Foram encontradas 40 questões.
A publicidade e o consumo parecem ser aspectos estruturantes da prática do culto ao corpo. A primeira, por tornar presente
diariamente na vida dos indivíduos temáticas acerca do corpo, seja pelas mais avançadas tecnologias ou pelo mais recente chá
descoberto, ditando cotidianamente estilos e tendências. A segunda, pelo horizonte que torna o corpo um objeto passível de
consumo. A lógica do consumo se faz imperiosa nos modos de relação que estabelecemos com o nosso corpo. Somos permeados
pela crença de que podemos consumir desde receitas até próteses perfeitas. O nosso corpo tornou-se extensão do mercado e os
produtos de beleza suas valiosas mercadorias.
Em nosso horizonte histórico percebemos o culto exacerbado do corpo e a perseguição de modelos estéticos estabelecidos
socialmente. Falamos de um ideal vinculado pelo social que vende a saúde e a beleza como conjunto de curvas perfeitas, pele
sedosa, cabelos lisos e, sobretudo, a magreza. O corpo como mensageiro da saúde e da beleza torna-se um imperativo tão poderoso que conduz à ideia de obrigação. Ser feliz e pleno na atualidade corresponde a conquista de medidas perfeitas, bem como a
pele e o cabelo mais reluzente. O corpo ganhou uma posição de valor supremo, seu bem-estar parece ser um grande objetivo de
qualquer busca existencial na atualidade.
As representações sociais do corpo e de sua boa forma aparecem como elementos que reforçam a autoestima e dependem
em grande parte da força de vontade, pois, quem quer pode ter um corpo magro, belo e saudável. A aparência de um corpo bem
definido e torneado indicaria saúde, revelando o poder que a exaltação e a exibição do corpo assumiram no mundo contemporâneo. A mídia de um modo geral tornou-se, assim, uma importante forma de divulgação e capitalização do que estamos chamando
de culto ao corpo.
Entendemos que os cuidados com o corpo são importantes e essenciais não apenas no que se refere à saúde, mas também
ao que se refere ao viver em sociedade. O problema reside na propagação de um ideal inatingível, na culpabilização do indivíduo
por não atingir este ideal, no fato de tornarmos as mudanças naturais do corpo, objetos estéticos da medicina, o fato de não
entendermos ou ouvirmos as verdadeiras necessidades corporais que temos. Como bem nos diz Sant'Anna (2001, p. 79): não se trata,
portanto, de negar os avanços da tecnociência, nem de condená-la em bloco. Mas de reconhecer que o corpo não cessa de ser
redescoberto, ao mesmo tempo em que nunca é totalmente revelado.
(DANTAS, Jurema Barros. Um ensaio sobre o culto ao corpo na contemporaneidade. Adaptado. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/
index.php/revispsi/article/view/8342/6136.)
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descoberto, ditando cotidianamente estilos e tendências. A segunda, pelo horizonte que torna o corpo um objeto passível de
consumo. A lógica do consumo se faz imperiosa nos modos de relação que estabelecemos com o nosso corpo. Somos permeados
pela crença de que podemos consumir desde receitas até próteses perfeitas. O nosso corpo tornou-se extensão do mercado e os
produtos de beleza suas valiosas mercadorias.
Em nosso horizonte histórico percebemos o culto exacerbado do corpo e a perseguição de modelos estéticos estabelecidos
socialmente. Falamos de um ideal vinculado pelo social que vende a saúde e a beleza como conjunto de curvas perfeitas, pele
sedosa, cabelos lisos e, sobretudo, a magreza. O corpo como mensageiro da saúde e da beleza torna-se um imperativo tão poderoso que conduz à ideia de obrigação. Ser feliz e pleno na atualidade corresponde a conquista de medidas perfeitas, bem como a
pele e o cabelo mais reluzente. O corpo ganhou uma posição de valor supremo, seu bem-estar parece ser um grande objetivo de
qualquer busca existencial na atualidade.
As representações sociais do corpo e de sua boa forma aparecem como elementos que reforçam a autoestima e dependem
em grande parte da força de vontade, pois, quem quer pode ter um corpo magro, belo e saudável. A aparência de um corpo bem
definido e torneado indicaria saúde, revelando o poder que a exaltação e a exibição do corpo assumiram no mundo contemporâneo. A mídia de um modo geral tornou-se, assim, uma importante forma de divulgação e capitalização do que estamos chamando
de culto ao corpo.
