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O jabuti e o leopardo
Curiosamente, aquele jabuti andava depressa. Mas era
descuidado. Caminhando sobre as folhas caídas no chão
na floresta, não viu um buraco e − ploft! − foi parar lá no
fundo. Por sorte, seu casco o protegeu da queda e ele
não se machucou. Enquanto espanava a poeira do
corpo, suspeitou que aquele não era um buraco
qualquer, e tinha razão. Era uma armadilha feita por
caçadores.
O jabuti ficou desesperado. Suas patinhas curtas não
facilitavam a escalada e ele se deu conta de que estava mesmo preso no buraco. A noite caía, veio a escuridão e
com ela o medo de virar comida de caçador.
− E agora? Quem vai me ajudar? − pensou alto o jabuti.
Tão alto que, mal terminou a frase e... − ploft! −, um
leopardo caiu no mesmo buraco.
Ainda meio tonto com a poeira levantada pelo felino na
queda, o jabuti passou suas curtas patinhas nos olhos e
viu que não estava sonhando. Era um leopardo mesmo,
dos grandes! Seu desespero agora era duplo: estava
preso no buraco e tinha a companhia de um leopardo
que poderia devorá-lo a qualquer momento.
− Pensa, pensa, pensa... − repetia mentalmente o jabuti.
Que nervoso! Não lhe ocorria nada muito genial. Com o
leopardo olhando fixamente na sua direção, o jabuti
resolveu gritar, falar alto, irritado, com a raiva de quem
tem muita coragem, embora fosse puro medo por dentro.
− O que é isso? O que é isso? Como você, leopardo,
ousa invadir o meu território? Será que um jabuti não
pode ter um minuto de privacidade que logo um bicho
sem permissão invade a sua toca? O que você está
fazendo aqui sem pedir licença? − berrava o jabuti,
disfarçando a tremedeira.
O leopardo parecia atordoado, não entendia direito o que
estava acontecendo. O jabuti percebeu que seu chilique
era convincente e continuou:
− Não vou admitir que leopardo nenhum venha aqui, na
minha casa, atrapalhar o meu descanso. Ponha-se daqui
para fora agora mesmo − arriscou o jabuti, fazendo a
cara mais feia que tinha para um momento de terror.
Ao que tudo indica, leopardos não gostam de receber
ordens. Sem paciência, o felino agarrou o jabuti pelo
casco e o arremessou para fora do buraco.
Empoeirado, aliviado e feliz, o jabuti apertou o passo,
correu o mais depressa que pôde e foi para a sua
verdadeira toca na floresta.
Às vezes, a gente tira coragem de onde nem imagina.
https://chc.org.br/artigo/o-jabuti-e-o-leopardo/
I.O 'a' em 'a sua toca' não foi craseado, pois o emprego da crase antes de pronomes possessivos é facultativo, ou seja, pode ou não ocorrer a crase.
IIO 'a' em 'a sua toca'' é uma preposição exigida pelo verbo 'invadir'.
III.O 'a' em 'a sua toca' é um artigo definido que se refere ao substantivo 'toca'.
IV.Se a expressão 'invade a sua toca' fosse substituída por 'foi à toca', a crase seria obrigatória.
É correto o que se afirma e
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O jabuti e o leopardo
Curiosamente, aquele jabuti andava depressa. Mas era
descuidado. Caminhando sobre as folhas caídas no chão
na floresta, não viu um buraco e − ploft! − foi parar lá no
fundo. Por sorte, seu casco o protegeu da queda e ele
não se machucou. Enquanto espanava a poeira do
corpo, suspeitou que aquele não era um buraco
qualquer, e tinha razão. Era uma armadilha feita por
caçadores.
O jabuti ficou desesperado. Suas patinhas curtas não
facilitavam a escalada e ele se deu conta de que estava mesmo preso no buraco. A noite caía, veio a escuridão e
com ela o medo de virar comida de caçador.
− E agora? Quem vai me ajudar? − pensou alto o jabuti.
Tão alto que, mal terminou a frase e... − ploft! −, um
leopardo caiu no mesmo buraco.
Ainda meio tonto com a poeira levantada pelo felino na
queda, o jabuti passou suas curtas patinhas nos olhos e
viu que não estava sonhando. Era um leopardo mesmo,
dos grandes! Seu desespero agora era duplo: estava
preso no buraco e tinha a companhia de um leopardo
que poderia devorá-lo a qualquer momento.
