Foram encontradas 30 questões.
A Secretaria Municipal de Saúde monitora mensalmente
o número de atendimentos nas unidades básicas de
saúde para planejar a alocação de profissionais e
insumos. O gráfico abaixo apresenta os atendimentos
realizados no Posto de Saúde nos cinco primeiros meses
de 2025.
Com base nos dados apresentados no gráfico, qual foi a média de atendimentos mensais nesse período?
Com base nos dados apresentados no gráfico, qual foi a média de atendimentos mensais nesse período?
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Isabel tem 3 filhos. Ela ganhou 9 pares de meia, que
distribuirá igualmente para os seus filhos. Com quantos
pares de meia cada filho de Isabel ficará?
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O grau diminutivo das palavras é usado, na maioria das
vezes, para indicar o tamanho pequeno ou diminuído de
algo ou alguém. Em qual das frases NÃO aparece uma
palavra no diminutivo? Assinale a alternativa correta.
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http://www.praticadapesquisa.com.br/2014/05/charge-dia-do-trabalhador.html#google_vignette
Na frase do quadrinho “o trabalho é importante, mas o ócio também”, o que é correto afirmar sobre as duas palavras que estão grifadas?
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http://www.praticadapesquisa.com.br/2014/05/charge-dia-do-trabalhador.html#google_vignette
De acordo com o quadrinho, qual é a alternativa correta?
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Texto para a questão.
O que perdemos por deixar de escrever à mão
Excluídas as coisas que adoraríamos esquecer, a
felicidade se mede pelas tantas que merecemos lembrar.
E neste quesito, tudo o que favorece a memorização tem
importância.
Vilmar Sanches, um colega sempre beminformado, trouxe para o grupo da nossa ATM um texto
que coloca em xeque o futuro da escrita manual, uma
forma de comunicação desenvolvida há mais de 2,5 mil
anos e que está perdendo espaço para o uso exclusivo
de telas entre os jovens da geração Z (nascidos entre
1997 e 2012).
O hábito de escrever no papel tornou-se menos
frequente devido à predominância de celulares, tablets e
computadores, alterando uma prática fundamental da
civilização humana.
Seria razão para comemoração plena se essa
transformação profunda no processamento de
informações não significasse perdas para as novas
gerações. Estudos indicam que o ato físico de escrever
ativa áreas cerebrais essenciais para o aprendizado e o
raciocínio crítico, de forma muito mais intensa do que a
digitação.
O esforço muscular e tátil da escrita manual, com
movimentos específicos no desenho de cada letra, ajuda
o cérebro a ancorar a informação à memória, enquanto
na digitação o movimento é homogeneizado: nada
distingue um clique para digitar um A ou um Z.
Quando toda a novidade presume avanço, aqui
estão alguns efeitos dessa mudança:
1. Impacto no aprendizado e na memória. O
abandono gradual da escrita à mão, em favor da
digitação, é um fenômeno que altera não apenas
a forma como nos comunicamos, mas também
como o nosso cérebro processa informações.
Essa mudança de costumes traz benefícios de
eficiência, mas impõe perdas significativas em
termos cognitivos e motores. Ao escrever à mão,
o cérebro precisa planejar e executar
movimentos complexos para cada letra, o que
reforça a retenção de informações
2. Codificação profunda. Estudos sugerem que o
tempo mais lento da escrita manual permite que
o cérebro processe melhor o conteúdo
3. Quem digita usa com frequência o "copie e
cole", o que resulta numa retenção superficial,
enquanto quem escreve à mão é forçado a
resumir e selecionar conceitos-chave, o que
facilita a compreensão e o armazenamento. A
escrita manual é uma tarefa multissensorial. Ela
envolve a integração da visão, do tato e do
controle motor fino, muito valorizados na
alfabetização infantil
4. Refinamento da coordenação fina. A perda da
prática manual pode levar a uma atrofia de
habilidades motoras delicadas, essenciais em
áreas como cirurgia, artes plásticas e mecânica
de precisão
Exauridos os argumentos técnicos, ainda restará
lamentar a falta do deslumbramento de receber uma carta
de amor, com aquela caligrafia inconfundível, falando de
saudade.
