Foram encontradas 366 questões.
Sejam duas progressões, sendo a Primeira, aritmética, e a
Segunda, geométrica. A Primeira possui como primeiro
elemento, o número 2, e tem como razão, o número 2. A
Segunda possui como primeiro elemento, o número 2, e tem
como razão, o número 3. Qual será o elemento da Primeira que
terá o mesmo valor do 10° elemento da Segunda?
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Abaixo é possível se observar quatro diferentes conjuntos
de dados numéricos, cada um deles com exatos oito dados
numéricos:

Considere que se deseja obter a mediana entre as médias aritméticas dos quatro conjuntos de dados numéricos. Qual das alternativas apresenta essa mediana? (Considere duas casas decimais e critérios de arredondamento nos resultados).

Considere que se deseja obter a mediana entre as médias aritméticas dos quatro conjuntos de dados numéricos. Qual das alternativas apresenta essa mediana? (Considere duas casas decimais e critérios de arredondamento nos resultados).
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Uma aplicação financeira é regida por juros simples, com
taxa de 0,5% mensais. Uma pessoa aplica um capital de R$
120.000,00 nessas condições, e deseja saber quanto tempo
mínimo o saque do montante será maior que o dobro do
capital, sendo que, ao sacar o montante, a instituição financeira
retém 5% do montante obtido. Qual será esse tempo mínimo?
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Uma fábrica de objetos plásticos produz cubos maciços
decorativos. Os cubos possuem todas as faces com a mesma
cor, e somente uma delas tem um ponto branco no centro.
Sejam dois cubos produzidos: um de aresta 20 cm e outro de
aresta 8 cm. Se fosse possível coincidir os pontos brancos
desses dois cubos, ambos com essa face voltada para cima, e
se retirasse o volume do cubo menor, do cubo maior, o formato
resultante teria volume de:
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Considere que um ano passa a ser formado por 12 meses
com 28 dias, cada um. Cada um dos meses tem exatamente 4
semanas, e cada semana tem 2 dias não-úteis: sábado e
domingo. Ainda, foi definido que, entre segunda e sexta-feira,
ao longo do ano, há 4 dias feriados, ou seja, não-úteis. Com
base nisso, se for sorteado um dia útil desse ano, qual é a
probabilidade aproximada de ser o primeiro dia útil do ano
inteiro?
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Leia o texto para responder à questão.
Escolhendo times na escola
Se eu pudesse voltar atrás, não participaria dos jogos da
exclusão, dos jogos da rejeição da minha infância.
Teria boicotado, feito greve, discursado contra.
Há dores que demoram para doer. A consciência social nem
sempre é pontual, nem sempre está desperta desde cedo.
Eu não previa os efeitos danosos para tantos outros meninos
como eu.
Uma vez que eu não arcava com o preconceito, não entendia
a sua influência perniciosa, o seu papel desagregador, o seu
exemplo antieducacional.
Nas aulas de educação física, o professor indicava dois
colegas para escolher os times. Cada um desfrutava do direito de
chamar, alternadamente, integrantes para sua equipe.
Eu sempre fui boleiro, e terminava sendo um dos primeiros
recrutados. Não penava como alvo da perseguição. Dispunha da
confiança imediata dos meus semelhantes, então me calava.
Depois que os melhores eram convocados, numa disputa de
preferência por quem havia mostrado habilidade nas peladas do
recreio, acontecia um bizarro concurso para evitar os piores no
próprio time.
Os capitães se digladiavam para não contar com os “pernas
de pau” em sua formação. Xingavam publicamente os que
sobravam no final da seletiva.
Disparavam desaforos para crianças indefesas que estavam
ali justamente para aprender futebol. Crianças que não tinham
nenhuma obrigação de conhecer os fundamentos do esporte.
— Pode ficar, jogamos com um a menos.
— Ele não, é muito ruim.
— Nem colocando de goleiro.
— Ele não presta nem como poste.
Qual o propósito da escola senão dar chance para quem
nunca entrou em campo? Mas vivemos num país segregador,
pulando etapas, em que é difícil ensinar o básico. Parece que
todo mundo deve nascer sabendo.
Assim muitos jovens perderam a vontade de comparecer a
interações coletivas, postos de lado já nos ensaios e treinos da
vida.
Eu queria pedir desculpa retroativa a todos que foram
zombados nas peneiras estudantis, apelidados de “perebas” ou
de “babas”, ofendidos pela sua aparência, num bullying perigoso
sobre obesidade e demais características físicas.
