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Crianças criadas em caixotes ou em quartos escuros com extrema privação, metidas em seu berço sem qualquer estimulação, não se desenvolverão na época adequada porque ficou comprometido principalmente o desenvolvimento:
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No desenvolvimento e no acompanhamento de um ensino que se estrutura em torno das estratégias de aprendizagem, o psicopedagogo deve desempenhar o seguinte papel fundamental, sob o ponto de vista da especificidade da formação:
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TEXTO
PALMAS PARA ELA
Jornal do Brasil, 26/5/2000
Embora muitos leitores não acreditem no que vou dizer, porque acham que nós, jornalistas, somos mórbidos e masoquistas, só gostamos de falar mal, a verdade é que é bom também falar bem, podem crer. Só não dá para falar o tempo todo. Um jornal feito só de boas notícias, edificantes, seria uma chatice, como provou o tempo da ditadura, quando os militares tentavam impor pela censura uma imprensa cor- de- rosa, falando sistematicamente a favor.
O contrário, porém, falar mal sem parar, sempre do contra, confundindo crítica com mau humor, seria também insuportável – e essa é a crítica que muitos fazem à mídia hoje: “vocês só veem o lado ruim das coisas!”, dizem, achando que a imprensa já está sofrendo de um grave defeito de visão, de uma distorção para o mal: estaria obsessivamente voltada para esse lado.
Acho que não. Essa semana, por exemplo, uma das melhores notícias, a mais inesperada, foi uma novidade positiva, que recebeu destaque em toda a mídia, eletrônica e escrita, contrariando a crença de que notícia boa é só notícia ruim. A boa notícia foi que a PM agiu direito, foi impecável, deve por isso receber os parabéns. Portanto, palmas para ela, que ela merece!
Observando bem o texto, podemos verificar que a posição do jornalista em relação à Polícia Militar(PM) é a de:
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TEXTO
PALMAS PARA ELA
Jornal do Brasil, 26/5/2000
Embora muitos leitores não acreditem no que vou dizer, porque acham que nós, jornalistas, somos mórbidos e masoquistas, só gostamos de falar mal, a verdade é que é bom também falar bem, podem crer. Só não dá para falar o tempo todo. Um jornal feito só de boas notícias, edificantes, seria uma chatice, como provou o tempo da ditadura, quando os militares tentavam impor pela censura uma imprensa cor- de- rosa, falando sistematicamente a favor.
O contrário, porém, falar mal sem parar, sempre do contra, confundindo crítica com mau humor, seria também insuportável – e essa é a crítica que muitos fazem à mídia hoje: “vocês só veem o lado ruim das coisas!”, dizem, achando que a imprensa já está sofrendo de um grave defeito de visão, de uma distorção para o mal: estaria obsessivamente voltada para esse lado.
Acho que não. Essa semana, por exemplo, uma das melhores notícias, a mais inesperada, foi uma novidade positiva, que recebeu destaque em toda a mídia, eletrônica e escrita, contrariando a crença de que notícia boa é só notícia ruim. A boa notícia foi que a PM agiu direito, foi impecável, deve por isso receber os parabéns. Portanto, palmas para ela, que ela merece!
“Essa semana, por exemplo, uma das melhores notícias, a mais inesperada, foi uma novidade positiva, que recebeu destaque em toda a mídia, eletrônica e escrita, contrariando a crença de que notícia boa é só notícia ruim.” A oração reduzida de gerúndio sublinhada pode ser adequadamente substituída por uma oração desenvolvida de sentido equivalente, que é:
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TEXTO
PALMAS PARA ELA
Jornal do Brasil, 26/5/2000
Embora muitos leitores não acreditem no que vou dizer, porque acham que nós, jornalistas, somos mórbidos e masoquistas, só gostamos de falar mal(A), a verdade é que é bom também falar bem(B), podem crer. Só não dá para falar o tempo todo(C). Um jornal feito só de boas notícias, edificantes, seria uma chatice, como provou o tempo da ditadura, quando os militares tentavam impor pela censura uma imprensa cor- de- rosa, falando sistematicamente a favor(D).
O contrário, porém, falar mal sem parar(E), sempre do contra, confundindo crítica com mau humor, seria também insuportável – e essa é a crítica que muitos fazem à mídia hoje: “vocês só veem o lado ruim das coisas!”, dizem, achando que a imprensa já está sofrendo de um grave defeito de visão, de uma distorção para o mal: estaria obsessivamente voltada para esse lado.
