Foram encontradas 485 questões.
Em uma clínica, foram adquiridos 18 itens entre cadeiras
e mesas auxiliares para equipar novas salas. Sabe-se
que cada cadeira custou R$240,00 e cada mesa auxiliar
custou R$360,00, totalizando R$5.280,00 em compras.
Considerando exclusivamente esses dados, determine
quantas cadeiras compõem essa aquisição.
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Uma empresa passou a registrar a quantidade de
atendimentos concluídos por turno em uma progressão
aritmética. No primeiro turno foram concluídos 18
atendimentos, e a cada novo turno houve aumento
constante de 4 atendimentos em relação ao anterior.
Quantos atendimentos foram registrados no 12º turno
dessa sequência?
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As figuras de linguagem constituem recursos expressivos
que enriquecem a construção do texto, conferindo maior
expressividade e efeito estético à linguagem. Com base
na denominação das figuras de linguagem, analise os
enunciados a seguir:
I.Despertou-me um som colorido.
II.Era uma beleza fria.
III.As falas sentidas, que os olhos falavam.
A figura de linguagem presente nas três frases é denominada:
I.Despertou-me um som colorido.
II.Era uma beleza fria.
III.As falas sentidas, que os olhos falavam.
A figura de linguagem presente nas três frases é denominada:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que é melhor comer com inteligência do que contar calorias?
A sabedoria popular indica que a solução para manter o peso saudável é contar quantas calorias ingerimos e quantas nós gastamos.
Este cálculo faz sentido: a energia que entra em comparação com a que sai. Parece simples, não é mesmo?
Mas esta forma de pensar desconsidera uma verdade importante: nem todas as calorias da nossa alimentação são iguais.
Na verdade, existe uma complexa interação biológica ocorrendo no interior do nosso corpo, influenciada pelo tipo de alimento que ingerimos, pela rapidez com que o consumimos e pela sua interação com a agitada comunidade de micróbios que vive nos nossos intestinos.
"Esta é uma área de pesquisa em enorme expansão", afirma a professora de nutrição Sarah Berry, do King's College de Londres.
"Estamos realmente começando a ver como a nossa reação aos alimentos varia e que eu posso comer algo que irei metabolizar de forma muito diferente da sua, em relação ao mesmo alimento."
Quando comemos
O que comemos certamente ainda é importante. Uma alimentação rica em legumes e verduras frescas será melhor do que se for dominada por x-búrguers.
Mas esta consideração está longe de ser a única.
O horário da refeição, por exemplo, também influencia a qualidade da digestão e quais nutrientes serão absorvidos pelo nosso corpo.
Um estudo demonstrou que mulheres obesas e com excesso de peso perderam mais peso ao consumir a maior parte das suas calorias no horário do café da manhã, em comparação com aquelas que comiam mais à noite, mesmo que o total de calorias fosse o mesmo.
Outro pequeno estudo, realizado por pesquisadores do Reino Unido, concluiu que reduzir o período de tempo entre a primeira e a última refeição do dia pode fazer com que você, ao todo, coma menos calorias.
Quando adultos saudáveis, mas levemente acima do peso, postergaram sua primeira refeição do dia em uma hora e meia e comeram pela última vez 90 minutos mais cedo que o normal, sua ingestão de energia foi menor e eles sofreram redução da gordura corporal, em comparação com um grupo controle, mesmo tendo acesso à mesma quantidade de comida.
Os cientistas acreditam que isso pode ocorrer porque o nosso ritmo circadiano é conectado a como digerimos e metabolizamos os alimentos. Este é um campo emergente de pesquisa conhecido como crononutrição.
E comer mais cedo também pode ajudar. Pesquisadores da Espanha descobriram que as pessoas que almoçam mais cedo perderam peso ou mantiveram peso mais baixo com mais facilidade do que aquelas que comem após as 15 horas.
Também podemos reavaliar o horário dos nossos lanches, pois as pesquisas relacionaram os lanches após as 21 horas a altos níveis de colesterol ruim e açúcar no sangue, o que pode aumentar o risco de obesidade e doenças cardiovasculares.
