Foram encontradas 50 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que é melhor comer com inteligência do que
contar calorias?
A sabedoria popular indica que a solução para manter o
peso saudável é contar quantas calorias ingerimos e
quantas nós gastamos.
Este cálculo faz sentido: a energia que entra em
comparação com a que sai. Parece simples, não é
mesmo?
Mas esta forma de pensar desconsidera uma verdade
importante: nem todas as calorias da nossa alimentação
são iguais.
Na verdade, existe uma complexa interação biológica
ocorrendo no interior do nosso corpo, influenciada pelo
tipo de alimento que ingerimos, pela rapidez com que o
consumimos e pela sua interação com a agitada
comunidade de micróbios que vive nos nossos intestinos.
"Esta é uma área de pesquisa em enorme expansão",
afirma a professora de nutrição Sarah Berry, do King's
College de Londres.
"Estamos realmente começando a ver como a nossa
reação aos alimentos varia e que eu posso comer algo
que irei metabolizar de forma muito diferente da sua, em
relação ao mesmo alimento."
Quando comemos
O que comemos certamente ainda é importante. Uma
alimentação rica em legumes e verduras frescas será
melhor do que se for dominada por x-búrguers.
Mas esta consideração está longe de ser a única.
O horário da refeição, por exemplo, também influencia a
qualidade da digestão e quais nutrientes serão
absorvidos pelo nosso corpo.
Um estudo demonstrou que mulheres obesas e com
excesso de peso perderam mais peso ao consumir a
maior parte das suas calorias no horário do café da
manhã, em comparação com aquelas que comiam mais
à noite, mesmo que o total de calorias fosse o mesmo.
Outro pequeno estudo, realizado por pesquisadores do
Reino Unido, concluiu que reduzir o período de tempo
entre a primeira e a última refeição do dia pode fazer
com que você, ao todo, coma menos calorias.
Quando adultos saudáveis, mas levemente acima do
peso, postergaram sua primeira refeição do dia em uma
hora e meia e comeram pela última vez 90 minutos mais
cedo que o normal, sua ingestão de energia foi menor e
eles sofreram redução da gordura corporal, em
comparação com um grupo controle, mesmo tendo
acesso à mesma quantidade de comida.
Os cientistas acreditam que isso pode ocorrer porque o
nosso ritmo circadiano é conectado a como digerimos e
metabolizamos os alimentos. Este é um campo emergente de pesquisa conhecido como crononutrição.
E comer mais cedo também pode ajudar. Pesquisadores
da Espanha descobriram que as pessoas que almoçam
mais cedo perderam peso ou mantiveram peso mais
baixo com mais facilidade do que aquelas que comem
após as 15 horas.
Também podemos reavaliar o horário dos nossos
lanches, pois as pesquisas relacionaram os lanches após
as 21 horas a altos níveis de colesterol ruim e açúcar no
sangue, o que pode aumentar o risco de obesidade e
doenças cardiovasculares.
Nos EUA e no Reino Unido, cerca de 25% da nossa
energia diária vêm dos lanches. Por isso, repensar o que
lanchamos e quando fazemos pode melhorar nossa
saúde.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/czxr55plyk5o- fragmento
Com base na análise sintática dos elementos linguísticos empregados no trecho, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas:
( ) A expressão 'Outro pequeno estudo' exerce a função de sujeito do verbo 'concluir'.
( ) O verbo 'concluir' é verbo transitivo direto com seu complemento uma oração subordinada substantiva objetiva direta.
( ) O vocábulo 'menos' desempenha a função de adjunto adverbial, intensificando o substantivo 'calorias', que constitui o núcleo do objeto direto.
( ) A expressão 'outro pequeno estudo' exerce a função de aposto, sendo utilizada para introduzir uma explicação sobre o tipo de estudo que foi realizado.
A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
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contar calorias?
A sabedoria popular indica que a solução para manter o
peso saudável é contar quantas calorias ingerimos e
quantas nós gastamos.
Este cálculo faz sentido: a energia que entra em
comparação com a que sai. Parece simples, não é
mesmo?