Acho que não. Essa semana, por exemplo, uma das melhores notícias, a mais inesperada, foi uma novidade positiva, que recebeu destaque em toda a mídia, eletrônica e escrita, contrariando a crença de que notícia boa é só notícia ruim. A boa notícia foi que a PM agiu direito, foi impecável, deve por isso receber os parabéns. Portanto, palmas para ela, que ela merece!
O segmento abaixo em que o termo sublinhado foi substituído por um vocábulo de forma inadequada é:
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A figura abaixo refere-se a uma janela mostrada na tela do monitor de vídeo, quando se utiliza um dispositivo conectado a um microcomputador por meio de um barramento USB, em um microcomputador com sistema Windows XP, versão em português. Nesse contexto, um usuário gravou um arquivo CONTRATO.DOC em um pen-drive configurado como H.

Nessas condições, para mostrar a janela acima e remover o pen-drive com segurança, o funcionário deve acionar, por meio do mouse, um ícone existente na barra de inicialização rápida. Esse ícone é:
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TEXTO
PALMAS PARA ELA
Jornal do Brasil, 26/5/2000
Embora muitos leitores não acreditem no que vou dizer, porque acham que nós, jornalistas, somos mórbidos e masoquistas, só gostamos de falar mal, a verdade é que é bom também falar bem, podem crer. Só não dá para falar o tempo todo. Um jornal feito só de boas notícias, edificantes, seria uma chatice, como provou o tempo da ditadura, quando os militares tentavam impor pela censura uma imprensa cor- de- rosa, falando sistematicamente a favor.
O contrário, porém, falar mal sem parar, sempre do contra, confundindo crítica com mau humor, seria também insuportável – e essa é a crítica que muitos fazem à mídia hoje: “vocês só veem o lado ruim das coisas!”, dizem, achando que a imprensa já está sofrendo de um grave defeito de visão, de uma distorção para o mal: estaria obsessivamente voltada para esse lado.
Acho que não. Essa semana, por exemplo, uma das melhores notícias, a mais inesperada, foi uma novidade positiva, que recebeu destaque em toda a mídia, eletrônica e escrita, contrariando a crença de que notícia boa é só notícia ruim. A boa notícia foi que a PM agiu direito, foi impecável, deve por isso receber os parabéns. Portanto, palmas para ela, que ela merece!
“O contrário, porém, falar mal (1) sem parar, sempre do contra, confundindo crítica com mau (2) humor, seria também insuportável – e essa é a crítica que muitos fazem à mídia hoje: “vocês só veem o lado ruim das coisas!”, dizem, achando que a imprensa já está sofrendo de um grave defeito de visão, de uma distorção para o mal (3) estaria obsessivamente voltada para esse lado.” Sobre as três ocorrências numeradas, é correto afirmar que:
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TEXTO
PALMAS PARA ELA
Jornal do Brasil, 26/5/2000
Embora muitos leitores não acreditem no que vou dizer, porque acham que nós, jornalistas, somos mórbidos e masoquistas(B), só gostamos de falar mal, a verdade é que é bom também falar bem, podem crer(C). Só não dá para falar o tempo todo(E). Um jornal feito só de boas notícias, edificantes, seria uma chatice, como provou o tempo da ditadura(E), quando os militares tentavam impor pela censura uma imprensa cor- de- rosa, falando sistematicamente a favor.
O contrário, porém, falar mal sem parar, sempre do contra, confundindo crítica com mau humor, seria também insuportável – e essa é a crítica que muitos fazem à mídia hoje: “vocês só veem o lado ruim das coisas!”, dizem, achando que a imprensa já está sofrendo de um grave defeito de visão, de uma distorção para o mal: estaria obsessivamente voltada para esse lado.
Acho que não. Essa semana, por exemplo, uma das melhores notícias, a mais inesperada, foi uma novidade positiva, que recebeu destaque em toda a mídia, eletrônica e escrita, contrariando a crença de que notícia boa é só notícia ruim. A boa notícia foi que a PM agiu direito, foi impecável, deve por isso receber os parabéns. Portanto, palmas para ela, que ela merece!(A)
A linguagem empregada no texto tem marcas de coloquialidade; o segmento abaixo que emprega somente linguagem formal é:
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O psicopedagogo pode atuar preventivamente e terapeuticamente dentro e fora do ambiente escolar. São atribuições do psicopedagogo, EXCETO:
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Uma “capicua” é um número que lido de trás para diante é igual ao número original. Assim, 121, 2332 e 44 são exemplos de “capicuas”. A quantidade de números de seis algarismos que são “capicuas” é igual a:
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