Foram encontradas 30 questões.
A quantidade de horas que você precisa dormir pode estar nos seus genes
E pode ser graças a uma mutação ligada ao cérebro que aquele
seu amigo pilhado precisa de menos de 6 horas de sono.
Para ter uma passagem saudável pela Terra, a maioria das pessoas precisa ficar um terço da vida dormindo.
Das 24 horas de um dia, o ideal é que 8 delas sejam passadas na cama. É claro que muita gente não cumpre a recomendação
– e a tendência vista por médicos e cientistas é que estamos dormindo cada vez menos. Para a maioria das pessoas, isso não
poderia ser pior. Uma pessoa normal não fica nada bem dormindo repetidamente por menos de 7 horas. Ela fica mais burra,
literalmente – o prejuízo cognitivo é equivalente à de uma noite de bebedeira.
Noites mal dormidas levam a alterações de humor, prejuízos à memória e aprendizado, redução da atenção, enfraquecimento
do sistema imune e até riscos aumentados de desenvolver doenças psiquiátricas.
Apesar das 8 horas serem o consenso médico… Isso oficialmente não vale para todo mundo. Muito provavelmente você
tem aquele amigo que dorme 4 horas por dia e sempre está uma pilha, enquanto você, que tenta dormir ao menos 6, está
sempre cansado.
Neurologistas da Universidade da Califórnia, em São Francisco (UCSF), podem ter finalmente descoberto o motivo: genes
impactam diretamente no quanto alguém precisa dormir.
Na verdade, essa associação não é nova, começou em 2009. Naquele ano, a mesma equipe de pesquisadores descobriu
que pessoas que haviam herdado uma mutação específica em um gene chamado DEC2 precisavam, em média, de apenas 6,25
horas de sono por noite para estarem plenamente bem no outro dia. Enquanto isso, pessoas normais, sem essa mutação, precisavam
em média de 8,06 horas.
A descoberta de 2009 foi curiosa, mas até aí os próprios autores acreditavam que a mutação não passava de casualidade.
Até agora, quando descobriram um novo gene relacionado ao sono.
Esse segundo achado reforça a ideia de que as variações genéticas estão diretamente ligadas às quantidades de horas de
sono que o organismo precisa – e que são elas que podem explicar porque as pessoas relatam ter necessidades radicalmente
diferente umas das outras quando o assunto é sono.
No novo estudo, divulgado no periódico
Neuron
, a equipe investigou uma família de sono naturalmente curto – todos os
parentes dizem ficar muito bem com 6 horas de sono. O interessante é que nenhum deles apresentava a primeira mutação, no
gene DEC2.
Foi aí que eles tentaram procurar outra explicação – e encontraram uma coisa que todos os membros da família tinham
em comum no DNA: uma mutação em um gene chamado ADRB1, que é responsável pelos níveis de atividade dos neurônios
que ficam no tronco encefálico – mais especificamente na região dorsal dos núcleos da rafe, área conhecida por controlar os
estágios do sono.
Para testar se essa mutação tinha o mesmo efeito fora da família acordadinha, os cientistas desenvolveram uma série de testes
em camundongos geneticamente modificados com a variante mutada do ADRB1. Não deu outra: eles dormiram em média 55 minutos
a menos do que os camundongos comuns – o que sugere que, sim, esse gene está relacionado à falta de sono. A atividade dos
neurônios da região era aumentada nos ratos com genes mutantes, o que pode estar mediando o comportamento do sono curto.
(Ingrid Luisa. Editora Abril. Em: 19/08/2019. Fragmento.)
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A quantidade de horas que você precisa dormir pode estar nos seus genes
E pode ser graças a uma mutação ligada ao cérebro que aquele
seu amigo pilhado precisa de menos de 6 horas de sono.
Para ter uma passagem saudável pela Terra, a maioria das pessoas precisa ficar um terço da vida dormindo.
Das 24 horas de um dia, o ideal é que 8 delas sejam passadas na cama. É claro que muita gente não cumpre a recomendação
– e a tendência vista por médicos e cientistas é que estamos dormindo cada vez menos. Para a maioria das pessoas, isso não
poderia ser pior. Uma pessoa normal não fica nada bem dormindo repetidamente por menos de 7 horas. Ela fica mais burra,
literalmente – o prejuízo cognitivo é equivalente à de uma noite de bebedeira.
