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Foram encontradas 50 questões.

2525352 Ano: 2016
Disciplina: Farmácia
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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No que tange à Atenção Farmacêutica, diferentes atuações são possíveis e de elevada importância sob a ótica da saúde coletiva:
I- Prevenção da morbimortalidade, associada ao uso de medicamentos.
II- Resolver problemas de duplicação terapêutica, automedicação, falta de adesão aos tratamentos prescritos.
III- Monitoramento de parâmetros clínicos, principalmente em pacientes com doenças crônicas.
IV- Avaliar interação entre todos os medicamentos em uso pelos pacientes, tais como sob prescrição, de venda livre, suplementos e fitoterápicos.
São atuações, previstas pela atenção farmacêutica, os itens
 

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2524800 Ano: 2016
Disciplina: Farmácia
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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No exercício de suas atribuições, o farmacêutico deve verificar as condições de armazenamento de medicamentos e sua estabilidade. Visualmente, pode-se perceber características da perda de estabilidade dos fármacos, como descritas a seguir:
I- Comprimidos: quantidade excessiva de pó, quebras, lascas, rachaduras na superfície e manchas.
II- Soluções e suspensões: a divisão de fases (líquido e sólido).
III- Cápsulas: Mudança na consistência ou aparência (amolecimento ou endurecimento).
IV- Soluções injetáveis: Turbidez, presença de partículas, vazamento, formação de cristais e mudança na coloração.
Estão corretas as afirmativas
 

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2524560 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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No lançamento de três dados, dois cubos numerados de 1 a 6 e um tetraedro numerado de 0 a 3, a probabilidade da soma dos valores encontrados ser maior do que 6 e menor do que 13 é

 

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2524544 Ano: 2016
Disciplina: Farmácia
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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Considere as seguintes afirmativas sobre a assistência farmacêutica no Brasil e assinale (V) para verdadeiro ou (F) para falso:
( ) O mercado farmacêutico brasileiro conta com fabricantes privados nacionais e internacionais, além dos fabricantes públicos.
( ) O preço dos medicamentos é definido pelos fabricantes, levando- se em conta os custos com pesquisa e desenvolvimento e aqueles relacionados à produção.
( ) O mercado farmacêutico é caracterizado pela assimetria de informações.
A sequência correta é
 

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2523535 Ano: 2016
Disciplina: Farmácia
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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Em relação à farmacovigilância, pode-se afirmar que
 

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2521343 Ano: 2016
Disciplina: Farmácia
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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Em relação à Atenção Farmacêutica, é INCORRETO afirmar que
 

