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Foram encontradas 70 questões.

4253281 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Araguaína-TO
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Salvem os jumentos
Bruno Pavan
   Salvador foi tomada por jumentos infláveis de três metros nesta semana. Tratou-se de uma mobilização pública em defesa da preservação dos asininos e pela aprovação do Projeto de Lei (PL) 2387/2022, com o fim de proibir o abate de jumentos em território nacional. A manifestação, encabeçada pela organização não governamental The Donkey Sanctuary, instalou um jumento inflável de 3 metros de altura no Pelourinho e na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba). As movimentações coincidem com o lV Workshop Internacional sediado na capital baiana com foco no declínio drástico da espécie. Mas o que aconteceu com essa população de animais? Dados compilados por pesquisadores em 2025, com base em indicadores da Food and Agriculture Organization (FAO) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelam que o Brasil perdeu 94% de sua população de jumentos entre 1996 e 2024. A retração é atribuída à demanda do mercado chinês pelo “ejiao”, substância produzida a partir do colágeno da pele do animal e utilizada em produtos de saúde sem comprovação científica. Estima-se que a demanda global alcance 6,8 milhões de peles até 2027.
  Embora uma decisão da Justiça Federal tenha suspendido o abate em 13 de abril, entidades de proteção animal, como a The Donkey Sanctuary, defendem que a segurança jurídica só virá por meio de uma legislação federal. O PL 2387/2022 permanece sem votação na Comissão de Constituição e justiça e de Cidadania (CCIC). Além da questão ambiental, cientistas alertam para o perigo biológico. O descarte inadequado de carcaças no Nordeste pode disseminar a bactéria Burkholderia mallei, causadora do mormo - uma zoonose letal para humanos.
  Adroaldo Zanella, professor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP critica a opacidade do setor: “O Brasil não dispõe de dados públicos básicos sobre a atividade. É inaceitável para um país com alto padrão de rastreabilidade agropecuária”. Como alternativa econômica, pesquisadores da Universidade Federal do Paraná (UFPR) trabalham no desenvolvimento de colágeno via fermentação de precisão, utilizando microrganismos.
    O método permitiria ao Brasil exportar a matéria-prima sem a necessidade de sacrifício animal, gerando receita e preservando a biodiversidade.
PAVAN, B. Salvem os jumentos. Revista Isto É Dinheiro. 31ed. Acesso em: 8 maio 2026.
A partir da leitura do texto e da análise de seu contexto, assinale a alternativa que contém uma inferência correta sobre o significado do termo em destaque.
 

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4253280 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Araguaína-TO
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Salvem os jumentos
Bruno Pavan
   Salvador foi tomada por jumentos infláveis de três metros nesta semana. Tratou-se de uma mobilização pública em defesa da preservação dos asininos e pela aprovação do Projeto de Lei (PL) 2387/2022, com o fim de proibir o abate de jumentos em território nacional. A manifestação, encabeçada pela organização não governamental The Donkey Sanctuary, instalou um jumento inflável de 3 metros de altura no Pelourinho e na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba). As movimentações coincidem com o lV Workshop Internacional sediado na capital baiana com foco no declínio drástico da espécie. Mas o que aconteceu com essa população de animais? Dados compilados por pesquisadores em 2025, com base em indicadores da Food and Agriculture Organization (FAO) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelam que o Brasil perdeu 94% de sua população de jumentos entre 1996 e 2024. A retração é atribuída à demanda do mercado chinês pelo “ejiao”, substância produzida a partir do colágeno da pele do animal e utilizada em produtos de saúde sem comprovação científica. Estima-se que a demanda global alcance 6,8 milhões de peles até 2027.
  Embora uma decisão da Justiça Federal tenha suspendido o abate em 13 de abril, entidades de proteção animal, como a The Donkey Sanctuary, defendem que a segurança jurídica só virá por meio de uma legislação federal. O PL 2387/2022 permanece sem votação na Comissão de Constituição e justiça e de Cidadania (CCIC). Além da questão ambiental, cientistas alertam para o perigo biológico. O descarte inadequado de carcaças no Nordeste pode disseminar a bactéria Burkholderia mallei, causadora do mormo - uma zoonose letal para humanos.
  Adroaldo Zanella, professor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP critica a opacidade do setor: “O Brasil não dispõe de dados públicos básicos sobre a atividade. É inaceitável para um país com alto padrão de rastreabilidade agropecuária”. Como alternativa econômica, pesquisadores da Universidade Federal do Paraná (UFPR) trabalham no desenvolvimento de colágeno via fermentação de precisão, utilizando microrganismos.
    O método permitiria ao Brasil exportar a matéria-prima sem a necessidade de sacrifício animal, gerando receita e preservando a biodiversidade.
PAVAN, B. Salvem os jumentos. Revista Isto É Dinheiro. 31ed. Acesso em: 8 maio 2026.
Marque a alternativa que apresenta a classificação morfológica correta e respectiva de cada uma das palavras destacadas no fragmento textual a seguir, considerando o seu papel sintático-semântico no contexto oracional.

