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Foram encontradas 40 questões.

2424567 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: PONTUA
Orgão: PM-SC
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Considerando uma Progressão Geométrica (PG) finita de n termos e razão q, !$ q \ne 1 !$, indique qual a alternativa correta quanto a soma dos seus n termos:
 

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2422351 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: PONTUA
Orgão: PM-SC
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Se um usuário deseja encontrar páginas na internet, por meio de sites de busca (Google, Bing, Yahoo, Cadê...) que contenham a seguinte frase - A violência vem crescendo e alcançando níveis alarmantes no Brasil. - EXATAMENTE como ela está escrita, qual a melhor forma de digitá-la no campo de busca para obter o êxito esperado?
 

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2421906 Ano: 2011
Disciplina: Geografia
Banca: PONTUA
Orgão: PM-SC
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Analise os itens abaixo, sobre as regiões metropolitanas no estado de Santa Catarina:

I) Santa Catarina é o estado brasileiro que possui o maior número de regiões metropolitanas.

II) Entre as regiões metropolitanas de Santa Catarina, podemos citar como exemplo as regiões metropolitanas do Vale do Rio Itajaí, de Florianópolis e de Tubarão.

III) Todas as regiões metropolitanas de Santa Catarina estão localizadas na metade Leste do estado.

Está(ão) CORRETO(S):

 

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2420675 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: PONTUA
Orgão: PM-SC
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Da boa e velha "saidinha de banco"
O problema se arrasta há um bom tempo e pelo andar da carruagem ainda está longe da solução. Vai fazer um ano que destaquei em um pequeno artigo o problema da “saidinha de banco”: um fenômeno hodierno que, carinhosamente apelidado pela polícia, tem resultado em casos dramáticos e cruéis de homicídio e sequestro. Neste momento, em plena tarde ensolarada vejo pela TV, num destes programas sensacionalistas, um sujeito saindo da moto e correndo rumo a duas pessoas que acabaram de sair do banco. O meliante, com arma na mão desce afoito da moto e, por fortuna das vítimas, por pouco não consegue abocanhar os rapazes que chegavam em casa. O momento foi acompanhado e gravado pelas câmeras domésticas e, de acordo com o histriônico repórter, a polícia está quase o identificando.
(...) Para se ter a ideia da dimensão do problema: neste exato momento, no qual leio o jornal (Hoje em Dia, 27/01/2011) a polícia já havia registrado 922 ocorrências em 11 meses. Não vou nem me referir à famigerada “cifra negra”, a qual diz respeito às vítimas que, por diversos motivos, não acionaram a polícia. Mas o fato é preocupante e merece maior cuidado. Não é por força do acaso que o fenômeno da “saidinha” tem tomado as manchetes dos jornais, os programas sensacionalistas da TV e a Internet. É óbvio que, passado o cansativo mês de dezembro e o início do ano, tempos de gastos ostensivos e sem lugar, qualquer meliante por mais burro que seja está à procura do que os economistas chamam de capitalização. Penso até que a coisa vai ficar mais feia porque o carnaval tem início somente em março e é neste mês que os picos da criminalidade ficam mais assanhados.
Tenho ciência que a Polícia Civil e a Polícia Militar sabem do que estou falando, mas não escrevo para eles. O senso comum, infelizmente, é incapaz de ter a mínima noção de como funciona o fenômeno da criminalidade. Também sei muito pouco: falo mais do ponto de vista da vítima. De toda forma é um fato: a “saidinha de banco” ficou tão popular que até uma garota universitária, de 20 anos, considerada da classe média, andou treinando a sua com o namorado motoboy, de 27 anos. Eles abordaram um vigilante e conseguiram levar a mochila e o seu dinheiro. O casal estava armado e não custa lembrar que foi numa destas que a “saidinha” levou à morte a economista Patrícia Martins Cardoso, de somente 48 anos, covardemente assassinada com um tiro nas costas na frente do pai. (...)
Em tempos de polícia comunitária, câmeras de “olho vivo”, vizinhos e “bancos” protegidos, grande montante de policiais no centro da cidade, aumento salarial, viaturas em bom estado e policiais motivados e credenciados com cursos e mais cursos não é possível que inexista uma política eficiente, um “planejamento estratégico” - como gostam de dizer - e com inteligência para, pelo menos, buscar uma compreensão do fenômeno. Caso contrário, é possível esperar a banalização da lei proibindo o celular no interior das agências, novos aprendizados para burlar as investigações, a associação com outros crimes, notadamente o sequestro, pois como proceder com o criminoso que lhe confundiu e abordou achando que no seu bolso se encontrava mais do que ele esperava?
Infelizmente, o meliante quer, por definição e função, e não precisa ser criminólogo para entender isso, aumentar o benefício, diminuindo os riscos e os custos. O tempo é fator crucial. Sem a possibilidade de ganho imediato a vítima pode contar com a ajuda de Deus ou com os famosos conselhos: “nunca reaja”, “utilize somente o cartão”, “não ande com dinheiro”, “não faça movimentos bruscos”, “na dúvida, não faça” (provérbio judeu) e “entregue tudo, sua vida é o mais importante”. Não deixam de ser bons conselhos diante de um melhor: “não entre no banco” e, caso precise, vá com “seguranças privados” ou com muitos amigos que podem ajudar a enganar o ladrão, servir de testemunha ou mesmo para chamar a polícia.
Lucio Alves de Barros. Adaptado. Disponível em http://www2.forumseguranca.org.br/node/24348 acesso 31 fev. 2011.
O advérbio covardemente, do trecho Patrícia Martins Cardoso, de somente 48 anos, covardemente assassinada com um tiro nas costas na frente do pai. Teve sua origem na mesma classe gramatical que caracteriza o termo em destaque na alternativa:
 