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2521000 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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Texto 1
Consumismo da linguagem: sobre o rebaixamento dos discursos
Márcia Tiburi
No processo de rebaixamento dos discursos, do debate e do diálogo que presenciamos em escala nacional, surgem maledicências e mal-entendidos que se entrelaçam, formando o processo que venho chamando de “consumismo da linguagem”(D). Meios de comunicação em geral, inclusas as redes sociais e grande parte da imprensa, onde ideologias e indivíduos podem se expressar livremente sem limites de responsabilidade ética e legal(C), estabelecem compreensões gerais sobre fatos que passam a circular como verdades apenas porque são repetidas. Quem sabe manipular o círculo vicioso e tortuoso da linguagem ganha em termos de poder.
O processo que venho chamando de “consumismo da linguagem” é a eliminação do elemento político da linguagem pelo incremento do seu potencial demagógico. O esvaziamento político é, muitas vezes, mascarado de expressão particular, de direito à livre expressão. A histeria, a gritaria, as falácias e falsos argumentos fazem muito sucesso, são livremente imitados e soam como absurdos apenas a quem se nega a comprar a lógica da distorção em alta no mercado da linguagem.
A lógica da distorção é própria ao consumismo da linguagem. Como em todo consumismo, o consumismo da linguagem produz vítimas, mas produz também o aproveitador da vítima e o aproveitador da suposta vantagem de ser vítima. “Vantagem” que ele inventa a partir da lógica da distorção à qual serve. Vítimas estão aí. Uma reflexão sobre o tema talvez nos permita pensar em nossas posturas e imposturas quando atacamos e somos atacados ao nível da linguagem.
Penso em como as pessoas e as instituições se tornam ora vítimas, ora algozes de discursos criados com fins específicos de produzir violência e destruição. Não me refiro a nenhum tipo de violência essencial própria ao discurso enquanto contrário ao diálogo, nem à violência casual de falas esporádicas(B), mas aquela projetada e usada como estratégia em acusações gratuitas, campanhas difamatórias, xingamentos em geral e também na criação de um contexto violento que seja capaz de fomentar um imaginário destrutivo. O jogo de linguagem midiático inclui toda forma de violência, inclusive a propaganda que, mesmo sendo mais sutil que programas de sanguinolência e humilhação, tem sempre algo de enganoso. O processo das brigas entre partidários, candidatos, ou desafetos em geral, é inútil do ponto de vista de avanços políticos e sociais, mas não é inútil a quem deseja apenas o envenenamento e a destruição social. [...]
Os discursos podem fazer muita coisa por nós, mas podem também atuar contra nós. Ora, usamos discursos, mas também somos usados por eles (penso na subjetividade dos jornalistas e apresentadores de televisão que discursam pela mentira e pela maledicência). Aqueles que usam discursos sempre podem ocupar a posição de algozes: usam seu discurso contra o outro, mas também podem ser usados por discursos que julgam ser autenticamente seus. O que chamamos de discurso, diferente do diálogo, sempre tem algo de pronto. Na verdade, quem pensa que faz um discurso sempre é feito por ele.
Somos construídos pelo que dizemos. E pelo que pensamos que estamos dizendo. A diferença talvez esteja entre quem somos e quem pensamos que somos. Há sempre algum grau de objetividade nessas definições.
Uma pergunta que podemos nos colocar é: o que pode significar ser vítima de discursos na era do consumismo da linguagem? Por que aderimos, por que os repetimos? [...]
A violência verbal é distributiva e não estamos sabendo contê-la. Mas, de fato, gostaríamos de contê-la? Não há entre nós uma satisfação profunda com a violência fácil das palavras que os meios de comunicação sabem manipular tão bem? Não há quem, querendo brigar, goze com a disputa vazia assim como se satisfaz com as falas estúpidas dos agentes da televisão? Por que, afinal de contas, não contemos a violência da linguagem em nossas vidas? Grandes interesses estão sempre em jogo, mas o que os pequenos interesses de cidadãos têm a ver com eles? [...] Por que as pessoas são tão suscetíveis? [...] Se a linguagem foi o que nos tornou seres políticos, a sua destruição nos tornará o quê?(A)
Fonte: Revista Cult, disponível em:<http://revistacult.uol.com.br
/home/2015/08/consumismo- da-linguagem-sobre-o-rebaixamento-dos-discursos/21/08/2015> Acesso em 18 jan.2016 (fragmento de texto adaptado)
O uso de próclise só NÃO é obrigatório em
 

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2520941 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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Texto 1
Consumismo da linguagem: sobre o rebaixamento dos discursos
Márcia Tiburi
No processo de rebaixamento dos discursos, do debate e do diálogo que presenciamos em escala nacional, surgem maledicências e mal-entendidos que se entrelaçam, formando o processo que venho chamando de “consumismo da linguagem”. Meios de comunicação em geral, inclusas as redes sociais e grande parte da imprensa, onde ideologias e indivíduos podem se expressar livremente sem limites de responsabilidade ética e legal, estabelecem compreensões gerais sobre fatos que passam a circular como verdades apenas porque são repetidas. Quem sabe manipular o círculo vicioso e tortuoso da linguagem ganha em termos de poder.
O processo que venho chamando de “consumismo da linguagem” é a eliminação do elemento político da linguagem pelo incremento do seu potencial demagógico. O esvaziamento político é, muitas vezes, mascarado de expressão particular, de direito à livre expressão. A histeria, a gritaria, as falácias e falsos argumentos fazem muito sucesso, são livremente imitados e soam como absurdos apenas a quem se nega a comprar a lógica da distorção em alta no mercado da linguagem.
A lógica da distorção é própria ao consumismo da linguagem. Como em todo consumismo, o consumismo da linguagem produz vítimas, mas produz também o aproveitador da vítima e o aproveitador da suposta vantagem de ser vítima. “Vantagem” que ele inventa a partir da lógica da distorção à qual serve. Vítimas estão aí. Uma reflexão sobre o tema talvez nos permita pensar em nossas posturas e imposturas quando atacamos e somos atacados ao nível da linguagem.
Penso em como as pessoas e as instituições se tornam ora vítimas, ora algozes de discursos criados com fins específicos de produzir violência e destruição. Não me refiro a nenhum tipo de violência essencial própria ao discurso enquanto contrário ao diálogo, nem à violência casual de falas esporádicas, mas aquela projetada e usada como estratégia em acusações gratuitas, campanhas difamatórias, xingamentos em geral e também na criação de um contexto violento que seja capaz de fomentar um imaginário destrutivo. O jogo de linguagem midiático inclui toda forma de violência, inclusive a propaganda que, mesmo sendo mais sutil que programas de sanguinolência e humilhação, tem sempre algo de enganoso. O processo das brigas entre partidários, candidatos, ou desafetos em geral, é inútil do ponto de vista de avanços políticos e sociais, mas não é inútil a quem deseja apenas o envenenamento e a destruição social. [...]
Os discursos podem fazer muita coisa por nós, mas podem também atuar contra nós. Ora, usamos discursos, mas também somos usados por eles (penso na subjetividade dos jornalistas e apresentadores de televisão que discursam pela mentira e pela maledicência). Aqueles que usam discursos sempre podem ocupar a posição de algozes: usam seu discurso contra o outro, mas também podem ser usados por discursos que julgam ser autenticamente seus. O que chamamos de discurso, diferente do diálogo, sempre tem algo de pronto. Na verdade, quem pensa que faz um discurso sempre é feito por ele.
Somos construídos pelo que dizemos. E pelo que pensamos que estamos dizendo. A diferença talvez esteja entre quem somos e quem pensamos que somos. Há sempre algum grau de objetividade nessas definições.
Uma pergunta que podemos nos colocar é: o que pode significar ser vítima de discursos na era do consumismo da linguagem? Por que aderimos, por que os repetimos? [...]
A violência verbal é distributiva e não estamos sabendo contê-la. Mas, de fato, gostaríamos de contê-la? Não há entre nós uma satisfação profunda com a violência fácil das palavras que os meios de comunicação sabem manipular tão bem? Não há quem, querendo brigar, goze com a disputa vazia assim como se satisfaz com as falas estúpidas dos agentes da televisão? Por que, afinal de contas, não contemos a violência da linguagem em nossas vidas? Grandes interesses estão sempre em jogo, mas o que os pequenos interesses de cidadãos têm a ver com eles? [...] Por que as pessoas são tão suscetíveis? [...] Se a linguagem foi o que nos tornou seres políticos, a sua destruição nos tornará o quê?
Fonte: Revista Cult, disponível em:<http://revistacult.uol.com.br
/home/2015/08/consumismo- da-linguagem-sobre-o-rebaixamento-dos-discursos/21/08/2015> Acesso em 18 jan.2016 (fragmento de texto adaptado)
NÃO se constitui uma estratégia argumentativa utilizada no texto 1:
 