“Tratou-se de uma mobilização pública em defesa da preservação dos asininos e pela aprovação do Projeto de Lei (PL) 2387/2022, com o fim de proibir o abate de jumentos em território nacional.”
 

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4253279 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Araguaína-TO
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Salvem os jumentos
Bruno Pavan
   Salvador foi tomada por jumentos infláveis de três metros nesta semana. Tratou-se de uma mobilização pública em defesa da preservação dos asininos e pela aprovação do Projeto de Lei (PL) 2387/2022, com o fim de proibir o abate de jumentos em território nacional. A manifestação, encabeçada pela organização não governamental The Donkey Sanctuary, instalou um jumento inflável de 3 metros de altura no Pelourinho e na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba). As movimentações coincidem com o lV Workshop Internacional sediado na capital baiana com foco no declínio drástico da espécie. Mas o que aconteceu com essa população de animais? Dados compilados por pesquisadores em 2025, com base em indicadores da Food and Agriculture Organization (FAO) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelam que o Brasil perdeu 94% de sua população de jumentos entre 1996 e 2024. A retração é atribuída à demanda do mercado chinês pelo “ejiao”, substância produzida a partir do colágeno da pele do animal e utilizada em produtos de saúde sem comprovação científica. Estima-se que a demanda global alcance 6,8 milhões de peles até 2027.
  Embora uma decisão da Justiça Federal tenha suspendido o abate em 13 de abril, entidades de proteção animal, como a The Donkey Sanctuary, defendem que a segurança jurídica só virá por meio de uma legislação federal. O PL 2387/2022 permanece sem votação na Comissão de Constituição e justiça e de Cidadania (CCIC). Além da questão ambiental, cientistas alertam para o perigo biológico. O descarte inadequado de carcaças no Nordeste pode disseminar a bactéria Burkholderia mallei, causadora do mormo - uma zoonose letal para humanos.
  Adroaldo Zanella, professor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP critica a opacidade do setor: “O Brasil não dispõe de dados públicos básicos sobre a atividade. É inaceitável para um país com alto padrão de rastreabilidade agropecuária”. Como alternativa econômica, pesquisadores da Universidade Federal do Paraná (UFPR) trabalham no desenvolvimento de colágeno via fermentação de precisão, utilizando microrganismos.
    O método permitiria ao Brasil exportar a matéria-prima sem a necessidade de sacrifício animal, gerando receita e preservando a biodiversidade.
PAVAN, B. Salvem os jumentos. Revista Isto É Dinheiro. 31ed. Acesso em: 8 maio 2026.
Considerando as normas que orientam a grafia das palavras na língua portuguesa, indique a alternativa em que o segmento adaptado do texto apresenta todas as palavras grafadas em estrita conformidade com a ortografia oficial.
 

