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Foram encontradas 50 questões.

1082587 Ano: 2018
Disciplina: Turismo
Banca: ACEP
Orgão: Pref. Aracati-CE
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O Decreto Federal nº 946, de 1993, que regulamenta a Lei Federal nº 8.623, de 28 de janeiro de 1993, no Art. 7º, dispõe sobre a profissão de guia de turismo e discorre sobre infrações disciplinares e conduta incompatível com o exercício da profissão. Em relação às infrações previstas na lei, analise as sentenças.
I. Induzir o usuário a erro, pela utilização indevida de símbolos e informações privativas de guias de turismo cadastrados.
II. Descumprir total ou parcialmente os acordos e contratos de prestação de serviço, nos termos e na qualidade em que forem ajustados com os usuários.
III. Deixar de portar mais de três vezes em trinta dias o crachá de identificação, sendo passível de perda do registro.
IV. Faltar a qualquer dever profissional imposto no Decreto nº 946, de 1993.
Marque a alternativa correta.
 

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1077880 Ano: 2018
Disciplina: Turismo
Banca: ACEP
Orgão: Pref. Aracati-CE
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Em relação aos critérios de classificação dos roteiros turísticos, analise as sentenças e, em seguida, marque a alternativa correta.
I. Local de elaboração (emissivo ou receptivo).
II. Agente organizador (órgão público ou iniciativa privada).
III. Organizados ou espontâneos.
IV. Sustentáveis ou não.
 

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961344 Ano: 2018
Disciplina: Turismo
Banca: ACEP
Orgão: Pref. Aracati-CE
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A Política Nacional de Turismo, Lei Federal nº 11.771, de 17 de setembro de 2008, define alguns quesitos jurídicos que versam sobre órgãos e prestadores de serviços e a atividade turística, de forma geral. Sobre o assunto, marque a alternativa correta.
 

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Em uma loja de departamentos, uma garrafa térmica de 8dl é usada para conservar o café. Na copa da loja, há 250 g de pó de café. Sabendo que para cada !$ 1 \ell !$ de café são necessários 20 g de pó, quantas garrafas cheias com café poderão ser feitas?
 

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816217 Ano: 2018
Disciplina: Turismo
Banca: ACEP
Orgão: Pref. Aracati-CE
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O crescimento da indústria do turismo está ocorrendo naturalmente pelo fato de que a sociedade moderna está mostrando uma necessidade cada vez maior de lazer, motivada por um novo tipo de consumo. Dentro desta percepção, as campanhas ecológicas eclodem incentivando o culto à natureza, com a qual o homem se identifica e se sente como parte integrante (Rodrigues, 1997). Sobre o assunto, assinale a alternativa que está relacionada ao surgimento dos empreendimentos hoteleiros da atualidade.
 

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755027 Ano: 2018
Disciplina: Turismo
Banca: ACEP
Orgão: Pref. Aracati-CE
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Sobre os termos técnicos utilizados no Turismo, analise as sentenças e, em seguida, marque, a alternativa correta:
I. O voo charter é fretado, mais barato que o regular, porém, com limitações, como por exemplo, a remarcação da data da viagem.
II. O sistema Day Use é a utilização parcial de uma diária hoteleira, muito comum em alguns resorts ou hotéis próximos a aeroportos.
III. O duty free é uma loja onde não se cobram impostos governamentais, portanto os importados são mais acessíveis.
IV. O forfait é um pacote mais acessível, oferecido às famílias que viajam com muitas crianças e que buscam passeios comuns a outros grupos.
 

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Considere a tela do Microsoft Excel® 2010 (versão em português do Brasil, em configuração padrão) abaixo.
Enunciado 509589-1
Com o cursor localizado na célula A6, ao clicar no botão destacado !$ ( \sum ) !$ , a célula selecionada exibirá a fórmula:
 

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419084 Ano: 2018
Disciplina: Turismo
Banca: ACEP
Orgão: Pref. Aracati-CE
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A demanda turística é composta pelos viajantes ou por aqueles que têm intenção de viajar. Baseado nisso, têm-se dois tipos de turistas, denominados:
 

