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Foram encontradas 1.345 questões.

1365366 Ano: 2009
Disciplina: Psiquiatria
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
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A anomalia de Ebstein está associada ao uso de:
 

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1365248 Ano: 2009
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
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As funções atípicas exercidas pelo Poder Judiciário são de natureza:

 

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1365236 Ano: 2009
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
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Avalie se são direitos constitucionais dos trabalhadores urbanos e rurais, entre outros:

I - Reconhecimento das convenções e acordos coletivos de trabalho.

II - Remuneração de serviço extraordinário superior, no mínimo, em vinte e cinco por cento à do normal.

III - Proibição de distinção entre trabalho manual, técnico e intelectual ou entre os profissionais respectivos.

IV - Proibição de qualquer trabalho a menor de dezoito anos, salvo na condição de aprendiz, a partir de dezesseis anos.

São corretas, apenas, as assertivas:

 

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1365226 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
A MORAL DA DÍVIDA
Procuramos seguir o conselho: “Não empreste nem peça emprestado, quem empresta perde o amigo e o dinheiro; quem pede emprestado já perdeu o controle de sua economia”. Mas qual de nós não precisou, um dia, recorrer a alguém para o leite das crianças? Qual de nós não teve o prazer de emprestar a um amigo em dificuldade? E assim nos vimos diante do dilema da dívida.
Existem dívidas e dívidas. Em geral, devemos a amigos, pois são os que nos têm em conta e nos dão crédito. Essas são dívidas que não podemos deixar de pagar. Dívida para com algum parente é assunto familiar. Com o patrão, é adiantamento. Com a quitanda, é caderninho.
E se devemos a um banco? Essa é uma dívida fria, sem envolver sentimentos. Essa dívida podemos contestar, renegociar, adiar, já que vamos arcar com as consequências. Um banco nunca vai quebrar por nossa modesta causa. Aliás, bancos raramente quebram, neste país. Quem quebra somos nós. Assim, não há nenhuma indignidade nesse tipo de inadimplência. Quem deve a um poderoso é sempre um injustiçado.
Dívida é coisa de que ninguém escapa. Nascemos devendo a Deus o pecado original e devendo na Terra um tributo à natureza, às vezes tão bela, às vezes tão cruel. Devemos a nós mesmos a obrigação de viver com dignidade. Devemos aos pobres a justiça social. Devemos às nossas crianças um futuro decente. Devemos uma palavra de afeto às pessoas que nos amam. Devemos um elogio a quem se enfeitou para nós. Devemos um abraço à árvore que nos dá sombra na rua. Devemos os nobres impostos.
Somos, portanto, uns endividados. Nosso maior consolo é que tudo o que devemos aos outros, os outros também nos devem.
(MIRANDA, Ana. http://escamblog.wordpress.com - Com adaptações.)
A conjunção sublinhada em Somos, portanto, uns endividados tem valor:
 

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1365215 Ano: 2009
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
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Os parâmetros zootécnicos adotados pelas boas práticas de produção da bovinocultura leiteira indicam que o intervalo entre partos ideal é de:
 

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1365213 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
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A tendência crítico-social dos conteúdos tem como objetivo:
 

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1365204 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
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René Spitz, psicanalista vienense, foi um dos primeiros a fazer investigações em Psicologia Infantil. Em suas experiências demonstrou que a criança necessita de carinho e carícias físicas para se desenvolver corretamente.
Na tentativa de explicar a gênese da relação objetal, criou sua teoria na qual estabelece indicadores de comportamentos específicos de acordo com o padrão de desenvolvimento alcançado no primeiro ano de vida.
A seguir você encontrará duas colunas contendo os estágios criados por Spitz e suas respectivas descrições. Correlacione as duas colunas e posteriormente assinale a ÚNICA alternativa correta:
( ) Preobjetal
1 - capacidade de diferenciação
perceptiva diacrítica
desenvolvida.
( ) Precursor
do objeto
2 - propõe o conceito de “não
diferenciação”.
( ) Objeto
libidinal
3 - capacidade de deslocar os
investimentos pulsionais de
uma função psíquica para
outra.
A sequência correta da primeira coluna, de cima para baixo, é:
 

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1365201 Ano: 2009
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
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Uma estrutura de dados do tipo pilha, denominada Q, suporta três operações básicas, definidas abaixo.
(I) Push(Q,x) : insere um elemento x na pilha Q;
(II) Top(Q) : acessa o elemento do topo da pilha Q, sem removê-lo;
(III) Pop(Q) : remove o elemento de topo da pilha Q.
Nessas condições, considere a seqüência de operações sobre a pilha BARRA (inicialmente vazia), indicadas a seguir.
a) Push(BARRA,Penedo)
b) Push(BARRA,Itatiaia)
c) Push(BARRA,Quatis)
d) Top(BARRA)
e) Push(BARRA,Pop(BARRA))
f) Push(BARRA,Resende)
g) Push(BARRA,Top(BARRA))
h) Push(BARRA,Parati)
i) Pop(BARRA)
j) Top(BARRA)
k) Pop(BARRA)
Ao final das operações, o elemento que se encontra no topo da pilha é:
 