Mas esta forma de pensar desconsidera uma verdade
importante: nem todas as calorias da nossa alimentação
são iguais.
Na verdade, existe uma complexa interação biológica
ocorrendo no interior do nosso corpo, influenciada pelo
tipo de alimento que ingerimos, pela rapidez com que o
consumimos e pela sua interação com a agitada
comunidade de micróbios que vive nos nossos intestinos.
"Esta é uma área de pesquisa em enorme expansão",
afirma a professora de nutrição Sarah Berry, do King's
College de Londres.
"Estamos realmente começando a ver como a nossa
reação aos alimentos varia e que eu posso comer algo
que irei metabolizar de forma muito diferente da sua, em
relação ao mesmo alimento."
Quando comemos
O que comemos certamente ainda é importante. Uma
alimentação rica em legumes e verduras frescas será
melhor do que se for dominada por x-búrguers.
Mas esta consideração está longe de ser a única.
O horário da refeição, por exemplo, também influencia a
qualidade da digestão e quais nutrientes serão
absorvidos pelo nosso corpo.
Um estudo demonstrou que mulheres obesas e com
excesso de peso perderam mais peso ao consumir a
maior parte das suas calorias no horário do café da
manhã, em comparação com aquelas que comiam mais
à noite, mesmo que o total de calorias fosse o mesmo.
Outro pequeno estudo, realizado por pesquisadores do
Reino Unido, concluiu que reduzir o período de tempo
entre a primeira e a última refeição do dia pode fazer
com que você, ao todo, coma menos calorias.
Quando adultos saudáveis, mas levemente acima do
peso, postergaram sua primeira refeição do dia em uma
hora e meia e comeram pela última vez 90 minutos mais
cedo que o normal, sua ingestão de energia foi menor e
eles sofreram redução da gordura corporal, em
comparação com um grupo controle, mesmo tendo
acesso à mesma quantidade de comida.
Os cientistas acreditam que isso pode ocorrer porque o
nosso ritmo circadiano é conectado a como digerimos e
metabolizamos os alimentos. Este é um campo emergente de pesquisa conhecido como crononutrição.
E comer mais cedo também pode ajudar. Pesquisadores
da Espanha descobriram que as pessoas que almoçam
mais cedo perderam peso ou mantiveram peso mais
baixo com mais facilidade do que aquelas que comem
após as 15 horas.
Também podemos reavaliar o horário dos nossos
lanches, pois as pesquisas relacionaram os lanches após
as 21 horas a altos níveis de colesterol ruim e açúcar no
sangue, o que pode aumentar o risco de obesidade e
doenças cardiovasculares.
Nos EUA e no Reino Unido, cerca de 25% da nossa
energia diária vêm dos lanches. Por isso, repensar o que
lanchamos e quando fazemos pode melhorar nossa
saúde.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/czxr55plyk5o- fragmento
Considerando o texto-base, assinale a alternativa correta que expressa a ideia apresentada no trecho.
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quantas nós gastamos.
Este cálculo faz sentido: a energia que entra em
comparação com a que sai. Parece simples, não é
mesmo?
Mas esta forma de pensar desconsidera uma verdade
importante: nem todas as calorias da nossa alimentação
são iguais.
Na verdade, existe uma complexa interação biológica
ocorrendo no interior do nosso corpo, influenciada pelo
tipo de alimento que ingerimos, pela rapidez com que o
consumimos e pela sua interação com a agitada
comunidade de micróbios que vive nos nossos intestinos.
"Esta é uma área de pesquisa em enorme expansão",
afirma a professora de nutrição Sarah Berry, do King's
College de Londres.
"Estamos realmente começando a ver como a nossa
reação aos alimentos varia e que eu posso comer algo
que irei metabolizar de forma muito diferente da sua, em
relação ao mesmo alimento."
Quando comemos
O que comemos certamente ainda é importante. Uma
alimentação rica em legumes e verduras frescas será
melhor do que se for dominada por x-búrguers.
Mas esta consideração está longe de ser a única.
O horário da refeição, por exemplo, também influencia a
qualidade da digestão e quais nutrientes serão
absorvidos pelo nosso corpo.