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2420535 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: PONTUA
Orgão: PM-SC
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Analise os itens abaixo:
I) O botão com este desenho Enunciado 3036266-1, quando clicado, adiciona a página aberta aos „Mais Preferidos" do Internet Explorer 8.
II) O atalho de teclado para atualizar uma página aberta no Internet Explorer 8 é o „F5".
III) O Outlook Express é um gerenciador de e-mails sem capacidade para gerenciar mais de uma conta de e-mail ao mesmo tempo.
IV) Quando o Internet Explorer 8 mostra este ícone Enunciado 3036266-2, ao lado da barra de endereços, significa que o site utilizado não é seguro.
Está(ão) CORRETO(S):
 

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2420204 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: PONTUA
Orgão: PM-SC
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Da boa e velha "saidinha de banco"
O problema se arrasta há um bom tempo e pelo andar da carruagem ainda está longe da solução. Vai fazer um ano que destaquei em um pequeno artigo o problema da “saidinha de banco”: um fenômeno hodierno que, carinhosamente apelidado pela polícia, tem resultado em casos dramáticos e cruéis de homicídio e sequestro. Neste momento, em plena tarde ensolarada vejo pela TV, num destes programas sensacionalistas, um sujeito saindo da moto e correndo rumo a duas pessoas que acabaram de sair do banco. O meliante, com arma na mão desce afoito da moto e, por fortuna das vítimas, por pouco não consegue abocanhar os rapazes que chegavam em casa. O momento foi acompanhado e gravado pelas câmeras domésticas e, de acordo com o histriônico repórter, a polícia está quase o identificando.
(...) Para se ter a ideia da dimensão do problema: neste exato momento, no qual leio o jornal (Hoje em Dia, 27/01/2011) a polícia já havia registrado 922 ocorrências em 11 meses. Não vou nem me referir à famigerada “cifra negra”, a qual diz respeito às vítimas que, por diversos motivos, não acionaram a polícia. Mas o fato é preocupante e merece maior cuidado. Não é por força do acaso que o fenômeno da “saidinha” tem tomado as manchetes dos jornais, os programas sensacionalistas da TV e a Internet. É óbvio que, passado o cansativo mês de dezembro e o início do ano, tempos de gastos ostensivos e sem lugar, qualquer meliante por mais burro que seja está à procura do que os economistas chamam de capitalização. Penso até que a coisa vai ficar mais feia porque o carnaval tem início somente em março e é neste mês que os picos da criminalidade ficam mais assanhados.
Tenho ciência que a Polícia Civil e a Polícia Militar sabem do que estou falando, mas não escrevo para eles. O senso comum, infelizmente, é incapaz de ter a mínima noção de como funciona o fenômeno da criminalidade. Também sei muito pouco: falo mais do ponto de vista da vítima. De toda forma é um fato: a “saidinha de banco” ficou tão popular que até uma garota universitária, de 20 anos, considerada da classe média, andou treinando a sua com o namorado motoboy, de 27 anos. Eles abordaram um vigilante e conseguiram levar a mochila e o seu dinheiro. O casal estava armado e não custa lembrar que foi numa destas que a “saidinha” levou à morte a economista Patrícia Martins Cardoso, de somente 48 anos, covardemente assassinada com um tiro nas costas na frente do pai. (...)
Em tempos de polícia comunitária, câmeras de “olho vivo”, vizinhos e “bancos” protegidos, grande montante de policiais no centro da cidade, aumento salarial, viaturas em bom estado e policiais motivados e credenciados com cursos e mais cursos não é possível que inexista uma política eficiente, um “planejamento estratégico” - como gostam de dizer - e com inteligência para, pelo menos, buscar uma compreensão do fenômeno. Caso contrário, é possível esperar a banalização da lei proibindo o celular no interior das agências, novos aprendizados para burlar as investigações, a associação com outros crimes, notadamente o sequestro, pois como proceder com o criminoso que lhe confundiu e abordou achando que no seu bolso se encontrava mais do que ele esperava?
Infelizmente, o meliante quer, por definição e função, e não precisa ser criminólogo para entender isso, aumentar o benefício, diminuindo os riscos e os custos. O tempo é fator crucial. Sem a possibilidade de ganho imediato a vítima pode contar com a ajuda de Deus ou com os famosos conselhos: “nunca reaja”, “utilize somente o cartão”, “não ande com dinheiro”, “não faça movimentos bruscos”, “na dúvida, não faça” (provérbio judeu) e “entregue tudo, sua vida é o mais importante”. Não deixam de ser bons conselhos diante de um melhor: “não entre no banco” e, caso precise, vá com “seguranças privados” ou com muitos amigos que podem ajudar a enganar o ladrão, servir de testemunha ou mesmo para chamar a polícia.
Lucio Alves de Barros. Adaptado. Disponível em http://www2.forumseguranca.org.br/node/24348 acesso 31 fev. 2011.
O termo hodierno, em “um fenômeno hodierno que, carinhosamente apelidado pela polícia, tem resultado em casos dramáticos e cruéis de homicídio e sequestro.” pode ser substituído, sem prejuízo no contexto em que está inserido, por:
 

