Foram encontradas 50 questões.
Leia o texto com atenção e responda a questão de acordo
com os comandos.
A MÁGICA DA EDUCAÇÃO
Educar-se é a precondição para que o trabalho seja uma escola
Quase todos entendem: Os mais educados ganham
mais. Por que será? O que a escola terá enfiado na cabeça do
aluno, mudando sua forma de trabalhar - ou de se comportar
como cidadão? Os números mostram claramente: quanto mais
anos de escolaridade, maior o nível de renda. Que outras
dúvidas haveria para demonstrar o poder da educação?
Isso é fácil de entender, pois aprendem-se na escola
coisas que podemos usar no primeiro dia de trabalho. De fato,
aprendem-se habilidades que o mercado valoriza e pelas quais
está disposto a pagar, como ler, escrever, receber instruções por
escrito e muito mais. A escolaridade permite decifrar um
orçamento e entender um manual de instruções. Quem sabe
fazer essas coisas ganha mais, pois é mais produtivo para a
empresa. E, como os economistas demonstram de forma
persuasiva, se alguém recebe salários maiores é porque produz
mais. Mas os números contêm uma charada. Com o passar do
tempo, vamos esquecendo o que aprendemos na escola. Alguns
conhecimentos mal duram até o dia da prova.
Ao começarmos a trabalhar, usamos o que nos ensinou
a escola. No ano seguinte, já teremos esquecido muito do que
nos foi ensinado. Sendo assim, diria a lógica, se ganhamos pelo
que aprendemos na escola, ao irmos esquecendo, nosso salário
deveria diminuir. Mas é exatamente o oposto. Os analfabetos se
aposentam praticamente com o mesmo salário inicial. Para
quem estudou, em vez de caírem, os salários sobem ao longo da
vida profissional. E não é só isso: sobem mais quanto mais
escolaridade se consegue acumular. Mas não voltamos à
escola, não nos ensinaram nada de novo que pudesse ser
remunerado. Ainda assim, sobem os salários.
Por que será? Diante de uma situação de trabalho, o
analfabeto não consegue encontrar uma maneira melhor de lidar
com ela. Portanto, continua fazendo sempre o mesmo. Já quem
passou pela escola adquiriu formas de pensar e agir que
permitem decifrar as situações de trabalho e lidar criativamente
com os desafios que aparecem. Amadurece seu julgamento,
toma melhores decisões e aprende formas mais eficazes de
trabalhar. Além disso, alcança uma compreensão mais ampla do
mundo. Enfim, adquire um equipamento intelectual que lhe
permite transformar a experiência de trabalho em produtividade.
Usando uma expressão comum aprender a aprender.
Portanto, quanto mais aprendemos na escola, mais
somos capazes dessa conversão de experiência em
aprendizado. O equipamento para lidar criativamente e aprender
com o mundo do trabalho torna-se mais poderoso. Com um
diploma superior, ao chegar à maturidade, um indivíduo ganha
três vezes seu salário inicial. Os números são claros: a
capacidade de aprender a aprender dos mais escolarizados vale
mais que os conhecimentos úteis que possuíam no primeiro dia
de trabalho. A educação consiste em equipar as pessoas para
aprender a fazer coisas que não foram ensinadas na escola. O
trabalho é uma grande escola, mas somente para quem estudou.
No fundo, os conhecimentos incluídos nos currículos valem
menos por sua utilidade intrínseca e mais pela oportunidade de
exercitar nosso raciocínio, ao lidarmos com eles.
(CASTRO, Cláudio de Moura. Revista Veja, 6 de AGOSTO,
2018. p. 73)
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Leia o texto com atenção e responda a questão de acordo
com os comandos.
A MÁGICA DA EDUCAÇÃO
Educar-se é a precondição para que o trabalho seja uma escola
Quase todos entendem: Os mais educados ganham
mais. Por que será? O que a escola terá enfiado na cabeça do
aluno, mudando sua forma de trabalhar - ou de se comportar
como cidadão? Os números mostram claramente: quanto mais
anos de escolaridade, maior o nível de renda. Que outras
dúvidas haveria para demonstrar o poder da educação?
Isso é fácil de entender, pois aprendem-se na escola
coisas que podemos usar no primeiro dia de trabalho. De fato,
aprendem-se habilidades que o mercado valoriza e pelas quais
está disposto a pagar, como ler, escrever, receber instruções por
escrito e muito mais. A escolaridade permite decifrar um
orçamento e entender um manual de instruções. Quem sabe
fazer essas coisas ganha mais, pois é mais produtivo para a
empresa. E, como os economistas demonstram de forma
persuasiva, se alguém recebe salários maiores é porque produz
mais. Mas os números contêm uma charada. Com o passar do
tempo, vamos esquecendo o que aprendemos na escola. Alguns
conhecimentos mal duram até o dia da prova.
Ao começarmos a trabalhar, usamos o que nos ensinou
a escola. No ano seguinte, já teremos esquecido muito do que
nos foi ensinado. Sendo assim, diria a lógica, se ganhamos pelo
que aprendemos na escola, ao irmos esquecendo, nosso salário
deveria diminuir. Mas é exatamente o oposto. Os analfabetos se
aposentam praticamente com o mesmo salário inicial. Para
quem estudou, em vez de caírem, os salários sobem ao longo da
vida profissional. E não é só isso: sobem mais quanto mais
escolaridade se consegue acumular. Mas não voltamos à
escola, não nos ensinaram nada de novo que pudesse ser
remunerado. Ainda assim, sobem os salários.
