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Foram encontradas 170 questões.

2730636 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: Pref. Almirante Tamandaré-PR


O texto a seguir é referência para a questão.

Tecnologia está transformando a saúde, agora precisamos usar com sabedoria

pandemia foi, sem sombra de dúvidas, uma catalisadora da transformação digital na saúde. [...] a alta demanda por atendimento médico, combinada necessidade de garantir o distanciamento social, impulsionou a adoção de soluções digitais para garantir continuidade das políticas de saúde.

Com isso, e muito rapidamente, serviços de saúde e, principalmente, os pacientes aderiram a modelos de atenção à saúde antes inimagináveis.

Tomemos como exemplo a telemedicina. Sua regulamentação no Brasil, que até então não avançava na agenda legislativa, deu um salto com a aprovação da Lei 13.989/20 que autoriza o atendimento médico online enquanto durar a pandemia de covid-19.

Mas o que era para ser algo transitório parece ter chegado para ficar. Dados da pesquisa "State of Telehealth" indicam que mais de 60% de pacientes planejam seguir utilizando a telemedicina combinada consultas presenciais, e 80% dos prestadores de serviço pretendem continuar a oferta do serviço mesmo depois da pandemia.

[...] Não há mais volta; a saúde agora é tech. Inteligência artificial, telemedicina, IoT, realidade aumentada. Esses são apenas alguns dos exemplos de como a tecnologia deve estar cada vez mais presente no atendimento saúde.

As possibilidades são infinitas. Os desafios para fazer com que sejam mais acessíveis, também.

(Disponível em: https://www.uol.com.br/tilt/colunas/leticia-piccolotto/2022/03/19/healthtechs---oportunidades-para-transformar-a-saude-atraves-da-tecnologia.htm.)

O termo “catalisadora”, destacado no primeiro parágrafo do texto, pode ser substituído, sem prejuízo do sentido, por:
 

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2730635 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: Pref. Almirante Tamandaré-PR


O texto a seguir é referência para a questão.

Tecnologia está transformando a saúde, agora precisamos usar com sabedoria

pandemia foi, sem sombra de dúvidas, uma catalisadora da transformação digital na saúde. [...] a alta demanda por atendimento médico, combinada necessidade de garantir o distanciamento social, impulsionou a adoção de soluções digitais para garantir continuidade das políticas de saúde.

Com isso, e muito rapidamente, serviços de saúde e, principalmente, os pacientes aderiram a modelos de atenção à saúde antes inimagináveis.

Tomemos como exemplo a telemedicina. Sua regulamentação no Brasil, que até então não avançava na agenda legislativa, deu um salto com a aprovação da Lei 13.989/20 que autoriza o atendimento médico online enquanto durar a pandemia de covid-19.

Mas o que era para ser algo transitório parece ter chegado para ficar. Dados da pesquisa "State of Telehealth" indicam que mais de 60% de pacientes planejam seguir utilizando a telemedicina combinada consultas presenciais, e 80% dos prestadores de serviço pretendem continuar a oferta do serviço mesmo depois da pandemia.

[...] Não há mais volta; a saúde agora é tech. Inteligência artificial, telemedicina, IoT, realidade aumentada. Esses são apenas alguns dos exemplos de como a tecnologia deve estar cada vez mais presente no atendimento saúde.

As possibilidades são infinitas. Os desafios para fazer com que sejam mais acessíveis, também.

(Disponível em: https://www.uol.com.br/tilt/colunas/leticia-piccolotto/2022/03/19/healthtechs---oportunidades-para-transformar-a-saude-atraves-da-tecnologia.htm.)

Com base no texto, assinale a alternativa correta.
 

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2730634 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: Pref. Almirante Tamandaré-PR


O texto a seguir é referência para a questão.

Tecnologia está transformando a saúde, agora precisamos usar com sabedoria

pandemia foi, sem sombra de dúvidas, uma catalisadora da transformação digital na saúde. [...] a alta demanda por atendimento médico, combinada necessidade de garantir o distanciamento social, impulsionou a adoção de soluções digitais para garantir continuidade das políticas de saúde.