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4253278 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Araguaína-TO
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   Salvador foi tomada por jumentos infláveis de três metros nesta semana. Tratou-se de uma mobilização pública em defesa da preservação dos asininos e pela aprovação do Projeto de Lei (PL) 2387/2022, com o fim de proibir o abate de jumentos em território nacional. A manifestação, encabeçada pela organização não governamental The Donkey Sanctuary, instalou um jumento inflável de 3 metros de altura no Pelourinho e na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba). As movimentações coincidem com o lV Workshop Internacional sediado na capital baiana com foco no declínio drástico da espécie. Mas o que aconteceu com essa população de animais? Dados compilados por pesquisadores em 2025, com base em indicadores da Food and Agriculture Organization (FAO) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelam que o Brasil perdeu 94% de sua população de jumentos entre 1996 e 2024. A retração é atribuída à demanda do mercado chinês pelo “ejiao”, substância produzida a partir do colágeno da pele do animal e utilizada em produtos de saúde sem comprovação científica. Estima-se que a demanda global alcance 6,8 milhões de peles até 2027.
  Embora uma decisão da Justiça Federal tenha suspendido o abate em 13 de abril, entidades de proteção animal, como a The Donkey Sanctuary, defendem que a segurança jurídica só virá por meio de uma legislação federal. O PL 2387/2022 permanece sem votação na Comissão de Constituição e justiça e de Cidadania (CCIC). Além da questão ambiental, cientistas alertam para o perigo biológico. O descarte inadequado de carcaças no Nordeste pode disseminar a bactéria Burkholderia mallei, causadora do mormo - uma zoonose letal para humanos.
  Adroaldo Zanella, professor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP critica a opacidade do setor: “O Brasil não dispõe de dados públicos básicos sobre a atividade. É inaceitável para um país com alto padrão de rastreabilidade agropecuária”. Como alternativa econômica, pesquisadores da Universidade Federal do Paraná (UFPR) trabalham no desenvolvimento de colágeno via fermentação de precisão, utilizando microrganismos.
    O método permitiria ao Brasil exportar a matéria-prima sem a necessidade de sacrifício animal, gerando receita e preservando a biodiversidade.
PAVAN, B. Salvem os jumentos. Revista Isto É Dinheiro. 31ed. Acesso em: 8 maio 2026.
Considerando as normas de regência verbal e nominal preconizadas pela modalidade escrita padrão da língua portuguesa, assinale a alternativa que completa adequadamente o trecho “A ideia de desenvolver colágeno via fermentação de precisão, utilizando microrganismos:
 

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4253277 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Araguaína-TO
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Bruno Pavan
   Salvador foi tomada por jumentos infláveis de três metros nesta semana. Tratou-se de uma mobilização pública em defesa da preservação dos asininos e pela aprovação do Projeto de Lei (PL) 2387/2022, com o fim de proibir o abate de jumentos em território nacional. A manifestação, encabeçada pela organização não governamental The Donkey Sanctuary, instalou um jumento inflável de 3 metros de altura no Pelourinho e na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba). As movimentações coincidem com o lV Workshop Internacional sediado na capital baiana com foco no declínio drástico da espécie. Mas o que aconteceu com essa população de animais? Dados compilados por pesquisadores em 2025, com base em indicadores da Food and Agriculture Organization (FAO) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelam que o Brasil perdeu 94% de sua população de jumentos entre 1996 e 2024. A retração é atribuída à demanda do mercado chinês pelo “ejiao”, substância produzida a partir do colágeno da pele do animal e utilizada em produtos de saúde sem comprovação científica. Estima-se que a demanda global alcance 6,8 milhões de peles até 2027.
  Embora uma decisão da Justiça Federal tenha suspendido o abate em 13 de abril, entidades de proteção animal, como a The Donkey Sanctuary, defendem que a segurança jurídica só virá por meio de uma legislação federal. O PL 2387/2022 permanece sem votação na Comissão de Constituição e justiça e de Cidadania (CCIC). Além da questão ambiental, cientistas alertam para o perigo biológico. O descarte inadequado de carcaças no Nordeste pode disseminar a bactéria Burkholderia mallei, causadora do mormo - uma zoonose letal para humanos.
  Adroaldo Zanella, professor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP critica a opacidade do setor: “O Brasil não dispõe de dados públicos básicos sobre a atividade. É inaceitável para um país com alto padrão de rastreabilidade agropecuária”. Como alternativa econômica, pesquisadores da Universidade Federal do Paraná (UFPR) trabalham no desenvolvimento de colágeno via fermentação de precisão, utilizando microrganismos.
    O método permitiria ao Brasil exportar a matéria-prima sem a necessidade de sacrifício animal, gerando receita e preservando a biodiversidade.
PAVAN, B. Salvem os jumentos. Revista Isto É Dinheiro. 31ed. Acesso em: 8 maio 2026.
Tendo em vista as normas de concordância verbal na norma-padrão da língua portuguesa, marque a alternativa que apresenta uma estrutura sintática inteiramente correta.
 