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1365195 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
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TEXTO I
Despetalando a flor do Lácio
“Despetalando” está correto, tenho praticamente certeza. Não acredito que um filólogo desalmado tenha resolvido que aí vai um hífen. Não, não vai, não é despetalar. “Flor” e “Lácio” continuam, uma sem acento, outro com acento. Portanto, cem por cento em meu primeiro título na ortografia nova, brilhei mais uma vez. Isso, contudo, não me aplaca o nervosismo. Deve ser a idade, porque já encarei algumas reformas ortográficas nesta curta existência e me saí satisfatoriamente, mesmo no tempo em que a gente tinha que grafar “tôda” com circunflexo, para distinguir de “toda”, que ninguém sabia o que era, embora, no ver de alguns, fosse uma ave amazônica pouco sociável, ou, segundo outros, uma exortação obscena de origem xavante. Acho que esse ponto nunca será esclarecido (de qualquer forma, cartas de esclarecimento para o editor, por caridade) e constituirá mais uma das graves interrogações sem cujas respostas minha geração deixará este mundo.
Quando me peguei lendo, a maior parte da livrama de meu pai era na orthographia antiga e havia livros portugueses com suas próprias normas. Apesar de leitor fominha que, mesmo sem entender nada, traçava o que aparecesse, levei semanas para compreender que “augmentar” era “aumentar”. Mas me acostumei e sempre transitei bem nessa área, para alguma coisa eu tinha que levar jeito. Chefiei redação no tempo da abolição do acento diferencial e dedicava grande parte do meu tempo a explicar que, de então em diante, não se escreveria “voce”, mas “você” mesmo, como sempre. Foi difícil, muito mais difícil do que qualquer um imaginaria, tratando-se de gente instruída e, em muitos casos, talentosa.
Uma amiga minha sustenta que tudo vem de trauma da infância e eu tendo a concordar com ela. Sei de traumas profundos, carregados por amigos meus sob o jugo – o que, graças a Deus, não foi meu caso – de professores de português dogmáticos e caturras, que entupiam todos de regras quase impenetráveis e só podiam com isso instilar ódio e temor pela língua e pelo que nela é escrito. Para muitos, livros são dolorosas memórias de torturas.
E as reformas sempre levam alguma coisa com elas. Já haviam feito isso com o K, o W e o Y, agora reabilitados, se bem que nunca de fato o povo os haja banido, aí estando o Kílo, o Waldir e o Ruy, que não me deixam mentir e nem ao menos caíram na clandestinidade, mas continuaram a circular com grande liberdade. Levaram a indicação da subtônica também, aquela que, por exemplo, marcava com acento grave palavras como “precàriamente” e mostrava a existência subtônica (“cà”). Mas, segundo eu soube, nem precisamos (precisamos, sim), nem temos condição de exigir que as subtônicas se pronunciem, tudo bem, não estamos à altura.
Por mim, tenho trauma do trema. Ontem me disseram que fui visto com o olhar distante, em frente a este monitor, sacudindo lentamente a cabeça e murmurando “não me conformo, não me conformo”. Não me recordo disso, pode perfeitamente ser uma invencionice, mais uma das anedotas apócrifas que contam sobre nós, celebridades internacionais. Mas a verdade é que não me conformo não somente com a saída do trema e suas temíveis consequências (em breve alguém lerá aí “consekências”, assim como chegará o dia em que um simpático alemão que veio morar no Brasil nos perguntará, com sotaque ainda carregado, onde poderá comprar “linghiças”, raio de língua difícil, depois reclamam do alemão). Não posso igualmente aceitar a maneira sem-cerimoniosa com que ele foi humilhantemente defenestrado, depois de tanto tempo de serviços prestados. Expulso sem nem um relógio folheado a ouro de lembrança, uma plaquinha sequer.
(RIBEIRO, João Ubaldo. Jornal “O Globo”, p. 7, 04/01/90)
O morfema –inha, na palavra plaquinha, tem valor diminutivo. Assinale a opção em que ocorra valor semelhante:
 

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Questão presente nas seguintes provas
1365158 Ano: 2009
Disciplina: Biologia
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
Provas:
Em relação à Síndrome da Rubéola Congênita é correto afirmar que:
 

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