Com isso, e muito rapidamente, serviços de saúde e, principalmente, os pacientes aderiram a modelos de atenção à saúde antes inimagináveis.

Tomemos como exemplo a telemedicina. Sua regulamentação no Brasil, que até então não avançava na agenda legislativa, deu um salto com a aprovação da Lei 13.989/20 que autoriza o atendimento médico online enquanto durar a pandemia de covid-19.

Mas o que era para ser algo transitório parece ter chegado para ficar. Dados da pesquisa "State of Telehealth" indicam que mais de 60% de pacientes planejam seguir utilizando a telemedicina combinada consultas presenciais, e 80% dos prestadores de serviço pretendem continuar a oferta do serviço mesmo depois da pandemia.

[...] Não há mais volta; a saúde agora é tech. Inteligência artificial, telemedicina, IoT, realidade aumentada. Esses são apenas alguns dos exemplos de como a tecnologia deve estar cada vez mais presente no atendimento saúde.

As possibilidades são infinitas. Os desafios para fazer com que sejam mais acessíveis, também.

(Disponível em: https://www.uol.com.br/tilt/colunas/leticia-piccolotto/2022/03/19/healthtechs---oportunidades-para-transformar-a-saude-atraves-da-tecnologia.htm.)

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima, considerando a ordem em que aparecem no texto.
 

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2730633 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: Pref. Almirante Tamandaré-PR
O texto a seguir é referência para a questão.
Confiança de brasileiros em cientistas cresceu na pandemia, indica estudo
Durante a pandemia de Covid, a confiança dos brasileiros em cientistas cresceu. É o que apontam resultados de uma pesquisa de opinião feita pelo Centro de Estudos SoU_Ciência em parceria com o Instituto Ideia Big Data.
Entre as 1.252 pessoas entrevistadas, 28,3% afirmam que, para assuntos importantes, a fonte de informação em que mais confiam são cientistas de universidades ou institutos públicos de pesquisa. Esses profissionais lideram a pesquisa nesse quesito. Em segundo lugar, aparecem os médicos, com 13,9% das respostas.
Em 2019, para a mesma pergunta, 11,8% tinham cientistas como primeira opção. Em 2015, pior ano da série para os pesquisadores, somente 7,8% citavam pessoas da ciência como fontes de informação mais confiáveis.
Em anos anteriores, religiosos, médicos e jornalistas estavam à frente dos cientistas como fontes de informação mais confiáveis. Foram realizadas entrevistas telefônicas de 25 a 27 de janeiro deste ano com pessoas com 16 anos ou mais de todo o país.
A importância de fazer a pesquisa neste momento, diz Pedro Arantes, professor da Unifesp e um dos coordenadores do SoU_Ciência, é captar o impacto que a pandemia teve na percepção da ciência e tecnologia no Brasil.
Apesar de o levantamento mostrar uma maior confiança das pessoas em cientistas, o conhecimento sobre o tema permanece distante da maioria da população, apontam também os dados.
Quase 58% dos entrevistados disseram não se lembrar de qualquer instituição de pesquisa no país e cerca de 74% não sabem nomes de cientistas brasileiros importantes.
Entre os lembrados estão Oswaldo Cruz, Carlos Chagas, Átila Iamarino e Natalia Pasternak – pouco mais de 3% dos entrevistados que mencionaram algum nome citaram o alemão Albert Einstein.
Apesar disso, os representantes do SoU_Ciência apontam que os números melhoraram em relação às pesquisas passadas.
Mas ainda há um longo caminho para melhorar a compreensão pública da ciência, ressaltam os pesquisadores.
"Tivemos uma popularização e agora temos que partir para uma conscientização", afirma Smaili. "Não basta expor o cientista e falar da ciência. Nós temos que concatenar tudo isso com uma política pública que aumente a percepção da população sobre a ciência, com programas de ciência nas escolas, no trabalho, para você torná-la acessível. A ciência é um direito do cidadão."
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2022/03/confianca-de-brasileiros-em-cientistas-cresceu-na-pandemia-indica-estudo.shtml. Adaptado.)
Considere o trecho a seguir:
Apesar de o levantamento mostrar uma maior confiança das pessoas em cientistas, o conhecimento sobre o tema permanece distante da maioria da população, apontam também os dados.
Assinale a alternativa que reescreve corretamente o trecho, mantendo-se o seu sentido.
 