− Pensa, pensa, pensa... − repetia mentalmente o jabuti.
Que nervoso! Não lhe ocorria nada muito genial. Com o
leopardo olhando fixamente na sua direção, o jabuti
resolveu gritar, falar alto, irritado, com a raiva de quem
tem muita coragem, embora fosse puro medo por dentro.
− O que é isso? O que é isso? Como você, leopardo,
ousa invadir o meu território? Será que um jabuti não
pode ter um minuto de privacidade que logo um bicho
sem permissão invade a sua toca? O que você está
fazendo aqui sem pedir licença? − berrava o jabuti,
disfarçando a tremedeira.
O leopardo parecia atordoado, não entendia direito o que
estava acontecendo. O jabuti percebeu que seu chilique
era convincente e continuou:
− Não vou admitir que leopardo nenhum venha aqui, na
minha casa, atrapalhar o meu descanso. Ponha-se daqui
para fora agora mesmo − arriscou o jabuti, fazendo a
cara mais feia que tinha para um momento de terror.
Ao que tudo indica, leopardos não gostam de receber
ordens. Sem paciência, o felino agarrou o jabuti pelo
casco e o arremessou para fora do buraco.
Empoeirado, aliviado e feliz, o jabuti apertou o passo,
correu o mais depressa que pôde e foi para a sua
verdadeira toca na floresta.
Às vezes, a gente tira coragem de onde nem imagina.
https://chc.org.br/artigo/o-jabuti-e-o-leopardo/
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O jabuti e o leopardo
Curiosamente, aquele jabuti andava depressa. Mas era
descuidado. Caminhando sobre as folhas caídas no chão
na floresta, não viu um buraco e − ploft! − foi parar lá no
fundo. Por sorte, seu casco o protegeu da queda e ele
não se machucou. Enquanto espanava a poeira do
corpo, suspeitou que aquele não era um buraco
qualquer, e tinha razão. Era uma armadilha feita por
caçadores.
O jabuti ficou desesperado. Suas patinhas curtas não
facilitavam a escalada e ele se deu conta de que estava mesmo preso no buraco. A noite caía, veio a escuridão e
com ela o medo de virar comida de caçador.
− E agora? Quem vai me ajudar? − pensou alto o jabuti.
Tão alto que, mal terminou a frase e... − ploft! −, um
leopardo caiu no mesmo buraco.
Ainda meio tonto com a poeira levantada pelo felino na
queda, o jabuti passou suas curtas patinhas nos olhos e
viu que não estava sonhando. Era um leopardo mesmo,
dos grandes! Seu desespero agora era duplo: estava
preso no buraco e tinha a companhia de um leopardo
que poderia devorá-lo a qualquer momento.
− Pensa, pensa, pensa... − repetia mentalmente o jabuti.
Que nervoso! Não lhe ocorria nada muito genial. Com o
leopardo olhando fixamente na sua direção, o jabuti
resolveu gritar, falar alto, irritado, com a raiva de quem
tem muita coragem, embora fosse puro medo por dentro.
− O que é isso? O que é isso? Como você, leopardo,
ousa invadir o meu território? Será que um jabuti não
pode ter um minuto de privacidade que logo um bicho
sem permissão invade a sua toca? O que você está
fazendo aqui sem pedir licença? − berrava o jabuti,
disfarçando a tremedeira.
O leopardo parecia atordoado, não entendia direito o que
estava acontecendo. O jabuti percebeu que seu chilique
era convincente e continuou:
− Não vou admitir que leopardo nenhum venha aqui, na
minha casa, atrapalhar o meu descanso. Ponha-se daqui
para fora agora mesmo − arriscou o jabuti, fazendo a
cara mais feia que tinha para um momento de terror.
Ao que tudo indica, leopardos não gostam de receber
ordens. Sem paciência, o felino agarrou o jabuti pelo
casco e o arremessou para fora do buraco.
Empoeirado, aliviado e feliz, o jabuti apertou o passo,
correu o mais depressa que pôde e foi para a sua
verdadeira toca na floresta.
