Foram encontradas 30 questões.
A Secretaria Municipal de Saúde iniciou, no outono, uma
campanha de vacinação contra a gripe influenza voltada
especialmente para a população idosa do município. A
meta estabelecida pelo Departamento de Epidemiologia
era imunizar 4.800 idosos até o início do inverno, período
de maior circulação do vírus.
No primeiro mês da campanha, as unidades básicas de saúde e os postos volantes registraram a aplicação de vacinas em 60% do total de idosos previstos na meta.
No segundo mês, com uma estratégia de busca ativa realizada por agentes comunitários em domicílios e asilos, foram vacinados 30% dos idosos que ainda restavam (ou seja, 30% dos que não haviam sido vacinados no primeiro mês).
Após esses dois meses de campanha, quantos idosos ainda faltam receber a vacina contra influenza?
No primeiro mês da campanha, as unidades básicas de saúde e os postos volantes registraram a aplicação de vacinas em 60% do total de idosos previstos na meta.
No segundo mês, com uma estratégia de busca ativa realizada por agentes comunitários em domicílios e asilos, foram vacinados 30% dos idosos que ainda restavam (ou seja, 30% dos que não haviam sido vacinados no primeiro mês).
Após esses dois meses de campanha, quantos idosos ainda faltam receber a vacina contra influenza?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto para a questão.
O que perdemos por deixar de escrever à mão
Excluídas as coisas que adoraríamos esquecer, a
felicidade se mede pelas tantas que merecemos lembrar.
E neste quesito, tudo o que favorece a memorização tem
importância.
Vilmar Sanches, um colega sempre bem-informado, trouxe para o grupo da nossa ATM um texto
que coloca em xeque o futuro da escrita manual, uma
forma de comunicação desenvolvida há mais de 2,5 mil
anos e que está perdendo espaço para o uso exclusivo
de telas entre os jovens da geração Z (nascidos entre
1997 e 2012).
O hábito de escrever no papel tornou-se menos
frequente devido à predominância de celulares, tablets e
computadores, alterando uma prática fundamental da
civilização humana.
Seria razão para comemoração plena se essa
transformação profunda no processamento de
informações não significasse perdas para as novas
gerações. Estudos indicam que o ato físico de escrever
ativa áreas cerebrais essenciais para o aprendizado e o
raciocínio crítico, de forma muito mais intensa do que a
digitação.
O esforço muscular e tátil da escrita manual, com
movimentos específicos no desenho de cada letra, ajuda
o cérebro a ancorar a informação à memória, enquanto
na digitação o movimento é homogeneizado: nada
distingue um clique para digitar um A ou um Z.
Quando toda a novidade presume avanço, aqui
estão alguns efeitos dessa mudança:
1. Impacto no aprendizado e na memória. O
abandono gradual da escrita à mão, em favor da
digitação, é um fenômeno que altera não apenas
a forma como nos comunicamos, mas também
como o nosso cérebro processa informações.
Essa mudança de costumes traz benefícios de
eficiência, mas impõe perdas significativas em
termos cognitivos e motores. Ao escrever à mão,
o cérebro precisa planejar e executar
movimentos complexos para cada letra, o que
reforça a retenção de informações
2. Codificação profunda. Estudos sugerem que o
tempo mais lento da escrita manual permite que
o cérebro processe melhor o conteúdo
3. Quem digita usa com frequência o "copie e
cole", o que resulta numa retenção superficial,
enquanto quem escreve à mão é forçado a
resumir e selecionar conceitos-chave, o que
facilita a compreensão e o armazenamento. A
escrita manual é uma tarefa multissensorial. Ela
envolve a integração da visão, do tato e do
controle motor fino, muito valorizados na
alfabetização infantil
4. Refinamento da coordenação fina. A perda da
prática manual pode levar a uma atrofia de
habilidades motoras delicadas, essenciais em
áreas como cirurgia, artes plásticas e mecânica
de precisão
Exauridos os argumentos técnicos, ainda restará
lamentar a falta do deslumbramento de receber uma carta
de amor, com aquela caligrafia inconfundível, falando de
saudade.
Acredite, a vida do robô é um modelo de
eficiência vazia. Ele, coitado, nem tem onde guardar
cartas para reler em dias tristes.
J.J. Camargo. Disponível em
. <https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2026/02/oque-perdemos-por-deixar-de-escrever-a-maocmltur7cr003401jnhitonyvt.html>.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A Prefeitura está revitalizando a Praça dos Ipês, um
importante espaço de lazer no centro da cidade. A praça
tem formato retangular, e sua área total é de 600 m²,
conforme consta no projeto de paisagismo da Secretaria
Municipal de Meio Ambiente.