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2730632 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: Pref. Almirante Tamandaré-PR
O texto a seguir é referência para a questão.
Confiança de brasileiros em cientistas cresceu na pandemia, indica estudo
Durante a pandemia de Covid, a confiança dos brasileiros em cientistas cresceu. É o que apontam resultados de uma pesquisa de opinião feita pelo Centro de Estudos SoU_Ciência em parceria com o Instituto Ideia Big Data.
Entre as 1.252 pessoas entrevistadas, 28,3% afirmam que, para assuntos importantes, a fonte de informação em que mais confiam são cientistas de universidades ou institutos públicos de pesquisa. Esses profissionais lideram a pesquisa nesse quesito. Em segundo lugar, aparecem os médicos, com 13,9% das respostas.
Em 2019, para a mesma pergunta, 11,8% tinham cientistas como primeira opção. Em 2015, pior ano da série para os pesquisadores, somente 7,8% citavam pessoas da ciência como fontes de informação mais confiáveis.
Em anos anteriores, religiosos, médicos e jornalistas estavam à frente dos cientistas como fontes de informação mais confiáveis. Foram realizadas entrevistas telefônicas de 25 a 27 de janeiro deste ano com pessoas com 16 anos ou mais de todo o país.
A importância de fazer a pesquisa neste momento, diz Pedro Arantes, professor da Unifesp e um dos coordenadores do SoU_Ciência, é captar o impacto que a pandemia teve na percepção da ciência e tecnologia no Brasil.
Apesar de o levantamento mostrar uma maior confiança das pessoas em cientistas, o conhecimento sobre o tema permanece distante da maioria da população, apontam também os dados.
Quase 58% dos entrevistados disseram não se lembrar de qualquer instituição de pesquisa no país e cerca de 74% não sabem nomes de cientistas brasileiros importantes.
Entre os lembrados estão Oswaldo Cruz, Carlos Chagas, Átila Iamarino e Natalia Pasternak – pouco mais de 3% dos entrevistados que mencionaram algum nome citaram o alemão Albert Einstein.
Apesar disso, os representantes do SoU_Ciência apontam que os números melhoraram em relação às pesquisas passadas.
Mas ainda há um longo caminho para melhorar a compreensão pública da ciência, ressaltam os pesquisadores.
"Tivemos uma popularização e agora temos que partir para uma conscientização", afirma Smaili. "Não basta expor o cientista e falar da ciência. Nós temos que concatenar tudo isso com uma política pública que aumente a percepção da população sobre a ciência, com programas de ciência nas escolas, no trabalho, para você torná-la acessível. A ciência é um direito do cidadão."
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2022/03/confianca-de-brasileiros-em-cientistas-cresceu-na-pandemia-indica-estudo.shtml. Adaptado.)
A expressão “neste momento”, destacada no texto, faz referência:
 