Um estudo demonstrou que mulheres obesas e com
excesso de peso perderam mais peso ao consumir a
maior parte das suas calorias no horário do café da
manhã, em comparação com aquelas que comiam mais
à noite, mesmo que o total de calorias fosse o mesmo.
Outro pequeno estudo, realizado por pesquisadores do
Reino Unido, concluiu que reduzir o período de tempo
entre a primeira e a última refeição do dia pode fazer
com que você, ao todo, coma menos calorias.
Quando adultos saudáveis, mas levemente acima do
peso, postergaram sua primeira refeição do dia em uma
hora e meia e comeram pela última vez 90 minutos mais
cedo que o normal, sua ingestão de energia foi menor e
eles sofreram redução da gordura corporal, em
comparação com um grupo controle, mesmo tendo
acesso à mesma quantidade de comida.
Os cientistas acreditam que isso pode ocorrer porque o
nosso ritmo circadiano é conectado a como digerimos e
metabolizamos os alimentos. Este é um campo emergente de pesquisa conhecido como crononutrição.
E comer mais cedo também pode ajudar. Pesquisadores
da Espanha descobriram que as pessoas que almoçam
mais cedo perderam peso ou mantiveram peso mais
baixo com mais facilidade do que aquelas que comem
após as 15 horas.
Também podemos reavaliar o horário dos nossos
lanches, pois as pesquisas relacionaram os lanches após
as 21 horas a altos níveis de colesterol ruim e açúcar no
sangue, o que pode aumentar o risco de obesidade e
doenças cardiovasculares.
Nos EUA e no Reino Unido, cerca de 25% da nossa
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https://www.bbc.com/portuguese/articles/czxr55plyk5o- fragmento
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quantas nós gastamos.
Este cálculo faz sentido: a energia que entra em
comparação com a que sai. Parece simples, não é
mesmo?
Mas esta forma de pensar desconsidera uma verdade
importante: nem todas as calorias da nossa alimentação
são iguais.
Na verdade, existe uma complexa interação biológica
ocorrendo no interior do nosso corpo, influenciada pelo
tipo de alimento que ingerimos, pela rapidez com que o
consumimos e pela sua interação com a agitada
comunidade de micróbios que vive nos nossos intestinos.
"Esta é uma área de pesquisa em enorme expansão",
afirma a professora de nutrição Sarah Berry, do King's
College de Londres.
"Estamos realmente começando a ver como a nossa
reação aos alimentos varia e que eu posso comer algo
que irei metabolizar de forma muito diferente da sua, em
relação ao mesmo alimento."
Quando comemos
O que comemos certamente ainda é importante. Uma
alimentação rica em legumes e verduras frescas será
melhor do que se for dominada por x-búrguers.
Mas esta consideração está longe de ser a única.
O horário da refeição, por exemplo, também influencia a
qualidade da digestão e quais nutrientes serão
absorvidos pelo nosso corpo.
Um estudo demonstrou que mulheres obesas e com
excesso de peso perderam mais peso ao consumir a
maior parte das suas calorias no horário do café da
manhã, em comparação com aquelas que comiam mais
à noite, mesmo que o total de calorias fosse o mesmo.
Outro pequeno estudo, realizado por pesquisadores do
Reino Unido, concluiu que reduzir o período de tempo
entre a primeira e a última refeição do dia pode fazer
com que você, ao todo, coma menos calorias.
Quando adultos saudáveis, mas levemente acima do
peso, postergaram sua primeira refeição do dia em uma
hora e meia e comeram pela última vez 90 minutos mais
cedo que o normal, sua ingestão de energia foi menor e
eles sofreram redução da gordura corporal, em
comparação com um grupo controle, mesmo tendo
acesso à mesma quantidade de comida.
Os cientistas acreditam que isso pode ocorrer porque o
nosso ritmo circadiano é conectado a como digerimos e
metabolizamos os alimentos. Este é um campo emergente de pesquisa conhecido como crononutrição.
E comer mais cedo também pode ajudar. Pesquisadores
da Espanha descobriram que as pessoas que almoçam
mais cedo perderam peso ou mantiveram peso mais
baixo com mais facilidade do que aquelas que comem
após as 15 horas.