Às vezes, a gente tira coragem de onde nem imagina.
https://chc.org.br/artigo/o-jabuti-e-o-leopardo/
O vocábulo 'machucou' está grafado com 'ch' corretamente. Identifique a alternativa que apresenta um vocábulo escrito com essa mesma letra de forma INCORRETA.
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O jabuti e o leopardo
Curiosamente, aquele jabuti andava depressa. Mas era
descuidado. Caminhando sobre as folhas caídas no chão
na floresta, não viu um buraco e − ploft! − foi parar lá no
fundo. Por sorte, seu casco o protegeu da queda e ele
não se machucou. Enquanto espanava a poeira do
corpo, suspeitou que aquele não era um buraco
qualquer, e tinha razão. Era uma armadilha feita por
caçadores.
O jabuti ficou desesperado. Suas patinhas curtas não
facilitavam a escalada e ele se deu conta de que estava mesmo preso no buraco. A noite caía, veio a escuridão e
com ela o medo de virar comida de caçador.
− E agora? Quem vai me ajudar? − pensou alto o jabuti.
Tão alto que, mal terminou a frase e... − ploft! −, um
leopardo caiu no mesmo buraco.
Ainda meio tonto com a poeira levantada pelo felino na
queda, o jabuti passou suas curtas patinhas nos olhos e
viu que não estava sonhando. Era um leopardo mesmo,
dos grandes! Seu desespero agora era duplo: estava
preso no buraco e tinha a companhia de um leopardo
que poderia devorá-lo a qualquer momento.
− Pensa, pensa, pensa... − repetia mentalmente o jabuti.
Que nervoso! Não lhe ocorria nada muito genial. Com o
leopardo olhando fixamente na sua direção, o jabuti
resolveu gritar, falar alto, irritado, com a raiva de quem
tem muita coragem, embora fosse puro medo por dentro.
− O que é isso? O que é isso? Como você, leopardo,
ousa invadir o meu território? Será que um jabuti não
pode ter um minuto de privacidade que logo um bicho
sem permissão invade a sua toca? O que você está
fazendo aqui sem pedir licença? − berrava o jabuti,
disfarçando a tremedeira.
O leopardo parecia atordoado, não entendia direito o que
estava acontecendo. O jabuti percebeu que seu chilique
era convincente e continuou:
− Não vou admitir que leopardo nenhum venha aqui, na
minha casa, atrapalhar o meu descanso. Ponha-se daqui
para fora agora mesmo − arriscou o jabuti, fazendo a
cara mais feia que tinha para um momento de terror.
Ao que tudo indica, leopardos não gostam de receber
ordens. Sem paciência, o felino agarrou o jabuti pelo
casco e o arremessou para fora do buraco.
Empoeirado, aliviado e feliz, o jabuti apertou o passo,
correu o mais depressa que pôde e foi para a sua
verdadeira toca na floresta.
Às vezes, a gente tira coragem de onde nem imagina.
https://chc.org.br/artigo/o-jabuti-e-o-leopardo/
De acordo com o texto, a única afirmativa que está incorreta é:
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O jabuti e o leopardo
Curiosamente, aquele jabuti andava depressa. Mas era
descuidado. Caminhando sobre as folhas caídas no chão
na floresta, não viu um buraco e − ploft! − foi parar lá no
fundo. Por sorte, seu casco o protegeu da queda e ele
não se machucou. Enquanto espanava a poeira do
corpo, suspeitou que aquele não era um buraco
qualquer, e tinha razão. Era uma armadilha feita por
caçadores.
O jabuti ficou desesperado. Suas patinhas curtas não
facilitavam a escalada e ele se deu conta de que estava mesmo preso no buraco. A noite caía, veio a escuridão e
com ela o medo de virar comida de caçador.
− E agora? Quem vai me ajudar? − pensou alto o jabuti.
Tão alto que, mal terminou a frase e... − ploft! −, um
leopardo caiu no mesmo buraco.
Ainda meio tonto com a poeira levantada pelo felino na
queda, o jabuti passou suas curtas patinhas nos olhos e
viu que não estava sonhando. Era um leopardo mesmo,
dos grandes! Seu desespero agora era duplo: estava
preso no buraco e tinha a companhia de um leopardo
que poderia devorá-lo a qualquer momento.