Entendemos que os cuidados com o corpo são importantes e essenciais não apenas no que se refere à saúde, mas também
ao que se refere ao viver em sociedade. O problema reside na propagação de um ideal inatingível, na culpabilização do indivíduo
por não atingir este ideal, no fato de tornarmos as mudanças naturais do corpo, objetos estéticos da medicina, o fato de não
entendermos ou ouvirmos as verdadeiras necessidades corporais que temos. Como bem nos diz Sant'Anna (2001, p. 79): não se trata,
portanto, de negar os avanços da tecnociência, nem de condená-la em bloco. Mas de reconhecer que o corpo não cessa de ser
redescoberto, ao mesmo tempo em que nunca é totalmente revelado.
(DANTAS, Jurema Barros. Um ensaio sobre o culto ao corpo na contemporaneidade. Adaptado. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/
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A publicidade e o consumo parecem ser aspectos estruturantes da prática do culto ao corpo. A primeira, por tornar presente
diariamente na vida dos indivíduos temáticas acerca do corpo, seja pelas mais avançadas tecnologias ou pelo mais recente chá
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consumo. A lógica do consumo se faz imperiosa nos modos de relação que estabelecemos com o nosso corpo. Somos permeados
pela crença de que podemos consumir desde receitas até próteses perfeitas. O nosso corpo tornou-se extensão do mercado e os
produtos de beleza suas valiosas mercadorias.
Em nosso horizonte histórico percebemos o culto exacerbado do corpo e a perseguição de modelos estéticos estabelecidos
socialmente. Falamos de um ideal vinculado pelo social que vende a saúde e a beleza como conjunto de curvas perfeitas, pele
sedosa, cabelos lisos e, sobretudo, a magreza. O corpo como mensageiro da saúde e da beleza torna-se um imperativo tão poderoso que conduz à ideia de obrigação. Ser feliz e pleno na atualidade corresponde a conquista de medidas perfeitas, bem como a
pele e o cabelo mais reluzente. O corpo ganhou uma posição de valor supremo, seu bem-estar parece ser um grande objetivo de
qualquer busca existencial na atualidade.
As representações sociais do corpo e de sua boa forma aparecem como elementos que reforçam a autoestima e dependem
em grande parte da força de vontade, pois, quem quer pode ter um corpo magro, belo e saudável. A aparência de um corpo bem
definido e torneado indicaria saúde, revelando o poder que a exaltação e a exibição do corpo assumiram no mundo contemporâneo. A mídia de um modo geral tornou-se, assim, uma importante forma de divulgação e capitalização do que estamos chamando
de culto ao corpo.
Entendemos que os cuidados com o corpo são importantes e essenciais não apenas no que se refere à saúde, mas também
ao que se refere ao viver em sociedade. O problema reside na propagação de um ideal inatingível, na culpabilização do indivíduo
por não atingir este ideal, no fato de tornarmos as mudanças naturais do corpo, objetos estéticos da medicina, o fato de não
entendermos ou ouvirmos as verdadeiras necessidades corporais que temos. Como bem nos diz Sant'Anna (2001, p. 79): não se trata,
portanto, de negar os avanços da tecnociência, nem de condená-la em bloco. Mas de reconhecer que o corpo não cessa de ser
redescoberto, ao mesmo tempo em que nunca é totalmente revelado.
(DANTAS, Jurema Barros. Um ensaio sobre o culto ao corpo na contemporaneidade. Adaptado. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/
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consumo. A lógica do consumo se faz imperiosa nos modos de relação que estabelecemos com o nosso corpo. Somos permeados
pela crença de que podemos consumir desde receitas até próteses perfeitas. O nosso corpo tornou-se extensão do mercado e os
produtos de beleza suas valiosas mercadorias.
Em nosso horizonte histórico percebemos o culto exacerbado do corpo e a perseguição de modelos estéticos estabelecidos
socialmente. Falamos de um ideal vinculado pelo social que vende a saúde e a beleza como conjunto de curvas perfeitas, pele
sedosa, cabelos lisos e, sobretudo, a magreza. O corpo como mensageiro da saúde e da beleza torna-se um imperativo tão poderoso que conduz à ideia de obrigação. Ser feliz e pleno na atualidade corresponde a conquista de medidas perfeitas, bem como a
pele e o cabelo mais reluzente. O corpo ganhou uma posição de valor supremo, seu bem-estar parece ser um grande objetivo de
qualquer busca existencial na atualidade.