Também podemos reavaliar o horário dos nossos
lanches, pois as pesquisas relacionaram os lanches após
as 21 horas a altos níveis de colesterol ruim e açúcar no
sangue, o que pode aumentar o risco de obesidade e
doenças cardiovasculares.
Nos EUA e no Reino Unido, cerca de 25% da nossa
energia diária vêm dos lanches. Por isso, repensar o que
lanchamos e quando fazemos pode melhorar nossa
saúde.
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O vocábulo 'crononutrição' está grafado corretamente sem hífen. Analise, a seguir, a grafia de outras palavras, com ou sem hífen.
I.mandachuva e paraquedas.
II.cor de café e arco-da-velha.
III.ex-aluno e circumediterrâneo.
IV.pré-universitário e pré-existente.
Após a análise, assinale as alternativas que apresentam vocábulos grafados corretamente.
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Este cálculo faz sentido: a energia que entra em
comparação com a que sai. Parece simples, não é
mesmo?
Mas esta forma de pensar desconsidera uma verdade
importante: nem todas as calorias da nossa alimentação
são iguais.
Na verdade, existe uma complexa interação biológica
ocorrendo no interior do nosso corpo, influenciada pelo
tipo de alimento que ingerimos, pela rapidez com que o
consumimos e pela sua interação com a agitada
comunidade de micróbios que vive nos nossos intestinos.
"Esta é uma área de pesquisa em enorme expansão",
afirma a professora de nutrição Sarah Berry, do King's
College de Londres.
"Estamos realmente começando a ver como a nossa
reação aos alimentos varia e que eu posso comer algo
que irei metabolizar de forma muito diferente da sua, em
relação ao mesmo alimento."
Quando comemos
O que comemos certamente ainda é importante. Uma
alimentação rica em legumes e verduras frescas será
melhor do que se for dominada por x-búrguers.
Mas esta consideração está longe de ser a única.
O horário da refeição, por exemplo, também influencia a
qualidade da digestão e quais nutrientes serão
absorvidos pelo nosso corpo.
Um estudo demonstrou que mulheres obesas e com
excesso de peso perderam mais peso ao consumir a
maior parte das suas calorias no horário do café da
manhã, em comparação com aquelas que comiam mais
à noite, mesmo que o total de calorias fosse o mesmo.
Outro pequeno estudo, realizado por pesquisadores do
Reino Unido, concluiu que reduzir o período de tempo
entre a primeira e a última refeição do dia pode fazer
com que você, ao todo, coma menos calorias.
Quando adultos saudáveis, mas levemente acima do
peso, postergaram sua primeira refeição do dia em uma
hora e meia e comeram pela última vez 90 minutos mais
cedo que o normal, sua ingestão de energia foi menor e
eles sofreram redução da gordura corporal, em
comparação com um grupo controle, mesmo tendo
acesso à mesma quantidade de comida.
Os cientistas acreditam que isso pode ocorrer porque o
nosso ritmo circadiano é conectado a como digerimos e
metabolizamos os alimentos. Este é um campo emergente de pesquisa conhecido como crononutrição.
E comer mais cedo também pode ajudar. Pesquisadores
da Espanha descobriram que as pessoas que almoçam
mais cedo perderam peso ou mantiveram peso mais
baixo com mais facilidade do que aquelas que comem
após as 15 horas.
Também podemos reavaliar o horário dos nossos
lanches, pois as pesquisas relacionaram os lanches após
as 21 horas a altos níveis de colesterol ruim e açúcar no
sangue, o que pode aumentar o risco de obesidade e
doenças cardiovasculares.
Nos EUA e no Reino Unido, cerca de 25% da nossa
energia diária vêm dos lanches. Por isso, repensar o que
lanchamos e quando fazemos pode melhorar nossa
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https://www.bbc.com/portuguese/articles/czxr55plyk5o- fragmento
Com base na regência verbal, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta.
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A sabedoria popular indica que a solução para manter o
peso saudável é contar quantas calorias ingerimos e
quantas nós gastamos.
