Foram encontradas 40 questões.
Leia o Texto 01 e responda às questões 29 e 30.
Texto 01
“Não podemos imaginar que as comunidades indígenas estejam além das relações de poder. Apesar da não existência de um estrato de poder institucionalizado separado do corpo social, as relações de poder estão presentes no cotidiano das pessoas como práticas sociais de autoridade. [...] As relações de autoridade são vivenciadas no próprio cotidiano, entre os sujeitos, podendo envolver as amais diversas categorias de relações, dependendo da cultura da qual estejamos falando, disputas entre gerações, disputas entre homens e mulheres, entre homens e homens e entre mulheres e mulheres, tendo direções preferenciais, mas não predefinidas; durante esta disputa também vai ocorrendo a própria tessitura das atualizações culturais” (Caleffi, 2011, p. 37-38).
Fonte: CALEFFI, Paula. Educação autóctone nos séculos XVI ao XVIII ou Américo Vespúcio tinha razão? STEPHANOU, Maria. BASTOS, Maria Helena Camara In: (Orgs.). séculos XV – XVIII. Petrópolis–RJ: Vozes, 2011 (v. 1).
“A década de 1970 testemunhou a ascensão, ou pelo menos a definição, de um novo gênero histórico, a 'micro-história', associado a um pequeno grupo de historiadores italianos, como Carlo Ginzburg, Giovanni Levi e Edoardo Grendi” (Burke, 2005, p. 60).
Fonte: BURKE, Peter. Tradução de Sérgio Goes de Paula. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,2005. O que é História Cultural?
Tendo como premissa a micro-história, analise as afirmativas a seguir.
I- A micro-história foi uma reação contra um certo estilo de história social que seguia o modelo da história econômica, empregando métodos quantitativos e descrevendo tendências gerais.
II- A micro-história recebeu uma grande contribuição da antropologia porque os antropólogos ofereciam um modelo alternativo, a ampliação do estudo de caso, no qual havia espaço para a cultura, para a liberdade em relação ao determinismo social e econômico.
III- A micro-história fundamentalmente passou a valorizar uma história triunfalista, com grandes narrativas em busca do progresso e da consolidação da moderna civilização ocidental.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Texto 01
“Não podemos imaginar que as comunidades indígenas estejam além das relações de poder. Apesar da não existência de um estrato de poder institucionalizado separado do corpo social, as relações de poder estão presentes no cotidiano das pessoas como práticas sociais de autoridade. [...] As relações de autoridade são vivenciadas no próprio cotidiano, entre os sujeitos, podendo envolver as amais diversas categorias de relações, dependendo da cultura da qual estejamos falando, disputas entre gerações, disputas entre homens e mulheres, entre homens e homens e entre mulheres e mulheres, tendo direções preferenciais, mas não predefinidas; durante esta disputa também vai ocorrendo a própria tessitura das atualizações culturais” (Caleffi, 2011, p. 37-38).
Fonte: CALEFFI, Paula. Educação autóctone nos séculos XVI ao XVIII ou Américo Vespúcio tinha razão? STEPHANOU, Maria. BASTOS, Maria Helena Camara In: (Orgs.). séculos XV – XVIII. Petrópolis–RJ: Vozes, 2011 (v. 1).
“Para os cristãos medievais, a hostilidade com os bizantinos não se fazia sem alguma crise de consciência, uma vez que mantinham relações com eles. Mas em relação aos muçulmanos parece não ter havido qualquer drama” (Le Goff, 2005, 138).
Fonte: LE GOFF, Jacques. Tradução de José Rivair de Macedo. Bauru-SP: Edusc, 2005. A civilização do ocidente medieval.
Considerando as relações entre a cristandade e os muçulmanos, avalie as afirmativas a seguir.
I- As atitudes dos cristãos medievais com respeito aos muçulmanos foi marcada pela unidade de pensamento, pois viam nos infiéis um fanatismo, marcado por ações terroristas, e, a partir do século IX, percebiam Maomé como a besta do apocalipse.
II- No século XI, quando as cruzadas são preparadas, elas são orquestradas por toda uma propaganda que coloca em primeiro plano os ódios cristãos aos partidários de Maomé.
III- Na Terra Santa, principal lugar de enfrentamento bélico entre cristãos e muçulmanos, nunca estabeleceram, até os dias de hoje, coexistência pacífica.