Noites mal dormidas levam a alterações de humor, prejuízos à memória e aprendizado, redução da atenção, enfraquecimento
do sistema imune e até riscos aumentados de desenvolver doenças psiquiátricas.
Apesar das 8 horas serem o consenso médico… Isso oficialmente não vale para todo mundo. Muito provavelmente você
tem aquele amigo que dorme 4 horas por dia e sempre está uma pilha, enquanto você, que tenta dormir ao menos 6, está
sempre cansado.
Neurologistas da Universidade da Califórnia, em São Francisco (UCSF), podem ter finalmente descoberto o motivo: genes
impactam diretamente no quanto alguém precisa dormir.
Na verdade, essa associação não é nova, começou em 2009. Naquele ano, a mesma equipe de pesquisadores descobriu
que pessoas que haviam herdado uma mutação específica em um gene chamado DEC2 precisavam, em média, de apenas 6,25
horas de sono por noite para estarem plenamente bem no outro dia. Enquanto isso, pessoas normais, sem essa mutação, precisavam
em média de 8,06 horas.
A descoberta de 2009 foi curiosa, mas até aí os próprios autores acreditavam que a mutação não passava de casualidade.
Até agora, quando descobriram um novo gene relacionado ao sono.
Esse segundo achado reforça a ideia de que as variações genéticas estão diretamente ligadas às quantidades de horas de
sono que o organismo precisa – e que são elas que podem explicar porque as pessoas relatam ter necessidades radicalmente
diferente umas das outras quando o assunto é sono.
No novo estudo, divulgado no periódico
Neuron
, a equipe investigou uma família de sono naturalmente curto – todos os
parentes dizem ficar muito bem com 6 horas de sono. O interessante é que nenhum deles apresentava a primeira mutação, no
gene DEC2.
Foi aí que eles tentaram procurar outra explicação – e encontraram uma coisa que todos os membros da família tinham
em comum no DNA: uma mutação em um gene chamado ADRB1, que é responsável pelos níveis de atividade dos neurônios
que ficam no tronco encefálico – mais especificamente na região dorsal dos núcleos da rafe, área conhecida por controlar os
estágios do sono.
Para testar se essa mutação tinha o mesmo efeito fora da família acordadinha, os cientistas desenvolveram uma série de testes
em camundongos geneticamente modificados com a variante mutada do ADRB1. Não deu outra: eles dormiram em média 55 minutos
a menos do que os camundongos comuns – o que sugere que, sim, esse gene está relacionado à falta de sono. A atividade dos
neurônios da região era aumentada nos ratos com genes mutantes, o que pode estar mediando o comportamento do sono curto.
(Ingrid Luisa. Editora Abril. Em: 19/08/2019. Fragmento.)
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A quantidade de horas que você precisa dormir pode estar nos seus genes
E pode ser graças a uma mutação ligada ao cérebro que aquele
seu amigo pilhado precisa de menos de 6 horas de sono.
Para ter uma passagem saudável pela Terra, a maioria das pessoas precisa ficar um terço da vida dormindo.
Das 24 horas de um dia, o ideal é que 8 delas sejam passadas na cama. É claro que muita gente não cumpre a recomendação
– e a tendência vista por médicos e cientistas é que estamos dormindo cada vez menos. Para a maioria das pessoas, isso não
poderia ser pior. Uma pessoa normal não fica nada bem dormindo repetidamente por menos de 7 horas. Ela fica mais burra,
literalmente – o prejuízo cognitivo é equivalente à de uma noite de bebedeira.
Noites mal dormidas levam a alterações de humor, prejuízos à memória e aprendizado, redução da atenção, enfraquecimento
do sistema imune e até riscos aumentados de desenvolver doenças psiquiátricas.
Apesar das 8 horas serem o consenso médico… Isso oficialmente não vale para todo mundo. Muito provavelmente você
tem aquele amigo que dorme 4 horas por dia e sempre está uma pilha, enquanto você, que tenta dormir ao menos 6, está
sempre cansado.