A todos que não receberam uma mísera oportunidade, um
único incentivo, a proteção do acolhimento, o cuidado para se
entrosar pouco a pouco, sem a hierarquia sumária de valor, sem
o julgamento prévio.
Lamento a minha passividade. Tão obcecado no meu
desempenho, focado no meu individualismo, egoísta nos dribles,
feliz com a fragilidade do adversário, eu não via na época o
quanto eles sofriam com qualquer erro, qualquer passe torto,
qualquer tiro a gol longe da meta, defenestrados por
antecipação. Atuavam sob o signo do pânico e da opressão, para
confirmar expectativas e agouros. Não se encontravam
relaxados ou motivados. Experimentavam um terrorismo
psicológico desmedido. Não usufruíam de paz para tentar, falhar,
retomar, condenados a provar o engano nos primeiros minutos
de bola rolando. A indisposição reforçava os estereótipos, os
rótulos, os recalques.
Já começávamos a aula derrotados moralmente.
Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
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Leia o texto para responder à questão.
Escolhendo times na escola
Se eu pudesse voltar atrás, não participaria dos jogos da
exclusão, dos jogos da rejeição da minha infância.
Teria boicotado, feito greve, discursado contra.
Há dores que demoram para doer. A consciência social nem
sempre é pontual, nem sempre está desperta desde cedo.
Eu não previa os efeitos danosos para tantos outros meninos
como eu.
Uma vez que eu não arcava com o preconceito, não entendia
a sua influência perniciosa, o seu papel desagregador, o seu
exemplo antieducacional.
Nas aulas de educação física, o professor indicava dois
colegas para escolher os times. Cada um desfrutava do direito de
chamar, alternadamente, integrantes para sua equipe.
Eu sempre fui boleiro, e terminava sendo um dos primeiros
recrutados. Não penava como alvo da perseguição. Dispunha da
confiança imediata dos meus semelhantes, então me calava.
Depois que os melhores eram convocados, numa disputa de
preferência por quem havia mostrado habilidade nas peladas do
recreio, acontecia um bizarro concurso para evitar os piores no
próprio time.
Os capitães se digladiavam para não contar com os “pernas
de pau” em sua formação. Xingavam publicamente os que
sobravam no final da seletiva.
Disparavam desaforos para crianças indefesas que estavam
ali justamente para aprender futebol. Crianças que não tinham
nenhuma obrigação de conhecer os fundamentos do esporte.
— Pode ficar, jogamos com um a menos.
— Ele não, é muito ruim.
— Nem colocando de goleiro.
— Ele não presta nem como poste.
Qual o propósito da escola senão dar chance para quem
nunca entrou em campo? Mas vivemos num país segregador,
pulando etapas, em que é difícil ensinar o básico. Parece que
todo mundo deve nascer sabendo.
Assim muitos jovens perderam a vontade de comparecer a
interações coletivas, postos de lado já nos ensaios e treinos da
vida.
Eu queria pedir desculpa retroativa a todos que foram
zombados nas peneiras estudantis, apelidados de “perebas” ou
de “babas”, ofendidos pela sua aparência, num bullying perigoso
sobre obesidade e demais características físicas.
A todos que não receberam uma mísera oportunidade, um
único incentivo, a proteção do acolhimento, o cuidado para se
entrosar pouco a pouco, sem a hierarquia sumária de valor, sem
o julgamento prévio.
Lamento a minha passividade. Tão obcecado no meu
desempenho, focado no meu individualismo, egoísta nos dribles,
feliz com a fragilidade do adversário, eu não via na época o
quanto eles sofriam com qualquer erro, qualquer passe torto,
qualquer tiro a gol longe da meta, defenestrados por
antecipação. Atuavam sob o signo do pânico e da opressão, para
confirmar expectativas e agouros. Não se encontravam
relaxados ou motivados. Experimentavam um terrorismo
psicológico desmedido. Não usufruíam de paz para tentar, falhar,
retomar, condenados a provar o engano nos primeiros minutos
de bola rolando. A indisposição reforçava os estereótipos, os
rótulos, os recalques.
Já começávamos a aula derrotados moralmente.
Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
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Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder à questão.
Escolhendo times na escola
Se eu pudesse voltar atrás, não participaria dos jogos da
exclusão, dos jogos da rejeição da minha infância.
Teria boicotado, feito greve, discursado contra.
Há dores que demoram para doer. A consciência social nem
sempre é pontual, nem sempre está desperta desde cedo.
Eu não previa os efeitos danosos para tantos outros meninos
como eu.
