Foram encontradas 35 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A gravidade era explicada antes de Newton
Obviamente, as coisas já caíam antes de Newton. Mas
como será que as pessoas encaravam o fenômeno?
Qual era a explicação, até o século XVII, para o que hoje
chamamos de gravidade? Muitos anos depois de
Newton, o físico alemão Albert Einstein diria que "a
gravidade é a primeira coisa em que não pensamos".
Afinal, parece natural a ideia de que uma pedra
arremessada caia, do mesmo jeito que uma fruta não
colhida do pé, ou que um tropeço bobo seja prenúncio
de um tombo.
No livro 'Por Que as Coisas Caem? Uma História da
Gravidade', publicado pela editora Zahar em 2009, os
astrônomos Alexandre Cherman e Bruno Rainho
Mendonça partem da constatação de que a gravidade,
sem dúvida, é especial. "Se não fosse, como explicar
que os dois maiores gênios das ciências, Isaac Newton e
Albert Einstein, tenham se dedicado a ela? E não só
isso: tenham sido alçado a essa condição genial
justamente por terem vislumbrado parte de seus
segredos?", escreve Cherman.
Segundo ele, a importância da gravidade reside em dois
fatores: ela é universal, "para usar uma palavra cara a
Newton", e geral, "usando um termo querido de
Einstein". Mas como se explicava antes?
O sábio grego Aristóteles é considerado um dos mais
influentes pensadores da história ocidental e muito da
própria lógica do pensamento científico se deve a suas
prerrogativas.
"Ele dividia um pouco os fenômenos a partir dos
elementos, e entendia que havia uma tendência natural
do objeto que pertencia a determinado elemento a voltar
à posição desse elemento", explica o físico Rodrigo
Panosso Macedo. "Assim, se um objeto era feito de
terra, sua tendência natural seria voltar para a terra, por
isso ele cairia. Já um objeto feito de ar gasoso teria a
tendência natural de voltar para o ar, por isso ele subia."
Uma representação pictórica do século VIII a.C. indica
que esse filósofo acreditava que a gravitação mantinha o
Sistema Solar unido e que o Sol, por ser o astro com a
maior massa, deveria ocupar a posição central no
modelo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c10q3z5rr4zo. Adaptado.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A gravidade era explicada antes de Newton
Obviamente, as coisas já caíam antes de Newton. Mas
como será que as pessoas encaravam o fenômeno?
Qual era a explicação, até o século XVII, para o que hoje
chamamos de gravidade? Muitos anos depois de
Newton, o físico alemão Albert Einstein diria que "a
gravidade é a primeira coisa em que não pensamos".
Afinal, parece natural a ideia de que uma pedra
arremessada caia, do mesmo jeito que uma fruta não
colhida do pé, ou que um tropeço bobo seja prenúncio
de um tombo.
No livro 'Por Que as Coisas Caem? Uma História da
Gravidade', publicado pela editora Zahar em 2009, os
astrônomos Alexandre Cherman e Bruno Rainho
Mendonça partem da constatação de que a gravidade,
sem dúvida, é especial. "Se não fosse, como explicar
que os dois maiores gênios das ciências, Isaac Newton e
Albert Einstein, tenham se dedicado a ela? E não só
isso: tenham sido alçado a essa condição genial
justamente por terem vislumbrado parte de seus
segredos?", escreve Cherman.
Segundo ele, a importância da gravidade reside em dois
fatores: ela é universal, "para usar uma palavra cara a
Newton", e geral, "usando um termo querido de
Einstein". Mas como se explicava antes?
O sábio grego Aristóteles é considerado um dos mais
influentes pensadores da história ocidental e muito da
própria lógica do pensamento científico se deve a suas
prerrogativas.
"Ele dividia um pouco os fenômenos a partir dos
elementos, e entendia que havia uma tendência natural
do objeto que pertencia a determinado elemento a voltar
à posição desse elemento", explica o físico Rodrigo
Panosso Macedo. "Assim, se um objeto era feito de
terra, sua tendência natural seria voltar para a terra, por
isso ele cairia. Já um objeto feito de ar gasoso teria a
tendência natural de voltar para o ar, por isso ele subia."