− Pensa, pensa, pensa... − repetia mentalmente o jabuti.
Que nervoso! Não lhe ocorria nada muito genial. Com o
leopardo olhando fixamente na sua direção, o jabuti
resolveu gritar, falar alto, irritado, com a raiva de quem
tem muita coragem, embora fosse puro medo por dentro.
− O que é isso? O que é isso? Como você, leopardo,
ousa invadir o meu território? Será que um jabuti não
pode ter um minuto de privacidade que logo um bicho
sem permissão invade a sua toca? O que você está
fazendo aqui sem pedir licença? − berrava o jabuti,
disfarçando a tremedeira.
O leopardo parecia atordoado, não entendia direito o que
estava acontecendo. O jabuti percebeu que seu chilique
era convincente e continuou:
− Não vou admitir que leopardo nenhum venha aqui, na
minha casa, atrapalhar o meu descanso. Ponha-se daqui
para fora agora mesmo − arriscou o jabuti, fazendo a
cara mais feia que tinha para um momento de terror.
Ao que tudo indica, leopardos não gostam de receber
ordens. Sem paciência, o felino agarrou o jabuti pelo
casco e o arremessou para fora do buraco.
Empoeirado, aliviado e feliz, o jabuti apertou o passo,
correu o mais depressa que pôde e foi para a sua
verdadeira toca na floresta.
Às vezes, a gente tira coragem de onde nem imagina.
https://chc.org.br/artigo/o-jabuti-e-o-leopardo/
Quanto à acentuação dos vocábulos extraídos do trecho e do texto, identifique a afirmativa INCORRETA.
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Curiosamente, aquele jabuti andava depressa. Mas era
descuidado. Caminhando sobre as folhas caídas no chão
na floresta, não viu um buraco e − ploft! − foi parar lá no
fundo. Por sorte, seu casco o protegeu da queda e ele
não se machucou. Enquanto espanava a poeira do
corpo, suspeitou que aquele não era um buraco
qualquer, e tinha razão. Era uma armadilha feita por
caçadores.
O jabuti ficou desesperado. Suas patinhas curtas não
facilitavam a escalada e ele se deu conta de que estava mesmo preso no buraco. A noite caía, veio a escuridão e
com ela o medo de virar comida de caçador.
− E agora? Quem vai me ajudar? − pensou alto o jabuti.
Tão alto que, mal terminou a frase e... − ploft! −, um
leopardo caiu no mesmo buraco.
Ainda meio tonto com a poeira levantada pelo felino na
queda, o jabuti passou suas curtas patinhas nos olhos e
viu que não estava sonhando. Era um leopardo mesmo,
dos grandes! Seu desespero agora era duplo: estava
preso no buraco e tinha a companhia de um leopardo
que poderia devorá-lo a qualquer momento.
− Pensa, pensa, pensa... − repetia mentalmente o jabuti.
Que nervoso! Não lhe ocorria nada muito genial. Com o
leopardo olhando fixamente na sua direção, o jabuti
resolveu gritar, falar alto, irritado, com a raiva de quem
tem muita coragem, embora fosse puro medo por dentro.
− O que é isso? O que é isso? Como você, leopardo,
ousa invadir o meu território? Será que um jabuti não
pode ter um minuto de privacidade que logo um bicho
sem permissão invade a sua toca? O que você está
fazendo aqui sem pedir licença? − berrava o jabuti,
disfarçando a tremedeira.
O leopardo parecia atordoado, não entendia direito o que
estava acontecendo. O jabuti percebeu que seu chilique
era convincente e continuou:
− Não vou admitir que leopardo nenhum venha aqui, na
minha casa, atrapalhar o meu descanso. Ponha-se daqui
para fora agora mesmo − arriscou o jabuti, fazendo a
cara mais feia que tinha para um momento de terror.
Ao que tudo indica, leopardos não gostam de receber
ordens. Sem paciência, o felino agarrou o jabuti pelo
casco e o arremessou para fora do buraco.
Empoeirado, aliviado e feliz, o jabuti apertou o passo,
correu o mais depressa que pôde e foi para a sua
verdadeira toca na floresta.
