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Por que cada vez menos jovens querem ser professores?
Um estudo elaborado pela Fundação Getúlio Vargas aponta que apenas 2% dos
estudantes do ensino médio querem estudar para serem professores
Uma realidade triste. Cada vez menos jovens querem ser professores. Um
estudo encomendado pela Fundação Victor Civita à Fundação Carlos Chagas aponta
que hoje apenas 2% dos estudantes do ensino médio querem cursar uma graduação
relacionada à atuação em sala de aula, como licenciaturas ou pedagogia.
A pesquisa apontou ainda que um terço dos jovens, cerca de 32%, chegou a
pensar em ser professor, mas desistiu. Foram afastados por fatores como a baixa
remuneração (citado por 40% dos estudantes), a desvalorização social da profissão e o
desinteresse e o desrespeito dos alunos (ambos mencionados por 17%), e acabaram
priorizando outras graduações.
"Eu queria ser professor de português, mas desisti pelo salário", explicou Vitor
de Assis, aluno do 3º ano do Centro de Ensino Médio Tiradentes. Embora o Tocantins
pague ao professor o segundo melhor piso do país, ainda é um salário pouco
competitivo ao jovem, se comparado ao pago aos médicos e engenheiros, por
exemplo.
Outro fator apontado pelos jovens como desestimulante à carreira é a falta de
valorização dos próprios alunos. Fernando Costa Dias, também aluno do 3º ano,
confirmou justamente isso. "Eu gostaria de ser professor de química ou física. Mas não
daria aulas nas escolas normais, preferiria dar aulas em cursinhos ou faculdades. Na
escola a gente percebe que os alunos não dão o devido valor ao professor, não
respeitam como deviam respeitar", disse.
E essa falta de interesse pela docência já traz consequências. Uma estimativa do
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) aponta
que apenas no Ensino Médio e nas séries finais do Ensino Fundamental o déficit de
professores com formação adequada à área que lecionam chega a 710 mil. Embora o
número de cursos de licenciatura tenham crescido, as matrículas não foram suficientes
e quase a metade das vagas ficaram ociosas, segundo dados do Censo da Educação do
Ensino Superior de 2009.
Dados que não desanimam quem acredita na profissão. "Eu vou ser professor.
Estou me preparando para o vestibular e a minha primeira opção é o curso de
matemática. Por mais que tenha amigos ou familiares que às vezes condenem, eu
acredito nessa profissão. Eu acredito na educação como fator que diminui a
desigualdade social no país e muda a vida do jovem. Sem professores não há médicos,
engenheiros ou advogados. O professor é a base da formação de todos os
profissionais", defendeu Cláudio Winícius dos Santos Silva, que cursa o último ano do
Ensino Médio.
A professora Martinha Ferreira de Lima, que leciona a disciplina de língua
portuguesa no Centro de Ensino Médio Tiradentes, também defende a profissão. "Eu
leciono há 12 anos e sempre soube que seria professora. Eu acredito que o professor é
uma peça fundamental, é um ser humano com poder transformador", finalizou.
Um sentimento resumido nas palavras da estudante Érika Vanessa Ferreira,
aluna do 3º ano. "Independente do dinheiro, o mais importante é o sonho. Sem
professor, a gente não seria ninguém. Eles são como nossos segundos pais. Nos
educam, nos ensinam e tem que ser valorizados por isso", afirmou.
Pesquisa
A pesquisa ouviu 1.501 alunos de 3º ano em 18 escolas públicas e privadas de
oito cidades. Apesar de reconhecerem a importância do professor, os jovens
pesquisados afirmam que a profissão é desvalorizada socialmente, mal remunerada e
tem rotina desgastante.
(https://www.to.gov.br/secom/noticias/porque-cada-vez-menos-jovens-querem-ser-professores/
6vmeq6tybgld)
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
- MorfologiaConjunçõesRelações de Causa e Consequência
Por que cada vez menos jovens querem ser professores?
Um estudo elaborado pela Fundação Getúlio Vargas aponta que apenas 2% dos
estudantes do ensino médio querem estudar para serem professores
Uma realidade triste. Cada vez menos jovens querem ser professores. Um
estudo encomendado pela Fundação Victor Civita à Fundação Carlos Chagas aponta
que hoje apenas 2% dos estudantes do ensino médio querem cursar uma graduação
relacionada à atuação em sala de aula, como licenciaturas ou pedagogia.
A pesquisa apontou ainda que um terço dos jovens, cerca de 32%, chegou a
pensar em ser professor, mas desistiu. Foram afastados por fatores como a baixa
remuneração (citado por 40% dos estudantes), a desvalorização social da profissão e o
desinteresse e o desrespeito dos alunos (ambos mencionados por 17%), e acabaram
priorizando outras graduações.