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2730631 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: Pref. Almirante Tamandaré-PR
O texto a seguir é referência para a questão.
Confiança de brasileiros em cientistas cresceu na pandemia, indica estudo
Durante a pandemia de Covid, a confiança dos brasileiros em cientistas cresceu. É o que apontam resultados de uma pesquisa de opinião feita pelo Centro de Estudos SoU_Ciência em parceria com o Instituto Ideia Big Data.
Entre as 1.252 pessoas entrevistadas, 28,3% afirmam que, para assuntos importantes, a fonte de informação em que mais confiam são cientistas de universidades ou institutos públicos de pesquisa. Esses profissionais lideram a pesquisa nesse quesito. Em segundo lugar, aparecem os médicos, com 13,9% das respostas.
Em 2019, para a mesma pergunta, 11,8% tinham cientistas como primeira opção. Em 2015, pior ano da série para os pesquisadores, somente 7,8% citavam pessoas da ciência como fontes de informação mais confiáveis.
Em anos anteriores, religiosos, médicos e jornalistas estavam à frente dos cientistas como fontes de informação mais confiáveis. Foram realizadas entrevistas telefônicas de 25 a 27 de janeiro deste ano com pessoas com 16 anos ou mais de todo o país.
A importância de fazer a pesquisa neste momento, diz Pedro Arantes, professor da Unifesp e um dos coordenadores do SoU_Ciência, é captar o impacto que a pandemia teve na percepção da ciência e tecnologia no Brasil.
Apesar de o levantamento mostrar uma maior confiança das pessoas em cientistas, o conhecimento sobre o tema permanece distante da maioria da população, apontam também os dados.
Quase 58% dos entrevistados disseram não se lembrar de qualquer instituição de pesquisa no país e cerca de 74% não sabem nomes de cientistas brasileiros importantes.
Entre os lembrados estão Oswaldo Cruz, Carlos Chagas, Átila Iamarino e Natalia Pasternak – pouco mais de 3% dos entrevistados que mencionaram algum nome citaram o alemão Albert Einstein.
Apesar disso, os representantes do SoU_Ciência apontam que os números melhoraram em relação às pesquisas passadas.
Mas ainda há um longo caminho para melhorar a compreensão pública da ciência, ressaltam os pesquisadores.
"Tivemos uma popularização e agora temos que partir para uma conscientização", afirma Smaili. "Não basta expor o cientista e falar da ciência. Nós temos que concatenar tudo isso com uma política pública que aumente a percepção da população sobre a ciência, com programas de ciência nas escolas, no trabalho, para você torná-la acessível. A ciência é um direito do cidadão."
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2022/03/confianca-de-brasileiros-em-cientistas-cresceu-na-pandemia-indica-estudo.shtml. Adaptado.)
Com base no texto, considere as seguintes afirmativas:
1. Os dados citados pelo texto foram levantados por meio de uma pesquisa de opinião realizada pela internet.
2. A última edição da pesquisa mencionada teve como destaque o fato de cientistas de instituições públicas assumirem a liderança em termos de confiança para informações relevantes.
3. Ainda que a confiança nos cientistas tenha aumentado, outros dados, como o conhecimento de nomes de profissionais e instituições ligados à área, tiveram uma piora em relação a anos anteriores.
4. As avaliações dos responsáveis pela pesquisa sobre os resultados apontam a popularização como apenas o primeiro passo para o acesso à ciência pelo cidadão.

Assinale a alternativa correta.
 

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2730630 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: Pref. Almirante Tamandaré-PR
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O texto a seguir é referência para a questão.

“A pobreza é normalmente definida como uma condição humana de privação de recursos monetários (renda familiar) necessários para uma vida digna. Em termos práticos, como será mostrado, a pobreza monetária pode estar caracterizada por um limiar absoluto, ou seja, uma medida que identifica aqueles que não atingem um padrão mínimo de subsistência; ou por um limiar relativo, uma medida que reflete a posição dos menos bem colocados na sociedade. Nos últimos anos, entretanto, tal ideia de pobreza unidimensional começa a ser questionada e dá espaço às compreensões multidimensionais, concentradas nas privações relacionadas ao bem-estar do indivíduo. (...) Exploramos o argumento de que viver em situação de pobreza engloba múltiplas desvantagens sociais, cuja mensuração requer a combinação dos limiares absolutos e relativos.”

(Katarina Pitasse Fragoso, Izabella Martins Grapengiesser, Anne-Sophie Madl. Publicado em 20 de dezembro de 2021. Nexo jornal. Disponível em: https://pp.nexojornal.com.br/opiniao/2021/Por-que-%C3%A9-necess%C3%A1rio-compreender-a-pobreza-al%C3%A9m-da-sua-dimens%C3%A3o-monet%C3%A1ria?utm_medium=Email&utm_campaign=NLDurmaComEssa&utm_source=nexoassinantes.)

