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Foram encontradas 90 questões.

4128863 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Leia o texto para responder à questão.

 

Há 500 anos os índios do nordeste resistem

 

A invasão do Brasil começou do Nordeste em direção ao Leste pelo litoral. Por isso mesmo foram os índios dessas terras os que mais sofreram.

 

A luta armada mais conhecida foi travada pela Confederação dos Tamoios, reunindo vários povos.

 

A mentira dos portugueses e a traição venceram, mas não subjugaram estes povos. Preferiram a morte à escravidão e hoje existem só na lembrança, assim, como os povos Tupinambá, Kaeté, Goiataká, Aymoré e Tomiminó.

 

Por tudo isso, os índios remanescentes do Nordeste e Leste foram assimilando a cultura dos colonizadores. Muitos perderam seu próprio idioma, adotaram a alvenaria de pau-a-pique na construção de suas casas, usam roupas como lavradores e adotaram, também, esse tipo de atividade econômica.

 

Até mesmo os usos e costumes ou as danças cultuadas como símbolos da origem indígena sofreram alterações, por quase cinco séculos de sofrimento, em que enfrentaram portugueses, holandeses, franceses e sertanejos.

 

Enfrentaram também ao longo desse período a pressão de séculos para que deixassem de ser índios, a catequese das Missões, a emancipação de Pombal, o desprezo e os preconceitos dos sertanejos e, atualmente, a sociedade capitalista.

 

Apesar disso estão unidos na mesma convicção: permanecem sendo índios e com um alto grau de solidariedade, fundamentada na ideia de sua origem, de uma natureza e um destino comum que os distingue como povo.

 

(Eliane Potyguara, A terra é a mãe do índio, 1989. Adaptado)

 

O aspecto permansivo diz respeito à forma verbal em que o centro da ação expressa ideia de continuidade, conforme a destacada em:

 

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4128862 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Leia o texto para responder à questão.

 

Há 500 anos os índios do nordeste resistem

 

A invasão do Brasil começou do Nordeste em direção ao Leste pelo litoral. Por isso mesmo foram os índios dessas terras os que mais sofreram.

 

A luta armada mais conhecida foi travada pela Confederação dos Tamoios, reunindo vários povos.

 

A mentira dos portugueses e a traição venceram, mas não subjugaram estes povos. Preferiram a morte à escravidão e hoje existem só na lembrança, assim, como os povos Tupinambá, Kaeté, Goiataká, Aymoré e Tomiminó.

 

Por tudo isso, os índios remanescentes do Nordeste e Leste foram assimilando a cultura dos colonizadores. Muitos perderam seu próprio idioma, adotaram a alvenaria de pau-a-pique na construção de suas casas, usam roupas como lavradores e adotaram, também, esse tipo de atividade econômica.

 

Até mesmo os usos e costumes ou as danças cultuadas como símbolos da origem indígena sofreram alterações, por quase cinco séculos de sofrimento, em que enfrentaram portugueses, holandeses, franceses e sertanejos.

 

Enfrentaram também ao longo desse período a pressão de séculos para que deixassem de ser índios, a catequese das Missões, a emancipação de Pombal, o desprezo e os preconceitos dos sertanejos e, atualmente, a sociedade capitalista.

 

Apesar disso estão unidos na mesma convicção: permanecem sendo índios e com um alto grau de solidariedade, fundamentada na ideia de sua origem, de uma natureza e um destino comum que os distingue como povo.

 

(Eliane Potyguara, A terra é a mãe do índio, 1989. Adaptado)

 

No último parágrafo do texto – Apesar disso estão unidos na mesma convicção: (...) um destino comum que os distingue como povo. –, as expressões destacadas referem-se, correta e respectivamente:

 

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4128861 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Leia o texto para responder à questão.

 

Há 500 anos os índios do nordeste resistem

 

A invasão do Brasil começou do Nordeste em direção ao Leste pelo litoral. Por isso mesmo foram os índios dessas terras os que mais sofreram.