Uma vez que eu não arcava com o preconceito, não entendia
a sua influência perniciosa, o seu papel desagregador, o seu
exemplo antieducacional.
Nas aulas de educação física, o professor indicava dois
colegas para escolher os times. Cada um desfrutava do direito de
chamar, alternadamente, integrantes para sua equipe.
Eu sempre fui boleiro, e terminava sendo um dos primeiros
recrutados. Não penava como alvo da perseguição. Dispunha da
confiança imediata dos meus semelhantes, então me calava.
Depois que os melhores eram convocados, numa disputa de
preferência por quem havia mostrado habilidade nas peladas do
recreio, acontecia um bizarro concurso para evitar os piores no
próprio time.
Os capitães se digladiavam para não contar com os “pernas
de pau” em sua formação. Xingavam publicamente os que
sobravam no final da seletiva.
Disparavam desaforos para crianças indefesas que estavam
ali justamente para aprender futebol. Crianças que não tinham
nenhuma obrigação de conhecer os fundamentos do esporte.
— Pode ficar, jogamos com um a menos.
— Ele não, é muito ruim.
— Nem colocando de goleiro.
— Ele não presta nem como poste.
Qual o propósito da escola senão dar chance para quem
nunca entrou em campo? Mas vivemos num país segregador,
pulando etapas, em que é difícil ensinar o básico. Parece que
todo mundo deve nascer sabendo.
Assim muitos jovens perderam a vontade de comparecer a
interações coletivas, postos de lado já nos ensaios e treinos da
vida.
Eu queria pedir desculpa retroativa a todos que foram
zombados nas peneiras estudantis, apelidados de “perebas” ou
de “babas”, ofendidos pela sua aparência, num bullying perigoso
sobre obesidade e demais características físicas.
A todos que não receberam uma mísera oportunidade, um
único incentivo, a proteção do acolhimento, o cuidado para se
entrosar pouco a pouco, sem a hierarquia sumária de valor, sem
o julgamento prévio.
Lamento a minha passividade. Tão obcecado no meu
desempenho, focado no meu individualismo, egoísta nos dribles,
feliz com a fragilidade do adversário, eu não via na época o
quanto eles sofriam com qualquer erro, qualquer passe torto,
qualquer tiro a gol longe da meta, defenestrados por
antecipação. Atuavam sob o signo do pânico e da opressão, para
confirmar expectativas e agouros. Não se encontravam
relaxados ou motivados. Experimentavam um terrorismo
psicológico desmedido. Não usufruíam de paz para tentar, falhar,
retomar, condenados a provar o engano nos primeiros minutos
de bola rolando. A indisposição reforçava os estereótipos, os
rótulos, os recalques.
Já começávamos a aula derrotados moralmente.
Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder à questão.
Escolhendo times na escola
Se eu pudesse voltar atrás, não participaria dos jogos da
exclusão, dos jogos da rejeição da minha infância.
Teria boicotado, feito greve, discursado contra.
Há dores que demoram para doer. A consciência social nem
sempre é pontual, nem sempre está desperta desde cedo.
Eu não previa os efeitos danosos para tantos outros meninos
como eu.
Uma vez que eu não arcava com o preconceito, não entendia
a sua influência perniciosa, o seu papel desagregador, o seu
exemplo antieducacional.
Nas aulas de educação física, o professor indicava dois
colegas para escolher os times. Cada um desfrutava do direito de
chamar, alternadamente, integrantes para sua equipe.
Eu sempre fui boleiro, e terminava sendo um dos primeiros
recrutados. Não penava como alvo da perseguição. Dispunha da
confiança imediata dos meus semelhantes, então me calava.
Depois que os melhores eram convocados, numa disputa de
preferência por quem havia mostrado habilidade nas peladas do
recreio, acontecia um bizarro concurso para evitar os piores no
próprio time.
Os capitães se digladiavam para não contar com os “pernas
de pau” em sua formação. Xingavam publicamente os que
sobravam no final da seletiva.
Disparavam desaforos para crianças indefesas que estavam
ali justamente para aprender futebol. Crianças que não tinham
nenhuma obrigação de conhecer os fundamentos do esporte.
— Pode ficar, jogamos com um a menos.
— Ele não, é muito ruim.
— Nem colocando de goleiro.
— Ele não presta nem como poste.
Qual o propósito da escola senão dar chance para quem
nunca entrou em campo? Mas vivemos num país segregador,
pulando etapas, em que é difícil ensinar o básico. Parece que
todo mundo deve nascer sabendo.