Às vezes, a gente tira coragem de onde nem imagina.
https://chc.org.br/artigo/o-jabuti-e-o-leopardo/
I.A forma verbal 'veio' está no singular concordando com o sujeito mais próximo 'escuridão', mas poderia flexionar no plural em 'vieram' para concordar com 'escuridão' e 'medo', que representam o sujeito composto.
II.A forma correta de concordância seria 'vieram' , pois o verbo deve sempre concordar com o sujeito, que é representado por duas expressões, ou seja, é um sujeito composto.
III.O adjetivo 'grandes' está inadequado, pois o correto seria concordar com 'leopardo'.
IV. Se a expressão 'a noite' fosse flexionada no plural em 'as noites', o verbo seria flexionado em 'caiam'.
É correto o que se afirma em:
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O jabuti e o leopardo
Curiosamente, aquele jabuti andava depressa. Mas era
descuidado. Caminhando sobre as folhas caídas no chão
na floresta, não viu um buraco e − ploft! − foi parar lá no
fundo. Por sorte, seu casco o protegeu da queda e ele
não se machucou. Enquanto espanava a poeira do
corpo, suspeitou que aquele não era um buraco
qualquer, e tinha razão. Era uma armadilha feita por
caçadores.
O jabuti ficou desesperado. Suas patinhas curtas não
facilitavam a escalada e ele se deu conta de que estava mesmo preso no buraco. A noite caía, veio a escuridão e
com ela o medo de virar comida de caçador.
− E agora? Quem vai me ajudar? − pensou alto o jabuti.
Tão alto que, mal terminou a frase e... − ploft! −, um
leopardo caiu no mesmo buraco.
Ainda meio tonto com a poeira levantada pelo felino na
queda, o jabuti passou suas curtas patinhas nos olhos e
viu que não estava sonhando. Era um leopardo mesmo,
dos grandes! Seu desespero agora era duplo: estava
preso no buraco e tinha a companhia de um leopardo
que poderia devorá-lo a qualquer momento.
− Pensa, pensa, pensa... − repetia mentalmente o jabuti.
Que nervoso! Não lhe ocorria nada muito genial. Com o
leopardo olhando fixamente na sua direção, o jabuti
resolveu gritar, falar alto, irritado, com a raiva de quem
tem muita coragem, embora fosse puro medo por dentro.
− O que é isso? O que é isso? Como você, leopardo,
ousa invadir o meu território? Será que um jabuti não
pode ter um minuto de privacidade que logo um bicho
sem permissão invade a sua toca? O que você está
fazendo aqui sem pedir licença? − berrava o jabuti,
disfarçando a tremedeira.
O leopardo parecia atordoado, não entendia direito o que
estava acontecendo. O jabuti percebeu que seu chilique
era convincente e continuou:
− Não vou admitir que leopardo nenhum venha aqui, na
minha casa, atrapalhar o meu descanso. Ponha-se daqui
para fora agora mesmo − arriscou o jabuti, fazendo a
cara mais feia que tinha para um momento de terror.
Ao que tudo indica, leopardos não gostam de receber
ordens. Sem paciência, o felino agarrou o jabuti pelo
casco e o arremessou para fora do buraco.
Empoeirado, aliviado e feliz, o jabuti apertou o passo,
correu o mais depressa que pôde e foi para a sua
verdadeira toca na floresta.
Às vezes, a gente tira coragem de onde nem imagina.
https://chc.org.br/artigo/o-jabuti-e-o-leopardo/
(__)A palavra 'não' apresenta um encontro vocálico inseparável, classificado como ditongo nasal.
(__)A palavra 'arremessou' apresenta dois dígrafos consonantais e um ditongo, sendo considerado uma palavra polissílaba.
(__)O vocábulo 'que' apresenta dígrafo consonantal, já que o 'qu' representa um único fonema.
(__)A palavra 'leopardos' apresenta um ditongo, um encontro consonantal e é considerada uma palavra trissílaba.
A sequência que preenche corretamente os parênteses é:
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O jabuti e o leopardo
Curiosamente, aquele jabuti andava depressa. Mas era
descuidado. Caminhando sobre as folhas caídas no chão
na floresta, não viu um buraco e − ploft! − foi parar lá no
fundo. Por sorte, seu casco o protegeu da queda e ele
não se machucou. Enquanto espanava a poeira do
corpo, suspeitou que aquele não era um buraco
qualquer, e tinha razão. Era uma armadilha feita por
caçadores.