Por que será? Diante de uma situação de trabalho, o
analfabeto não consegue encontrar uma maneira melhor de lidar
com ela. Portanto, continua fazendo sempre o mesmo. Já quem
passou pela escola adquiriu formas de pensar e agir que
permitem decifrar as situações de trabalho e lidar criativamente
com os desafios que aparecem. Amadurece seu julgamento,
toma melhores decisões e aprende formas mais eficazes de
trabalhar. Além disso, alcança uma compreensão mais ampla do
mundo. Enfim, adquire um equipamento intelectual que lhe
permite transformar a experiência de trabalho em produtividade.
Usando uma expressão comum aprender a aprender.
Portanto, quanto mais aprendemos na escola, mais
somos capazes dessa conversão de experiência em
aprendizado. O equipamento para lidar criativamente e aprender
com o mundo do trabalho torna-se mais poderoso. Com um
diploma superior, ao chegar à maturidade, um indivíduo ganha
três vezes seu salário inicial. Os números são claros: a
capacidade de aprender a aprender dos mais escolarizados vale
mais que os conhecimentos úteis que possuíam no primeiro dia
de trabalho. A educação consiste em equipar as pessoas para
aprender a fazer coisas que não foram ensinadas na escola. O
trabalho é uma grande escola, mas somente para quem estudou.
No fundo, os conhecimentos incluídos nos currículos valem
menos por sua utilidade intrínseca e mais pela oportunidade de
exercitar nosso raciocínio, ao lidarmos com eles.
(CASTRO, Cláudio de Moura. Revista Veja, 6 de AGOSTO,
2018. p. 73)
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- Assistência Social
- LegislaçãoLei 8.742/1993: Dispõe sobre a Organização da Assistência Social
- Políticas SociaisPNAS: Política Nacional de Assistência Social
- Políticas SociaisSUAS: Sistema Único de Assistência Social
A assistência social tem por um de seus objetivos a proteção social, que visa à garantia da vida, à redução de danos e à prevenção da incidência de riscos, especialmente: I- a proteção à família, à maternidade, à infância, à adolescência e à velhice; II- o amparo às crianças e aos adolescentes carentes; III- a promoção da integração ao mercado de trabalho; IV- a habilitação e reabilitação das pessoas com deficiência e a promoção de sua integração à vida comunitária. Completam corretamente o comando da questão apenas:
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- Assistência SocialConselhos de Assistência Social
- LegislaçãoLei 8.742/1993: Dispõe sobre a Organização da Assistência Social
- Políticas SociaisPNAS: Política Nacional de Assistência Social
- Políticas SociaisSUAS: Sistema Único de Assistência Social
As instâncias deliberativas do Suas, de caráter permanente e composição paritária entre governo e sociedade civil, são: I- o Conselho Nacional de Assistência Social; II- os Conselhos Estaduais de Assistência Social; III- o Conselho de Assistência Social do Distrito Federal; IV- os Conselhos Municipais de Assistência Social. Após a análise das afirmações, marque a alternativa correta:
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- Assistente SocialExercício ProfissionalCompetências e Atribuições Privativas do Assistente Social
- LegislaçãoLei 8.662/1993: Profissão de Assistente Social
Constituem atribuições privativas do Assistente Social, exceto:
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- Assistente SocialExercício ProfissionalInfrações Disciplinares e Penalidades no Serviço Social
- LegislaçãoLei 8.662/1993: Profissão de Assistente Social
Sobre as penalidades que os CRESS aplicarão aos infratores dos dispositivos da Lei n.° 8.662, de 7 de junho de 1993, apenas não se pode afirmar:
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- Assistência Social
- LegislaçãoLei 8.742/1993: Dispõe sobre a Organização da Assistência Social
- Políticas SociaisPNAS: Política Nacional de Assistência Social
- Políticas SociaisSUAS: Sistema Único de Assistência Social
Marque a alternativa correta de acordo com a LOAS (Lei n.° 8.662, de 7 de junho de 1993):
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- Assistência Social
- LegislaçãoLei 8.742/1993: Dispõe sobre a Organização da Assistência Social
- Políticas SociaisPNAS: Política Nacional de Assistência Social
- Políticas SociaisSUAS: Sistema Único de Assistência Social
- Proteção SocialFamíliaProteção Social ao Idoso
- Proteção SocialFamíliaProteção Social às Pessoas com Deficiência Física ou Mental
Segundo o art. 20 da LOAS: “O benefício de prestação continuada é a garantia de um salário-mínimo mensal à pessoa com deficiência e ao idoso com 65 (sessenta e cinco) anos ou mais que comprovem não possuir meios de prover a própria manutenção nem de tê-la provida por sua família.". Sobre o assunto apenas não se pode afirmar:
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- Assistência Social
- LegislaçãoLei 8.742/1993: Dispõe sobre a Organização da Assistência Social
- Políticas SociaisPNAS: Política Nacional de Assistência Social
- Políticas SociaisSUAS: Sistema Único de Assistência Social
Os projetos de enfrentamento da pobreza, segundo o art. 25 da LOAS, compreendem:
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- Assistência SocialConselhos de Assistência Social
- LegislaçãoLei 8.742/1993: Dispõe sobre a Organização da Assistência Social
- Políticas SociaisPNAS: Política Nacional de Assistência Social
- Políticas SociaisSUAS: Sistema Único de Assistência SocialNOB: Norma Operacional Básica
O CNAS recomenda as seguintes ações referentes à NOB/SUAS ao Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, atualmente denominado de Ministério da Cidadania, exceto:
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