Acredite, a vida do robô é um modelo de
eficiência vazia. Ele, coitado, nem tem onde guardar
cartas para reler em dias tristes.
J.J. Camargo.
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Texto para a questão.
O que perdemos por deixar de escrever à mão
Excluídas as coisas que adoraríamos esquecer, a
felicidade se mede pelas tantas que merecemos lembrar.
E neste quesito, tudo o que favorece a memorização tem
importância.
Vilmar Sanches, um colega sempre beminformado, trouxe para o grupo da nossa ATM um texto
que coloca em xeque o futuro da escrita manual, uma
forma de comunicação desenvolvida há mais de 2,5 mil
anos e que está perdendo espaço para o uso exclusivo
de telas entre os jovens da geração Z (nascidos entre
1997 e 2012).
O hábito de escrever no papel tornou-se menos
frequente devido à predominância de celulares, tablets e
computadores, alterando uma prática fundamental da
civilização humana.
Seria razão para comemoração plena se essa
transformação profunda no processamento de
informações não significasse perdas para as novas
gerações. Estudos indicam que o ato físico de escrever
ativa áreas cerebrais essenciais para o aprendizado e o
raciocínio crítico, de forma muito mais intensa do que a
digitação.
O esforço muscular e tátil da escrita manual, com
movimentos específicos no desenho de cada letra, ajuda
o cérebro a ancorar a informação à memória, enquanto
na digitação o movimento é homogeneizado: nada
distingue um clique para digitar um A ou um Z.
Quando toda a novidade presume avanço, aqui
estão alguns efeitos dessa mudança:
1. Impacto no aprendizado e na memória. O
abandono gradual da escrita à mão, em favor da
digitação, é um fenômeno que altera não apenas
a forma como nos comunicamos, mas também
como o nosso cérebro processa informações.
Essa mudança de costumes traz benefícios de
eficiência, mas impõe perdas significativas em
termos cognitivos e motores. Ao escrever à mão,
o cérebro precisa planejar e executar
movimentos complexos para cada letra, o que
reforça a retenção de informações
2. Codificação profunda. Estudos sugerem que o
tempo mais lento da escrita manual permite que
o cérebro processe melhor o conteúdo
3. Quem digita usa com frequência o "copie e
cole", o que resulta numa retenção superficial,
enquanto quem escreve à mão é forçado a
resumir e selecionar conceitos-chave, o que
facilita a compreensão e o armazenamento. A
escrita manual é uma tarefa multissensorial. Ela
envolve a integração da visão, do tato e do
controle motor fino, muito valorizados na
alfabetização infantil
4. Refinamento da coordenação fina. A perda da
prática manual pode levar a uma atrofia de
habilidades motoras delicadas, essenciais em
áreas como cirurgia, artes plásticas e mecânica
de precisão
Exauridos os argumentos técnicos, ainda restará
lamentar a falta do deslumbramento de receber uma carta
de amor, com aquela caligrafia inconfundível, falando de
saudade.
Acredite, a vida do robô é um modelo de
eficiência vazia. Ele, coitado, nem tem onde guardar
cartas para reler em dias tristes.
J.J. Camargo.
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Texto para a questão.
O que perdemos por deixar de escrever à mão
Excluídas as coisas que adoraríamos esquecer, a
felicidade se mede pelas tantas que merecemos lembrar.
E neste quesito, tudo o que favorece a memorização tem
importância.
Vilmar Sanches, um colega sempre beminformado, trouxe para o grupo da nossa ATM um texto
que coloca em xeque o futuro da escrita manual, uma
forma de comunicação desenvolvida há mais de 2,5 mil
anos e que está perdendo espaço para o uso exclusivo
de telas entre os jovens da geração Z (nascidos entre
1997 e 2012).
O hábito de escrever no papel tornou-se menos
frequente devido à predominância de celulares, tablets e
computadores, alterando uma prática fundamental da
civilização humana.
Seria razão para comemoração plena se essa
transformação profunda no processamento de
informações não significasse perdas para as novas
gerações. Estudos indicam que o ato físico de escrever
ativa áreas cerebrais essenciais para o aprendizado e o
raciocínio crítico, de forma muito mais intensa do que a
digitação.