Neurologistas da Universidade da Califórnia, em São Francisco (UCSF), podem ter finalmente descoberto o motivo: genes
impactam diretamente no quanto alguém precisa dormir.
Na verdade, essa associação não é nova, começou em 2009. Naquele ano, a mesma equipe de pesquisadores descobriu
que pessoas que haviam herdado uma mutação específica em um gene chamado DEC2 precisavam, em média, de apenas 6,25
horas de sono por noite para estarem plenamente bem no outro dia. Enquanto isso, pessoas normais, sem essa mutação, precisavam
em média de 8,06 horas.
A descoberta de 2009 foi curiosa, mas até aí os próprios autores acreditavam que a mutação não passava de casualidade.
Até agora, quando descobriram um novo gene relacionado ao sono.
Esse segundo achado reforça a ideia de que as variações genéticas estão diretamente ligadas às quantidades de horas de
sono que o organismo precisa – e que são elas que podem explicar porque as pessoas relatam ter necessidades radicalmente
diferente umas das outras quando o assunto é sono.
No novo estudo, divulgado no periódico
Neuron
, a equipe investigou uma família de sono naturalmente curto – todos os
parentes dizem ficar muito bem com 6 horas de sono. O interessante é que nenhum deles apresentava a primeira mutação, no
gene DEC2.
Foi aí que eles tentaram procurar outra explicação – e encontraram uma coisa que todos os membros da família tinham
em comum no DNA: uma mutação em um gene chamado ADRB1, que é responsável pelos níveis de atividade dos neurônios
que ficam no tronco encefálico – mais especificamente na região dorsal dos núcleos da rafe, área conhecida por controlar os
estágios do sono.
Para testar se essa mutação tinha o mesmo efeito fora da família acordadinha, os cientistas desenvolveram uma série de testes
em camundongos geneticamente modificados com a variante mutada do ADRB1. Não deu outra: eles dormiram em média 55 minutos
a menos do que os camundongos comuns – o que sugere que, sim, esse gene está relacionado à falta de sono. A atividade dos
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Das 24 horas de um dia, o ideal é que 8 delas sejam passadas na cama. É claro que muita gente não cumpre a recomendação
– e a tendência vista por médicos e cientistas é que estamos dormindo cada vez menos. Para a maioria das pessoas, isso não
poderia ser pior. Uma pessoa normal não fica nada bem dormindo repetidamente por menos de 7 horas. Ela fica mais burra,
literalmente – o prejuízo cognitivo é equivalente à de uma noite de bebedeira.
Noites mal dormidas levam a alterações de humor, prejuízos à memória e aprendizado, redução da atenção, enfraquecimento
do sistema imune e até riscos aumentados de desenvolver doenças psiquiátricas.
Apesar das 8 horas serem o consenso médico… Isso oficialmente não vale para todo mundo. Muito provavelmente você
tem aquele amigo que dorme 4 horas por dia e sempre está uma pilha, enquanto você, que tenta dormir ao menos 6, está
sempre cansado.
Neurologistas da Universidade da Califórnia, em São Francisco (UCSF), podem ter finalmente descoberto o motivo: genes
impactam diretamente no quanto alguém precisa dormir.
Na verdade, essa associação não é nova, começou em 2009. Naquele ano, a mesma equipe de pesquisadores descobriu
que pessoas que haviam herdado uma mutação específica em um gene chamado DEC2 precisavam, em média, de apenas 6,25
horas de sono por noite para estarem plenamente bem no outro dia. Enquanto isso, pessoas normais, sem essa mutação, precisavam
em média de 8,06 horas.
A descoberta de 2009 foi curiosa, mas até aí os próprios autores acreditavam que a mutação não passava de casualidade.
Até agora, quando descobriram um novo gene relacionado ao sono.
Esse segundo achado reforça a ideia de que as variações genéticas estão diretamente ligadas às quantidades de horas de
sono que o organismo precisa – e que são elas que podem explicar porque as pessoas relatam ter necessidades radicalmente
diferente umas das outras quando o assunto é sono.