"Eu queria ser professor de português, mas desisti pelo salário", explicou Vitor
de Assis, aluno do 3º ano do Centro de Ensino Médio Tiradentes. Embora o Tocantins
pague ao professor o segundo melhor piso do país, ainda é um salário pouco
competitivo ao jovem, se comparado ao pago aos médicos e engenheiros, por
exemplo.
Outro fator apontado pelos jovens como desestimulante à carreira é a falta de
valorização dos próprios alunos. Fernando Costa Dias, também aluno do 3º ano,
confirmou justamente isso. "Eu gostaria de ser professor de química ou física. Mas não
daria aulas nas escolas normais, preferiria dar aulas em cursinhos ou faculdades. Na
escola a gente percebe que os alunos não dão o devido valor ao professor, não
respeitam como deviam respeitar", disse.
E essa falta de interesse pela docência já traz consequências. Uma estimativa do
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) aponta
que apenas no Ensino Médio e nas séries finais do Ensino Fundamental o déficit de
professores com formação adequada à área que lecionam chega a 710 mil. Embora o
número de cursos de licenciatura tenham crescido, as matrículas não foram suficientes
e quase a metade das vagas ficaram ociosas, segundo dados do Censo da Educação do
Ensino Superior de 2009.
Dados que não desanimam quem acredita na profissão. "Eu vou ser professor.
Estou me preparando para o vestibular e a minha primeira opção é o curso de
matemática. Por mais que tenha amigos ou familiares que às vezes condenem, eu
acredito nessa profissão. Eu acredito na educação como fator que diminui a
desigualdade social no país e muda a vida do jovem. Sem professores não há médicos,
engenheiros ou advogados. O professor é a base da formação de todos os
profissionais", defendeu Cláudio Winícius dos Santos Silva, que cursa o último ano do
Ensino Médio.
A professora Martinha Ferreira de Lima, que leciona a disciplina de língua
portuguesa no Centro de Ensino Médio Tiradentes, também defende a profissão. "Eu
leciono há 12 anos e sempre soube que seria professora. Eu acredito que o professor é
uma peça fundamental, é um ser humano com poder transformador", finalizou.
Um sentimento resumido nas palavras da estudante Érika Vanessa Ferreira,
aluna do 3º ano. "Independente do dinheiro, o mais importante é o sonho. Sem
professor, a gente não seria ninguém. Eles são como nossos segundos pais. Nos
educam, nos ensinam e tem que ser valorizados por isso", afirmou.
Pesquisa
A pesquisa ouviu 1.501 alunos de 3º ano em 18 escolas públicas e privadas de
oito cidades. Apesar de reconhecerem a importância do professor, os jovens
pesquisados afirmam que a profissão é desvalorizada socialmente, mal remunerada e
tem rotina desgastante.
(https://www.to.gov.br/secom/noticias/porque-cada-vez-menos-jovens-querem-ser-professores/
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- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- FonologiaAgrupamento FonológicoSílabas
Por que cada vez menos jovens querem ser professores?
Um estudo elaborado pela Fundação Getúlio Vargas aponta que apenas 2% dos
estudantes do ensino médio querem estudar para serem professores
Uma realidade triste. Cada vez menos jovens querem ser professores. Um
estudo encomendado pela Fundação Victor Civita à Fundação Carlos Chagas aponta
que hoje apenas 2% dos estudantes do ensino médio querem cursar uma graduação
relacionada à atuação em sala de aula, como licenciaturas ou pedagogia.
A pesquisa apontou ainda que um terço dos jovens, cerca de 32%, chegou a
pensar em ser professor, mas desistiu. Foram afastados por fatores como a baixa
remuneração (citado por 40% dos estudantes), a desvalorização social da profissão e o
desinteresse e o desrespeito dos alunos (ambos mencionados por 17%), e acabaram
priorizando outras graduações.
"Eu queria ser professor de português, mas desisti pelo salário", explicou Vitor
de Assis, aluno do 3º ano do Centro de Ensino Médio Tiradentes. Embora o Tocantins
pague ao professor o segundo melhor piso do país, ainda é um salário pouco
competitivo ao jovem, se comparado ao pago aos médicos e engenheiros, por
exemplo.
Outro fator apontado pelos jovens como desestimulante à carreira é a falta de
valorização dos próprios alunos. Fernando Costa Dias, também aluno do 3º ano,
confirmou justamente isso. "Eu gostaria de ser professor de química ou física. Mas não
daria aulas nas escolas normais, preferiria dar aulas em cursinhos ou faculdades. Na
escola a gente percebe que os alunos não dão o devido valor ao professor, não
respeitam como deviam respeitar", disse.
