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2248764
Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Barcarena-PA
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Barcarena-PA
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" Vazamento de rejeito de mineração no Rio Paraíba é contido em Jacareí, SP. Reparo na barragem que rompeu foi concluído às 13h20 deste sábado (6). Abastecimento em São José deve ser normalizado no domingo (7), diz Sabesp." (Fonte: g1 .globo.com / Data: 06.02.2016). Sobre este vazamento, apenas não se pode afirmar:
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Em uma cidade do interior do Pará, com grande deficiência no abastecimento público de água, será construído um edifício de uso misto (residencial e comercial). Em virtude disto, o contratante exige a construção de dois reservatórios de água (inferior e superior), de modo que os dois reservatórios somados consigam acumular água suficiente para dois dias de consumo do edifício, mais a reserva de incêndio exigida pelo Corpo de Bombeiros.
Considerando os dados seguinte, assinale a alternativa que contém a capacidade do reservatório superior do edifício: Edifício com 30 apartamentos residenciais, 20 escritórios e 50 vagas de garagem; Considere que há, em média, 3 pessoas por apartamento e que trabalham, em média, 8 pessoas por escritório; O consumo per capita dos moradores é de 200 I/dia, dos funcionários dos escritórios é de 50 I/dia e que cada vaga de garagem consome 20 l/dia.
O Corpo de Bombeiros exige uma reserva de incêndio de 30.000 litros, a ser armazenada, obrigatoriamente, no reservatório superior.
Por determinação do contratante o reservatório inferior deverá ter capacidade para armazenar 3/5 do volume necessário ao consumo de dois dias do edifício, sem levar em consideração a reserva de incêndio.
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Assinale a alternativa que contém o salário/hora de um pedreiro, com base nos dados informados seguinte:
O salário/hora do pedreiro é 40% maior que o salário/hora do servente;
Adotar taxa de encargos sociais básicos e complementares = 170%;
Adotar BDI= 32%;
O custo direto da mão-de-obra (1 pedreiro + 1 servente) para executar 500 !$ m^2 !$ de emboço para parede externa, com argamassa de cimento e areia é de R$ 3.564,00.
Para cada !$ m^2 !$ de emboço, consome-se 0,2 h de pedreiro e 0,2 h de servente.
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O fragmento seguinte é base para a questão.
"Fazemos interurbanos, jogamos no Toto Bola, compramos o batom que seduz os moços e a espuma de barbear que seduz as moças."
Das duas orações adjetivas presentes no excerto, é correto afirmar que são:
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Em um projeto de uma rodovia, o PIV de uma curva vertical parabólica convexa está na estaca [200 + 0,00] e na cota 135, 75 m. Sabendo que o comprimento da curva vertical é de 200 m, que a inclinação da primeira rampa (ascendente), no sentido do estaqueamento, é de 5% e que a segunda rampa tem inclinação de 3% (descendente), assinale a alternativa que contém a cota da curva vertical parabólica (greide) na Estaca [201 + 10,00].
A equação que fornece as cotas na curva vertical (greide) é dada por: !$ y={\large{Δi \over 2.L_v}}x^2+i_1x !$
Em que:
y cota de um ponto no greide da curva vertical, a partir da cota do PCV da curva vertical;
!$ Δ_i !$; inclinação da segunda rampa- inclinação da primeira rampa;
!$ L_v !$ comprimento da curva vertical;
x distância horizontal de um ponto no greide da curva vertical, a
partir do PCV da curva vertical;
!$ i_1 !$ inclinação da primeira rampa.
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Avalie as afirmativas seguintes sobre o método evolutivo utilizado em Engenharia de Avaliações para identificar o valor de um imóvel urbano e assinale a alternativa correto.
I- A Aplicação do método evolutivo exige que as benfeitorias sejam apropriadas pelo método comparativo direto de custo ou pelo método da quantificação de custo.
II- O fator de comercialização empregado no método evolutivo nunca deve ser menor do que a unidade, ainda que se analise
como negativa a conjuntura do mercado na época da avaliação.
III- Quando puder ser empregado, o método evolutivo pode ser considerado como método eletivo para a avaliação de imóveis cujas características sui generis impliquem a inexistência de dados de mercado em número suficiente para a aplicação do método comparativo direto de dados do mercado.
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Assinale a alternativa que preenche de maneira correta as lacunas indicadas a seguir:
I- é um tubo ventilador vertical que se prolonga através de um ou mais andares e cuja extremidade superior é aberta à atmosfera, ou ligada a tubo ventilador primário ou a barrilete de ventilação.
II- é uma caixa destinada a permitir a junção de tubulações do subsistema de esgoto sanitário.
III- As mudanças de direção nos trechos horizontais de ramais de esgoto devem ser feitas com peças com ângulo central igual ou inferior à
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Leia o texto e responda o que se pede no comando da questão.
Existir, a que será que se destina?
Quando entra no ar a vinheta do Jornal Nacional, meu coração vai apertando porque sei que lá vem. Não me refiro às quedas na bolsa, à desvalorização do real ou às exigências do FMI, que tudo isso já vi. Refiro-me às consequências de um mundo hostil, predatório e tremendamente injusto, seja no Brasil, em Ruanda ou em qualquer lugar onde crianças passem fome, senhoras durmam em calçadas tentando matricular seus filhos ou aposentados morram em corredores de hospitais. Cada vez mais difícil digerir a vida como ela é para a maioria.