No novo estudo, divulgado no periódico
Neuron
, a equipe investigou uma família de sono naturalmente curto – todos os
parentes dizem ficar muito bem com 6 horas de sono. O interessante é que nenhum deles apresentava a primeira mutação, no
gene DEC2.
Foi aí que eles tentaram procurar outra explicação – e encontraram uma coisa que todos os membros da família tinham
em comum no DNA: uma mutação em um gene chamado ADRB1, que é responsável pelos níveis de atividade dos neurônios
que ficam no tronco encefálico – mais especificamente na região dorsal dos núcleos da rafe, área conhecida por controlar os
estágios do sono.
Para testar se essa mutação tinha o mesmo efeito fora da família acordadinha, os cientistas desenvolveram uma série de testes
em camundongos geneticamente modificados com a variante mutada do ADRB1. Não deu outra: eles dormiram em média 55 minutos
a menos do que os camundongos comuns – o que sugere que, sim, esse gene está relacionado à falta de sono. A atividade dos
neurônios da região era aumentada nos ratos com genes mutantes, o que pode estar mediando o comportamento do sono curto.
(Ingrid Luisa. Editora Abril. Em: 19/08/2019. Fragmento.)
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E pode ser graças a uma mutação ligada ao cérebro que aquele
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Para ter uma passagem saudável pela Terra, a maioria das pessoas precisa ficar um terço da vida dormindo.
Das 24 horas de um dia, o ideal é que 8 delas sejam passadas na cama. É claro que muita gente não cumpre a recomendação
– e a tendência vista por médicos e cientistas é que estamos dormindo cada vez menos. Para a maioria das pessoas, isso não
poderia ser pior. Uma pessoa normal não fica nada bem dormindo repetidamente por menos de 7 horas. Ela fica mais burra,
literalmente – o prejuízo cognitivo é equivalente à de uma noite de bebedeira.
Noites mal dormidas levam a alterações de humor, prejuízos à memória e aprendizado, redução da atenção, enfraquecimento
do sistema imune e até riscos aumentados de desenvolver doenças psiquiátricas.
Apesar das 8 horas serem o consenso médico… Isso oficialmente não vale para todo mundo. Muito provavelmente você
tem aquele amigo que dorme 4 horas por dia e sempre está uma pilha, enquanto você, que tenta dormir ao menos 6, está
sempre cansado.
Neurologistas da Universidade da Califórnia, em São Francisco (UCSF), podem ter finalmente descoberto o motivo: genes
impactam diretamente no quanto alguém precisa dormir.
Na verdade, essa associação não é nova, começou em 2009. Naquele ano, a mesma equipe de pesquisadores descobriu
que pessoas que haviam herdado uma mutação específica em um gene chamado DEC2 precisavam, em média, de apenas 6,25
horas de sono por noite para estarem plenamente bem no outro dia. Enquanto isso, pessoas normais, sem essa mutação, precisavam
em média de 8,06 horas.
A descoberta de 2009 foi curiosa, mas até aí os próprios autores acreditavam que a mutação não passava de casualidade.
Até agora, quando descobriram um novo gene relacionado ao sono.
Esse segundo achado reforça a ideia de que as variações genéticas estão diretamente ligadas às quantidades de horas de
sono que o organismo precisa – e que são elas que podem explicar porque as pessoas relatam ter necessidades radicalmente
diferente umas das outras quando o assunto é sono.
No novo estudo, divulgado no periódico
Neuron
, a equipe investigou uma família de sono naturalmente curto – todos os
parentes dizem ficar muito bem com 6 horas de sono. O interessante é que nenhum deles apresentava a primeira mutação, no
gene DEC2.
Foi aí que eles tentaram procurar outra explicação – e encontraram uma coisa que todos os membros da família tinham
em comum no DNA: uma mutação em um gene chamado ADRB1, que é responsável pelos níveis de atividade dos neurônios
que ficam no tronco encefálico – mais especificamente na região dorsal dos núcleos da rafe, área conhecida por controlar os
estágios do sono.