Segundo o memorial descritivo do projeto, o comprimento da praça é 10 metros maior que a sua largura, uma configuração que permite a instalação de um palco para eventos em uma das extremidades, mantendo área livre para circulação.
Para a compra do material necessário para cercar a praça com uma grade, é preciso saber qual é o perímetro total do terreno da praça.
Assinale a alternativa que indica o perímetro correto da Praça dos Ipês:
Segundo o memorial descritivo do projeto, o comprimento da praça é 10 metros maior que a sua largura, uma configuração que permite a instalação de um palco para eventos em uma das extremidades, mantendo área livre para circulação.
Para a compra do material necessário para cercar a praça com uma grade, é preciso saber qual é o perímetro total do terreno da praça.
Assinale a alternativa que indica o perímetro correto da Praça dos Ipês:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O regime estatutário dos servidores públicos municipais
prevê, além do salário base definido por lei para cada
cargo, um adicional por tempo de serviço como forma de
valorizar a experiência e a permanência no serviço
público. Esse adicional é fixo: R$ 80,00 por ano completo
de exercício no município, acrescido diretamente ao
vencimento básico.
O servidor Carlos, que trabalha na Secretaria de Obras, completou 8 anos de serviço em janeiro deste ano. Em seu holerite do mês seguinte, ele observou que seu vencimento total (salário base + adicional por tempo de serviço) foi de R$ 3.840,00.
Considerando que não há outros descontos ou acréscimos nesse valor total, qual é o salário base de Carlos, sem o adicional por tempo de serviço?
O servidor Carlos, que trabalha na Secretaria de Obras, completou 8 anos de serviço em janeiro deste ano. Em seu holerite do mês seguinte, ele observou que seu vencimento total (salário base + adicional por tempo de serviço) foi de R$ 3.840,00.
Considerando que não há outros descontos ou acréscimos nesse valor total, qual é o salário base de Carlos, sem o adicional por tempo de serviço?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A nutricionista responsável pela merenda escolar na rede
municipal, está preparando o suco que será servido no
almoço das escolas. Seguindo o manual de alimentação
escolar do município, a receita padrão exige que a
mistura seja feita na proporção de 1 parte de
concentrado de fruta para 5 partes de água filtrada,
garantindo o sabor adequado e o aproveitamento
nutritivo sem desperdício. Em um dia especialmente
quente, a previsão é que sejam consumidos 240 litros de
suco pronto em todas as escolas municipais. Para fazer o
pedido correto ao almoxarifado, a nutricionista precisa
calcular com precisão: quantos litros de concentrado de
fruta ela deve solicitar para esse dia?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto para a questão.
O que perdemos por deixar de escrever à mão
Excluídas as coisas que adoraríamos esquecer, a
felicidade se mede pelas tantas que merecemos lembrar.
E neste quesito, tudo o que favorece a memorização tem
importância.
Vilmar Sanches, um colega sempre beminformado, trouxe para o grupo da nossa ATM um texto
que coloca em xeque o futuro da escrita manual, uma
forma de comunicação desenvolvida há mais de 2,5 mil
anos e que está perdendo espaço para o uso exclusivo
de telas entre os jovens da geração Z (nascidos entre
1997 e 2012).
O hábito de escrever no papel tornou-se menos
frequente devido à predominância de celulares, tablets e
computadores, alterando uma prática fundamental da
civilização humana.
Seria razão para comemoração plena se essa
transformação profunda no processamento de
informações não significasse perdas para as novas
gerações. Estudos indicam que o ato físico de escrever
ativa áreas cerebrais essenciais para o aprendizado e o
raciocínio crítico, de forma muito mais intensa do que a
digitação.
O esforço muscular e tátil da escrita manual, com
movimentos específicos no desenho de cada letra, ajuda
o cérebro a ancorar a informação à memória, enquanto
na digitação o movimento é homogeneizado: nada
distingue um clique para digitar um A ou um Z.
Quando toda a novidade presume avanço, aqui
estão alguns efeitos dessa mudança:
1. Impacto no aprendizado e na memória. O
abandono gradual da escrita à mão, em favor da
digitação, é um fenômeno que altera não apenas
a forma como nos comunicamos, mas também
como o nosso cérebro processa informações.
