúvida, não faça” (provérbio judeu) e “entregue tudo, sua vida é o mais importante”. Não deixam de ser bons conselhos diante de um melhor: “não entre no banco” e, caso precise, vá com “seguranças privados” ou com muitos amigos que podem ajudar a enganar o ladrão, servir de testemunha ou mesmo para chamar a polícia.
Lucio Alves de Barros. Adaptado. Disponível em http://www2.forumseguranca.org.br/node/24348 acesso 31 fev. 2011.
Para se ter a ideia da dimensão do problema (1): neste exato momento (2), no qual leio o jornal (Hoje em Dia, 27/01/2011) a polícia já havia registrado 922 ocorrências (3) em 11 meses.
Em relação aos termos acima destacados, assinale a alternativa que os caracteriza sintaticamente:
 

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2412407 Ano: 2011
Disciplina: História
Banca: PONTUA
Orgão: PM-SC
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A disputa travada entre as províncias do Paraná e de Santa Catarina, pela área localizada no Planalto Meridional entre os rios do Peixe e Peperiguaçu, estendeu-se aos territórios de Curitibanos e Campos Novos era antiga. A partir dessa premissa analise os itens abaixo:

I – A região contestada era tomada por índios que, sem oportunidades de ascensão social ou econômica, como peões ou agregados das grandes fazendas, tomavam como alternativa, a procura de paragens para tentar a nova vida.

II – Ao lado dos posseiros, vão se congregarem outros elementos fundamentalmente religiosos e subordinados a um cristianismo ortodoxo, que serão conhecidos como os operários da construção da Estrada de Ferro São Paulo - Rio Grande, ao longo do Vale do Rio do Peixe.

III – Os monges também atuaram neste período, dentre os quais o primeiro identificado chamava-se João Maria de Agostini, de nacionalidade italiana, que transitou pelas regiões do Rio Negro e Lages, desaparecendo após a Proclamação da República.

Está(ão) CORRETO(S):

 

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2412250 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: PONTUA
Orgão: PM-SC
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Soneto da separação
01 De repente do riso fez-se o pranto
02 Silencioso e branco como a bruma
03 E das bocas unidas fez-se a espuma
04 E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
05 De repente da calma fez-se o vento
06 Que dos olhos desfez a última chama
07 E da paixão fez-se o pressentimento
08 E do momento imóvel fez o drama.
09 De repente, não mais que de repente
10 Fez-se de triste o que se fez amante
11 E de sozinho o que se fez contente
12 Fez-se do amigo próximo o distante
13 Fez-se da vida uma aventura errante
14 De repente, não mais que de repente.
Disponível em http://www.viniciusdemoraes.com.br/poesia/sec_poesia_view.php?busca=Soneto%20de%20separa%E7%E3o&acao=buscar&id=160&id_tipo=1&back_page=1 Acesso em 22 fev. 2011.
Qual dos termos abaixo NÃO está corretamente classificado?
 