E essa falta de interesse pela docência já traz consequências. Uma estimativa do
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) aponta
que apenas no Ensino Médio e nas séries finais do Ensino Fundamental o déficit de
professores com formação adequada à área que lecionam chega a 710 mil. Embora o
número de cursos de licenciatura tenham crescido, as matrículas não foram suficientes
e quase a metade das vagas ficaram ociosas, segundo dados do Censo da Educação do
Ensino Superior de 2009.
Dados que não desanimam quem acredita na profissão. "Eu vou ser professor.
Estou me preparando para o vestibular e a minha primeira opção é o curso de
matemática. Por mais que tenha amigos ou familiares que às vezes condenem, eu
acredito nessa profissão. Eu acredito na educação como fator que diminui a
desigualdade social no país e muda a vida do jovem. Sem professores não há médicos,
engenheiros ou advogados. O professor é a base da formação de todos os
profissionais", defendeu Cláudio Winícius dos Santos Silva, que cursa o último ano do
Ensino Médio.
A professora Martinha Ferreira de Lima, que leciona a disciplina de língua
portuguesa no Centro de Ensino Médio Tiradentes, também defende a profissão. "Eu
leciono há 12 anos e sempre soube que seria professora. Eu acredito que o professor é
uma peça fundamental, é um ser humano com poder transformador", finalizou.
Um sentimento resumido nas palavras da estudante Érika Vanessa Ferreira,
aluna do 3º ano. "Independente do dinheiro, o mais importante é o sonho. Sem
professor, a gente não seria ninguém. Eles são como nossos segundos pais. Nos
educam, nos ensinam e tem que ser valorizados por isso", afirmou.
Pesquisa
A pesquisa ouviu 1.501 alunos de 3º ano em 18 escolas públicas e privadas de
oito cidades. Apesar de reconhecerem a importância do professor, os jovens
pesquisados afirmam que a profissão é desvalorizada socialmente, mal remunerada e
tem rotina desgastante.
(https://www.to.gov.br/secom/noticias/porque-cada-vez-menos-jovens-querem-ser-professores/
6vmeq6tybgld)
Marque alternativa que NÃO CONTENHA uma justificativa plausível para a acentuação gráfica de qualquer uma das três palavras em destaque:
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- OrtografiaPontuaçãoVírgula
- SintaxeTermos Acessórios e Independentes
- MorfologiaAdvérbios
- MorfologiaInterjeições
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Modo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Número
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Pessoa
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Tempo

Assinale a alternativa INCORRETA conforme a classe morfológica descrita.
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Ler sem livros
Nas sociedades do mundo digital todos leem e sempre se lê, para comunicar,
informar-se, jogar. Porém, essas leituras que fazemos no cotidiano são cada vez
menos leituras de livros. Se apropriam sobretudo dos textos breves das redes sociais.
Esta observação inspirou a conferência que pronunciei na Casa do Saber de São Paulo
no dia 2 de setembro de 2019. Meu texto discute as três dimensões do “ler sem livros”.
Na perspectiva da extensão da definição da leitura significa que ler é também
apoderar-se de textos que, muitas vezes, não são nem escritos, nem verbais. Como
uma metáfora, o ler sem livros indica, paradoxalmente, não a identidade entre textos e
imagens, mas a sua irredutibilidade. E, a partir de minha memória pessoal, enfatiza as
leituras das infâncias sem biblioteca. Estas observações, biográficas, históricas e
teóricas, podem ajudar, talvez, a entender as leituras sem livros de hoje, tornadas
ainda mais frequentes pela pandemia do Covid-19.
Há três anos a revista eletrônica espanhola Alabe me pediu para escrever um
breve artigo sobre minhas lembranças de leitor e os livros que havia lido quando era criança e adolescente. Meu testemunho devia localizar-se em uma série de textos
escritos por escritores, intelectuais ou professores que haviam aceitado o mesmo
pedido. Devo dizer que a tarefa se tornou mais complexa e mais problemática do que
pensavam os colegas que publicam esta excelente revista. Em primeiro lugar, como
leitor de Pierre Bourdieu, conheço bem as seduções e enganos da ilusão biográfica.
Escrever lembranças pessoais é sempre produzir (conscientemente ou não) uma
representação de si mesmo que constrói um passado imaginado, desejado, que não
corresponde necessariamente ao que aconteceu realmente. Não se trata de
desmascarar mentiras ou falsificações intencionais, mas de localizar as imprecisas
recordações do passado na imagem que cada um tem de si mesmo ou quer que os
outros tenham dele ou dela. A “ego-história” está sempre ameaçada pelas
rememorações das experiências, não como foram, mas como deviam ter sido para
adequar-se ao presente do indivíduo.
(CHARTIER, Roger. Ler sem livros. In: Um mundo sem livros e sem livrarias? 1ª
ed. São Paulo: Letraviva, 2020.)