Nos EUA e no Reino Unido, cerca de 25% da nossa energia diária vêm dos lanches. Por isso, repensar o que lanchamos e quando fazemos pode melhorar nossa saúde.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/czxr55plyk5o- fragmento
O vocábulo 'emergente' é parônimo de 'imergente', pois apresentam semelhanças na pronúncia e na grafia, embora possuam significados distintos. Considerando o uso desse parônimo e de outros distintos, analise as frases a seguir:
I.Silvio Santos jamais iria imergir, pois possuía riqueza material e bons investimentos.
II.Minha funcionária é diligente na realização de suas funções.
III.O eminente leão marcha pela savana.
IV.A mercadoria é precedente da Europa.
Considerando o uso adequado de palavras parônimas, assinale a alternativa que apresenta exclusivamente as frases corretas.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que é melhor comer com inteligência do que
contar calorias?
A sabedoria popular indica que a solução para manter o
peso saudável é contar quantas calorias ingerimos e
quantas nós gastamos.
Este cálculo faz sentido: a energia que entra em
comparação com a que sai. Parece simples, não é
mesmo?
Mas esta forma de pensar desconsidera uma verdade
importante: nem todas as calorias da nossa alimentação
são iguais.
Na verdade, existe uma complexa interação biológica
ocorrendo no interior do nosso corpo, influenciada pelo
tipo de alimento que ingerimos, pela rapidez com que o
consumimos e pela sua interação com a agitada
comunidade de micróbios que vive nos nossos intestinos.
"Esta é uma área de pesquisa em enorme expansão",
afirma a professora de nutrição Sarah Berry, do King's
College de Londres.
"Estamos realmente começando a ver como a nossa
reação aos alimentos varia e que eu posso comer algo
que irei metabolizar de forma muito diferente da sua, em
relação ao mesmo alimento."
Quando comemos
O que comemos certamente ainda é importante. Uma
alimentação rica em legumes e verduras frescas será
melhor do que se for dominada por x-búrguers.
Mas esta consideração está longe de ser a única.
O horário da refeição, por exemplo, também influencia a
qualidade da digestão e quais nutrientes serão
absorvidos pelo nosso corpo.
Um estudo demonstrou que mulheres obesas e com
excesso de peso perderam mais peso ao consumir a
maior parte das suas calorias no horário do café da
manhã, em comparação com aquelas que comiam mais
à noite, mesmo que o total de calorias fosse o mesmo.
Outro pequeno estudo, realizado por pesquisadores do
Reino Unido, concluiu que reduzir o período de tempo
entre a primeira e a última refeição do dia pode fazer
com que você, ao todo, coma menos calorias.
Quando adultos saudáveis, mas levemente acima do
peso, postergaram sua primeira refeição do dia em uma
hora e meia e comeram pela última vez 90 minutos mais
cedo que o normal, sua ingestão de energia foi menor e
eles sofreram redução da gordura corporal, em
comparação com um grupo controle, mesmo tendo
acesso à mesma quantidade de comida.
Os cientistas acreditam que isso pode ocorrer porque o
nosso ritmo circadiano é conectado a como digerimos e
metabolizamos os alimentos. Este é um campo emergente de pesquisa conhecido como crononutrição.
E comer mais cedo também pode ajudar. Pesquisadores
da Espanha descobriram que as pessoas que almoçam
mais cedo perderam peso ou mantiveram peso mais
baixo com mais facilidade do que aquelas que comem
após as 15 horas.
Também podemos reavaliar o horário dos nossos
lanches, pois as pesquisas relacionaram os lanches após
as 21 horas a altos níveis de colesterol ruim e açúcar no
sangue, o que pode aumentar o risco de obesidade e
doenças cardiovasculares.
Nos EUA e no Reino Unido, cerca de 25% da nossa
energia diária vêm dos lanches. Por isso, repensar o que
lanchamos e quando fazemos pode melhorar nossa
saúde.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/czxr55plyk5o- fragmento
A posição dos pronomes oblíquos átonos segue regras específicas de colocação pronominal. Considerando essas regras, caso a expressão 'o peso saudável' seja substituída por um pronome oblíquo, assinale a alternativa correta que apresenta a colocação adequada do pronome e a respectiva justificativa.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que é melhor comer com inteligência do que
contar calorias?