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2411976 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: PONTUA
Orgão: PM-SC
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Da boa e velha "saidinha de banco"
O problema se arrasta há um bom tempo e pelo andar da carruagem ainda está longe da solução. Vai fazer um ano que destaquei em um pequeno artigo o problema da “saidinha de banco”: um fenômeno hodierno que, carinhosamente apelidado pela polícia, tem resultado em casos dramáticos e cruéis de homicídio e sequestro. Neste momento, em plena tarde ensolarada vejo pela TV, num destes programas sensacionalistas, um sujeito saindo da moto e correndo rumo a duas pessoas que acabaram de sair do banco. O meliante, com arma na mão desce afoito da moto e, por fortuna das vítimas, por pouco não consegue abocanhar os rapazes que chegavam em casa. O momento foi acompanhado e gravado pelas câmeras domésticas e, de acordo com o histriônico repórter, a polícia está quase o identificando.
(...) Para se ter a ideia da dimensão do problema: neste exato momento, no qual leio o jornal (Hoje em Dia, 27/01/2011) a polícia já havia registrado 922 ocorrências em 11 meses. Não vou nem me referir à famigerada “cifra negra”, a qual diz respeito às vítimas que, por diversos motivos, não acionaram a polícia. Mas o fato é preocupante e merece maior cuidado. Não é por força do acaso que o fenômeno da “saidinha” tem tomado as manchetes dos jornais, os programas sensacionalistas da TV e a Internet. É óbvio que, passado o cansativo mês de dezembro e o início do ano, tempos de gastos ostensivos e sem lugar, qualquer meliante por mais burro que seja está à procura do que os economistas chamam de capitalização. Penso até que a coisa vai ficar mais feia porque o carnaval tem início somente em março e é neste mês que os picos da criminalidade ficam mais assanhados.
Tenho ciência que a Polícia Civil e a Polícia Militar sabem do que estou falando, mas não escrevo para eles. O senso comum, infelizmente, é incapaz de ter a mínima noção de como funciona o fenômeno da criminalidade. Também sei muito pouco: falo mais do ponto de vista da vítima. De toda forma é um fato: a “saidinha de banco” ficou tão popular que até uma garota universitária, de 20 anos, considerada da classe média, andou treinando a sua com o namorado motoboy, de 27 anos. Eles abordaram um vigilante e conseguiram levar a mochila e o seu dinheiro. O casal estava armado e não custa lembrar que foi numa destas que a “saidinha” levou à morte a economista Patrícia Martins Cardoso, de somente 48 anos, covardemente assassinada com um tiro nas costas na frente do pai. (...)
Em tempos de polícia comunitária, câmeras de “olho vivo”, vizinhos e “bancos” protegidos, grande montante de policiais no centro da cidade, aumento salarial, viaturas em bom estado e policiais motivados e credenciados com cursos e mais cursos não é possível que inexista uma política eficiente, um “planejamento estratégico” - como gostam de dizer - e com inteligência para, pelo menos, buscar uma compreensão do fenômeno. Caso contrário, é possível esperar a banalização da lei proibindo o celular no interior das agências, novos aprendizados para burlar as investigações, a associação com outros crimes, notadamente o sequestro, pois como proceder com o criminoso que lhe confundiu e abordou achando que no seu bolso se encontrava mais do que ele esperava?
Infelizmente, o meliante quer, por definição e função, e não precisa ser criminólogo para entender isso, aumentar o benefício, diminuindo os riscos e os custos. O tempo é fator crucial. Sem a possibilidade de ganho imediato a vítima pode contar com a ajuda de Deus ou com os famosos conselhos: “nunca reaja”, “utilize somente o cartão”, “não ande com dinheiro”, “não faça movimentos bruscos”, “na dúvida, não faça” (provérbio judeu) e “entregue tudo, sua vida é o mais importante”. Não deixam de ser bons conselhos diante de um melhor: “não entre no banco” e, caso precise, vá com “seguranças privados” ou com muitos amigos que podem ajudar a enganar o ladrão, servir de testemunha ou mesmo para chamar a polícia.
Lucio Alves de Barros. Adaptado. Disponível em http://www2.forumseguranca.org.br/node/24348 acesso 31 fev. 2011.
Assinale a alternativa que apresenta o mesmo tipo de transitividade verbal que a sublinhada em:
Vai fazer um ano que destaquei em um pequeno artigo o problema da “saidinha de banco.
 

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2411661 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: PONTUA
Orgão: PM-SC
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Analise os itens abaixo:
I) O comando „Copiar" no MS Windows leva o conteúdo copiado para um local chamado de “Área de Transferência” para que seja utilizado depois.
II) Quando um arquivo tem a extensão „.ZIP" significa que ele é uma imagem e será aberto pelo „Visualizador de imagens" do MS Windows.
III) Ao trabalhar em um diretório com arquivos e optar pelo modo de visualização „Detalhes" pode-se saber os seguintes dados dos arquivos: nome, tamanho, tipo, programa de origem e data de modificação.
IV) Ao digitar o endereço de uma página web na „barra de endereços" do Windows Explorer e apertar „Enter", o computador abrirá automaticamente uma nova aba ou uma nova seção do navegador de internet padrão exibindo a página digitada.
Está(ão) CORRETO(S):
 

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2411539 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: PONTUA
Orgão: PM-SC
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Enunciado 2794201-1
Todas as classes gramaticais abaixo estão presentes no texto, exceto:
 

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2411394 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: PONTUA
Orgão: PM-SC
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O que significa o quadrado branco com uma seta dentro, no canto inferior esquerdo de um ícone, como este, por exemplo Enunciado 2663807-1:
 

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2411039 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: PONTUA
Orgão: PM-SC
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Uma rede de computadores interligados mundialmente trocando dados e informações através de um protocolo TCP/IP de forma fácil e rápida utilizando-se de vários meios como linhas telefônicas, cabos ópticos e ondas de rádio é o conceito de:
 

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2410678 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: PONTUA
Orgão: PM-SC
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Uma empresa de telecomunicações local, que oferece serviços de internet fez uma pesquisa para saber a preferência dos usuários quanto aos planos de acesso (Discada, ADSL e/ou 3G).
Os resultados foram os seguintes:
Enunciado 2649144-1
Então o número de pessoas que preferem SOMENTE a 3G é:
 

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