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2419806 Ano: 2011
Disciplina: Geografia
Banca: PONTUA
Orgão: PM-SC
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Observe o mapa abaixo:

Enunciado 2995300-1

Considerando o mapa, analise os itens abaixo:

I) Os números 1 e 2 indicam, respectivamente, as formações litorâneas e a Mata Atlântica, cujo percentual de desmatamento chega a quase 50% da área de cobertura original.

II) Os números 3 e 4 representam, respectivamente, as Matas de Araucárias e os Campos.

III) Os números 2, 4 e 5 indicam as formações florestadas de Santa Catarina.

Está(ão) CORRETO(S):

 

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2416542 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: PONTUA
Orgão: PM-SC
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Dado o produto de matrizes:
!$ \begin{pmatrix} a & 0 \\ -1 & 2 \end{pmatrix} !$. !$ \begin{pmatrix} 2 & 1 \\ 0 & b \end{pmatrix} !$ = !$ \begin{pmatrix} 6 & 3 \\ -2 & 1 \end{pmatrix} !$, o valor de a + b
é:
 

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2416465 Ano: 2011
Disciplina: História
Banca: PONTUA
Orgão: PM-SC
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Marque C para as afirmativas Certas, E para as Erradas, e após, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) O desenvolvimento das ideias liberais em Santa Catarina pôde ser visto através das publicações de Bento Amaral e das sociedades antipatrióticas.

( ) Ao romper a Revolução Farroupilha no Rio Grande do Sul, desenvolveu-se ainda mais o espírito liberal nas terras catarinenses.

( ) Em Lages, encontrou-se um grande defensor da causa farroupilha, o Padre João Vicente Fernandes; é interessante destacar a intensa pregação liberal praticada pelo clero naquele período.

( ) As tendências liberais propagadas pela província catarinense provocaram a constante substituição dos seus presidentes.

 

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2416246 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: PONTUA
Orgão: PM-SC
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Uma fábrica de plásticos produz recipientes de diversos formatos. Entre eles está uma taça de drinks especiais em forma cilíndrica com 12cm de diâmetro e cuja altura é igual a 13,8cm, conforme a figura. (Use !$ \pi !$ 3)
Enunciado 2915397-1
Diga qual valor mais se aproxima da capacidade em litros da taça?
 

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