O esforço muscular e tátil da escrita manual, com
movimentos específicos no desenho de cada letra, ajuda
o cérebro a ancorar a informação à memória, enquanto
na digitação o movimento é homogeneizado: nada
distingue um clique para digitar um A ou um Z.
Quando toda a novidade presume avanço, aqui
estão alguns efeitos dessa mudança:
1. Impacto no aprendizado e na memória. O
abandono gradual da escrita à mão, em favor da
digitação, é um fenômeno que altera não apenas
a forma como nos comunicamos, mas também
como o nosso cérebro processa informações.
Essa mudança de costumes traz benefícios de
eficiência, mas impõe perdas significativas em
termos cognitivos e motores. Ao escrever à mão,
o cérebro precisa planejar e executar
movimentos complexos para cada letra, o que
reforça a retenção de informações
2. Codificação profunda. Estudos sugerem que o
tempo mais lento da escrita manual permite que
o cérebro processe melhor o conteúdo
3. Quem digita usa com frequência o "copie e
cole", o que resulta numa retenção superficial,
enquanto quem escreve à mão é forçado a
resumir e selecionar conceitos-chave, o que
facilita a compreensão e o armazenamento. A
escrita manual é uma tarefa multissensorial. Ela
envolve a integração da visão, do tato e do
controle motor fino, muito valorizados na
alfabetização infantil
4. Refinamento da coordenação fina. A perda da
prática manual pode levar a uma atrofia de
habilidades motoras delicadas, essenciais em
áreas como cirurgia, artes plásticas e mecânica
de precisão
Exauridos os argumentos técnicos, ainda restará
lamentar a falta do deslumbramento de receber uma carta
de amor, com aquela caligrafia inconfundível, falando de
saudade.
Acredite, a vida do robô é um modelo de
eficiência vazia. Ele, coitado, nem tem onde guardar
cartas para reler em dias tristes.
J.J. Camargo.
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Texto para a questão.
O que perdemos por deixar de escrever à mão
Excluídas as coisas que adoraríamos esquecer, a
felicidade se mede pelas tantas que merecemos lembrar.
E neste quesito, tudo o que favorece a memorização tem
importância.
Vilmar Sanches, um colega sempre beminformado, trouxe para o grupo da nossa ATM um texto
que coloca em xeque o futuro da escrita manual, uma
forma de comunicação desenvolvida há mais de 2,5 mil
anos e que está perdendo espaço para o uso exclusivo
de telas entre os jovens da geração Z (nascidos entre
1997 e 2012).
O hábito de escrever no papel tornou-se menos
frequente devido à predominância de celulares, tablets e
computadores, alterando uma prática fundamental da
civilização humana.
Seria razão para comemoração plena se essa
transformação profunda no processamento de
informações não significasse perdas para as novas
gerações. Estudos indicam que o ato físico de escrever
ativa áreas cerebrais essenciais para o aprendizado e o
raciocínio crítico, de forma muito mais intensa do que a
digitação.
O esforço muscular e tátil da escrita manual, com
movimentos específicos no desenho de cada letra, ajuda
o cérebro a ancorar a informação à memória, enquanto
na digitação o movimento é homogeneizado: nada
distingue um clique para digitar um A ou um Z.
Quando toda a novidade presume avanço, aqui
estão alguns efeitos dessa mudança:
1. Impacto no aprendizado e na memória. O
abandono gradual da escrita à mão, em favor da
digitação, é um fenômeno que altera não apenas
a forma como nos comunicamos, mas também
como o nosso cérebro processa informações.
Essa mudança de costumes traz benefícios de
eficiência, mas impõe perdas significativas em
termos cognitivos e motores. Ao escrever à mão,
o cérebro precisa planejar e executar
movimentos complexos para cada letra, o que
reforça a retenção de informações
2. Codificação profunda. Estudos sugerem que o
tempo mais lento da escrita manual permite que
o cérebro processe melhor o conteúdo
3. Quem digita usa com frequência o "copie e
cole", o que resulta numa retenção superficial,
enquanto quem escreve à mão é forçado a
resumir e selecionar conceitos-chave, o que
facilita a compreensão e o armazenamento. A
escrita manual é uma tarefa multissensorial. Ela
envolve a integração da visão, do tato e do
controle motor fino, muito valorizados na
alfabetização infantil
4. Refinamento da coordenação fina. A perda da
prática manual pode levar a uma atrofia de
habilidades motoras delicadas, essenciais em
áreas como cirurgia, artes plásticas e mecânica
de precisão
Exauridos os argumentos técnicos, ainda restará
lamentar a falta do deslumbramento de receber uma carta
de amor, com aquela caligrafia inconfundível, falando de
saudade.