Essa mudança de costumes traz benefícios de
eficiência, mas impõe perdas significativas em
termos cognitivos e motores. Ao escrever à mão,
o cérebro precisa planejar e executar
movimentos complexos para cada letra, o que
reforça a retenção de informações
2. Codificação profunda. Estudos sugerem que o
tempo mais lento da escrita manual permite que
o cérebro processe melhor o conteúdo
3. Quem digita usa com frequência o "copie e
cole", o que resulta numa retenção superficial,
enquanto quem escreve à mão é forçado a
resumir e selecionar conceitos-chave, o que
facilita a compreensão e o armazenamento. A
escrita manual é uma tarefa multissensorial. Ela
envolve a integração da visão, do tato e do
controle motor fino, muito valorizados na
alfabetização infantil
4. Refinamento da coordenação fina. A perda da
prática manual pode levar a uma atrofia de
habilidades motoras delicadas, essenciais em
áreas como cirurgia, artes plásticas e mecânica
de precisão
Exauridos os argumentos técnicos, ainda restará
lamentar a falta do deslumbramento de receber uma carta
de amor, com aquela caligrafia inconfundível, falando de
saudade.
Acredite, a vida do robô é um modelo de
eficiência vazia. Ele, coitado, nem tem onde guardar
cartas para reler em dias tristes.
J.J. Camargo.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto para a questão.
O que perdemos por deixar de escrever à mão
Excluídas as coisas que adoraríamos esquecer, a
felicidade se mede pelas tantas que merecemos lembrar.
E neste quesito, tudo o que favorece a memorização tem
importância.
Vilmar Sanches, um colega sempre beminformado, trouxe para o grupo da nossa ATM um texto
que coloca em xeque o futuro da escrita manual, uma
forma de comunicação desenvolvida há mais de 2,5 mil
anos e que está perdendo espaço para o uso exclusivo
de telas entre os jovens da geração Z (nascidos entre
1997 e 2012).
O hábito de escrever no papel tornou-se menos
frequente devido à predominância de celulares, tablets e
computadores, alterando uma prática fundamental da
civilização humana.
Seria razão para comemoração plena se essa
transformação profunda no processamento de
informações não significasse perdas para as novas
gerações. Estudos indicam que o ato físico de escrever
ativa áreas cerebrais essenciais para o aprendizado e o
raciocínio crítico, de forma muito mais intensa do que a
digitação.
O esforço muscular e tátil da escrita manual, com
movimentos específicos no desenho de cada letra, ajuda
o cérebro a ancorar a informação à memória, enquanto
na digitação o movimento é homogeneizado: nada
distingue um clique para digitar um A ou um Z.
Quando toda a novidade presume avanço, aqui
estão alguns efeitos dessa mudança:
1. Impacto no aprendizado e na memória. O
abandono gradual da escrita à mão, em favor da
digitação, é um fenômeno que altera não apenas
a forma como nos comunicamos, mas também
como o nosso cérebro processa informações.
Essa mudança de costumes traz benefícios de
eficiência, mas impõe perdas significativas em
termos cognitivos e motores. Ao escrever à mão,
o cérebro precisa planejar e executar
movimentos complexos para cada letra, o que
reforça a retenção de informações
2. Codificação profunda. Estudos sugerem que o
tempo mais lento da escrita manual permite que
o cérebro processe melhor o conteúdo
3. Quem digita usa com frequência o "copie e
cole", o que resulta numa retenção superficial,
enquanto quem escreve à mão é forçado a
resumir e selecionar conceitos-chave, o que
facilita a compreensão e o armazenamento. A
escrita manual é uma tarefa multissensorial. Ela
envolve a integração da visão, do tato e do
controle motor fino, muito valorizados na
alfabetização infantil
4. Refinamento da coordenação fina. A perda da
prática manual pode levar a uma atrofia de
habilidades motoras delicadas, essenciais em
áreas como cirurgia, artes plásticas e mecânica
de precisão
Exauridos os argumentos técnicos, ainda restará
lamentar a falta do deslumbramento de receber uma carta
de amor, com aquela caligrafia inconfundível, falando de
saudade.
Acredite, a vida do robô é um modelo de
eficiência vazia. Ele, coitado, nem tem onde guardar
cartas para reler em dias tristes.
J.J. Camargo.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto para a questão.
O que perdemos por deixar de escrever à mão
Excluídas as coisas que adoraríamos esquecer, a
felicidade se mede pelas tantas que merecemos lembrar.
E neste quesito, tudo o que favorece a memorização tem
importância.