 

A luta armada mais conhecida foi travada pela Confederação dos Tamoios, reunindo vários povos.

 

A mentira dos portugueses e a traição venceram, mas não subjugaram estes povos. Preferiram a morte à escravidão e hoje existem só na lembrança, assim, como os povos Tupinambá, Kaeté, Goiataká, Aymoré e Tomiminó.

 

Por tudo isso, os índios remanescentes do Nordeste e Leste foram assimilando a cultura dos colonizadores. Muitos perderam seu próprio idioma, adotaram a alvenaria de pau-a-pique na construção de suas casas, usam roupas como lavradores e adotaram, também, esse tipo de atividade econômica.

 

Até mesmo os usos e costumes ou as danças cultuadas como símbolos da origem indígena sofreram alterações, por quase cinco séculos de sofrimento, em que enfrentaram portugueses, holandeses, franceses e sertanejos.

 

Enfrentaram também ao longo desse período a pressão de séculos para que deixassem de ser índios, a catequese das Missões, a emancipação de Pombal, o desprezo e os preconceitos dos sertanejos e, atualmente, a sociedade capitalista.

 

Apesar disso estão unidos na mesma convicção: permanecem sendo índios e com um alto grau de solidariedade, fundamentada na ideia de sua origem, de uma natureza e um destino comum que os distingue como povo.

 

(Eliane Potyguara, A terra é a mãe do índio, 1989. Adaptado)

 

De acordo com o texto, um dos grandes problemas de que os indígenas foram vítimas diz respeito

 

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4128860 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Leia a tira.

 

Enunciado 4655061-1

Com a fala “Mas tô atolado de serviço, senhor.”, o personagem expressa-se com

 

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4128859 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Leia o texto para responder à questão.

 

Moyo é uma pedra basilar de muitas vidas. Homem baixinho. Rechonchudo. Que maneja os objectos mágicos com as mãos de um artista, sem pressa, como se fosse seu todo o tempo do mundo. Com varinhas mágicas rendilhando vidas e almas de gente que vem de todos os ângulos para depositar-lhe nos ouvidos as mais incríveis confidências. Sempre despenteado, estilo rastafári. Um olhar que massaja de frescura qualquer coração em chamas. Um homem que tem para todos um sorriso de menino, uma palavra de ternura.

 

— Boa tarde, Moyo!

 

— Tu aqui?

 

A amizade entre o José e o Moyo não aconteceu por acaso. Passaram por aquelas mãos muitas gerações de escravos, de condenados. A todos ofereceu de presente uma palavra de esperança. Era muito respeitado pelo povo e temido pelo sistema. Por duas vezes as mãos de Moyo trouxeram José aos arrastos do além para este mundo. A primeira quando foi mordido por uma cobra medonha. A segunda quando sofreu o castigo de chibatadas no tronco, por ter tentado fugir do acampamento. O seu corpo estava transformado num puré de sangue que Moyo devolveu à vida, apenas por magia. Cuidou-o pacientemente, como uma mulher velha bordando em ponto de cruz. E embalando- lhe a alma com histórias de encantar, de homens, animais, monstros e tudo, como se de uma criança se tratasse. José dos Montes deve a vida àquele homem. Que o trouxe do além para este mundo. Que reconheceu nele um menino sem pai nem mãe, nem eira nem beira, nem esperança. Alimentara-o durante meses sem nunca pedir nada em troca.

 

(Paulina Chiziane. O Alegre Canto da Perdiz, 2008. Adaptado)

 

Embora o texto seja escrito em língua portuguesa, apresenta termo cuja ortografia difere do português do Brasil. Isso se confirma em:

 

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4128858 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Leia o texto para responder à questão.

