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Foram encontradas 554 questões.

2521243 Ano: 2016
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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O auto de infração sanitária é o instrumento legal da autoridade sanitária em que deverá ser registrada a infração às normas legais e regulamentares, qualquer que seja sua natureza. São conteúdos de um auto de infração sanitária:
 

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2521192 Ano: 2016
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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Seja a afirmativa “Todos os candidatos inscritos no concurso compareceram no dia da prova”. Para que a afirmativa deixe de ser verdadeira, é necessário que
 

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2521165 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
Texto 1
Consumo consciente: caminho para a sustentabilidade
José Dias Campos
As mudanças climáticas, responsáveis pelas irregularidades no clima e que têm como consequência a diminuição das chuvas e o aumento da temperatura, vêm provocando a maior das crises hídricas já registradas no semiárido nordestino. Essa crise também se revela em outras partes do país e do mundo, com excesso ou diminuição das chuvas, a depender da região.
Esse processo evidencia, entre outros fatores, que há uma curva ascendente da população em contraposição à outra decrescente da quantidade e qualidade dos recursos naturais disponíveis devido ao mau uso, principalmente, da água como fonte de vida. Evidencia-se que essa realidade tem uma origem: mau uso dos recursos naturais na produção de bens e serviços para o atendimento do bem-estar da população.
A cada dia, aumenta o número de pessoas que usufrui dos mesmos recursos naturais do planeta, que diminuem em quantidade e qualidade. Para onde estamos indo? O que estamos estrategicamente construindo para o futuro da humanidade?
Ao longo da história da humanidade, nosso olhar para a água se voltou mais para o líquido que sai das torneiras, mas, quando falamos de consumo, é preciso ampliar esse olhar para perceber que há uso significativo de água em tudo o que consumimos. Em muitas das situações, inclusive, com desperdício, descarte incorreto, poluição, etc.
A OMS (Organização Mundial de Saúde) traz dados sobre a quantidade de água utilizada na cadeia produtiva de alguns produtos que nos fazem refletir sobre o consumo consciente. Para um quilo de arroz, são necessários 3.000 litros de água; um quilo de carne de boi, 15,5 mil litros de água; um litro de leite, mil litros de água; uma xícara de café, 140 litros de água; e um par de sapatos, 8.500 litros de água. Assim, percebe-se que em tudo que se consome para o bem-estar, no atual modelo de desenvolvimento, tem um alto consumo de água, que precisa ser revisto ou, no mínimo, ter os impactos mitigados.
Com esse olhar, constata-se que, em todos os dias, há transposição de água entre as regiões, de município para município, não por meio de tubulações para chegar às torneiras, mas pelo transporte de produtos para o bem-estar da população.
A reflexão aqui não visa provocar nas pessoas um sentimento para não consumir, mas para ter consciência em relação ao consumo necessário e ao impacto, em termos de consumo dos recursos naturais, que o bem-estar produz, a partir do modo de viver de cada um.
Assim, podemos assumir atitudes de verdadeiros cidadãos e cidadãs, comprometendo-nos com iniciativas de mitigação dos impactos causados, através do apoio a projetos sociais, plantio de árvores frutíferas ou de espécies do bioma onde vivemos.
É preciso equilibrar o clima e produzir alimentos saudáveis, revitalizando nascentes de água, desenvolvendo práticas agroecológicas, economizando e reciclando a água, planejando e compartilhando estratégias de captação e manejo de água de chuva, enfim, desenvolvendo iniciativas que possam retribuir à natureza o que dela foi extraído.
É necessário o comprometimento de todos!
Também poderá ser muito útil aprofundarmos essa visão nas reuniões das associações de bairros, nas comunidades rurais, nas escolas, nos clubes e redes sociais, nos condomínios, sempre com o intuito de promover iniciativas de mitigação dos impactos causados aos recursos naturais pela produção de bens e serviços para o bem-estar da população. Com esse entendimento, podemos afirmar que depende de nós o futuro que virá!
Quantos de nós já paramos para pensar, refletir e compartilhar essa complexidade e necessidade da integração das iniciativas com vistas à sustentabilidade? O que eu estou fazendo? O que você está fazendo? (...)
Fonte: jornal Folha de São Paulo, 18/01/2016 – texto adaptado, disponível
em: http:// www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/colunas/2016/01/1728985-consumo-consciente- caminho-para-a-sustentabilidade.shtml - acesso em 19/01/2016.
São afirmações adequadas para explicar o uso do registro linguístico predominante no texto 1, EXCETO:
 

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2521130 Ano: 2016
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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Em relação às espécies de atos administrativos e suas formas de exteriorização, apresentadas por Carvalho Filho (2014), a regulamentação de uma lei é feita por meio de
 

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2521127 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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São características da avaliação formativa, Exceto:
 

