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Foram encontradas 40 questões.

1564455 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
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Com a chegada da Internet, foram necessários alguns programas que possibilitassem o nosso acesso. Um deles é o Navegador. Geralmente, entre outras funções, o navegador é responsável por permitir que acessemos as páginas de hipertexto, daí o protocolo ser o Hypertext Transfer ProtocoI - HTTP. Entre inúmeros programas desse tipo, os mais conhecidos são o Internet Explorer, o Firefox e o Chrome.

Sobre o Internet Explorer 9, o Firefox 39 e o Chrome 49, todos no idioma Português do Brasil, marque a opção CORRETA:

 

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1555717 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
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A variação e a distribuição de atributos funcionais em uma comunidade vegetal que estariam relacionadas com a rede de possibilidades de interações entre espécies e destas com o meio é chamada de:
 

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1537071 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
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Sobre o Windows 7, idioma Português do Brasil, marque a opção CORRETA:
 

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1518608 Ano: 2016
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
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A criação de uma unidade de conservação deve ser precedida de estudos técnicos e de consulta pública que permitam identificar a localização, a dimensão e os limites mais adequados para a unidade, conforme se dispuser em regulamento. NÃO está sujeita a consulta pública a criação da seguinte unidade de conservação:
 

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1509055 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
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Louco é quem não sonha

Comemoram-se este ano os 500 anos da publicação da "Utopia", de Thomas More. A data está a servir de pretexto para uma série de iniciativas, não apenas para lembrar More e a sua obra, mas também (ou sobretudo) para celebrar a ideia de utopia. Utopias e distopias são poderosos exercícios de imaginação que nos ajudam a compreender os erros dos atuais modelos políticos e a projetar e construir melhores modelos.

Atravessamos tempos convulsos. Tempos de incerteza. Depois de Barack Obama, um modelo de elegância e inteligência, concorde-se ou não com as suas ideias, ninguém acreditava que os EUA pudessem regredir até alguém (alguma coisa) tão ruim quanto, por exemplo, George W. Bush - e foi então que surgiu Donald Trump. No início parecia apenas um pequeno erro do sistema, um divertimento antes da ação a sério, como os palhaços, no circo, antecedendo a entrada dos trapezistas. Agora começa a parecer-se com o que sempre foi - um pesadelo.

No Brasil, cujo processo de democratização acompanhei com entusiasmo, que vi crescer, prosperar, vencer a inflação e o desemprego - antes da crise atual -, há quem saia para as ruas clamando pelo regresso dos militares. Olhando a partir de fora custa a compreender. Olhando a partir de dentro custa ainda mais.

Desistir da democracia porque alguns políticos são corruptos é como cortar a cabeça para acalmar uma enxaqueca. As ditaduras tendem a ser muitíssimo mais corruptas do que as democracias. A diferença entre uma ditadura e uma democracia, no que diz respeito à corrupção, é que numa democracia os corruptos nem sempre conseguem dormir, com receio de que polícia lhes entre em casa a meio da noite, enquanto numa ditadura são as pessoas honestas que não conseguem dormir - com receio de que a polícia lhes entre em casa a meio da noite. Uma democracia é tanto mais avançada quando mais capaz for de combater a corrupção e, em particular, a corrupção no mundo da política. Creio mesmo que uma democracia é tanto mais avançada quanto menos ricos forem os seus políticos. Gosto da Holanda porque o primeiro-ministro vai para o emprego de bicicleta. Amo Cabo Verde, entre tantos outros bons motivos, porque o governo fica na Praia, e porque, entrando num boteco qualquer, nunca saberemos se o sujeito sentado ao nosso lado, tocando cavaquinho, é um humilde pedreiro ou o presidente da República.

Não há ditaduras boas, da mesma forma que não há doenças boas. Há democracias avançadas e vigorosas e há democracias em crise, democracias frágeis, democracias necessitadas de um novo começo. O que não há com toda a certeza é democracias que possam ser substituídas com proveito por uma qualquer ditadura. Nenhuma democracia é tão má que consiga ser pior do que a melhor ditadura.

Quando se analisam, à distância de séculos, tempos de incerteza e convulsão verifica-se, tantas vezes, que estes assinalam importantes avanços na História. As pessoas que acordaram em Paris, naquela manhã de 14 de julho de 1789, não podiam imaginar que os confrontos desse dia, que culminaram na tomada da Bastilha, iriam dar origem não só a mudanças políticas fundamentais, mas, mais importante, a alterações positivas de mentalidade, em particular ao enraizamento da noção de que todos os homens nascem livres e são iguais em direitos e deveres. Para muitos franceses aqueles foram dias de puro terror. Dias em que um mundo acabou. Mas hoje, olhando para trás, o que vemos é um mundo novo a começar.

Tempos como aqueles que vivemos são susceptíveis de engendrar monstros. Contudo, também são capazes de gerar sonhos enormes e poderosos. Mais do que nunca é urgente revisitar utopias antigas e projetar novas. A obra de Thomas More inspirou, entre outros, Pierre-Joseph Proudhon, um dos pais do anarquismo. Mesmo quem nunca ouviu falar em Proudhon conhece certamente a mais famosa das suas proclamações, lia propriedade é um roubo", e muitos a repetem, ainda que a não compreendam. Algumas das ideias antiautoritárias de Proudhon são hoje mais atuais - e menos "utópicas" - do que quando este as produziu.

O comunismo morreu e o capita lismo ameaça matar-nos a todos. A corrupção da classe política, as crises de refugiados, o aquecimento global, tudo isto são problemas decorrentes da própria natureza do sistema capitalista . É urgente procurar outros caminhos. Sonhar não é loucura. Loucura, hoje, é não sonhar. Na certeza, porém, de que esses caminhos, esses sonhos, só podem ser encontrados por meios pacíficos e democráticos. A democracia, essa utopia primordial, não pode ser posta em causa. Todos somos poucos para a defender.

AGUALUSA, José Eduardo. Louco é quem não sonha. Disponível em:

http://oglobo.globo.com/cultura/louco-quem-nao-sonha-18922165.

Acessado em: 26 mar. 2016.

Dos substantivos extraídos do texto, o único que NÃO é formado a partir de verbo é:

 

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1502139 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
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Considere a imagem abaixo do Microsoft Word 2010, idioma Português do Brasil:
Enunciado 1502139-1
Supondo que você tenha selecionado os dois parágrafos exibidos na figura e tenha pressionado o botão Classificar, escolhendo por parágrafos e em ordem crescente, marque a opção que afirma a alteração que o texto sofrerá.
 

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1337681 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
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Na década de 1970, um grupo de fitogeógrafos envolvidos no projeto RADAMBRASIL foi encarregado de mapear a vegetação brasileira e organizar sua nomenclatura de modo compatível com um sistema universal. Surgiu daí a definição das formações floresta is no sistema de classificação da vegetação brasileira. Sobre essa classificação, assinale a opção INCORRETA:
 

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Consoante a Lei Orgânica do Município de Barra Mansa, os limites do território do Município só podem ser alterados na forma estabelecida

 

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A Lei Orgânica do Município de Barra Mansa poderá ser emendada mediante proposta :

 

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873102 Ano: 2016
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
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Consoante a Lei Orgânica do Município de Barra Mansa, o instrumento orientador e básico dos processos de transformação do espaço e de sua estrutura territorial servindo de referência para todos os agentes públicos e privados que atuam na cidade denomina-se:

 

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