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Ler sem livros
Nas sociedades do mundo digital todos leem e sempre se lê, para comunicar,
informar-se, jogar. Porém, essas leituras que fazemos no cotidiano são cada vez
menos leituras de livros. Se apropriam sobretudo dos textos breves das redes sociais.
Esta observação inspirou a conferência que pronunciei na Casa do Saber de São Paulo
no dia 2 de setembro de 2019. Meu texto discute as três dimensões do “ler sem livros”.
Na perspectiva da extensão da definição da leitura significa que ler é também
apoderar-se de textos que, muitas vezes, não são nem escritos, nem verbais. Como
uma metáfora, o ler sem livros indica, paradoxalmente, não a identidade entre textos e
imagens, mas a sua irredutibilidade. E, a partir de minha memória pessoal, enfatiza as
leituras das infâncias sem biblioteca. Estas observações, biográficas, históricas e
teóricas, podem ajudar, talvez, a entender as leituras sem livros de hoje, tornadas
ainda mais frequentes pela pandemia do Covid-19.
Há três anos a revista eletrônica espanhola Alabe me pediu para escrever um
breve artigo sobre minhas lembranças de leitor e os livros que havia lido quando era criança e adolescente. Meu testemunho devia localizar-se em uma série de textos
escritos por escritores, intelectuais ou professores que haviam aceitado o mesmo
pedido. Devo dizer que a tarefa se tornou mais complexa e mais problemática do que
pensavam os colegas que publicam esta excelente revista. Em primeiro lugar, como
leitor de Pierre Bourdieu, conheço bem as seduções e enganos da ilusão biográfica.
Escrever lembranças pessoais é sempre produzir (conscientemente ou não) uma
representação de si mesmo que constrói um passado imaginado, desejado, que não
corresponde necessariamente ao que aconteceu realmente. Não se trata de
desmascarar mentiras ou falsificações intencionais, mas de localizar as imprecisas
recordações do passado na imagem que cada um tem de si mesmo ou quer que os
outros tenham dele ou dela. A “ego-história” está sempre ameaçada pelas
rememorações das experiências, não como foram, mas como deviam ter sido para
adequar-se ao presente do indivíduo.
(CHARTIER, Roger. Ler sem livros. In: Um mundo sem livros e sem livrarias? 1ª
ed. São Paulo: Letraviva, 2020.)
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Ler sem livros
Nas sociedades do mundo digital todos leem e sempre se lê, para comunicar,
informar-se, jogar. Porém, essas leituras que fazemos no cotidiano são cada vez
menos leituras de livros. Se apropriam sobretudo dos textos breves das redes sociais.
Esta observação inspirou a conferência que pronunciei na Casa do Saber de São Paulo
no dia 2 de setembro de 2019. Meu texto discute as três dimensões do “ler sem livros”.
Na perspectiva da extensão da definição da leitura significa que ler é também
apoderar-se de textos que, muitas vezes, não são nem escritos, nem verbais. Como
uma metáfora, o ler sem livros indica, paradoxalmente, não a identidade entre textos e
imagens, mas a sua irredutibilidade. E, a partir de minha memória pessoal, enfatiza as
leituras das infâncias sem biblioteca. Estas observações, biográficas, históricas e
teóricas, podem ajudar, talvez, a entender as leituras sem livros de hoje, tornadas
ainda mais frequentes pela pandemia do Covid-19.
Há três anos a revista eletrônica espanhola Alabe me pediu para escrever um
breve artigo sobre minhas lembranças de leitor e os livros que havia lido quando era criança e adolescente. Meu testemunho devia localizar-se em uma série de textos
escritos por escritores, intelectuais ou professores que haviam aceitado o mesmo
pedido. Devo dizer que a tarefa se tornou mais complexa e mais problemática do que
pensavam os colegas que publicam esta excelente revista. Em primeiro lugar, como
leitor de Pierre Bourdieu, conheço bem as seduções e enganos da ilusão biográfica.
Escrever lembranças pessoais é sempre produzir (conscientemente ou não) uma
representação de si mesmo que constrói um passado imaginado, desejado, que não
corresponde necessariamente ao que aconteceu realmente. Não se trata de
desmascarar mentiras ou falsificações intencionais, mas de localizar as imprecisas
recordações do passado na imagem que cada um tem de si mesmo ou quer que os
outros tenham dele ou dela. A “ego-história” está sempre ameaçada pelas
rememorações das experiências, não como foram, mas como deviam ter sido para
adequar-se ao presente do indivíduo.
(CHARTIER, Roger. Ler sem livros. In: Um mundo sem livros e sem livrarias? 1ª
ed. São Paulo: Letraviva, 2020.)
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Escolha dentre as alternativas abaixo a que NÃO corresponde à correta acentuação
gráfica:
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