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2521060 Ano: 2016
Disciplina: Psicologia
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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O trabalho terapêutico em Psicoterapia Breve está ‘enfocado’ para determinada problemática do paciente, que adquire prioridade, dada sua urgência e/ ou importância, enquanto se deixam de lado as demais dificuldades. Trata-se de uma característica substancial desse tipo de terapia, também chamada de ‘Focal’, que permite distingui-la da técnica psicanalítica corrente.
Com base no exposto, a definição que melhor se ajusta ao elemento ‘Foco’ é
 

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2521000 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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Texto 1
Consumismo da linguagem: sobre o rebaixamento dos discursos
Márcia Tiburi
No processo de rebaixamento dos discursos, do debate e do diálogo que presenciamos em escala nacional, surgem maledicências e mal-entendidos que se entrelaçam, formando o processo que venho chamando de “consumismo da linguagem”(D). Meios de comunicação em geral, inclusas as redes sociais e grande parte da imprensa, onde ideologias e indivíduos podem se expressar livremente sem limites de responsabilidade ética e legal(C), estabelecem compreensões gerais sobre fatos que passam a circular como verdades apenas porque são repetidas. Quem sabe manipular o círculo vicioso e tortuoso da linguagem ganha em termos de poder.
O processo que venho chamando de “consumismo da linguagem” é a eliminação do elemento político da linguagem pelo incremento do seu potencial demagógico. O esvaziamento político é, muitas vezes, mascarado de expressão particular, de direito à livre expressão. A histeria, a gritaria, as falácias e falsos argumentos fazem muito sucesso, são livremente imitados e soam como absurdos apenas a quem se nega a comprar a lógica da distorção em alta no mercado da linguagem.
A lógica da distorção é própria ao consumismo da linguagem. Como em todo consumismo, o consumismo da linguagem produz vítimas, mas produz também o aproveitador da vítima e o aproveitador da suposta vantagem de ser vítima. “Vantagem” que ele inventa a partir da lógica da distorção à qual serve. Vítimas estão aí. Uma reflexão sobre o tema talvez nos permita pensar em nossas posturas e imposturas quando atacamos e somos atacados ao nível da linguagem.
Penso em como as pessoas e as instituições se tornam ora vítimas, ora algozes de discursos criados com fins específicos de produzir violência e destruição. Não me refiro a nenhum tipo de violência essencial própria ao discurso enquanto contrário ao diálogo, nem à violência casual de falas esporádicas(B), mas aquela projetada e usada como estratégia em acusações gratuitas, campanhas difamatórias, xingamentos em geral e também na criação de um contexto violento que seja capaz de fomentar um imaginário destrutivo. O jogo de linguagem midiático inclui toda forma de violência, inclusive a propaganda que, mesmo sendo mais sutil que programas de sanguinolência e humilhação, tem sempre algo de enganoso. O processo das brigas entre partidários, candidatos, ou desafetos em geral, é inútil do ponto de vista de avanços políticos e sociais, mas não é inútil a quem deseja apenas o envenenamento e a destruição social. [...]
Os discursos podem fazer muita coisa por nós, mas podem também atuar contra nós. Ora, usamos discursos, mas também somos usados por eles (penso na subjetividade dos jornalistas e apresentadores de televisão que discursam pela mentira e pela maledicência). Aqueles que usam discursos sempre podem ocupar a posição de algozes: usam seu discurso contra o outro, mas também podem ser usados por discursos que julgam ser autenticamente seus. O que chamamos de discurso, diferente do diálogo, sempre tem algo de pronto. Na verdade, quem pensa que faz um discurso sempre é feito por ele.
Somos construídos pelo que dizemos. E pelo que pensamos que estamos dizendo. A diferença talvez esteja entre quem somos e quem pensamos que somos. Há sempre algum grau de objetividade nessas definições.
Uma pergunta que podemos nos colocar é: o que pode significar ser vítima de discursos na era do consumismo da linguagem? Por que aderimos, por que os repetimos? [...]
A violência verbal é distributiva e não estamos sabendo contê-la. Mas, de fato, gostaríamos de contê-la? Não há entre nós uma satisfação profunda com a violência fácil das palavras que os meios de comunicação sabem manipular tão bem? Não há quem, querendo brigar, goze com a disputa vazia assim como se satisfaz com as falas estúpidas dos agentes da televisão? Por que, afinal de contas, não contemos a violência da linguagem em nossas vidas? Grandes interesses estão sempre em jogo, mas o que os pequenos interesses de cidadãos têm a ver com eles? [...] Por que as pessoas são tão suscetíveis? [...] Se a linguagem foi o que nos tornou seres políticos, a sua destruição nos tornará o quê?(A)
Fonte: Revista Cult, disponível em:<http://revistacult.uol.com.br
/home/2015/08/consumismo- da-linguagem-sobre-o-rebaixamento-dos-discursos/21/08/2015> Acesso em 18 jan.2016 (fragmento de texto adaptado)
O uso de próclise só NÃO é obrigatório em
 