Acredite, a vida do robô é um modelo de
eficiência vazia. Ele, coitado, nem tem onde guardar
cartas para reler em dias tristes.
J.J. Camargo.
I. Substituir a argumentação técnica por um exemplo afetivo, voltando o tema ao âmbito estritamente pessoal.
II. Negar as vantagens de eficiência da digitação, tratando-as como prescindíveis para o mundo contemporâneo.
III. Reforçar que a questão envolve também perdas simbólicas e de memória afetiva, além de ganhos práticos.
IV. Comprovar, por meio de caso concreto, que a escrita manual é superior em qualquer tarefa cotidiana.
Está correto o que se afirma em:
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O que perdemos por deixar de escrever à mão
Excluídas as coisas que adoraríamos esquecer, a
felicidade se mede pelas tantas que merecemos lembrar.
E neste quesito, tudo o que favorece a memorização tem
importância.
Vilmar Sanches, um colega sempre beminformado, trouxe para o grupo da nossa ATM um texto
que coloca em xeque o futuro da escrita manual, uma
forma de comunicação desenvolvida há mais de 2,5 mil
anos e que está perdendo espaço para o uso exclusivo
de telas entre os jovens da geração Z (nascidos entre
1997 e 2012).
O hábito de escrever no papel tornou-se menos
frequente devido à predominância de celulares, tablets e
computadores, alterando uma prática fundamental da
civilização humana.
Seria razão para comemoração plena se essa
transformação profunda no processamento de
informações não significasse perdas para as novas
gerações. Estudos indicam que o ato físico de escrever
ativa áreas cerebrais essenciais para o aprendizado e o
raciocínio crítico, de forma muito mais intensa do que a
digitação.
O esforço muscular e tátil da escrita manual, com
movimentos específicos no desenho de cada letra, ajuda
o cérebro a ancorar a informação à memória, enquanto
na digitação o movimento é homogeneizado: nada
distingue um clique para digitar um A ou um Z.
Quando toda a novidade presume avanço, aqui
estão alguns efeitos dessa mudança:
1. Impacto no aprendizado e na memória. O
abandono gradual da escrita à mão, em favor da
digitação, é um fenômeno que altera não apenas
a forma como nos comunicamos, mas também
como o nosso cérebro processa informações.
Essa mudança de costumes traz benefícios de
eficiência, mas impõe perdas significativas em
termos cognitivos e motores. Ao escrever à mão,
o cérebro precisa planejar e executar
movimentos complexos para cada letra, o que
reforça a retenção de informações
2. Codificação profunda. Estudos sugerem que o
tempo mais lento da escrita manual permite que
o cérebro processe melhor o conteúdo
3. Quem digita usa com frequência o "copie e
cole", o que resulta numa retenção superficial,
enquanto quem escreve à mão é forçado a
resumir e selecionar conceitos-chave, o que
facilita a compreensão e o armazenamento. A
escrita manual é uma tarefa multissensorial. Ela
envolve a integração da visão, do tato e do
controle motor fino, muito valorizados na
alfabetização infantil
4. Refinamento da coordenação fina. A perda da
prática manual pode levar a uma atrofia de
habilidades motoras delicadas, essenciais em
áreas como cirurgia, artes plásticas e mecânica
de precisão
Exauridos os argumentos técnicos, ainda restará
lamentar a falta do deslumbramento de receber uma carta
de amor, com aquela caligrafia inconfundível, falando de
saudade.
Acredite, a vida do robô é um modelo de
eficiência vazia. Ele, coitado, nem tem onde guardar
cartas para reler em dias tristes.
J.J. Camargo.
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