A sabedoria popular indica que a solução para manter o
peso saudável é contar quantas calorias ingerimos e
quantas nós gastamos.
Este cálculo faz sentido: a energia que entra em
comparação com a que sai. Parece simples, não é
mesmo?
Mas esta forma de pensar desconsidera uma verdade
importante: nem todas as calorias da nossa alimentação
são iguais.
Na verdade, existe uma complexa interação biológica
ocorrendo no interior do nosso corpo, influenciada pelo
tipo de alimento que ingerimos, pela rapidez com que o
consumimos e pela sua interação com a agitada
comunidade de micróbios que vive nos nossos intestinos.
"Esta é uma área de pesquisa em enorme expansão",
afirma a professora de nutrição Sarah Berry, do King's
College de Londres.
"Estamos realmente começando a ver como a nossa
reação aos alimentos varia e que eu posso comer algo
que irei metabolizar de forma muito diferente da sua, em
relação ao mesmo alimento."
Quando comemos
O que comemos certamente ainda é importante. Uma
alimentação rica em legumes e verduras frescas será
melhor do que se for dominada por x-búrguers.
Mas esta consideração está longe de ser a única.
O horário da refeição, por exemplo, também influencia a
qualidade da digestão e quais nutrientes serão
absorvidos pelo nosso corpo.
Um estudo demonstrou que mulheres obesas e com
excesso de peso perderam mais peso ao consumir a
maior parte das suas calorias no horário do café da
manhã, em comparação com aquelas que comiam mais
à noite, mesmo que o total de calorias fosse o mesmo.
Outro pequeno estudo, realizado por pesquisadores do
Reino Unido, concluiu que reduzir o período de tempo
entre a primeira e a última refeição do dia pode fazer
com que você, ao todo, coma menos calorias.
Quando adultos saudáveis, mas levemente acima do
peso, postergaram sua primeira refeição do dia em uma
hora e meia e comeram pela última vez 90 minutos mais
cedo que o normal, sua ingestão de energia foi menor e
eles sofreram redução da gordura corporal, em
comparação com um grupo controle, mesmo tendo
acesso à mesma quantidade de comida.
Os cientistas acreditam que isso pode ocorrer porque o
nosso ritmo circadiano é conectado a como digerimos e
metabolizamos os alimentos. Este é um campo emergente de pesquisa conhecido como crononutrição.
E comer mais cedo também pode ajudar. Pesquisadores
da Espanha descobriram que as pessoas que almoçam
mais cedo perderam peso ou mantiveram peso mais
baixo com mais facilidade do que aquelas que comem
após as 15 horas.
Também podemos reavaliar o horário dos nossos
lanches, pois as pesquisas relacionaram os lanches após
as 21 horas a altos níveis de colesterol ruim e açúcar no
sangue, o que pode aumentar o risco de obesidade e
doenças cardiovasculares.
Nos EUA e no Reino Unido, cerca de 25% da nossa
energia diária vêm dos lanches. Por isso, repensar o que
lanchamos e quando fazemos pode melhorar nossa
saúde.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/czxr55plyk5o- fragmento
Com base na análise sintática dos elementos linguísticos empregados no trecho, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas:
( ) A expressão 'Outro pequeno estudo' exerce a função de sujeito do verbo 'concluir'.
( ) O verbo 'concluir' é verbo transitivo direto com seu complemento uma oração subordinada substantiva objetiva direta.
( ) O vocábulo 'menos' desempenha a função de adjunto adverbial, intensificando o substantivo 'calorias', que constitui o núcleo do objeto direto.
( ) A expressão 'outro pequeno estudo' exerce a função de aposto, sendo utilizada para introduzir uma explicação sobre o tipo de estudo que foi realizado.
A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que é melhor comer com inteligência do que
contar calorias?
A sabedoria popular indica que a solução para manter o
peso saudável é contar quantas calorias ingerimos e
quantas nós gastamos.
Este cálculo faz sentido: a energia que entra em
comparação com a que sai. Parece simples, não é
mesmo?
Mas esta forma de pensar desconsidera uma verdade
importante: nem todas as calorias da nossa alimentação
são iguais.