O jabuti ficou desesperado. Suas patinhas curtas não
facilitavam a escalada e ele se deu conta de que estava mesmo preso no buraco. A noite caía, veio a escuridão e
com ela o medo de virar comida de caçador.
− E agora? Quem vai me ajudar? − pensou alto o jabuti.
Tão alto que, mal terminou a frase e... − ploft! −, um
leopardo caiu no mesmo buraco.
Ainda meio tonto com a poeira levantada pelo felino na
queda, o jabuti passou suas curtas patinhas nos olhos e
viu que não estava sonhando. Era um leopardo mesmo,
dos grandes! Seu desespero agora era duplo: estava
preso no buraco e tinha a companhia de um leopardo
que poderia devorá-lo a qualquer momento.
− Pensa, pensa, pensa... − repetia mentalmente o jabuti.
Que nervoso! Não lhe ocorria nada muito genial. Com o
leopardo olhando fixamente na sua direção, o jabuti
resolveu gritar, falar alto, irritado, com a raiva de quem
tem muita coragem, embora fosse puro medo por dentro.
− O que é isso? O que é isso? Como você, leopardo,
ousa invadir o meu território? Será que um jabuti não
pode ter um minuto de privacidade que logo um bicho
sem permissão invade a sua toca? O que você está
fazendo aqui sem pedir licença? − berrava o jabuti,
disfarçando a tremedeira.
O leopardo parecia atordoado, não entendia direito o que
estava acontecendo. O jabuti percebeu que seu chilique
era convincente e continuou:
− Não vou admitir que leopardo nenhum venha aqui, na
minha casa, atrapalhar o meu descanso. Ponha-se daqui
para fora agora mesmo − arriscou o jabuti, fazendo a
cara mais feia que tinha para um momento de terror.
Ao que tudo indica, leopardos não gostam de receber
ordens. Sem paciência, o felino agarrou o jabuti pelo
casco e o arremessou para fora do buraco.
Empoeirado, aliviado e feliz, o jabuti apertou o passo,
correu o mais depressa que pôde e foi para a sua
verdadeira toca na floresta.
Às vezes, a gente tira coragem de onde nem imagina.
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3945711
Ano: 2025
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: Unochapecó
Orgão: Pref. Águas Frias-SC
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: Unochapecó
Orgão: Pref. Águas Frias-SC
Provas:
João é motorista de caminhão e, em uma estrada com
pista molhada, precisa transportar uma carga pesada.
Sabendo que a pista molhada aumenta o risco de
derrapagem e acidentes, analise as ações a seguir e
associe-as como corretas (C) ou incorretas (I) para
prevenção de acidentes nessa situação:
(__)Reduzir a velocidade e aumentar a distância segura do veículo da frente.
(__)Fazer ultrapassagens rápidas para não atrapalhar o fluxo do trânsito.
(__)Verificar o estado dos pneus e freios antes da viagem.
(__)Manter o uso do celular para se comunicar constantemente durante a viagem.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
(__)Reduzir a velocidade e aumentar a distância segura do veículo da frente.
(__)Fazer ultrapassagens rápidas para não atrapalhar o fluxo do trânsito.
(__)Verificar o estado dos pneus e freios antes da viagem.
(__)Manter o uso do celular para se comunicar constantemente durante a viagem.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
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3945710
Ano: 2025
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: Unochapecó
Orgão: Pref. Águas Frias-SC
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: Unochapecó
Orgão: Pref. Águas Frias-SC
Provas:
Analise os excertos abaixo sobre sinalização vertical:
Excerto I:A placa de trânsito que indica "Proibido Estacionar" é uma sinalização vertical que informa ao condutor que ele não pode deixar o veículo parado na via, mesmo que por pouco tempo.
Excerto II :A placa de advertência azul com uma cruz vermelha indica a localização de hospital.
Sobre os excertos acima, podemos afirmar que:
Excerto I:A placa de trânsito que indica "Proibido Estacionar" é uma sinalização vertical que informa ao condutor que ele não pode deixar o veículo parado na via, mesmo que por pouco tempo.
Excerto II :A placa de advertência azul com uma cruz vermelha indica a localização de hospital.
Sobre os excertos acima, podemos afirmar que:
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