 

Moyo é uma pedra basilar de muitas vidas. Homem baixinho. Rechonchudo. Que maneja os objectos mágicos com as mãos de um artista, sem pressa, como se fosse seu todo o tempo do mundo. Com varinhas mágicas rendilhando vidas e almas de gente que vem de todos os ângulos para depositar-lhe nos ouvidos as mais incríveis confidências. Sempre despenteado, estilo rastafári. Um olhar que massaja de frescura qualquer coração em chamas. Um homem que tem para todos um sorriso de menino, uma palavra de ternura.

 

— Boa tarde, Moyo!

 

— Tu aqui?

 

A amizade entre o José e o Moyo não aconteceu por acaso. Passaram por aquelas mãos muitas gerações de escravos, de condenados. A todos ofereceu de presente uma palavra de esperança. Era muito respeitado pelo povo e temido pelo sistema. Por duas vezes as mãos de Moyo trouxeram José aos arrastos do além para este mundo. A primeira quando foi mordido por uma cobra medonha. A segunda quando sofreu o castigo de chibatadas no tronco, por ter tentado fugir do acampamento. O seu corpo estava transformado num puré de sangue que Moyo devolveu à vida, apenas por magia. Cuidou-o pacientemente, como uma mulher velha bordando em ponto de cruz. E embalando- lhe a alma com histórias de encantar, de homens, animais, monstros e tudo, como se de uma criança se tratasse. José dos Montes deve a vida àquele homem. Que o trouxe do além para este mundo. Que reconheceu nele um menino sem pai nem mãe, nem eira nem beira, nem esperança. Alimentara-o durante meses sem nunca pedir nada em troca.

 

(Paulina Chiziane. O Alegre Canto da Perdiz, 2008. Adaptado)

 

Assinale a alternativa em que a reescrita de informações textuais está em conformidade com a norma-padrão de regência.

 

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4128857 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Leia o texto para responder à questão.

 

Moyo é uma pedra basilar de muitas vidas. Homem baixinho. Rechonchudo. Que maneja os objectos mágicos com as mãos de um artista, sem pressa, como se fosse seu todo o tempo do mundo. Com varinhas mágicas rendilhando vidas e almas de gente que vem de todos os ângulos para depositar-lhe nos ouvidos as mais incríveis confidências. Sempre despenteado, estilo rastafári. Um olhar que massaja de frescura qualquer coração em chamas. Um homem que tem para todos um sorriso de menino, uma palavra de ternura.

 

— Boa tarde, Moyo!

 

— Tu aqui?

 

A amizade entre o José e o Moyo não aconteceu por acaso. Passaram por aquelas mãos muitas gerações de escravos, de condenados. A todos ofereceu de presente uma palavra de esperança. Era muito respeitado pelo povo e temido pelo sistema. Por duas vezes as mãos de Moyo trouxeram José aos arrastos do além para este mundo. A primeira quando foi mordido por uma cobra medonha. A segunda quando sofreu o castigo de chibatadas no tronco, por ter tentado fugir do acampamento. O seu corpo estava transformado num puré de sangue que Moyo devolveu à vida, apenas por magia. Cuidou-o pacientemente, como uma mulher velha bordando em ponto de cruz. E embalando- lhe a alma com histórias de encantar, de homens, animais, monstros e tudo, como se de uma criança se tratasse. José dos Montes deve a vida àquele homem. Que o trouxe do além para este mundo. Que reconheceu nele um menino sem pai nem mãe, nem eira nem beira, nem esperança. Alimentara-o durante meses sem nunca pedir nada em troca.

 

(Paulina Chiziane. O Alegre Canto da Perdiz, 2008. Adaptado)

 

Considere as passagens do 4º parágrafo:

 

• Por duas vezes as mãos de Moyo trouxeram José aos arrastos do além para este mundo.

• O seu corpo estava transformado num puré de sangue...

• ... nem eira nem beira...

 

As informações apresentadas permitem entender, correta e respectivamente, que

 

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4128856 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Leia o texto para responder à questão.