Este cálculo faz sentido: a energia que entra em
comparação com a que sai. Parece simples, não é
mesmo?
Mas esta forma de pensar desconsidera uma verdade
importante: nem todas as calorias da nossa alimentação
são iguais.
Na verdade, existe uma complexa interação biológica
ocorrendo no interior do nosso corpo, influenciada pelo
tipo de alimento que ingerimos, pela rapidez com que o
consumimos e pela sua interação com a agitada
comunidade de micróbios que vive nos nossos intestinos.
"Esta é uma área de pesquisa em enorme expansão",
afirma a professora de nutrição Sarah Berry, do King's
College de Londres.
"Estamos realmente começando a ver como a nossa
reação aos alimentos varia e que eu posso comer algo
que irei metabolizar de forma muito diferente da sua, em
relação ao mesmo alimento."
Quando comemos
O que comemos certamente ainda é importante. Uma
alimentação rica em legumes e verduras frescas será
melhor do que se for dominada por x-búrguers.
Mas esta consideração está longe de ser a única.
O horário da refeição, por exemplo, também influencia a
qualidade da digestão e quais nutrientes serão
absorvidos pelo nosso corpo.
Um estudo demonstrou que mulheres obesas e com
excesso de peso perderam mais peso ao consumir a
maior parte das suas calorias no horário do café da
manhã, em comparação com aquelas que comiam mais
à noite, mesmo que o total de calorias fosse o mesmo.
Outro pequeno estudo, realizado por pesquisadores do
Reino Unido, concluiu que reduzir o período de tempo
entre a primeira e a última refeição do dia pode fazer
com que você, ao todo, coma menos calorias.
Quando adultos saudáveis, mas levemente acima do
peso, postergaram sua primeira refeição do dia em uma
hora e meia e comeram pela última vez 90 minutos mais
cedo que o normal, sua ingestão de energia foi menor e
eles sofreram redução da gordura corporal, em
comparação com um grupo controle, mesmo tendo
acesso à mesma quantidade de comida.
Os cientistas acreditam que isso pode ocorrer porque o
nosso ritmo circadiano é conectado a como digerimos e
metabolizamos os alimentos. Este é um campo emergente de pesquisa conhecido como crononutrição.
E comer mais cedo também pode ajudar. Pesquisadores
da Espanha descobriram que as pessoas que almoçam
mais cedo perderam peso ou mantiveram peso mais
baixo com mais facilidade do que aquelas que comem
após as 15 horas.
Também podemos reavaliar o horário dos nossos
lanches, pois as pesquisas relacionaram os lanches após
as 21 horas a altos níveis de colesterol ruim e açúcar no
sangue, o que pode aumentar o risco de obesidade e
doenças cardiovasculares.
Nos EUA e no Reino Unido, cerca de 25% da nossa
energia diária vêm dos lanches. Por isso, repensar o que
lanchamos e quando fazemos pode melhorar nossa
saúde.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/czxr55plyk5o- fragmento
Considerando as classes de palavras dos vocábulos presentes no trecho, analise as afirmativas.
I.O vocábulo 'quando', no trecho analisado, atua como uma conjunção subordinativa temporal, introduzindo uma oração que indica o momento em que ocorre a ação da oração principal.
II.O vocábulo 'mais' é advérbio que intensifica 'cedo' e estabelece uma comparação implícita com outro ponto de referência, que no texto é 'o normal'.
III.O vocábulo 'menor' caracteriza o substantivo 'ingestão', atribuindo-lhe a ideia de quantidade reduzida em relação a outra referência.
IV.O vocábulo 'levemente' é um advérbio que modifica o substantivo 'adultos', atribuindo-lhe uma característica de qualidade própria.
Assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições corretas.
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A sabedoria popular indica que a solução para manter o
peso saudável é contar quantas calorias ingerimos e
quantas nós gastamos.
Este cálculo faz sentido: a energia que entra em
comparação com a que sai. Parece simples, não é
mesmo?
Mas esta forma de pensar desconsidera uma verdade
importante: nem todas as calorias da nossa alimentação
são iguais.