Para testar se essa mutação tinha o mesmo efeito fora da família acordadinha, os cientistas desenvolveram uma série de testes
em camundongos geneticamente modificados com a variante mutada do ADRB1. Não deu outra: eles dormiram em média 55 minutos
a menos do que os camundongos comuns – o que sugere que, sim, esse gene está relacionado à falta de sono. A atividade dos
neurônios da região era aumentada nos ratos com genes mutantes, o que pode estar mediando o comportamento do sono curto.
(Ingrid Luisa. Editora Abril. Em: 19/08/2019. Fragmento.)
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2947630
Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Astolfo Dutra-MG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Astolfo Dutra-MG
Lewandowski
se aposenta do STF
Após 17 anos no cargo, magistrado conhecido por posicionamentos progressistas se despede da Corte. Dono de posicionamentos progressistas, Lewandowski ganhou o rótulo de garantista por defender, por exemplo, que condenados possam recorrer em liberdade até o último recurso judicial. Foi ele quem, em 2018, concedeu um habeas corpus coletivo para todas as mulheres presas grávidas e mães de crianças com até 12 anos de idade.
(Disponível emhttps://veja.abril.com.br/brasil/politicos-graudos-entram-na-corrida-pela-sucessao-de-rosa-weber-no-stf/.)
Ainda este ano, provavelmente, haverá uma nova aposentadoria no Supremo Tribunal Federal (STF). Para fazer parte do STF
Após 17 anos no cargo, magistrado conhecido por posicionamentos progressistas se despede da Corte. Dono de posicionamentos progressistas, Lewandowski ganhou o rótulo de garantista por defender, por exemplo, que condenados possam recorrer em liberdade até o último recurso judicial. Foi ele quem, em 2018, concedeu um habeas corpus coletivo para todas as mulheres presas grávidas e mães de crianças com até 12 anos de idade.
(Disponível emhttps://veja.abril.com.br/brasil/politicos-graudos-entram-na-corrida-pela-sucessao-de-rosa-weber-no-stf/.)
Ainda este ano, provavelmente, haverá uma nova aposentadoria no Supremo Tribunal Federal (STF). Para fazer parte do STF
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2947629
Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Astolfo Dutra-MG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Astolfo Dutra-MG
Após homem abrir porta durante voo, companhia aérea deixa de vender assentos perto de saída de emergência
Um passageiro supostamente abriu a porta de emergência de um avião da Asiana Airlines pouco antes do pouso no aeroporto de Daegu , na Coreia do Sul. A Asiana Airlines não venderá mais passagens para determinados assentos de saída de emergência de sua aeronave Airbus A321-200, informou a companhia aérea, após um incidente recente no qual um homem supostamente abriu a porta de um avião durante um voo. A mudança ocorre nos assentos 26A nos modelos A321, de 174 assentos, e 31A nos modelos de 195 assentos. Esses lugares estão próximos ao centro do avião, perto das portas do lado esquerdo da aeronave de corredor único. Esta medida é uma precaução de segurança e aplica-se mesmo que o voo esteja cheio. O assento correspondente no lado direito é onde os comissários de bordo se sentam para decolagem e pouso.
(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/apos-homem-abrir-porta-durante-voo-companhia-aerea-deixa-de-vender-assentos-pertode-saida-de-emergencia/.)
Embora seja praticamente impossível abrir a porta do avião enquanto a aeronave plaina, caso tal fato acontecesse,
Um passageiro supostamente abriu a porta de emergência de um avião da Asiana Airlines pouco antes do pouso no aeroporto de Daegu , na Coreia do Sul. A Asiana Airlines não venderá mais passagens para determinados assentos de saída de emergência de sua aeronave Airbus A321-200, informou a companhia aérea, após um incidente recente no qual um homem supostamente abriu a porta de um avião durante um voo. A mudança ocorre nos assentos 26A nos modelos A321, de 174 assentos, e 31A nos modelos de 195 assentos. Esses lugares estão próximos ao centro do avião, perto das portas do lado esquerdo da aeronave de corredor único. Esta medida é uma precaução de segurança e aplica-se mesmo que o voo esteja cheio. O assento correspondente no lado direito é onde os comissários de bordo se sentam para decolagem e pouso.