As representações sociais do corpo e de sua boa forma aparecem como elementos que reforçam a autoestima e dependem
em grande parte da força de vontade, pois, quem quer pode ter um corpo magro, belo e saudável. A aparência de um corpo bem
definido e torneado indicaria saúde, revelando o poder que a exaltação e a exibição do corpo assumiram no mundo contemporâneo. A mídia de um modo geral tornou-se, assim, uma importante forma de divulgação e capitalização do que estamos chamando
de culto ao corpo.
Entendemos que os cuidados com o corpo são importantes e essenciais não apenas no que se refere à saúde, mas também
ao que se refere ao viver em sociedade. O problema reside na propagação de um ideal inatingível, na culpabilização do indivíduo
por não atingir este ideal, no fato de tornarmos as mudanças naturais do corpo, objetos estéticos da medicina, o fato de não
entendermos ou ouvirmos as verdadeiras necessidades corporais que temos. Como bem nos diz Sant'Anna (2001, p. 79): não se trata,
portanto, de negar os avanços da tecnociência, nem de condená-la em bloco. Mas de reconhecer que o corpo não cessa de ser
redescoberto, ao mesmo tempo em que nunca é totalmente revelado.
(DANTAS, Jurema Barros. Um ensaio sobre o culto ao corpo na contemporaneidade. Adaptado. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/
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( ) Em “ A primeira, por tornar presente diariamente na vida dos indivíduos [...]” (1º§), ocorre a manutenção de referente anterior.
( ) O numeral ordinal empregado em “ A segunda, pelo horizonte que torna o corpo um objeto [...]” (1º§) demonstra a introdução de uma nova informação.
( ) Em “ A lógica do consumo se faz imperiosa nos modos de relação que estabelecemos [...]” (1º§), o termo destacado pode ser considerado um elemento coesivo de acordo com o contexto em que está inserido.
A sequência está correta em
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A publicidade e o consumo parecem ser aspectos estruturantes da prática do culto ao corpo. A primeira, por tornar presente
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consumo. A lógica do consumo se faz imperiosa nos modos de relação que estabelecemos com o nosso corpo. Somos permeados
pela crença de que podemos consumir desde receitas até próteses perfeitas. O nosso corpo tornou-se extensão do mercado e os
produtos de beleza suas valiosas mercadorias.
Em nosso horizonte histórico percebemos o culto exacerbado do corpo e a perseguição de modelos estéticos estabelecidos
socialmente. Falamos de um ideal vinculado pelo social que vende a saúde e a beleza como conjunto de curvas perfeitas, pele
sedosa, cabelos lisos e, sobretudo, a magreza. O corpo como mensageiro da saúde e da beleza torna-se um imperativo tão poderoso que conduz à ideia de obrigação. Ser feliz e pleno na atualidade corresponde a conquista de medidas perfeitas, bem como a
pele e o cabelo mais reluzente. O corpo ganhou uma posição de valor supremo, seu bem-estar parece ser um grande objetivo de
qualquer busca existencial na atualidade.
As representações sociais do corpo e de sua boa forma aparecem como elementos que reforçam a autoestima e dependem
em grande parte da força de vontade, pois, quem quer pode ter um corpo magro, belo e saudável. A aparência de um corpo bem
definido e torneado indicaria saúde, revelando o poder que a exaltação e a exibição do corpo assumiram no mundo contemporâneo. A mídia de um modo geral tornou-se, assim, uma importante forma de divulgação e capitalização do que estamos chamando
de culto ao corpo.
Entendemos que os cuidados com o corpo são importantes e essenciais não apenas no que se refere à saúde, mas também
ao que se refere ao viver em sociedade. O problema reside na propagação de um ideal inatingível, na culpabilização do indivíduo
por não atingir este ideal, no fato de tornarmos as mudanças naturais do corpo, objetos estéticos da medicina, o fato de não
entendermos ou ouvirmos as verdadeiras necessidades corporais que temos. Como bem nos diz Sant'Anna (2001, p. 79): não se trata,
portanto, de negar os avanços da tecnociência, nem de condená-la em bloco. Mas de reconhecer que o corpo não cessa de ser
redescoberto, ao mesmo tempo em que nunca é totalmente revelado.