Na verdade, existe uma complexa interação biológica
ocorrendo no interior do nosso corpo, influenciada pelo
tipo de alimento que ingerimos, pela rapidez com que o
consumimos e pela sua interação com a agitada
comunidade de micróbios que vive nos nossos intestinos.
"Esta é uma área de pesquisa em enorme expansão",
afirma a professora de nutrição Sarah Berry, do King's
College de Londres.
"Estamos realmente começando a ver como a nossa
reação aos alimentos varia e que eu posso comer algo
que irei metabolizar de forma muito diferente da sua, em
relação ao mesmo alimento."
Quando comemos
O que comemos certamente ainda é importante. Uma
alimentação rica em legumes e verduras frescas será
melhor do que se for dominada por x-búrguers.
Mas esta consideração está longe de ser a única.
O horário da refeição, por exemplo, também influencia a
qualidade da digestão e quais nutrientes serão
absorvidos pelo nosso corpo.
Um estudo demonstrou que mulheres obesas e com
excesso de peso perderam mais peso ao consumir a
maior parte das suas calorias no horário do café da
manhã, em comparação com aquelas que comiam mais
à noite, mesmo que o total de calorias fosse o mesmo.
Outro pequeno estudo, realizado por pesquisadores do
Reino Unido, concluiu que reduzir o período de tempo
entre a primeira e a última refeição do dia pode fazer
com que você, ao todo, coma menos calorias.
Quando adultos saudáveis, mas levemente acima do
peso, postergaram sua primeira refeição do dia em uma
hora e meia e comeram pela última vez 90 minutos mais
cedo que o normal, sua ingestão de energia foi menor e
eles sofreram redução da gordura corporal, em
comparação com um grupo controle, mesmo tendo
acesso à mesma quantidade de comida.
Os cientistas acreditam que isso pode ocorrer porque o
nosso ritmo circadiano é conectado a como digerimos e
metabolizamos os alimentos. Este é um campo emergente de pesquisa conhecido como crononutrição.
E comer mais cedo também pode ajudar. Pesquisadores
da Espanha descobriram que as pessoas que almoçam
mais cedo perderam peso ou mantiveram peso mais
baixo com mais facilidade do que aquelas que comem
após as 15 horas.
Também podemos reavaliar o horário dos nossos
lanches, pois as pesquisas relacionaram os lanches após
as 21 horas a altos níveis de colesterol ruim e açúcar no
sangue, o que pode aumentar o risco de obesidade e
doenças cardiovasculares.
Nos EUA e no Reino Unido, cerca de 25% da nossa
energia diária vêm dos lanches. Por isso, repensar o que
lanchamos e quando fazemos pode melhorar nossa
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Com base nas regras de concordância verbal, analise as afirmativas a seguir:
I.A forma verbal 'vêm' pode ser flexionada no singular para estabelecer concordância com a expressão 'da nossa energia', que se encontra no singular.
II.A mesma concordância adequada observada no trecho acima observa-se na frase: 'Hoje, 10% das pessoas apresenta algum grau de compulsão alimentar'.
III.Em expressões partitivas, a concordância verbal assemelha-se à das expressões de porcentagem, admitindo-se, conforme o contexto, duas possibilidades de flexão, como em 'A maioria das pessoas apresenta grau de compulsão alimentar', sendo igualmente correta a construção com o verbo no plural.
IV.Na frase 'Bastam de mentiras' observa-se também concordância verbal adequada, embora por regras distintas das apresentadas anteriormente.
Assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições corretas.
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Questão presente nas seguintes provas
- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- FonologiaAgrupamento FonológicoSílabas
- FonologiaEncontros Vocálicos: Ditongo, Tritongo, Hiato
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A sabedoria popular indica que a solução para manter o
peso saudável é contar quantas calorias ingerimos e
quantas nós gastamos.
Este cálculo faz sentido: a energia que entra em
comparação com a que sai. Parece simples, não é
mesmo?
Mas esta forma de pensar desconsidera uma verdade
importante: nem todas as calorias da nossa alimentação
são iguais.
