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Foram encontradas 120 questões.

2455729 Ano: 2013
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: POLC-AL

Acerca dos modelos que se propuseram a explicar a estrutura atômica e as ligações químicas, julgue item subsequente.

O modelo de Bohr, que assume os elétrons como partículas, falha ao desconsiderar que toda partícula com carga elétrica submetida a uma aceleração origina uma emissão de onda electromagnética, o que faz o elétron perder energia cinética e colapsar com o núcleo.

 

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2455548 Ano: 2013
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: POLC-AL

Acerca dos modelos que se propuseram a explicar a estrutura atômica e as ligações químicas, julgue item subsequente.

De acordo com a teoria do orbital molecular, um orbital !$ \sigma_{c-o} !$ é mais estável que um orbital !$ \pi_{c-o} !$

 

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2455360 Ano: 2013
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: POLC-AL

Enunciado 2455360-1

A N,N-dimetiltriptamina (DMT) é um alcaloide da classe das triptaminas que apresenta ação psicodélica. Considerando essas informações e as estruturas moleculares mostradas acima, julgue o item subsequente.

Na bufotenina, a ligação química N-H é mais ácida que a ligação química O-H.

 

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2455322 Ano: 2013
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: POLC-AL

Acerca dos modelos que se propuseram a explicar a estrutura atômica e as ligações químicas, julgue item subsequente.

O orbital HOMO do metanal corresponde ao orbital molecular !$ \pi_{c=o} !$.

 

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2455213 Ano: 2013
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: POLC-AL
Enunciado 2455213-1
Considerando as informações fornecidas nos quadros e no gráfico acima, julgue o item que se segue.
O valor do pOH de uma solução de fosfato monossódico é reduzido com a adição de cloreto de sódio.
 

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Jovens e inteligentes, os membros dessa verdadeira tropa de elite da polícia brasileira, para resolver alguns dos casos mais misteriosos do país, usam o cérebro, e não a força física. Ainda que todos carreguem armas na cintura, o principal instrumento de trabalho dos peritos são potentes microscópios, lanternas, computadores, lupas e outros equipamentos que chegam a custar R$ 3 milhões — um kit que não ficaria atrás dos utilizados por James Bond.
Grupos parecidos com esses fazem parte da polícia em quase todos os estados do Brasil e, nos últimos anos, passaram a dispor de investimentos maiores e equipamentos como os usados por investigadores do seriado CSI, um fenômeno que chega a reunir 25 milhões de americanos em frente à TV a cada episódio. O seriado, em que policiais coletam provas na cena do crime e as levam para laboratórios superequipados, vem atraindo gente para a profissão de perito também no Brasil. Os peritos lidam com procedimentos científicos avançados e tecnologia de ponta e usam a lógica para reconstruir a cena do crime.
Entretanto, nem sempre a vida imita a arte. Mesmo os laboratórios mais bem equipados do país não se parecem com os cenários do CSI e os peritos não conseguem chegar ao local do crime em minutos — às vezes demoram horas — nem emitem laudos de DNA em apenas um dia. O próximo passo desses profissionais no Brasil, porém, assemelha-se, novamente, a uma criação da TV: Cold Case, em que investigadores reabrem casos antigos para encontrar culpados usando procedimentos que não existiam na época do crime. Recentemente, a polícia de São Paulo reabriu processos para identificar autores de crimes cometidos desde 1999. Com a ajuda de exames de DNA, mais de mil casos já foram resolvidos, em sua maioria, crimes sexuais. Os novos equipamentos permitem reprocessar evidências e finalmente colocar na prisão os culpados. Prova de que a tecnologia pode ser mais poderosa que o crime.
Fabiana Corrêa e Jones Rossi. A nova tropa de elite. In: Galileu, jun./2010 (com adaptações).
Julgue o item, referente às ideias e aos aspectos linguísticos do texto acima.
O trecho “para identificar autores de crimes cometidos desde 1999" expressa finalidade e poderia ser substituído, sem prejuízo para a correção gramatical do período, por “afim de identificar autores de crimes cometidos desde 1999”.
 