Assim muitos jovens perderam a vontade de comparecer a
interações coletivas, postos de lado já nos ensaios e treinos da
vida.
Eu queria pedir desculpa retroativa a todos que foram
zombados nas peneiras estudantis, apelidados de “perebas” ou
de “babas”, ofendidos pela sua aparência, num bullying perigoso
sobre obesidade e demais características físicas.
A todos que não receberam uma mísera oportunidade, um
único incentivo, a proteção do acolhimento, o cuidado para se
entrosar pouco a pouco, sem a hierarquia sumária de valor, sem
o julgamento prévio.
Lamento a minha passividade. Tão obcecado no meu
desempenho, focado no meu individualismo, egoísta nos dribles,
feliz com a fragilidade do adversário, eu não via na época o
quanto eles sofriam com qualquer erro, qualquer passe torto,
qualquer tiro a gol longe da meta, defenestrados por
antecipação. Atuavam sob o signo do pânico e da opressão, para
confirmar expectativas e agouros. Não se encontravam
relaxados ou motivados. Experimentavam um terrorismo
psicológico desmedido. Não usufruíam de paz para tentar, falhar,
retomar, condenados a provar o engano nos primeiros minutos
de bola rolando. A indisposição reforçava os estereótipos, os
rótulos, os recalques.
Já começávamos a aula derrotados moralmente.
Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
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Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder à questão.
Escolhendo times na escola
Se eu pudesse voltar atrás, não participaria dos jogos da
exclusão, dos jogos da rejeição da minha infância.
Teria boicotado, feito greve, discursado contra.
Há dores que demoram para doer. A consciência social nem
sempre é pontual, nem sempre está desperta desde cedo.
Eu não previa os efeitos danosos para tantos outros meninos
como eu.
Uma vez que eu não arcava com o preconceito, não entendia
a sua influência perniciosa, o seu papel desagregador, o seu
exemplo antieducacional.
Nas aulas de educação física, o professor indicava dois
colegas para escolher os times. Cada um desfrutava do direito de
chamar, alternadamente, integrantes para sua equipe.
Eu sempre fui boleiro, e terminava sendo um dos primeiros
recrutados. Não penava como alvo da perseguição. Dispunha da
confiança imediata dos meus semelhantes, então me calava.
Depois que os melhores eram convocados, numa disputa de
preferência por quem havia mostrado habilidade nas peladas do
recreio, acontecia um bizarro concurso para evitar os piores no
próprio time.
Os capitães se digladiavam para não contar com os “pernas
de pau” em sua formação. Xingavam publicamente os que
sobravam no final da seletiva.
Disparavam desaforos para crianças indefesas que estavam
ali justamente para aprender futebol. Crianças que não tinham
nenhuma obrigação de conhecer os fundamentos do esporte.
— Pode ficar, jogamos com um a menos.
— Ele não, é muito ruim.
— Nem colocando de goleiro.
— Ele não presta nem como poste.
Qual o propósito da escola senão dar chance para quem
nunca entrou em campo? Mas vivemos num país segregador,
pulando etapas, em que é difícil ensinar o básico. Parece que
todo mundo deve nascer sabendo.
Assim muitos jovens perderam a vontade de comparecer a
interações coletivas, postos de lado já nos ensaios e treinos da
vida.
Eu queria pedir desculpa retroativa a todos que foram
zombados nas peneiras estudantis, apelidados de “perebas” ou
de “babas”, ofendidos pela sua aparência, num bullying perigoso
sobre obesidade e demais características físicas.
A todos que não receberam uma mísera oportunidade, um
único incentivo, a proteção do acolhimento, o cuidado para se
entrosar pouco a pouco, sem a hierarquia sumária de valor, sem
o julgamento prévio.
Lamento a minha passividade. Tão obcecado no meu
desempenho, focado no meu individualismo, egoísta nos dribles,
feliz com a fragilidade do adversário, eu não via na época o
quanto eles sofriam com qualquer erro, qualquer passe torto,
qualquer tiro a gol longe da meta, defenestrados por
antecipação. Atuavam sob o signo do pânico e da opressão, para
confirmar expectativas e agouros. Não se encontravam
relaxados ou motivados. Experimentavam um terrorismo
psicológico desmedido. Não usufruíam de paz para tentar, falhar,
retomar, condenados a provar o engano nos primeiros minutos
de bola rolando. A indisposição reforçava os estereótipos, os
rótulos, os recalques.
Já começávamos a aula derrotados moralmente.
Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
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