Na verdade, existe uma complexa interação biológica
ocorrendo no interior do nosso corpo, influenciada pelo
tipo de alimento que ingerimos, pela rapidez com que o
consumimos e pela sua interação com a agitada
comunidade de micróbios que vive nos nossos intestinos.
"Esta é uma área de pesquisa em enorme expansão",
afirma a professora de nutrição Sarah Berry, do King's
College de Londres.
"Estamos realmente começando a ver como a nossa
reação aos alimentos varia e que eu posso comer algo
que irei metabolizar de forma muito diferente da sua, em
relação ao mesmo alimento."
Quando comemos
O que comemos certamente ainda é importante. Uma
alimentação rica em legumes e verduras frescas será
melhor do que se for dominada por x-búrguers.
Mas esta consideração está longe de ser a única.
O horário da refeição, por exemplo, também influencia a
qualidade da digestão e quais nutrientes serão
absorvidos pelo nosso corpo.
Um estudo demonstrou que mulheres obesas e com
excesso de peso perderam mais peso ao consumir a
maior parte das suas calorias no horário do café da
manhã, em comparação com aquelas que comiam mais
à noite, mesmo que o total de calorias fosse o mesmo.
Outro pequeno estudo, realizado por pesquisadores do
Reino Unido, concluiu que reduzir o período de tempo
entre a primeira e a última refeição do dia pode fazer
com que você, ao todo, coma menos calorias.
Quando adultos saudáveis, mas levemente acima do
peso, postergaram sua primeira refeição do dia em uma
hora e meia e comeram pela última vez 90 minutos mais
cedo que o normal, sua ingestão de energia foi menor e
eles sofreram redução da gordura corporal, em
comparação com um grupo controle, mesmo tendo
acesso à mesma quantidade de comida.
Os cientistas acreditam que isso pode ocorrer porque o
nosso ritmo circadiano é conectado a como digerimos e
metabolizamos os alimentos. Este é um campo emergente de pesquisa conhecido como crononutrição.
E comer mais cedo também pode ajudar. Pesquisadores
da Espanha descobriram que as pessoas que almoçam
mais cedo perderam peso ou mantiveram peso mais
baixo com mais facilidade do que aquelas que comem
após as 15 horas.
Também podemos reavaliar o horário dos nossos
lanches, pois as pesquisas relacionaram os lanches após
as 21 horas a altos níveis de colesterol ruim e açúcar no
sangue, o que pode aumentar o risco de obesidade e
doenças cardiovasculares.
Nos EUA e no Reino Unido, cerca de 25% da nossa
energia diária vêm dos lanches. Por isso, repensar o que
lanchamos e quando fazemos pode melhorar nossa
saúde.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/czxr55plyk5o- fragmento
Considerando o texto-base, assinale a alternativa correta que expressa a ideia apresentada no trecho.
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Por que é melhor comer com inteligência do que
contar calorias?
A sabedoria popular indica que a solução para manter o
peso saudável é contar quantas calorias ingerimos e
quantas nós gastamos.
Este cálculo faz sentido: a energia que entra em
comparação com a que sai. Parece simples, não é
mesmo?
Mas esta forma de pensar desconsidera uma verdade
importante: nem todas as calorias da nossa alimentação
são iguais.
Na verdade, existe uma complexa interação biológica
ocorrendo no interior do nosso corpo, influenciada pelo
tipo de alimento que ingerimos, pela rapidez com que o
consumimos e pela sua interação com a agitada
comunidade de micróbios que vive nos nossos intestinos.
"Esta é uma área de pesquisa em enorme expansão",
afirma a professora de nutrição Sarah Berry, do King's
College de Londres.
"Estamos realmente começando a ver como a nossa
reação aos alimentos varia e que eu posso comer algo
que irei metabolizar de forma muito diferente da sua, em
relação ao mesmo alimento."
Quando comemos
O que comemos certamente ainda é importante. Uma
alimentação rica em legumes e verduras frescas será
melhor do que se for dominada por x-búrguers.
Mas esta consideração está longe de ser a única.
O horário da refeição, por exemplo, também influencia a
qualidade da digestão e quais nutrientes serão
absorvidos pelo nosso corpo.
