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Edileuza, 64 anos, tabagista e diabética, procura serviço de pronto atendimento com dor precordial há 2 horas e PA = 149x96 mmHg. A paciente realiza eletrocardiograma, conforme imagem a seguir:
Após a realização do eletrocardiograma, o plantonista institui algumas condutas terapêuticas. Porém, após a utilização de uma das medicações, o quadro de Edileuza evolui para hipotensão acentuada, mal-estar generalizado e sintomas de baixo débito, sem rash cutâneo ou angioedema. Qual medicação poderia justificar o quadro dessa paciente?
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Sr. JG, 60 anos, procura o serviço hospitalar com falta de ar e dor torácica iniciada há 40 minutos. Referiu que, na véspera, começou a se sentir mal e esteve no mesmo hospital, quando foi examinado e realizou radiografia de tórax e eletrocardiograma. Na ocasião, os médicos lhe disseram que não encontraram anormalidades relevantes e deram alta a ele, que foi para casa. O paciente possui histórico de tabagismo crônico. Exame físico: FC = 134 bpm, FR+ 36irpm, PA = 89x58 mmHg, Oximetria = 85%, sudorético. AR = murmúrio vesicular fisiológico, sem ruídos adventícios; ACV: bulhas rítmicas e fonéticas. Seguem abaixo as imagens do ECG e TC de tórax.

Qual a conduta CORRETA para esse paciente?
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A reposição de levotiroxina (LT4) constitui tratamento consagrado do hipotireoidismo, independentemente da sua etiologia. Muitas drogas e várias situações clínicas afetam a farmacocinética e o metabolismo do hormônio tireoidiano; por exemplo, absorção, síntese, secreção, catabolismo, ligação proteica e resposta do tecido-alvo, reduzindo a resposta terapêutica a LT4. Em qual das alternativas a seguir encontramos situações em que NÃO há necessidade de aumento da dose de levotiroxina?
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O Sr. FB, 72 anos, portador de cardiopatia chagásica dilatada com fração de ejeção de 42% e aumento de ventrículo esquerdo, comparece à unidade de saúde. O paciente informa uso de captopril, carvedilol, furosemida e digoxina, há 6 meses, e relata que vem notando, nas últimas semanas, visão amarelada, anorexia e náuseas. Qual propedêutica laboratorial pode contribuir para justificar o quadro clínico apresentado pelo Sr. FB?
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A Sr.ª MK, 57 anos, comparece à consulta médica para tratamento de diabetes mellitus. Histórico de dislipidemia, hipertensão arterial e tabagismo crônico. Faz uso de 1000mg de metformina, 20 mg de enalapril e 20 mg de sinvastatina por dia, há 6 meses. Exame físico: PA = 134x84 mmHg, FC = 90 bpm, IMC = 29 kg/m2. Exames laboratoriais: glicemia de jejum = 147 mg/dl, hemoglobina glicada = 8,1%, LDL-colesterol = 135 mg/dl; triglicérides = 176mg/dl; creatinina = 1,2 mg/dl; relação albumina/creatinina urinária = 360 mg/24h e TFG (CKD-EPI) 56 ml/min. Qual a conduta CORRETA para esse caso?
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De acordo com a Lei Orgânica da Saúde, Lei n.º 8.080/1990, o Sistema Único de Saúde (SUS) pode se organizar em distritos de forma a integrar e articular recursos, técnicas e práticas voltadas para a cobertura total das ações de saúde, no nível
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Um programa de reabilitação cardiorrespiratória deve ser pautado na fisiologia respiratória, ou seja, na compreensão da mecânica pulmonar, das capacidades e volumes envolvidos e das trocas gasosas propriamente ditas. Os exercícios cardiorrespiratórios podem ser utilizados para a reabilitação ou mesmo para melhorar o desempenho e o rendimento de atletas. Assim, baseando na fisiologia do sistema respiratório, pode-se afirmar:
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Ao se estabelecer um programa de reabilitação para idosos, deve-se estar atento à fisiologia do envelhecimento, no que se refere às condições musculoesqueléticas, neurais, cardiopulmonares e metabólicas do indivíduo a ser tratado. Assim, pode-se afirmar:
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Um paciente que sofreu um traumatismo craniano por acidente de motocicleta é encaminhado ao serviço de fisioterapia para a reabilitação neurológica devido a uma hemiplegia espástica. Durante a avaliação, foi percebida a presença do sinal de Babinski. A presença desse sinal significa uma lesão do(a)
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O exame da marcha inicia-se durante a entrada do paciente no consultório. Observe se há alguma alteração biomecânica que possa modificar as fases fisiológicas de acomodação e oscilação da marcha. Sobre essas fases da marcha, pode-se afirmar:
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