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4253276 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDIB
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Bruno Pavan
   Salvador foi tomada por jumentos infláveis de três metros nesta semana. Tratou-se de uma mobilização pública em defesa da preservação dos asininos e pela aprovação do Projeto de Lei (PL) 2387/2022, com o fim de proibir o abate de jumentos em território nacional. A manifestação, encabeçada pela organização não governamental The Donkey Sanctuary, instalou um jumento inflável de 3 metros de altura no Pelourinho e na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba). As movimentações coincidem com o lV Workshop Internacional sediado na capital baiana com foco no declínio drástico da espécie. Mas o que aconteceu com essa população de animais? Dados compilados por pesquisadores em 2025, com base em indicadores da Food and Agriculture Organization (FAO) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelam que o Brasil perdeu 94% de sua população de jumentos entre 1996 e 2024. A retração é atribuída à demanda do mercado chinês pelo “ejiao”, substância produzida a partir do colágeno da pele do animal e utilizada em produtos de saúde sem comprovação científica. Estima-se que a demanda global alcance 6,8 milhões de peles até 2027.
  Embora uma decisão da Justiça Federal tenha suspendido o abate em 13 de abril, entidades de proteção animal, como a The Donkey Sanctuary, defendem que a segurança jurídica só virá por meio de uma legislação federal. O PL 2387/2022 permanece sem votação na Comissão de Constituição e justiça e de Cidadania (CCIC). Além da questão ambiental, cientistas alertam para o perigo biológico. O descarte inadequado de carcaças no Nordeste pode disseminar a bactéria Burkholderia mallei, causadora do mormo - uma zoonose letal para humanos.
  Adroaldo Zanella, professor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP critica a opacidade do setor: “O Brasil não dispõe de dados públicos básicos sobre a atividade. É inaceitável para um país com alto padrão de rastreabilidade agropecuária”. Como alternativa econômica, pesquisadores da Universidade Federal do Paraná (UFPR) trabalham no desenvolvimento de colágeno via fermentação de precisão, utilizando microrganismos.
    O método permitiria ao Brasil exportar a matéria-prima sem a necessidade de sacrifício animal, gerando receita e preservando a biodiversidade.
PAVAN, B. Salvem os jumentos. Revista Isto É Dinheiro. 31ed. Acesso em: 8 maio 2026.
Considere o seguinte trecho baseado no terceiro parágrafo do texto: “Diante do impasse jurídico e do apelo humanitário, pesquisadores da Universidade Federal do Paraná (UFPR) decidiram buscar uma alternativa tecnológica para substituir o uso da pele do animal.” e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta uma paráfrase gramaticalmente correta e que preserva integralmente as relações semânticas do trecho original.
 

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4253275 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Araguaína-TO
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Bruno Pavan
   Salvador foi tomada por jumentos infláveis de três metros nesta semana. Tratou-se de uma mobilização pública em defesa da preservação dos asininos e pela aprovação do Projeto de Lei (PL) 2387/2022, com o fim de proibir o abate de jumentos em território nacional. A manifestação, encabeçada pela organização não governamental The Donkey Sanctuary, instalou um jumento inflável de 3 metros de altura no Pelourinho e na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba). As movimentações coincidem com o lV Workshop Internacional sediado na capital baiana com foco no declínio drástico da espécie. Mas o que aconteceu com essa população de animais? Dados compilados por pesquisadores em 2025, com base em indicadores da Food and Agriculture Organization (FAO) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelam que o Brasil perdeu 94% de sua população de jumentos entre 1996 e 2024. A retração é atribuída à demanda do mercado chinês pelo “ejiao”, substância produzida a partir do colágeno da pele do animal e utilizada em produtos de saúde sem comprovação científica. Estima-se que a demanda global alcance 6,8 milhões de peles até 2027.
  Embora uma decisão da Justiça Federal tenha suspendido o abate em 13 de abril, entidades de proteção animal, como a The Donkey Sanctuary, defendem que a segurança jurídica só virá por meio de uma legislação federal. O PL 2387/2022 permanece sem votação na Comissão de Constituição e justiça e de Cidadania (CCIC). Além da questão ambiental, cientistas alertam para o perigo biológico. O descarte inadequado de carcaças no Nordeste pode disseminar a bactéria Burkholderia mallei, causadora do mormo - uma zoonose letal para humanos.
  Adroaldo Zanella, professor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP critica a opacidade do setor: “O Brasil não dispõe de dados públicos básicos sobre a atividade. É inaceitável para um país com alto padrão de rastreabilidade agropecuária”. Como alternativa econômica, pesquisadores da Universidade Federal do Paraná (UFPR) trabalham no desenvolvimento de colágeno via fermentação de precisão, utilizando microrganismos.
    O método permitiria ao Brasil exportar a matéria-prima sem a necessidade de sacrifício animal, gerando receita e preservando a biodiversidade.
PAVAN, B. Salvem os jumentos. Revista Isto É Dinheiro. 31ed. Acesso em: 8 maio 2026.
No que diz respeito à arquitetura textual do texto, a estruturação das ideias e a progressão do sentido são asseguradas por diferentes mecanismos de coesão e coerência. Com base nos conceitos que regem a organização do texto, indique a alternativa correta.
 