(DANTAS, Jurema Barros. Um ensaio sobre o culto ao corpo na contemporaneidade. Adaptado. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/
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3003061
Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Astolfo Dutra-MG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Astolfo Dutra-MG
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Brasil tem primeiro caso de gripe aviária em animal caseiro
Enquanto os Estados Unidos começam a dar sinais de que estão saindo da gripe aviária, a tensão aumenta no Brasil com o primeiro caso registrado da doença em animais de criação caseira. O Ministério da Agricultura e Pecuária informou a detecção do vírus da influenza aviária de alta patogenicidade em uma criação de subsistência no município de Serra (ES). A propriedade tinha pato, ganso, marreco e galinha. O vírus chegou ao Brasil em dia 15 de maio, também pelo Espírito Santo, em aves silvestres. A ocorrência da doença em aves de subsistência não traz restrições ao comércio internacional de produtos avícolas brasileiros. O consumo e a exportação de produtos permanecem seguros, segundo o Ministério.
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/vaivem/2023/06/brasil-tem-primeiro-caso-de-gripe-aviaria-em-animal-caseiro.shtml. Acesso em: 07/2023.)
Sobre a gripe aviária, é correto afirmar que:
Enquanto os Estados Unidos começam a dar sinais de que estão saindo da gripe aviária, a tensão aumenta no Brasil com o primeiro caso registrado da doença em animais de criação caseira. O Ministério da Agricultura e Pecuária informou a detecção do vírus da influenza aviária de alta patogenicidade em uma criação de subsistência no município de Serra (ES). A propriedade tinha pato, ganso, marreco e galinha. O vírus chegou ao Brasil em dia 15 de maio, também pelo Espírito Santo, em aves silvestres. A ocorrência da doença em aves de subsistência não traz restrições ao comércio internacional de produtos avícolas brasileiros. O consumo e a exportação de produtos permanecem seguros, segundo o Ministério.
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/vaivem/2023/06/brasil-tem-primeiro-caso-de-gripe-aviaria-em-animal-caseiro.shtml. Acesso em: 07/2023.)
Sobre a gripe aviária, é correto afirmar que:
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3003060
Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Astolfo Dutra-MG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Astolfo Dutra-MG
Provas:
A Nova Fronteira lança um box de dois volumes com textos de Ariano Suassuna — que faria 96 anos este ano — publicados no
Diário de Pernambuco nos anos 1970. Logo depois da morte de Ariano Suassuna, em julho de 2014, a imprensa se movimentou
para noticiar a existência de um livro inédito deixado pelo fundador do Movimento Armorial. O que poucos sabiam, no entanto,
é que, além deste livro sobre o qual Ariano se debruçou por mais de 30 anos, havia diversos outros títulos jamais publicados.
Há peças de teatro, romances, além de um livro de poesia. Tudo isso será publicado pela Nova Fronteira.
(Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/radar/editora-vai-lancar-livros-com-textos-de-ariano-suassuna-em-jornal. Acesso em: 07/2023.)
Ariano Suassuna foi um escritor brasileiro. Com obras adaptadas para a televisão e para o cinema, elas reúnem, além da capacidade imaginativa, seus conhecimentos sobre o folclore nordestino. Um ícone da cultura nordestina e nacional, Ariano escreveu a obra:
(Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/radar/editora-vai-lancar-livros-com-textos-de-ariano-suassuna-em-jornal. Acesso em: 07/2023.)
Ariano Suassuna foi um escritor brasileiro. Com obras adaptadas para a televisão e para o cinema, elas reúnem, além da capacidade imaginativa, seus conhecimentos sobre o folclore nordestino. Um ícone da cultura nordestina e nacional, Ariano escreveu a obra:
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3003059
Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Astolfo Dutra-MG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Astolfo Dutra-MG
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Conselheiro Lafaiete tem dois casos confirmados de febre maculosa
Casal faleceu este mês com sintomas parecidos com os da febre maculosa; busca tardia por tratamento reduz chance de sobrevivência.