(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/apos-homem-abrir-porta-durante-voo-companhia-aerea-deixa-de-vender-assentos-pertode-saida-de-emergencia/.)
Embora seja praticamente impossível abrir a porta do avião enquanto a aeronave plaina, caso tal fato acontecesse,
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2947628
Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Astolfo Dutra-MG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Astolfo Dutra-MG
Câmara aprova reforma tributária em dois turnos
A Câmara dos Deputados aprovou a reforma tributária (PEC 45/2019), que simplifica impostos sobre o consumo, prevê a criação de fundos para o desenvolvimento regional e bancar créditos do ICMS até 2032, e unifica a legislação dos novos tributos. A proposta foi aprovada em dois turnos, em votação concluída na sexta-feira (07/07/2023).
(Disponível em: https://www.camara.leg.br/noticias/978334-camara-aprova-reforma-tributaria-em-dois-turnos-texto-vai-ao-senado. Adaptado.)
A partir da aprovação do texto da reforma tributária pela Câmara dos Deputados (382 votos a 118 no primeiro turno e 375 votos a 113 no segundo turno de votação), o próximo passo é:
A Câmara dos Deputados aprovou a reforma tributária (PEC 45/2019), que simplifica impostos sobre o consumo, prevê a criação de fundos para o desenvolvimento regional e bancar créditos do ICMS até 2032, e unifica a legislação dos novos tributos. A proposta foi aprovada em dois turnos, em votação concluída na sexta-feira (07/07/2023).
(Disponível em: https://www.camara.leg.br/noticias/978334-camara-aprova-reforma-tributaria-em-dois-turnos-texto-vai-ao-senado. Adaptado.)
A partir da aprovação do texto da reforma tributária pela Câmara dos Deputados (382 votos a 118 no primeiro turno e 375 votos a 113 no segundo turno de votação), o próximo passo é:
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2947627
Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Astolfo Dutra-MG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Astolfo Dutra-MG
Parintins, uma festa das galeras
Em meados de junho/julho, acontece em Parintins, no Amazonas, a disputa dos bois Caprichoso e Garantido pelo título anual
no enorme Bumbódromo da cidade. Durante o período junino, a cidade de Parintins vive um
Apartheid
. O marco da divisão é a
catedral de Nossa Senhora do Carmo e o Bumbódromo. De um lado da cidade ficam os vermelhos, a galera do Garantido. Rivalizando
com seu “contrário”, como ambos os lados se referem ao boi oponente, está o Caprichoso, de azul.
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/gustavo-alonso/2023/07/parintins-uma-festa-das-galeras.shtml.)
O Festival Folclórico de Parintins é uma das festas populares brasileiras mais importantes do nosso calendário. É reconhecido como Patrimônio Cultural do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Podemos afirmar que sua origem está marcada
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/gustavo-alonso/2023/07/parintins-uma-festa-das-galeras.shtml.)
O Festival Folclórico de Parintins é uma das festas populares brasileiras mais importantes do nosso calendário. É reconhecido como Patrimônio Cultural do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Podemos afirmar que sua origem está marcada
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2947626
Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Astolfo Dutra-MG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Astolfo Dutra-MG
Talibã impõe fechamento de salões de beleza e cabeleireiros no Afeganistão
O Talibã determinou que todos os salões de beleza e cabeleireiros no Afeganistão sejam fechados, a mais recente restrição para
afastar ainda mais as mulheres da vida pública. Um porta-voz do Ministério do Vício e da Virtude comunicou que as empresas
devem cumprir a medida dentro de um mês, a partir de 2 de julho.
(Disponível em: https://veja.abril.com.br/mundo/taliba-impoe-fechamento-de-saloes-de-beleza-e-cabeleireiros-no-afeganistao.)
As restrições às mulheres, orientadas e determinadas pelo talibã, que está no controle político do Afeganistão:
(Disponível em: https://veja.abril.com.br/mundo/taliba-impoe-fechamento-de-saloes-de-beleza-e-cabeleireiros-no-afeganistao.)
As restrições às mulheres, orientadas e determinadas pelo talibã, que está no controle político do Afeganistão:
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