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4253274 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Araguaína-TO
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Salvem os jumentos
Bruno Pavan
   Salvador foi tomada por jumentos infláveis de três metros nesta semana. Tratou-se de uma mobilização pública em defesa da preservação dos asininos e pela aprovação do Projeto de Lei (PL) 2387/2022, com o fim de proibir o abate de jumentos em território nacional. A manifestação, encabeçada pela organização não governamental The Donkey Sanctuary, instalou um jumento inflável de 3 metros de altura no Pelourinho e na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba). As movimentações coincidem com o lV Workshop Internacional sediado na capital baiana com foco no declínio drástico da espécie. Mas o que aconteceu com essa população de animais? Dados compilados por pesquisadores em 2025, com base em indicadores da Food and Agriculture Organization (FAO) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelam que o Brasil perdeu 94% de sua população de jumentos entre 1996 e 2024. A retração é atribuída à demanda do mercado chinês pelo “ejiao”, substância produzida a partir do colágeno da pele do animal e utilizada em produtos de saúde sem comprovação científica. Estima-se que a demanda global alcance 6,8 milhões de peles até 2027.
  Embora uma decisão da Justiça Federal tenha suspendido o abate em 13 de abril, entidades de proteção animal, como a The Donkey Sanctuary, defendem que a segurança jurídica só virá por meio de uma legislação federal. O PL 2387/2022 permanece sem votação na Comissão de Constituição e justiça e de Cidadania (CCIC). Além da questão ambiental, cientistas alertam para o perigo biológico. O descarte inadequado de carcaças no Nordeste pode disseminar a bactéria Burkholderia mallei, causadora do mormo - uma zoonose letal para humanos.
  Adroaldo Zanella, professor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP critica a opacidade do setor: “O Brasil não dispõe de dados públicos básicos sobre a atividade. É inaceitável para um país com alto padrão de rastreabilidade agropecuária”. Como alternativa econômica, pesquisadores da Universidade Federal do Paraná (UFPR) trabalham no desenvolvimento de colágeno via fermentação de precisão, utilizando microrganismos.
    O método permitiria ao Brasil exportar a matéria-prima sem a necessidade de sacrifício animal, gerando receita e preservando a biodiversidade.
PAVAN, B. Salvem os jumentos. Revista Isto É Dinheiro. 31ed. Acesso em: 8 maio 2026.
De acordo com o portal Brasil Escola “as funções da linguagem são objetivos comunicativos que o texto adquire a depender da intenção do falante.”, porém “um mesmo texto pode apresentar mais de uma função da linguagem, e elas podem aparecer na totalidade do texto ou apenas em fragmentos.” Sabendo disso, analise o trecho a seguir, retirado do texto, e em seguida marque a alternativa que indica a função da linguagem nele predominante.
“O PL 2387/2022 permanece sem votação na Comissão de Constituição e justiça e de Cidadania (CCIC).Além da questão ambiental, cientistas alertam para o perigo biológico. O descarte inadequado de carcaças no Nordeste pode disseminar a bactéria Burkholderia mallei, causadora do mormo - uma zoonose letal para humanos.”
 