As crianças que eu conheço estudam em escola particular, compram livros, vão ao cinema, tomam lanches, são sócias de um clube, possuem roupas coloridas, têm brinquedos, praticam esportes, vão à praia e no primeiro sinal de doença, as mães telefonam para o médico e marcam consulta para o mesmo dia, tendo a seu dispor ar-condicionado e competência. Tudo caro. É o preço de poder ter um dia feliz entre duas noites de sono.
As crianças que não conheço não têm nada disso, e quando forem adultas terão menos ainda, porque até a inocência irão perder. Nunca viram um hambúrguer, não sabem o gosto que a Fanta tem, dos picolés sentem o gosto apenas do palito, não têm leite de manhã e não têm molho para o macarrão que às vezes comem. Mascam chicletes usados, assim como seus pais fumam baganas encontradas no chão. Um estômago vazio entre duas noites de sono.
Para a maior parte das pessoas, o espaço que existe entre nascer e morrer não é ocupado. Não comem, e não comendo, não estudam, e não estudando, não trabalham e não trabalhando, não existem. São fantasmas que não conseguem libertar-se do próprio corpo. Nós enquanto isso, discutimos o novo disco da Alanis Morrisete, aplaudimos a chegada do Xenical, vemos as fotos do Morumbi Fashion, comemoramos o centenário de Hitchcock, comentamos o lançamento do novo Renault Clio, torcemos por Central do Brasil. Saímos para dançar, provamos comida árabe, andamos de banana boat, fazemos terapia e regamos girassóis. Fazemos interurbanos, jogamos no Toto Bola, compramos o batom que seduz os moços e a espuma de barbear que seduz as moças. Bem alimentados, instruídos e com um mínimo de saldo no banco, ocupam o espaço entre acordar e adormecer.
Quem não come, não sabe ler e não tem medicamento não ocupa espaço algum. Flutua no vácuo, respira por aparelhos, ignora a própria existência, só sabe que está vivo porque, de vez em quando, sofre um pouco mais que o normal, porque o normal é sofrer bastante, mas não a ponto de não haver diferença entre nascer ou morrer.
Fonte: Marta Medeiros, fev/1999, p. 162.
Pode- se afirmar que o texto objetiva:
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Fragmento para a questão.
"As crianças que não conheço não têm nada disso, e quando forem adultas terão menos ainda, porque até a inocência irão perder."
Assinale a alternativa em que a palavra é acentuada para indicar pluralização:
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Leia o texto e responda o que se pede no comando da questão.
Existir, a que será que se destina?
Quando entra no ar a vinheta do Jornal Nacional, meu coração vai apertando porque sei que lá vem. Não me refiro às quedas na bolsa, à desvalorização do real ou às exigências do FMI, que tudo isso já vi. Refiro-me às consequências de um mundo hostil, predatório e tremendamente injusto, seja no Brasil, em Ruanda ou em qualquer lugar onde crianças passem fome, senhoras durmam em calçadas tentando matricular seus filhos ou aposentados morram em corredores de hospitais. Cada vez mais difícil digerir a vida como ela é para a maioria.
As crianças que eu conheço estudam em escola particular, compram livros, vão ao cinema, tomam lanches, são sócias de um clube, possuem roupas coloridas, têm brinquedos, praticam esportes, vão à praia e no primeiro sinal de doença, as mães telefonam para o médico e marcam consulta para o mesmo dia, tendo a seu dispor ar-condicionado e competência. Tudo caro. É o preço de poder ter um dia feliz entre duas noites de sono.
As crianças que não conheço não têm nada disso, e quando forem adultas terão menos ainda, porque até a inocência irão perder. Nunca viram um hambúrguer, não sabem o gosto que a Fanta tem, dos picolés sentem o gosto apenas do palito, não têm leite de manhã e não têm molho para o macarrão que às vezes comem. Mascam chicletes usados, assim como seus pais fumam baganas encontradas no chão. Um estômago vazio entre duas noites de sono.
Para a maior parte das pessoas, o espaço que existe entre nascer e morrer não é ocupado. Não comem, e não comendo, não estudam, e não estudando, não trabalham e não trabalhando, não existem. São fantasmas que não conseguem libertar-se do próprio corpo. Nós enquanto isso, discutimos o novo disco da Alanis Morrisete, aplaudimos a chegada do Xenical, vemos as fotos do Morumbi Fashion, comemoramos o centenário de Hitchcock, comentamos o lançamento do novo Renault Clio, torcemos por Central do Brasil. Saímos para dançar, provamos comida árabe, andamos de banana boat, fazemos terapia e regamos girassóis. Fazemos interurbanos, jogamos no Toto Bola, compramos o batom que seduz os moços e a espuma de barbear que seduz as moças. Bem alimentados, instruídos e com um mínimo de saldo no banco, ocupam o espaço entre acordar e adormecer.
Quem não come, não sabe ler e não tem medicamento não ocupa espaço algum. Flutua no vácuo, respira por aparelhos, ignora a própria existência, só sabe que está vivo porque, de vez em quando, sofre um pouco mais que o normal, porque o normal é sofrer bastante, mas não a ponto de não haver diferença entre nascer ou morrer.
Fonte: Marta Medeiros, fev/1999, p. 162.
É correto afirmar de: "Quem não come( ... ) respira por aparelhos ( ... )" que:
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