Vilmar Sanches, um colega sempre beminformado, trouxe para o grupo da nossa ATM um texto
que coloca em xeque o futuro da escrita manual, uma
forma de comunicação desenvolvida há mais de 2,5 mil
anos e que está perdendo espaço para o uso exclusivo
de telas entre os jovens da geração Z (nascidos entre
1997 e 2012).
O hábito de escrever no papel tornou-se menos
frequente devido à predominância de celulares, tablets e
computadores, alterando uma prática fundamental da
civilização humana.
Seria razão para comemoração plena se essa
transformação profunda no processamento de
informações não significasse perdas para as novas
gerações. Estudos indicam que o ato físico de escrever
ativa áreas cerebrais essenciais para o aprendizado e o
raciocínio crítico, de forma muito mais intensa do que a
digitação.
O esforço muscular e tátil da escrita manual, com
movimentos específicos no desenho de cada letra, ajuda
o cérebro a ancorar a informação à memória, enquanto
na digitação o movimento é homogeneizado: nada
distingue um clique para digitar um A ou um Z.
Quando toda a novidade presume avanço, aqui
estão alguns efeitos dessa mudança:
1. Impacto no aprendizado e na memória. O
abandono gradual da escrita à mão, em favor da
digitação, é um fenômeno que altera não apenas
a forma como nos comunicamos, mas também
como o nosso cérebro processa informações.
Essa mudança de costumes traz benefícios de
eficiência, mas impõe perdas significativas em
termos cognitivos e motores. Ao escrever à mão,
o cérebro precisa planejar e executar
movimentos complexos para cada letra, o que
reforça a retenção de informações
2. Codificação profunda. Estudos sugerem que o
tempo mais lento da escrita manual permite que
o cérebro processe melhor o conteúdo
3. Quem digita usa com frequência o "copie e
cole", o que resulta numa retenção superficial,
enquanto quem escreve à mão é forçado a
resumir e selecionar conceitos-chave, o que
facilita a compreensão e o armazenamento. A
escrita manual é uma tarefa multissensorial. Ela
envolve a integração da visão, do tato e do
controle motor fino, muito valorizados na
alfabetização infantil
4. Refinamento da coordenação fina. A perda da
prática manual pode levar a uma atrofia de
habilidades motoras delicadas, essenciais em
áreas como cirurgia, artes plásticas e mecânica
de precisão
Exauridos os argumentos técnicos, ainda restará
lamentar a falta do deslumbramento de receber uma carta
de amor, com aquela caligrafia inconfundível, falando de
saudade.
Acredite, a vida do robô é um modelo de
eficiência vazia. Ele, coitado, nem tem onde guardar
cartas para reler em dias tristes.
J.J. Camargo.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto para a questão.
O que perdemos por deixar de escrever à mão
Excluídas as coisas que adoraríamos esquecer, a
felicidade se mede pelas tantas que merecemos lembrar.
E neste quesito, tudo o que favorece a memorização tem
importância.
Vilmar Sanches, um colega sempre beminformado, trouxe para o grupo da nossa ATM um texto
que coloca em xeque o futuro da escrita manual, uma
forma de comunicação desenvolvida há mais de 2,5 mil
anos e que está perdendo espaço para o uso exclusivo
de telas entre os jovens da geração Z (nascidos entre
1997 e 2012).
O hábito de escrever no papel tornou-se menos
frequente devido à predominância de celulares, tablets e
computadores, alterando uma prática fundamental da
civilização humana.
Seria razão para comemoração plena se essa
transformação profunda no processamento de
informações não significasse perdas para as novas
gerações. Estudos indicam que o ato físico de escrever
ativa áreas cerebrais essenciais para o aprendizado e o
raciocínio crítico, de forma muito mais intensa do que a
digitação.
O esforço muscular e tátil da escrita manual, com
movimentos específicos no desenho de cada letra, ajuda
o cérebro a ancorar a informação à memória, enquanto
na digitação o movimento é homogeneizado: nada
distingue um clique para digitar um A ou um Z.
Quando toda a novidade presume avanço, aqui
estão alguns efeitos dessa mudança:
1. Impacto no aprendizado e na memória. O
abandono gradual da escrita à mão, em favor da
digitação, é um fenômeno que altera não apenas
a forma como nos comunicamos, mas também
como o nosso cérebro processa informações.