A Fundação Ezequiel Dias (Funed) informou, que os exames feitos em material colhido do casal que morreu no início do mês em Conselheiro Lafaiete, Região Central de Minas, foram positivos para febre maculosa. Minas já tem nove casos de febre maculosa, com duas mortes. Em junho, um casal se sentiu mal apresentando sintomas parecidos com os da febre maculosa, que podem também ser confundidos com os da dengue. Manchas no corpo, febre alta, dores de cabeça, cansaço e desânimo são alguns deles. Ambos vieram a óbito.
(Disponível em: https://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2023/06/23/interna_gerais,1511455/conselheiro-lafaiete-tem-dois-casos-confirmados-defebre-maculosa.shtml#google_vignette. Acesso em: 07/2023.)
A febre maculosa evidencia alguns sintomas parecidos com outras doenças como a dengue:
Casal faleceu este mês com sintomas parecidos com os da febre maculosa; busca tardia por tratamento reduz chance de sobrevivência.
A Fundação Ezequiel Dias (Funed) informou, que os exames feitos em material colhido do casal que morreu no início do mês em Conselheiro Lafaiete, Região Central de Minas, foram positivos para febre maculosa. Minas já tem nove casos de febre maculosa, com duas mortes. Em junho, um casal se sentiu mal apresentando sintomas parecidos com os da febre maculosa, que podem também ser confundidos com os da dengue. Manchas no corpo, febre alta, dores de cabeça, cansaço e desânimo são alguns deles. Ambos vieram a óbito.
(Disponível em: https://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2023/06/23/interna_gerais,1511455/conselheiro-lafaiete-tem-dois-casos-confirmados-defebre-maculosa.shtml#google_vignette. Acesso em: 07/2023.)
A febre maculosa evidencia alguns sintomas parecidos com outras doenças como a dengue:
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3003058
Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Astolfo Dutra-MG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Astolfo Dutra-MG
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Governo avalia ajuste no arcabouço fiscal. O próprio arcabouço fiscal prevê mecanismos que autorizam a recomposição desses
valores no ano que vem em dois momentos. Como esses mecanismos de ajustes serão acionados no ano que vem, o Projeto de
Lei Orçamentária Anual (PLOA) precisaria ser enviado com até R$ 40 bilhões de cortes. A avaliação é que politicamente seria
delicado já iniciar o arcabouço com cortes. Por isso, as discussões para recompor as despesas já estão no PLOA.
(Disponível em: https://exame.com/economia/governo-avalia-ajuste-no-arcabouco-fiscal-para-evitar-corte-de-r-40-bi-no-orcamento-de-2024/ Acesso em: 07/2023.)
O arcabouço fiscal trata-se de:
(Disponível em: https://exame.com/economia/governo-avalia-ajuste-no-arcabouco-fiscal-para-evitar-corte-de-r-40-bi-no-orcamento-de-2024/ Acesso em: 07/2023.)
O arcabouço fiscal trata-se de:
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3003057
Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Astolfo Dutra-MG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Astolfo Dutra-MG
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A pandemia colocou em xeque o modelo da educação e provou a necessidade do uso da tecnologia nas escolas. A urgente
utilização de ferramentas tecnológicas, com pouco ou nenhum preparo de professores e gestores, como única possibilidade de
dar continuidade à aprendizagem dos alunos, jogaram luz na defasagem de formatos de ensino e acelerou mudanças. O que
vimos em grande parte das vezes foi o uso inadequado e não preparado para promover a aprendizagem.
(Disponível em: https://www.metropoles.com/distrito-federal/educacao-df/tecnologia-e-metodologias-ativas-mudam-escola. Acesso em: 07/2023.)
Em pauta há anos, as metodologias ativas continuam no radar de professores e gestores. Os docentes ainda precisam se apropriar de forma mais robusta desses métodos, que podem ajudar bastante na recomposição das aprendizagens. Dentre alguns exemplos de metodologias ativas podemos apontar:
(Disponível em: https://www.metropoles.com/distrito-federal/educacao-df/tecnologia-e-metodologias-ativas-mudam-escola. Acesso em: 07/2023.)
Em pauta há anos, as metodologias ativas continuam no radar de professores e gestores. Os docentes ainda precisam se apropriar de forma mais robusta desses métodos, que podem ajudar bastante na recomposição das aprendizagens. Dentre alguns exemplos de metodologias ativas podemos apontar:
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