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2520798 Ano: 2016
Disciplina: Farmácia
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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Correlacione a categoria de registro de produtos farmacêuticos (primeira coluna) com a respectiva definição (segunda coluna):
Coluna I
I- Referência
II- Similar
III- Genérico
IV- Fitoterápicos
Coluna II
( ) Medicamento intercambiável, comprovada sua eficácia, segurança e qualidade, definido pela Denominação Comum Brasileira (DCB) ou Denominação Comum Internacional (DCI). Deve apresentar bioequivalência, que é a equivalência farmacêutica comparável em termos de biodisponibilidade, após estudos sob um mesmo desenho experimental.
( ) Solicitações de registro de produtos com o mesmo princípio ativo, mesma concentração, forma farmacêutica, via de administração, posologia e indicação terapêutica do medicamento referência registrado, podendo diferir somente em características relativas ao tamanho e à forma do produto, ao prazo de validade, à embalagem, à rotulagem, aos excipientes e aos veículos, devendo sempre ser identificado por nome comercial ou marca.
( ) Aqueles obtidos com emprego exclusivo de matérias primas ativas vegetais, cuja eficácia e segurança são validadas por
meio de levantamentos etnofarmacológicos, de utilização, documentações tecnocientíficas ou evidências clínicas.
( ) As solicitações de registro desse tipo de medicamento devem apresentar moléculas inovadoras e os respectivos estudos clínicos de segurança de fases 1, 2 e 3.
A sequência correta é
 

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2520680 Ano: 2016
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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De acordo com a definição de vigilância sanitária, estabelecida na Lei n. 8.080 de 19 de setembro de 1990, pode-se observar que está sob responsabilidade dessa área um amplo conjunto de atribuições.
Acerca dos produtos que são alvo das ações desenvolvidas pela vigilância sanitária, assinale (V) para verdadeiro ou (F) para falso:
( ) alimentos, inclusive bebidas, águas envasadas, seus insumos, suas embalagens, aditivos alimentares, limites de contaminantes orgânicos, resíduos de agrotóxicos e de medicamentos veterinários.
( ) medicamentos de uso humano, suas substâncias ativas e demais insumos, processos e tecnologias.
( ) saneantes destinados à higienização, desinfecção ou desinfestação em ambientes domiciliares, hospitalares e coletivos.
( ) equipamentos e materiais médico- hospitalares, odontológicos, hemoterápicos e de diagnóstico laboratorial e por imagem.
A sequência correta é
 

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