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O carro parou em frente a uma casa em Duque de Caxias, na região metropolitana do Rio de Janeiro. Janyra Oliveira-Costa atravessou o quintal e entrou pela porta dos fundos, que dava direto para a cozinha de azulejos brancos. Seu olhar foi imediatamente atraído para um canto do ambiente. Pendurado pelo pescoço numa viga do teto, um homem inerte a encarava. Tinha uns 30 anos, vestia calça jeans e regata branca bastante sujas.
Janyra aproximou-se do corpo para examinar os sinais de putrefação no enforcado. Sacou uma câmera, fotografou o rosto já mole e deformado e coletou vestígios, interessada nas larvas e pupas que jaziam no chão. Estava ansiosa para voltar ao laboratório, onde submeteria aqueles rastros à análise para tentar reconstituir a morte.
Janyra é uma bióloga carioca de 48 anos, especializada no estudo de insetos, a entomologia. É funcionária da Polícia Civil há 26 anos. Coordena um laboratório de perícia entomológica no Instituto de Criminalística Carlos Éboli, no centro do Rio. Em uma manhã recente, vestia um tubinho de algodão laranja sob o jaleco, equilibrada sem esforço sobre tamancos com quase 7 centímetros de salto.
Moscas, borboletas, besouros e baratas de borracha enfeitam a porta da geladeira de seu laboratório. A equipe de sete pessoas que trabalha ali estuda insetos encontrados em cenas de homicídio, no cativeiro de sequestros e em asilos com suspeita de maus-tratos a idosos. Os bichos recolhidos ajudam a esclarecer detalhes sobre o crime e, em alguns casos, permitem até apontar o culpado.
No caso do crime de Caxias, a perita analisou as larvas coletadas sob o cadáver e calculou seu tempo de vida. O resultado permitiu determinar quanto tempo havia que o homem estava morto: quinze dias. “Quando o cadáver é pendurado, a decomposição é mais lenta, porque a gravidade não deixa os insetos se segurarem para comer a pele”, explicou Janyra.
A bióloga guarda com nitidez a imagem das larvas observadas no microscópio, mas não se lembra da fisionomia do cadáver. Interessada pelo estudo entomológico, ela não acompanhou o desfecho do caso. “Nem sei o que se deu depois”, admitiu. “O cadáver para mim é só uma ferramenta de trabalho.”
Luiza Miguez. Insetos legistas. In: Piauí, n.º 76, jan./2013 (com adaptações).
A respeito das ideias e das estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item.
Infere-se do último parágrafo do texto que a perita adota uma postura impessoal diante da cena criminal examinada.
 

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2454644 Ano: 2013
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: POLC-AL

Enunciado 2454644-1

Ayahuasca é uma bebida produzida a partir de duas plantas amazônicas, Banisteriopsis caapi e Psychotria viridis, utilizada em rituais religiosos. Nessa bebida podem ser encontradas as substâncias harmina, harmalina e tetraidroarmina, as quais atuam no sistema nervoso central. Com base nessa informação e nas estruturas químicas mostradas acima, julgue o item a seguir.

Os átomos de nitrogênio de harmalina, harmina e N-acetil-6-metoxitriptamina apresentam geometria trigonal plana.

 

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Jovens e inteligentes, os membros dessa verdadeira tropa de elite da polícia brasileira, para resolver alguns dos casos mais misteriosos do país, usam o cérebro, e não a força física. Ainda que todos carreguem armas na cintura, o principal instrumento de trabalho dos peritos são potentes microscópios, lanternas, computadores, lupas e outros equipamentos que chegam a custar R$ 3 milhões — um kit que não ficaria atrás dos utilizados por James Bond.
Grupos parecidos com esses fazem parte da polícia em quase todos os estados do Brasil e, nos últimos anos, passaram a dispor de investimentos maiores e equipamentos como os usados por investigadores do seriado CSI, um fenômeno que chega a reunir 25 milhões de americanos em frente à TV a cada episódio. O seriado, em que policiais coletam provas na cena do crime e as levam para laboratórios superequipados, vem atraindo gente para a profissão de perito também no Brasil. Os peritos lidam com procedimentos científicos avançados e tecnologia de ponta e usam a lógica para reconstruir a cena do crime.
Entretanto, nem sempre a vida imita a arte. Mesmo os laboratórios mais bem equipados do país não se parecem com os cenários do CSI e os peritos não conseguem chegar ao local do crime em minutos — às vezes demoram horas — nem emitem laudos de DNA em apenas um dia. O próximo passo desses profissionais no Brasil, porém, assemelha-se, novamente, a uma criação da TV: Cold Case, em que investigadores reabrem casos antigos para encontrar culpados usando procedimentos que não existiam na época do crime. Recentemente, a polícia de São Paulo reabriu processos para identificar autores de crimes cometidos desde 1999. Com a ajuda de exames de DNA, mais de mil casos já foram resolvidos, em sua maioria, crimes sexuais. Os novos equipamentos permitem reprocessar evidências e finalmente colocar na prisão os culpados. Prova de que a tecnologia pode ser mais poderosa que o crime.
Fabiana Corrêa e Jones Rossi. A nova tropa de elite. In: Galileu, jun./2010 (com adaptações).
Julgue o item, referente às ideias e aos aspectos linguísticos do texto acima.
Infere-se do texto que o desenvolvimento tecnológico levará à redução dos índices de criminalidade no Brasil, pois permitirá a solução de casos não resolvidos com o uso de recursos periciais já ultrapassados.
 

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2454012 Ano: 2013
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: POLC-AL

Acerca de radioatividade e temas relacionados, julgue o item a seguir.

O bário é o nuclídeo produzido a partir de um decaimento !$ \beta !$ do césio 137.

 

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