Na verdade, existe uma complexa interação biológica
ocorrendo no interior do nosso corpo, influenciada pelo
tipo de alimento que ingerimos, pela rapidez com que o
consumimos e pela sua interação com a agitada
comunidade de micróbios que vive nos nossos intestinos.
"Esta é uma área de pesquisa em enorme expansão",
afirma a professora de nutrição Sarah Berry, do King's
College de Londres.
"Estamos realmente começando a ver como a nossa
reação aos alimentos varia e que eu posso comer algo
que irei metabolizar de forma muito diferente da sua, em
relação ao mesmo alimento."
Quando comemos
O que comemos certamente ainda é importante. Uma
alimentação rica em legumes e verduras frescas será
melhor do que se for dominada por x-búrguers.
Mas esta consideração está longe de ser a única.
O horário da refeição, por exemplo, também influencia a
qualidade da digestão e quais nutrientes serão
absorvidos pelo nosso corpo.
Um estudo demonstrou que mulheres obesas e com
excesso de peso perderam mais peso ao consumir a
maior parte das suas calorias no horário do café da
manhã, em comparação com aquelas que comiam mais
à noite, mesmo que o total de calorias fosse o mesmo.
Outro pequeno estudo, realizado por pesquisadores do
Reino Unido, concluiu que reduzir o período de tempo
entre a primeira e a última refeição do dia pode fazer
com que você, ao todo, coma menos calorias.
Quando adultos saudáveis, mas levemente acima do
peso, postergaram sua primeira refeição do dia em uma
hora e meia e comeram pela última vez 90 minutos mais
cedo que o normal, sua ingestão de energia foi menor e
eles sofreram redução da gordura corporal, em
comparação com um grupo controle, mesmo tendo
acesso à mesma quantidade de comida.
Os cientistas acreditam que isso pode ocorrer porque o
nosso ritmo circadiano é conectado a como digerimos e
metabolizamos os alimentos. Este é um campo emergente de pesquisa conhecido como crononutrição.
E comer mais cedo também pode ajudar. Pesquisadores
da Espanha descobriram que as pessoas que almoçam
mais cedo perderam peso ou mantiveram peso mais
baixo com mais facilidade do que aquelas que comem
após as 15 horas.
Também podemos reavaliar o horário dos nossos
lanches, pois as pesquisas relacionaram os lanches após
as 21 horas a altos níveis de colesterol ruim e açúcar no
sangue, o que pode aumentar o risco de obesidade e
doenças cardiovasculares.
Nos EUA e no Reino Unido, cerca de 25% da nossa
energia diária vêm dos lanches. Por isso, repensar o que
lanchamos e quando fazemos pode melhorar nossa
saúde.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/czxr55plyk5o- fragmento
( ) O vocábulo 'também' recebe acento por ser uma oxítona terminada em 'em'. De igual modo, os monossílabos tônicos terminados em 'em' também são acentuados, como se verifica no vocábulo 'vêm'.
( ) O vocábulo 'níveis' recebe acento por ser paroxítono terminado em ditongo, uma vez que palavras com essa classificação e terminação são acentuadas.
( ) O vocábulo 'açúcar' recebe acento por ser paroxítono terminada em 'r'; ao ser flexionado no plural, embora permaneça acentuado, sua classificação tônica será alterada.
( ) O vocábulo 'ruim' é uma palavra oxítona, enquanto 'ureter' e 'cateter' são palavras paroxítonas, com a tonicidade recaindo na penúltima sílaba. Dessa forma, todos apresentam tonicidade própria, embora se enquadrem em categorias silábicas diferentes.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
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Questão presente nas seguintes provas
Uma central de digitalização consegue processar 1.200
páginas em 5 horas, com 4 equipamentos e 3 técnicos,
sendo a produção diretamente proporcional ao número
de equipamentos, ao número de técnicos e ao tempo de
operação. Em uma demanda emergencial, estarão
disponíveis 6 equipamentos e 5 técnicos, todos com a
mesma produtividade individual, por 8 horas. Com base
nessa hipótese expressa de produtividade individual
uniforme, analise as assertivas a seguir:
I.O aumento de 4 para 6 equipamentos eleva a capacidade de produção na razão de 6/4.