Um estudo demonstrou que mulheres obesas e com
excesso de peso perderam mais peso ao consumir a
maior parte das suas calorias no horário do café da
manhã, em comparação com aquelas que comiam mais
à noite, mesmo que o total de calorias fosse o mesmo.
Outro pequeno estudo, realizado por pesquisadores do
Reino Unido, concluiu que reduzir o período de tempo
entre a primeira e a última refeição do dia pode fazer
com que você, ao todo, coma menos calorias.
Quando adultos saudáveis, mas levemente acima do
peso, postergaram sua primeira refeição do dia em uma
hora e meia e comeram pela última vez 90 minutos mais
cedo que o normal, sua ingestão de energia foi menor e
eles sofreram redução da gordura corporal, em
comparação com um grupo controle, mesmo tendo
acesso à mesma quantidade de comida.
Os cientistas acreditam que isso pode ocorrer porque o
nosso ritmo circadiano é conectado a como digerimos e
metabolizamos os alimentos. Este é um campo emergente de pesquisa conhecido como crononutrição.
E comer mais cedo também pode ajudar. Pesquisadores
da Espanha descobriram que as pessoas que almoçam
mais cedo perderam peso ou mantiveram peso mais
baixo com mais facilidade do que aquelas que comem
após as 15 horas.
Também podemos reavaliar o horário dos nossos
lanches, pois as pesquisas relacionaram os lanches após
as 21 horas a altos níveis de colesterol ruim e açúcar no
sangue, o que pode aumentar o risco de obesidade e
doenças cardiovasculares.
Nos EUA e no Reino Unido, cerca de 25% da nossa
energia diária vêm dos lanches. Por isso, repensar o que
lanchamos e quando fazemos pode melhorar nossa
saúde.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/czxr55plyk5o- fragmento
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Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que é melhor comer com inteligência do que
contar calorias?
A sabedoria popular indica que a solução para manter o
peso saudável é contar quantas calorias ingerimos e
quantas nós gastamos.
Este cálculo faz sentido: a energia que entra em
comparação com a que sai. Parece simples, não é
mesmo?
Mas esta forma de pensar desconsidera uma verdade
importante: nem todas as calorias da nossa alimentação
são iguais.
Na verdade, existe uma complexa interação biológica
ocorrendo no interior do nosso corpo, influenciada pelo
tipo de alimento que ingerimos, pela rapidez com que o
consumimos e pela sua interação com a agitada
comunidade de micróbios que vive nos nossos intestinos.
"Esta é uma área de pesquisa em enorme expansão",
afirma a professora de nutrição Sarah Berry, do King's
College de Londres.
"Estamos realmente começando a ver como a nossa
reação aos alimentos varia e que eu posso comer algo
que irei metabolizar de forma muito diferente da sua, em
relação ao mesmo alimento."
Quando comemos
O que comemos certamente ainda é importante. Uma
alimentação rica em legumes e verduras frescas será
melhor do que se for dominada por x-búrguers.
Mas esta consideração está longe de ser a única.
O horário da refeição, por exemplo, também influencia a
qualidade da digestão e quais nutrientes serão
absorvidos pelo nosso corpo.
Um estudo demonstrou que mulheres obesas e com
excesso de peso perderam mais peso ao consumir a
maior parte das suas calorias no horário do café da
manhã, em comparação com aquelas que comiam mais
à noite, mesmo que o total de calorias fosse o mesmo.
Outro pequeno estudo, realizado por pesquisadores do
Reino Unido, concluiu que reduzir o período de tempo
entre a primeira e a última refeição do dia pode fazer
com que você, ao todo, coma menos calorias.
Quando adultos saudáveis, mas levemente acima do
peso, postergaram sua primeira refeição do dia em uma
hora e meia e comeram pela última vez 90 minutos mais
cedo que o normal, sua ingestão de energia foi menor e
eles sofreram redução da gordura corporal, em
comparação com um grupo controle, mesmo tendo
acesso à mesma quantidade de comida.
Os cientistas acreditam que isso pode ocorrer porque o
nosso ritmo circadiano é conectado a como digerimos e
metabolizamos os alimentos. Este é um campo emergente de pesquisa conhecido como crononutrição.