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2520994 Ano: 2016
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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Nos termos de que dispõe o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), relacione a segunda coluna de acordo com a primeira:
COLUNA I
1. Ato infracional
2. Penalmente inimputáveis
3. Criança
4. Adolescente
5. Maiores de 18 anos
COLUNA II
( ) pessoa até doze anos de idade incompletos
( ) pessoa entre doze e dezoito anos de idade
( ) conduta descrita como crime ou contravenção penal
( ) menores de dezoito anos
( ) podem adotar, independentemente do estado civil
A sequência correta é
 

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2520941 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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Texto 1
Consumismo da linguagem: sobre o rebaixamento dos discursos
Márcia Tiburi
No processo de rebaixamento dos discursos, do debate e do diálogo que presenciamos em escala nacional, surgem maledicências e mal-entendidos que se entrelaçam, formando o processo que venho chamando de “consumismo da linguagem”. Meios de comunicação em geral, inclusas as redes sociais e grande parte da imprensa, onde ideologias e indivíduos podem se expressar livremente sem limites de responsabilidade ética e legal, estabelecem compreensões gerais sobre fatos que passam a circular como verdades apenas porque são repetidas. Quem sabe manipular o círculo vicioso e tortuoso da linguagem ganha em termos de poder.
O processo que venho chamando de “consumismo da linguagem” é a eliminação do elemento político da linguagem pelo incremento do seu potencial demagógico. O esvaziamento político é, muitas vezes, mascarado de expressão particular, de direito à livre expressão. A histeria, a gritaria, as falácias e falsos argumentos fazem muito sucesso, são livremente imitados e soam como absurdos apenas a quem se nega a comprar a lógica da distorção em alta no mercado da linguagem.
A lógica da distorção é própria ao consumismo da linguagem. Como em todo consumismo, o consumismo da linguagem produz vítimas, mas produz também o aproveitador da vítima e o aproveitador da suposta vantagem de ser vítima. “Vantagem” que ele inventa a partir da lógica da distorção à qual serve. Vítimas estão aí. Uma reflexão sobre o tema talvez nos permita pensar em nossas posturas e imposturas quando atacamos e somos atacados ao nível da linguagem.
Penso em como as pessoas e as instituições se tornam ora vítimas, ora algozes de discursos criados com fins específicos de produzir violência e destruição. Não me refiro a nenhum tipo de violência essencial própria ao discurso enquanto contrário ao diálogo, nem à violência casual de falas esporádicas, mas aquela projetada e usada como estratégia em acusações gratuitas, campanhas difamatórias, xingamentos em geral e também na criação de um contexto violento que seja capaz de fomentar um imaginário destrutivo. O jogo de linguagem midiático inclui toda forma de violência, inclusive a propaganda que, mesmo sendo mais sutil que programas de sanguinolência e humilhação, tem sempre algo de enganoso. O processo das brigas entre partidários, candidatos, ou desafetos em geral, é inútil do ponto de vista de avanços políticos e sociais, mas não é inútil a quem deseja apenas o envenenamento e a destruição social. [...]
Os discursos podem fazer muita coisa por nós, mas podem também atuar contra nós. Ora, usamos discursos, mas também somos usados por eles (penso na subjetividade dos jornalistas e apresentadores de televisão que discursam pela mentira e pela maledicência). Aqueles que usam discursos sempre podem ocupar a posição de algozes: usam seu discurso contra o outro, mas também podem ser usados por discursos que julgam ser autenticamente seus. O que chamamos de discurso, diferente do diálogo, sempre tem algo de pronto. Na verdade, quem pensa que faz um discurso sempre é feito por ele.
Somos construídos pelo que dizemos. E pelo que pensamos que estamos dizendo. A diferença talvez esteja entre quem somos e quem pensamos que somos. Há sempre algum grau de objetividade nessas definições.
Uma pergunta que podemos nos colocar é: o que pode significar ser vítima de discursos na era do consumismo da linguagem? Por que aderimos, por que os repetimos? [...]
A violência verbal é distributiva e não estamos sabendo contê-la. Mas, de fato, gostaríamos de contê-la? Não há entre nós uma satisfação profunda com a violência fácil das palavras que os meios de comunicação sabem manipular tão bem? Não há quem, querendo brigar, goze com a disputa vazia assim como se satisfaz com as falas estúpidas dos agentes da televisão? Por que, afinal de contas, não contemos a violência da linguagem em nossas vidas? Grandes interesses estão sempre em jogo, mas o que os pequenos interesses de cidadãos têm a ver com eles? [...] Por que as pessoas são tão suscetíveis? [...] Se a linguagem foi o que nos tornou seres políticos, a sua destruição nos tornará o quê?
Fonte: Revista Cult, disponível em:<http://revistacult.uol.com.br
/home/2015/08/consumismo- da-linguagem-sobre-o-rebaixamento-dos-discursos/21/08/2015> Acesso em 18 jan.2016 (fragmento de texto adaptado)
NÃO se constitui uma estratégia argumentativa utilizada no texto 1:
 

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2520938 Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
Sendo considerada a extensão dos serviços de saúde, o trabalho do Agente Comunitário de Saúde (ACS)
 

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