Essa mudança de costumes traz benefícios de
eficiência, mas impõe perdas significativas em
termos cognitivos e motores. Ao escrever à mão,
o cérebro precisa planejar e executar
movimentos complexos para cada letra, o que
reforça a retenção de informações
2. Codificação profunda. Estudos sugerem que o
tempo mais lento da escrita manual permite que
o cérebro processe melhor o conteúdo
3. Quem digita usa com frequência o "copie e
cole", o que resulta numa retenção superficial,
enquanto quem escreve à mão é forçado a
resumir e selecionar conceitos-chave, o que
facilita a compreensão e o armazenamento. A
escrita manual é uma tarefa multissensorial. Ela
envolve a integração da visão, do tato e do
controle motor fino, muito valorizados na
alfabetização infantil
4. Refinamento da coordenação fina. A perda da
prática manual pode levar a uma atrofia de
habilidades motoras delicadas, essenciais em
áreas como cirurgia, artes plásticas e mecânica
de precisão
Exauridos os argumentos técnicos, ainda restará
lamentar a falta do deslumbramento de receber uma carta
de amor, com aquela caligrafia inconfundível, falando de
saudade.
Acredite, a vida do robô é um modelo de
eficiência vazia. Ele, coitado, nem tem onde guardar
cartas para reler em dias tristes.
J.J. Camargo.
I. Substituir a argumentação técnica por um exemplo afetivo, voltando o tema ao âmbito estritamente pessoal.
II. Negar as vantagens de eficiência da digitação, tratando-as como prescindíveis para o mundo contemporâneo.
III. Reforçar que a questão envolve também perdas simbólicas e de memória afetiva, além de ganhos práticos.
IV. Comprovar, por meio de caso concreto, que a escrita manual é superior em qualquer tarefa cotidiana.
Está correto o que se afirma em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto para a questão.
O que perdemos por deixar de escrever à mão
Excluídas as coisas que adoraríamos esquecer, a
felicidade se mede pelas tantas que merecemos lembrar.
E neste quesito, tudo o que favorece a memorização tem
importância.
Vilmar Sanches, um colega sempre beminformado, trouxe para o grupo da nossa ATM um texto
que coloca em xeque o futuro da escrita manual, uma
forma de comunicação desenvolvida há mais de 2,5 mil
anos e que está perdendo espaço para o uso exclusivo
de telas entre os jovens da geração Z (nascidos entre
1997 e 2012).
O hábito de escrever no papel tornou-se menos
frequente devido à predominância de celulares, tablets e
computadores, alterando uma prática fundamental da
civilização humana.
Seria razão para comemoração plena se essa
transformação profunda no processamento de
informações não significasse perdas para as novas
gerações. Estudos indicam que o ato físico de escrever
ativa áreas cerebrais essenciais para o aprendizado e o
raciocínio crítico, de forma muito mais intensa do que a
digitação.
O esforço muscular e tátil da escrita manual, com
movimentos específicos no desenho de cada letra, ajuda
o cérebro a ancorar a informação à memória, enquanto
na digitação o movimento é homogeneizado: nada
distingue um clique para digitar um A ou um Z.
Quando toda a novidade presume avanço, aqui
estão alguns efeitos dessa mudança:
1. Impacto no aprendizado e na memória. O
abandono gradual da escrita à mão, em favor da
digitação, é um fenômeno que altera não apenas
a forma como nos comunicamos, mas também
como o nosso cérebro processa informações.
Essa mudança de costumes traz benefícios de
eficiência, mas impõe perdas significativas em
termos cognitivos e motores. Ao escrever à mão,
o cérebro precisa planejar e executar
movimentos complexos para cada letra, o que
reforça a retenção de informações
2. Codificação profunda. Estudos sugerem que o
tempo mais lento da escrita manual permite que
o cérebro processe melhor o conteúdo
3. Quem digita usa com frequência o "copie e
cole", o que resulta numa retenção superficial,
enquanto quem escreve à mão é forçado a
resumir e selecionar conceitos-chave, o que
facilita a compreensão e o armazenamento. A
escrita manual é uma tarefa multissensorial. Ela
envolve a integração da visão, do tato e do
controle motor fino, muito valorizados na
alfabetização infantil
4. Refinamento da coordenação fina. A perda da
prática manual pode levar a uma atrofia de
habilidades motoras delicadas, essenciais em
áreas como cirurgia, artes plásticas e mecânica
de precisão
Exauridos os argumentos técnicos, ainda restará
lamentar a falta do deslumbramento de receber uma carta
de amor, com aquela caligrafia inconfundível, falando de
saudade.
Acredite, a vida do robô é um modelo de
eficiência vazia. Ele, coitado, nem tem onde guardar
cartas para reler em dias tristes.
J.J. Camargo.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container