II.O aumento de 3 para 5 técnicos eleva a produção na razão de 5/3, pois o enunciado informa a mesma produtividade individual.
III.Nessas novas condições, a produção esperada será de 4.800 páginas.
IV.Se apenas o tempo variasse de 5 para 8 horas, mantendo os demais dados iniciais, a produção seria de 1.920 páginas.
Está CORRETO o que se afirma em:
I.O aumento de 4 para 6 equipamentos eleva a capacidade de produção na razão de 6/4.
II.O aumento de 3 para 5 técnicos eleva a produção na razão de 5/3, pois o enunciado informa a mesma produtividade individual.
III.Nessas novas condições, a produção esperada será de 4.800 páginas.
IV.Se apenas o tempo variasse de 5 para 8 horas, mantendo os demais dados iniciais, a produção seria de 1.920 páginas.
Está CORRETO o que se afirma em:
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A sabedoria popular indica que a solução para manter o
peso saudável é contar quantas calorias ingerimos e
quantas nós gastamos.
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comparação com a que sai. Parece simples, não é
mesmo?
Mas esta forma de pensar desconsidera uma verdade
importante: nem todas as calorias da nossa alimentação
são iguais.
Na verdade, existe uma complexa interação biológica
ocorrendo no interior do nosso corpo, influenciada pelo
tipo de alimento que ingerimos, pela rapidez com que o
consumimos e pela sua interação com a agitada
comunidade de micróbios que vive nos nossos intestinos.
"Esta é uma área de pesquisa em enorme expansão",
afirma a professora de nutrição Sarah Berry, do King's
College de Londres.
"Estamos realmente começando a ver como a nossa
reação aos alimentos varia e que eu posso comer algo
que irei metabolizar de forma muito diferente da sua, em
relação ao mesmo alimento."
Quando comemos
O que comemos certamente ainda é importante. Uma
alimentação rica em legumes e verduras frescas será
melhor do que se for dominada por x-búrguers.
Mas esta consideração está longe de ser a única.
O horário da refeição, por exemplo, também influencia a
qualidade da digestão e quais nutrientes serão
absorvidos pelo nosso corpo.
Um estudo demonstrou que mulheres obesas e com
excesso de peso perderam mais peso ao consumir a
maior parte das suas calorias no horário do café da
manhã, em comparação com aquelas que comiam mais
à noite, mesmo que o total de calorias fosse o mesmo.
Outro pequeno estudo, realizado por pesquisadores do
Reino Unido, concluiu que reduzir o período de tempo
entre a primeira e a última refeição do dia pode fazer
com que você, ao todo, coma menos calorias.
Quando adultos saudáveis, mas levemente acima do
peso, postergaram sua primeira refeição do dia em uma
hora e meia e comeram pela última vez 90 minutos mais
cedo que o normal, sua ingestão de energia foi menor e
eles sofreram redução da gordura corporal, em
comparação com um grupo controle, mesmo tendo
acesso à mesma quantidade de comida.
Os cientistas acreditam que isso pode ocorrer porque o
nosso ritmo circadiano é conectado a como digerimos e
metabolizamos os alimentos. Este é um campo emergente de pesquisa conhecido como crononutrição.
E comer mais cedo também pode ajudar. Pesquisadores
da Espanha descobriram que as pessoas que almoçam
mais cedo perderam peso ou mantiveram peso mais
baixo com mais facilidade do que aquelas que comem
após as 15 horas.
Também podemos reavaliar o horário dos nossos
lanches, pois as pesquisas relacionaram os lanches após
as 21 horas a altos níveis de colesterol ruim e açúcar no
sangue, o que pode aumentar o risco de obesidade e
doenças cardiovasculares.
Nos EUA e no Reino Unido, cerca de 25% da nossa
energia diária vêm dos lanches. Por isso, repensar o que
lanchamos e quando fazemos pode melhorar nossa
saúde.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/czxr55plyk5o- fragmento
O pronome demonstrativo 'isso' desempenha papel essencial na coesão textual. Assinale a alternativa correta que indica a que elemento do texto esse termo se refere.
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