E comer mais cedo também pode ajudar. Pesquisadores
da Espanha descobriram que as pessoas que almoçam
mais cedo perderam peso ou mantiveram peso mais
baixo com mais facilidade do que aquelas que comem
após as 15 horas.
Também podemos reavaliar o horário dos nossos
lanches, pois as pesquisas relacionaram os lanches após
as 21 horas a altos níveis de colesterol ruim e açúcar no
sangue, o que pode aumentar o risco de obesidade e
doenças cardiovasculares.
Nos EUA e no Reino Unido, cerca de 25% da nossa
energia diária vêm dos lanches. Por isso, repensar o que
lanchamos e quando fazemos pode melhorar nossa
saúde.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/czxr55plyk5o- fragmento
O vocábulo 'crononutrição' está grafado corretamente sem hífen. Analise, a seguir, a grafia de outras palavras, com ou sem hífen.
I.mandachuva e paraquedas.
II.cor de café e arco-da-velha.
III.ex-aluno e circumediterrâneo.
IV.pré-universitário e pré-existente.
Após a análise, assinale as alternativas que apresentam vocábulos grafados corretamente.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que é melhor comer com inteligência do que
contar calorias?
A sabedoria popular indica que a solução para manter o
peso saudável é contar quantas calorias ingerimos e
quantas nós gastamos.
Este cálculo faz sentido: a energia que entra em
comparação com a que sai. Parece simples, não é
mesmo?
Mas esta forma de pensar desconsidera uma verdade
importante: nem todas as calorias da nossa alimentação
são iguais.
Na verdade, existe uma complexa interação biológica
ocorrendo no interior do nosso corpo, influenciada pelo
tipo de alimento que ingerimos, pela rapidez com que o
consumimos e pela sua interação com a agitada
comunidade de micróbios que vive nos nossos intestinos.
"Esta é uma área de pesquisa em enorme expansão",
afirma a professora de nutrição Sarah Berry, do King's
College de Londres.
"Estamos realmente começando a ver como a nossa
reação aos alimentos varia e que eu posso comer algo
que irei metabolizar de forma muito diferente da sua, em
relação ao mesmo alimento."
Quando comemos
O que comemos certamente ainda é importante. Uma
alimentação rica em legumes e verduras frescas será
melhor do que se for dominada por x-búrguers.
Mas esta consideração está longe de ser a única.
O horário da refeição, por exemplo, também influencia a
qualidade da digestão e quais nutrientes serão
absorvidos pelo nosso corpo.
Um estudo demonstrou que mulheres obesas e com
excesso de peso perderam mais peso ao consumir a
maior parte das suas calorias no horário do café da
manhã, em comparação com aquelas que comiam mais
à noite, mesmo que o total de calorias fosse o mesmo.
Outro pequeno estudo, realizado por pesquisadores do
Reino Unido, concluiu que reduzir o período de tempo
entre a primeira e a última refeição do dia pode fazer
com que você, ao todo, coma menos calorias.
Quando adultos saudáveis, mas levemente acima do
peso, postergaram sua primeira refeição do dia em uma
hora e meia e comeram pela última vez 90 minutos mais
cedo que o normal, sua ingestão de energia foi menor e
eles sofreram redução da gordura corporal, em
comparação com um grupo controle, mesmo tendo
acesso à mesma quantidade de comida.
Os cientistas acreditam que isso pode ocorrer porque o
nosso ritmo circadiano é conectado a como digerimos e
metabolizamos os alimentos. Este é um campo emergente de pesquisa conhecido como crononutrição.
E comer mais cedo também pode ajudar. Pesquisadores
da Espanha descobriram que as pessoas que almoçam
mais cedo perderam peso ou mantiveram peso mais
baixo com mais facilidade do que aquelas que comem
após as 15 horas.
Também podemos reavaliar o horário dos nossos
lanches, pois as pesquisas relacionaram os lanches após
as 21 horas a altos níveis de colesterol ruim e açúcar no
sangue, o que pode aumentar o risco de obesidade e
doenças cardiovasculares.
Nos EUA e no Reino Unido, cerca de 25% da nossa
energia diária vêm dos lanches. Por isso, repensar o que
lanchamos e quando fazemos pode melhorar nossa
saúde.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/czxr55plyk5o- fragmento
Com base na regência verbal, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta.
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