Foram encontradas 240 questões.
3865377
Ano: 2024
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Alto Araguaia-MT
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Alto Araguaia-MT
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De acordo com a Lei Orgânica do Município de Alto
Araguaia/MT, a expansão social do mercado consumidor e a
defesa do meio ambiente e dos recursos naturais são metas
relativas ao:
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3865376
Ano: 2024
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Alto Araguaia-MT
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Alto Araguaia-MT
Provas:
Segundo a Constituição Federal de 1988, o repúdio ao
terrorismo e ao racismo e a prevalência dos direitos humanos são
considerados:
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3865375
Ano: 2024
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Alto Araguaia-MT
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Alto Araguaia-MT
Provas:
Os direitos fundamentais inseridos na Constituição Federal
de 1988, que estão diretamente ligados à pessoa humana no que
diz respeito ao direito à liberdade e à dignidade, são conhecidos
como:
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3865374
Ano: 2024
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Alto Araguaia-MT
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Alto Araguaia-MT
Provas:
Na classificação dos atos administrativos quanto à
exequibilidade, aqueles que estão em condições de produzir
efeitos jurídicos, pois já possuem todos os ciclos completados,
denominam-se:
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3865373
Ano: 2024
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Alto Araguaia-MT
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Alto Araguaia-MT
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No que refere à segurança em redes e na internet, uma técnica
de crime cibernético usa fraude e engano visando a manipular
as vítimas para que cliquem em links maliciosos ou divulguem
informações pessoais confidenciais. É um ataque em que o
invasor usa truques de engenharia social para enganar as vítimas
e fazê-las revelar dados privados ou clicar em um link malicioso,
e que possui três componentes, primeiro, o ataque é realizado
por meio de comunicações eletrônicas, como um e-mail ou uma
chamada telefônica; segundo, o invasor se disfarça como uma
pessoa ou organização em que você confia; terceiro, o objetivo
é obter informações pessoais confidenciais, como credenciais de
login ou números de cartão de crédito.
Essa técnica é conhecida como:
Essa técnica é conhecida como:
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No uso dos recursos do software Impress da suíte LibreOffice
versão 7.6.4.1 BR (x32_64), um funcionário de nível superior da
Prefeitura do Alto do Araguaia está elaborando uma apresentação
de slides. Nessa atividade, enquanto o acionamento de um ícone
tem por objetivo alterar a cor da linha de um objeto, o acionamento
de outro possibilita exportar a apresentação em edição para um
documento em formato PDF.
Esses ícones são, respectivamente:
Esses ícones são, respectivamente:
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Durante a digitação de um texto no editor Writer da suíte
LibreOffice versão 7.6.4.1 BR (x32_64), um funcionário da
Prefeitura do Alto do Araguaia inseriu no título do documento
a citação “alto araguaia – mato grosso” em letras minúsculas.
Precisando mostrar essa citação em letras maiúsculas, ele fez
a necessária seleção e executou um atalho de teclado por três
vezes em sequência, o que resultou na exibição em caixa alta,
como “ALTO ARAGUAIA – MATO GROSSO”. Para finalizar, ele
acionou um ícone existente na Faixa de Opções que equivale a
executar o atalho de teclado Ctrl + S.
O atalho de teclado e o ícone são, respectivamente:
O atalho de teclado e o ícone são, respectivamente:
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No uso do sistema operacional Ubuntu Linux, em um
microcomputador Intel, o comando “mkdir araguaia”, executado
na linha de prompt, tem a seguinte função:
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Leia o texto a seguir:
A desconexão humana com o sofrimento animal
Por Mauro Falcão
Na medida em que presenciamos o sofrimento dos animais em
confinamento para abate percebemos que, além das grades
físicas que os encarceram, existe uma prisão mais profunda na
escuridão da nossa compreensão moral. Isso deveria provocar a
busca por uma maior empatia por todos os seres e suscitar uma
importante reflexão: quem são os verdadeiros enclausurados,
esses seres frágeis ou nossa própria consciência?
Quando confrontamos o consumo de carne com o sofrimento
animal, não podemos ignorar a insensibilidade humana que,
frequentemente, evita encarar a realidade inconveniente por trás
de cada pedaço de carne no prato. A verdadeira liberdade não
reside apenas na escolha alimentar, mas sim na libertação da
indiferença que sufoca nossa compaixão.
O estresse vivenciado por esses seres não resulta apenas numa
produção hormonal exacerbada, mas também em um eco de
desespero que ressoa na alma de quem se permite ouvir. Nesse
contexto, há um percurso interno para desvendar os distúrbios
que nos separam do entendimento pleno do sofrimento alheio.