 

Moyo é uma pedra basilar de muitas vidas. Homem baixinho. Rechonchudo. Que maneja os objectos mágicos com as mãos de um artista, sem pressa, como se fosse seu todo o tempo do mundo. Com varinhas mágicas rendilhando vidas e almas de gente que vem de todos os ângulos para depositar-lhe nos ouvidos as mais incríveis confidências. Sempre despenteado, estilo rastafári. Um olhar que massaja de frescura qualquer coração em chamas. Um homem que tem para todos um sorriso de menino, uma palavra de ternura.

 

— Boa tarde, Moyo!

 

— Tu aqui?

 

A amizade entre o José e o Moyo não aconteceu por acaso. Passaram por aquelas mãos muitas gerações de escravos, de condenados. A todos ofereceu de presente uma palavra de esperança. Era muito respeitado pelo povo e temido pelo sistema. Por duas vezes as mãos de Moyo trouxeram José aos arrastos do além para este mundo. A primeira quando foi mordido por uma cobra medonha. A segunda quando sofreu o castigo de chibatadas no tronco, por ter tentado fugir do acampamento. O seu corpo estava transformado num puré de sangue que Moyo devolveu à vida, apenas por magia. Cuidou-o pacientemente, como uma mulher velha bordando em ponto de cruz. E embalando- lhe a alma com histórias de encantar, de homens, animais, monstros e tudo, como se de uma criança se tratasse. José dos Montes deve a vida àquele homem. Que o trouxe do além para este mundo. Que reconheceu nele um menino sem pai nem mãe, nem eira nem beira, nem esperança. Alimentara-o durante meses sem nunca pedir nada em troca.

 

(Paulina Chiziane. O Alegre Canto da Perdiz, 2008. Adaptado)

 

A narrativa deixa evidente que o povo de Moyo vive

 

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4128855 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Leia o texto para responder à questão.

 

Moyo é uma pedra basilar de muitas vidas. Homem baixinho. Rechonchudo. Que maneja os objectos mágicos com as mãos de um artista, sem pressa, como se fosse seu todo o tempo do mundo. Com varinhas mágicas rendilhando vidas e almas de gente que vem de todos os ângulos para depositar-lhe nos ouvidos as mais incríveis confidências. Sempre despenteado, estilo rastafári. Um olhar que massaja de frescura qualquer coração em chamas. Um homem que tem para todos um sorriso de menino, uma palavra de ternura.

 

— Boa tarde, Moyo!

 

— Tu aqui?

 

A amizade entre o José e o Moyo não aconteceu por acaso. Passaram por aquelas mãos muitas gerações de escravos, de condenados. A todos ofereceu de presente uma palavra de esperança. Era muito respeitado pelo povo e temido pelo sistema. Por duas vezes as mãos de Moyo trouxeram José aos arrastos do além para este mundo. A primeira quando foi mordido por uma cobra medonha. A segunda quando sofreu o castigo de chibatadas no tronco, por ter tentado fugir do acampamento. O seu corpo estava transformado num puré de sangue que Moyo devolveu à vida, apenas por magia. Cuidou-o pacientemente, como uma mulher velha bordando em ponto de cruz. E embalando- lhe a alma com histórias de encantar, de homens, animais, monstros e tudo, como se de uma criança se tratasse. José dos Montes deve a vida àquele homem. Que o trouxe do além para este mundo. Que reconheceu nele um menino sem pai nem mãe, nem eira nem beira, nem esperança. Alimentara-o durante meses sem nunca pedir nada em troca.

 

(Paulina Chiziane. O Alegre Canto da Perdiz, 2008. Adaptado)

 

Com a passagem do quarto parágrafo – E embalando-lhe a alma com histórias de encantar, de homens, animais, monstros e tudo, como se de uma criança se tratasse. – o narrador enfatiza a importância

 

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4128854 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Leia a charge.

 

Enunciado 4655055-1

Na charge, o autor estabelece uma crítica em relação

 

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