A expressão “ou seja” estabelece entre as frases anterior e posterior a ela uma relação de:
 

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2730629 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: Pref. Almirante Tamandaré-PR
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O texto a seguir é referência para a questão.

“A pobreza é normalmente definida como uma condição humana de privação de recursos monetários (renda familiar) necessários para uma vida digna. Em termos práticos, como será mostrado, a pobreza monetária pode estar caracterizada por um limiar absoluto, ou seja, uma medida que identifica aqueles que não atingem um padrão mínimo de subsistência; ou por um limiar relativo, uma medida que reflete a posição dos menos bem colocados na sociedade. Nos últimos anos, entretanto, tal ideia de pobreza unidimensional começa a ser questionada e dá espaço às compreensões multidimensionais, concentradas nas privações relacionadas ao bem-estar do indivíduo. (...) Exploramos o argumento de que viver em situação de pobreza engloba múltiplas desvantagens sociais, cuja mensuração requer a combinação dos limiares absolutos e relativos.”

(Katarina Pitasse Fragoso, Izabella Martins Grapengiesser, Anne-Sophie Madl. Publicado em 20 de dezembro de 2021. Nexo jornal. Disponível em: https://pp.nexojornal.com.br/opiniao/2021/Por-que-%C3%A9-necess%C3%A1rio-compreender-a-pobreza-al%C3%A9m-da-sua-dimens%C3%A3o-monet%C3%A1ria?utm_medium=Email&utm_campaign=NLDurmaComEssa&utm_source=nexoassinantes.)

Assinale a alternativa que expressa corretamente as ideias centrais do texto.
 

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2730628 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: Pref. Almirante Tamandaré-PR
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O trecho a seguir é referência para a questão.

(...) Passava a esponja na parede com movimentos amplos, espalhava de propósito a mancha vermelha, e compreendi que naquela casa eu não teria mais ambiente. Meus pertences couberam numa mala de mão, estrelas no céu, andei em direção ao centro da cidade. Mas bem antes do centro encontrei um hotel de aparência modesta, o nome Zakariás em letras de ferro sobre a porta. Toquei a sineta no balcão, e uma tabela de preços indicava diária de quatro mil forintes por um quarto de solteiro. Calculei que poderia me alojar ali por mais de um mês, pois Kocsis Ferenc insistido em remunerar meu serviço, um cala-boca de duzentos mil forintes. Já ia tocar a sineta de novo quando apareceu um velhinho ajeitando os suspensórios. Pedi chaves moça da recepção que vasculhou uma gaveta, falou yes e disse que eu era aguardado desde a quarta-feira (...)

(Adaptado. BUARQUE, Chico. Budapeste. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.)

A expressão “um cala-boca de duzentos mil forintes” pode ser substituída, mantendo-se o sentido original do texto, por:
 

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2730627 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: Pref. Almirante Tamandaré-PR
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O trecho a seguir é referência para a questão.

(...) Passava a esponja na parede com movimentos amplos, espalhava de propósito a mancha vermelha, e compreendi que naquela casa eu não teria mais ambiente. Meus pertences couberam numa mala de mão, estrelas no céu, andei em direção ao centro da cidade. Mas bem antes do centro encontrei um hotel de aparência modesta, o nome Zakariás em letras de ferro sobre a porta. Toquei a sineta no balcão, e uma tabela de preços indicava diária de quatro mil forintes por um quarto de solteiro. Calculei que poderia me alojar ali por mais de um mês, pois Kocsis Ferenc insistido em remunerar meu serviço, um cala-boca de duzentos mil forintes. Já ia tocar a sineta de novo quando apareceu um velhinho ajeitando os suspensórios. Pedi chaves moça da recepção que vasculhou uma gaveta, falou yes e disse que eu era aguardado desde a quarta-feira (...)

(Adaptado. BUARQUE, Chico. Budapeste. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.)

A expressão “um hotel de aparência modesta” é também entendida como:
 

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