A busca por uma maior empatia envolve a necessidade de
repensarmos nossos hábitos. Embora a sociedade ainda não
tenha se desvinculado totalmente dos valores proteicos da
carne, é fundamental considerarmos métodos menos dolorosos
de produção. Dessa forma, o esforço por uma maior compaixão
transcende o âmbito emocional e se torna uma questão de
responsabilidade. Ao adotarmos práticas alimentares mais éticas,
não só contribuímos para o bem-estar dos animais, mas também
preservamos o nosso próprio bem-estar e promovemos uma
relação mais equilibrada com o meio ambiente. Contudo, entendo
a dificuldade dessa mudança, tão enraizada em nossos costumes,
e ainda busco uma total conexão.
Na realidade, todos somos participantes ativos da teia evolutiva
e integrantes valiosos de uma história compartilhada. Devemos
enxergar nos animais não apenas formas de vida subordinadas,
mas sim indivíduos que integram conosco a busca pela
compreensão da complexidade existencial.
Portanto, é necessária uma introspecção profunda sobre a
condição de nossa consciência, pois a verdadeira libertação
ocorrerá quando nos desvencilharmos das correntes que nos
impedem de abraçar um estilo de vida mais ético e compassivo,
reconhecendo a unicidade e a dignidade de cada ser,
independentemente de sua posição na escala evolutiva, pois em
verdade são nossos irmãos nas fases iniciais desse grande ciclo
biológico, conectados por fios invisíveis que entrelaçam nossos
destinos e formam esta complexa tapeçaria da vida.
Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2024/01/1048493-a-desconexao-humana-como-sofrimento-animal.html. Acesso em: 26 fev. 2023.
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Leia o texto a seguir:
A desconexão humana com o sofrimento animal
Por Mauro Falcão
Na medida em que presenciamos o sofrimento dos animais em
confinamento para abate percebemos que, além das grades
físicas que os encarceram, existe uma prisão mais profunda na
escuridão da nossa compreensão moral. Isso deveria provocar a
busca por uma maior empatia por todos os seres e suscitar uma
importante reflexão: quem são os verdadeiros enclausurados,
esses seres frágeis ou nossa própria consciência?
Quando confrontamos o consumo de carne com o sofrimento
animal, não podemos ignorar a insensibilidade humana que,
frequentemente, evita encarar a realidade inconveniente por trás
de cada pedaço de carne no prato. A verdadeira liberdade não
reside apenas na escolha alimentar, mas sim na libertação da
indiferença que sufoca nossa compaixão.
O estresse vivenciado por esses seres não resulta apenas numa
produção hormonal exacerbada, mas também em um eco de
desespero que ressoa na alma de quem se permite ouvir. Nesse
contexto, há um percurso interno para desvendar os distúrbios
que nos separam do entendimento pleno do sofrimento alheio.
A busca por uma maior empatia envolve a necessidade de
repensarmos nossos hábitos. Embora a sociedade ainda não
tenha se desvinculado totalmente dos valores proteicos da
carne, é fundamental considerarmos métodos menos dolorosos
de produção. Dessa forma, o esforço por uma maior compaixão
transcende o âmbito emocional e se torna uma questão de
responsabilidade. Ao adotarmos práticas alimentares mais éticas,
não só contribuímos para o bem-estar dos animais, mas também
preservamos o nosso próprio bem-estar e promovemos uma
relação mais equilibrada com o meio ambiente. Contudo, entendo
a dificuldade dessa mudança, tão enraizada em nossos costumes,
e ainda busco uma total conexão.
Na realidade, todos somos participantes ativos da teia evolutiva
e integrantes valiosos de uma história compartilhada. Devemos
enxergar nos animais não apenas formas de vida subordinadas,
mas sim indivíduos que integram conosco a busca pela
compreensão da complexidade existencial.
Portanto, é necessária uma introspecção profunda sobre a
condição de nossa consciência, pois a verdadeira libertação
ocorrerá quando nos desvencilharmos das correntes que nos
impedem de abraçar um estilo de vida mais ético e compassivo,
reconhecendo a unicidade e a dignidade de cada ser,
independentemente de sua posição na escala evolutiva, pois em
verdade são nossos irmãos nas fases iniciais desse grande ciclo
biológico, conectados por fios invisíveis que entrelaçam nossos
destinos e formam esta complexa tapeçaria da vida.
Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2024/01/1048493-a-desconexao-humana-como-sofrimento-animal.html. Acesso em: 26 fev. 2023.
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