Uma representação pictórica do século VIII a.C. indica
que esse filósofo acreditava que a gravitação mantinha o
Sistema Solar unido e que o Sol, por ser o astro com a
maior massa, deveria ocupar a posição central no
modelo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c10q3z5rr4zo. Adaptado.
Em relação à oração destacada, é CORRETO afirmar que:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A gravidade era explicada antes de Newton
Obviamente, as coisas já caíam antes de Newton. Mas
como será que as pessoas encaravam o fenômeno?
Qual era a explicação, até o século XVII, para o que hoje
chamamos de gravidade? Muitos anos depois de
Newton, o físico alemão Albert Einstein diria que "a
gravidade é a primeira coisa em que não pensamos".
Afinal, parece natural a ideia de que uma pedra
arremessada caia, do mesmo jeito que uma fruta não
colhida do pé, ou que um tropeço bobo seja prenúncio
de um tombo.
No livro 'Por Que as Coisas Caem? Uma História da
Gravidade', publicado pela editora Zahar em 2009, os
astrônomos Alexandre Cherman e Bruno Rainho
Mendonça partem da constatação de que a gravidade,
sem dúvida, é especial. "Se não fosse, como explicar
que os dois maiores gênios das ciências, Isaac Newton e
Albert Einstein, tenham se dedicado a ela? E não só
isso: tenham sido alçado a essa condição genial
justamente por terem vislumbrado parte de seus
segredos?", escreve Cherman.
Segundo ele, a importância da gravidade reside em dois
fatores: ela é universal, "para usar uma palavra cara a
Newton", e geral, "usando um termo querido de
Einstein". Mas como se explicava antes?
O sábio grego Aristóteles é considerado um dos mais
influentes pensadores da história ocidental e muito da
própria lógica do pensamento científico se deve a suas
prerrogativas.
"Ele dividia um pouco os fenômenos a partir dos
elementos, e entendia que havia uma tendência natural
do objeto que pertencia a determinado elemento a voltar
à posição desse elemento", explica o físico Rodrigo
Panosso Macedo. "Assim, se um objeto era feito de
terra, sua tendência natural seria voltar para a terra, por
isso ele cairia. Já um objeto feito de ar gasoso teria a
tendência natural de voltar para o ar, por isso ele subia."
Uma representação pictórica do século VIII a.C. indica
que esse filósofo acreditava que a gravitação mantinha o
Sistema Solar unido e que o Sol, por ser o astro com a
maior massa, deveria ocupar a posição central no
modelo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c10q3z5rr4zo. Adaptado.
De acordo com as regras de acentuação gráfica:
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2928149
Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Anchieta-SC
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Anchieta-SC
Provas:
Após o impeachment sofrido pelo então presidente
Fernando Collor de Mello, seu vice, Itamar Franco,
assumiu o poder, governando o país por cerca de 2
anos. Apesar de ocupar um lugar de pouco destaque na
história do Brasil, em seu governo tivemos um dos
maiores acontecimentos da história brasileira. Qual foi o
grande feito do governo de Itamar Franco?
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2928148
Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Anchieta-SC
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Anchieta-SC
Provas:
"O Brasil enfrenta mais um desafio que coloca a
segurança hídrica em risco. A crise de abastecimento de
água afeta diversos níveis de consumo, desde o uso
doméstico até o fornecimento de energia para grandes
regiões metropolitanas, que estão se preparando para
"apagões" que possam vir a acontecer nos próximos
meses".
Publicada em 22 de Julho de 2021
Por Ian Thompson - Diretor Executivo The Nature Conservancy - TNC Brasil
Disponível em: https://www.tnc.org.br
A crise hídrica é um problema que de tempo em tempo coloca nosso país em alerta, pois além de toda a dependência direta de seus benefícios, indiretamente, tais recursos são extremamente necessários em atividades como:
Publicada em 22 de Julho de 2021
Por Ian Thompson - Diretor Executivo The Nature Conservancy - TNC Brasil
Disponível em: https://www.tnc.org.br
A crise hídrica é um problema que de tempo em tempo coloca nosso país em alerta, pois além de toda a dependência direta de seus benefícios, indiretamente, tais recursos são extremamente necessários em atividades como:
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