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4253273 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDIB
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Bruno Pavan
   Salvador foi tomada por jumentos infláveis de três metros nesta semana. Tratou-se de uma mobilização pública em defesa da preservação dos asininos e pela aprovação do Projeto de Lei (PL) 2387/2022, com o fim de proibir o abate de jumentos em território nacional. A manifestação, encabeçada pela organização não governamental The Donkey Sanctuary, instalou um jumento inflável de 3 metros de altura no Pelourinho e na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba). As movimentações coincidem com o lV Workshop Internacional sediado na capital baiana com foco no declínio drástico da espécie. Mas o que aconteceu com essa população de animais? Dados compilados por pesquisadores em 2025, com base em indicadores da Food and Agriculture Organization (FAO) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelam que o Brasil perdeu 94% de sua população de jumentos entre 1996 e 2024. A retração é atribuída à demanda do mercado chinês pelo “ejiao”, substância produzida a partir do colágeno da pele do animal e utilizada em produtos de saúde sem comprovação científica. Estima-se que a demanda global alcance 6,8 milhões de peles até 2027.
  Embora uma decisão da Justiça Federal tenha suspendido o abate em 13 de abril, entidades de proteção animal, como a The Donkey Sanctuary, defendem que a segurança jurídica só virá por meio de uma legislação federal. O PL 2387/2022 permanece sem votação na Comissão de Constituição e justiça e de Cidadania (CCIC). Além da questão ambiental, cientistas alertam para o perigo biológico. O descarte inadequado de carcaças no Nordeste pode disseminar a bactéria Burkholderia mallei, causadora do mormo - uma zoonose letal para humanos.
  Adroaldo Zanella, professor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP critica a opacidade do setor: “O Brasil não dispõe de dados públicos básicos sobre a atividade. É inaceitável para um país com alto padrão de rastreabilidade agropecuária”. Como alternativa econômica, pesquisadores da Universidade Federal do Paraná (UFPR) trabalham no desenvolvimento de colágeno via fermentação de precisão, utilizando microrganismos.
    O método permitiria ao Brasil exportar a matéria-prima sem a necessidade de sacrifício animal, gerando receita e preservando a biodiversidade.
PAVAN, B. Salvem os jumentos. Revista Isto É Dinheiro. 31ed. Acesso em: 8 maio 2026.
A partir da análise da sua estrutura composicional, podemos afirmar corretamente que o texto é:
 

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4253272 Ano: 2026
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   Salvador foi tomada por jumentos infláveis de três metros nesta semana. Tratou-se de uma mobilização pública em defesa da preservação dos asininos e pela aprovação do Projeto de Lei (PL) 2387/2022, com o fim de proibir o abate de jumentos em território nacional. A manifestação, encabeçada pela organização não governamental The Donkey Sanctuary, instalou um jumento inflável de 3 metros de altura no Pelourinho e na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba). As movimentações coincidem com o lV Workshop Internacional sediado na capital baiana com foco no declínio drástico da espécie. Mas o que aconteceu com essa população de animais? Dados compilados por pesquisadores em 2025, com base em indicadores da Food and Agriculture Organization (FAO) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelam que o Brasil perdeu 94% de sua população de jumentos entre 1996 e 2024. A retração é atribuída à demanda do mercado chinês pelo “ejiao”, substância produzida a partir do colágeno da pele do animal e utilizada em produtos de saúde sem comprovação científica. Estima-se que a demanda global alcance 6,8 milhões de peles até 2027.
  Embora uma decisão da Justiça Federal tenha suspendido o abate em 13 de abril, entidades de proteção animal, como a The Donkey Sanctuary, defendem que a segurança jurídica só virá por meio de uma legislação federal. O PL 2387/2022 permanece sem votação na Comissão de Constituição e justiça e de Cidadania (CCIC). Além da questão ambiental, cientistas alertam para o perigo biológico. O descarte inadequado de carcaças no Nordeste pode disseminar a bactéria Burkholderia mallei, causadora do mormo - uma zoonose letal para humanos.
  Adroaldo Zanella, professor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP critica a opacidade do setor: “O Brasil não dispõe de dados públicos básicos sobre a atividade. É inaceitável para um país com alto padrão de rastreabilidade agropecuária”. Como alternativa econômica, pesquisadores da Universidade Federal do Paraná (UFPR) trabalham no desenvolvimento de colágeno via fermentação de precisão, utilizando microrganismos.
    O método permitiria ao Brasil exportar a matéria-prima sem a necessidade de sacrifício animal, gerando receita e preservando a biodiversidade.
PAVAN, B. Salvem os jumentos. Revista Isto É Dinheiro. 31ed. Acesso em: 8 maio 2026.
Assinale a alternativa que faz uma afirmação que pode ser comprovada a partir da leitura do texto.
 

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