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Tecnologia (Luís Fernando Veríssimo)
Para começar, ele nos olha na cara. Não é como a máquina de escrever, que a gente olha de cima, com superioridade.
Com ele, é olho no olho ou tela no olho. Ele nos desafia. Parece estar dizendo: vamos lá, seu desprezível préeletrônico, mostre o que você sabe fazer. A máquina de escrever faz tudo que você manda, mesmo que seja a tapa.
Com o computador é diferente. Você faz tudo que ele manda. Ou precisa fazer tudo ao modo dele, senão ele não aceita. Simplesmente ignora você. Mas se apenas ignorasse ainda seria suportável. Ele responde. Repreende. Corrige.
Uma tela vazia, muda, nenhuma reação aos nossos comandos digitais, tudo bem. Quer dizer, você se sente como aquele cara que cantou a secretária eletrônica. É um vexame privado. Mas quando você o manda fazer alguma coisa, mas manda errado, ele diz “Errado”. Não diz “Burro”, mas está implícito. É pior, muito pior. Às vezes, quando a gente erra, ele faz “bip”. Assim, para todo mundo ouvir. Comecei a usar o computador na redação do jornal e volta e meia errava. E lá vinha ele: “Bip!” “Olha aqui, pessoal: ele errou.” “O burro errou!”
Outra coisa: ele é mais inteligente que você. Sabe muito mais coisa e não tem nenhum pudor em dizer que sabe. Esse negócio de que qualquer máquina só é tão inteligente quanto quem a usa não vale com ele. Está subentendido, nas suas relações com o computador, que você jamais aproveitará metade das coisas que ele tem para oferecer. Que ele só desenvolverá todo o seu potencial quando outro igual a ele o estiver programando. A máquina de escrever podia ter recursos que você nunca usaria, mas não tinha a mesma empáfia, o mesmo ar de quem só aguentava os humanos por falta de coisa melhor, no momento. E a máquina, mesmo nos seus instantes de maior impaciência conosco, jamais faria “bip” em público.
Dito isto, é preciso dizer também que quem provou pela primeira vez suas letrinhas dificilmente voltará à máquina de escrever sem a sensação de que está desembarcando de uma Mercedes e voltando à carroça. Está certo, jamais teremos com ele a mesma confortável cumplicidade que tínhamos com a velha máquina. É outro tipo de relacionamento, mais formal e exigente. Mas é fascinante. Agora compreendo o entusiasmo de gente como Millôr Fernandes e Fernando Sabino, que dividem a sua vida profissional em antes dele e depois dele. Sinto falta do papel e da fiel Bic, sempre pronta a inserir entre uma linha e outra a palavra que faltou na hora, e que nele foi substituída por um botão, que, além de mais rápido, jamais nos sujará os dedos, mas acho que estou sucumbindo. Sei que nunca seremos íntimos, mesmo porque ele não ia querer se rebaixar a ser meu amigo, mas retiro tudo o que pensei sobre ele. Claro que você pode concluir que eu só estou querendo agradá-lo, precavidamente, mas juro que é sincero.
Quando saí da redação do jornal depois de usar o computador pela primeira vez, cheguei em casa e bati na minha máquina. Sabendo que ela aguentaria sem reclamar, como sempre, a pobrezinha.
Verissimo, Luís Fernando. Informe do Planeta Azul e outras histórias. 1ª ed.
São Paulo: Boa Companhia, 2018, p. 70
No texto, o autor descreve sua primeira experiência com o computador, que o deixou:
 

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Tecnologia (Luís Fernando Veríssimo)
Para começar, ele nos olha na cara. Não é como a máquina de escrever, que a gente olha de cima, com superioridade.
Com ele, é olho no olho ou tela no olho. Ele nos desafia. Parece estar dizendo: vamos lá, seu desprezível préeletrônico, mostre o que você sabe fazer. A máquina de escrever faz tudo que você manda, mesmo que seja a tapa.
Com o computador é diferente. Você faz tudo que ele manda. Ou precisa fazer tudo ao modo dele, senão ele não aceita. Simplesmente ignora você. Mas se apenas ignorasse ainda seria suportável. Ele responde. Repreende. Corrige.
Uma tela vazia, muda, nenhuma reação aos nossos comandos digitais, tudo bem. Quer dizer, você se sente como aquele cara que cantou a secretária eletrônica. É um vexame privado. Mas quando você o manda fazer alguma coisa, mas manda errado, ele diz “Errado”. Não diz “Burro”, mas está implícito. É pior, muito pior. Às vezes, quando a gente erra, ele faz “bip”. Assim, para todo mundo ouvir. Comecei a usar o computador na redação do jornal e volta e meia errava. E lá vinha ele: “Bip!” “Olha aqui, pessoal: ele errou.” “O burro errou!”
Outra coisa: ele é mais inteligente que você. Sabe muito mais coisa e não tem nenhum pudor em dizer que sabe. Esse negócio de que qualquer máquina só é tão inteligente quanto quem a usa não vale com ele. Está subentendido, nas suas relações com o computador, que você jamais aproveitará metade das coisas que ele tem para oferecer. Que ele só desenvolverá todo o seu potencial quando outro igual a ele o estiver programando. A máquina de escrever podia ter recursos que você nunca usaria, mas não tinha a mesma empáfia, o mesmo ar de quem só aguentava os humanos por falta de coisa melhor, no momento. E a máquina, mesmo nos seus instantes de maior impaciência conosco, jamais faria “bip” em público.
Dito isto, é preciso dizer também que quem provou pela primeira vez suas letrinhas dificilmente voltará à máquina de escrever sem a sensação de que está desembarcando de uma Mercedes e voltando à carroça. Está certo, jamais teremos com ele a mesma confortável cumplicidade que tínhamos com a velha máquina. É outro tipo de relacionamento, mais formal e exigente. Mas é fascinante. Agora compreendo o entusiasmo de gente como Millôr Fernandes e Fernando Sabino, que dividem a sua vida profissional em antes dele e depois dele. Sinto falta do papel e da fiel Bic, sempre pronta a inserir entre uma linha e outra a palavra que faltou na hora, e que nele foi substituída por um botão, que, além de mais rápido, jamais nos sujará os dedos, mas acho que estou sucumbindo. Sei que nunca seremos íntimos, mesmo porque ele não ia querer se rebaixar a ser meu amigo, mas retiro tudo o que pensei sobre ele. Claro que você pode concluir que eu só estou querendo agradá-lo, precavidamente, mas juro que é sincero.
Quando saí da redação do jornal depois de usar o computador pela primeira vez, cheguei em casa e bati na minha máquina. Sabendo que ela aguentaria sem reclamar, como sempre, a pobrezinha.
Verissimo, Luís Fernando. Informe do Planeta Azul e outras histórias. 1ª ed.
São Paulo: Boa Companhia, 2018, p. 70
Assinale a afirmativa correta em relação à classificação e a colocação dos pronomes no trecho: “…eu só estou querendo agradá-lo”.
Questão Anulada

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