É CORRETO o que se afirma em:
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Texto 01
“Não podemos imaginar que as comunidades indígenas estejam além das relações de poder. Apesar da não existência de um estrato de poder institucionalizado separado do corpo social, as relações de poder estão presentes no cotidiano das pessoas como práticas sociais de autoridade. [...] As relações de autoridade são vivenciadas no próprio cotidiano, entre os sujeitos, podendo envolver as amais diversas categorias de relações, dependendo da cultura da qual estejamos falando, disputas entre gerações, disputas entre homens e mulheres, entre homens e homens e entre mulheres e mulheres, tendo direções preferenciais, mas não predefinidas; durante esta disputa também vai ocorrendo a própria tessitura das atualizações culturais” (Caleffi, 2011, p. 37-38).
Fonte: CALEFFI, Paula. Educação autóctone nos séculos XVI ao XVIII ou Américo Vespúcio tinha razão? STEPHANOU, Maria. BASTOS, Maria Helena Camara In: (Orgs.). séculos XV – XVIII. Petrópolis–RJ: Vozes, 2011 (v. 1).
Tendo como premissa que a educação pode ser entendida como processo de socialização dos indivíduos em uma dada cultura (Caleffi, 2011) e considerando as comunidades indígenas da América portuguesa, assinale a alternativa CORRETA.
Fonte: CALEFFI, Paula. Educação autóctone nos séculos XVI ao XVIII ou Américo Vespúcio tinha razão? STEPHANOU, Maria. BASTOS, Maria Helena Camara In: (Orgs.). séculos XV – XVIII. Petrópolis–RJ: Vozes, 2011 (v. 1).
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Texto 01
“Não podemos imaginar que as comunidades indígenas estejam além das relações de poder. Apesar da não existência de um estrato de poder institucionalizado separado do corpo social, as relações de poder estão presentes no cotidiano das pessoas como práticas sociais de autoridade. [...] As relações de autoridade são vivenciadas no próprio cotidiano, entre os sujeitos, podendo envolver as amais diversas categorias de relações, dependendo da cultura da qual estejamos falando, disputas entre gerações, disputas entre homens e mulheres, entre homens e homens e entre mulheres e mulheres, tendo direções preferenciais, mas não predefinidas; durante esta disputa também vai ocorrendo a própria tessitura das atualizações culturais” (Caleffi, 2011, p. 37-38).
Fonte: CALEFFI, Paula. Educação autóctone nos séculos XVI ao XVIII ou Américo Vespúcio tinha razão? STEPHANOU, Maria. BASTOS, Maria Helena Camara In: (Orgs.). séculos XV – XVIII. Petrópolis–RJ: Vozes, 2011 (v. 1).
Há uma concepção de poder no Texto 01 que nos remete ao teórico:
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Um dos períodos mais conturbados da história do Brasil foi o regencial. Tendo como premissa o conceito de povo neste período da história brasileira, analise as afirmativas a seguir.
I- Em todo esse período, tanto os representantes do partido moderado quanto os do exaltado foram unânimes ao pensar o conceito de povo como algo que era ativo politicamente, uma força revolucionária que deveria transformar as estruturas do regime monárquico e buscar a libertação dos escravos.
II- Para Diogo Antônio Feijó, Evaristo da Veiga e Bernardo Pereira, três representantes do pensamento moderado, a mudança deveria ocorrer pelas mãos das autoridades porque era preciso evitar excessos de violência, isto é, o conceito de povo foi ligado à ideia de ordem e disciplina.
III- Com a avanço da pacificação das províncias, começaram a se delinear nos discursos narrativas históricas dos acontecimentos que procuravam indicar que o esmagamento das tentativas revolucionárias era necessário por seguir o curso imperioso e progressivo do tempo e, neste caso, o povo estaria deixando a desordem e a anarquia da revolução rumo ao progresso e à ordem.
É CORRETO o que se afirma em:
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“A posterior votação da Lei Saraiva-Cotegipe, Lei dos Sexagenários, que se pretendia sucessora do projeto de 1844, mas que é rechaçada pelos abolicionistas radicais, marca a virada e a radicalização final do processo abolicionista” (Menezes, 2012, p. 93).
Fonte: MENEZES, Jaci Maria Ferraz de. Abolição no Brasil: a construção da liberdade. , Campinas, v. 9, n. 36, p. 83–104, 2012. DOI: Revista HISTEDBR [On-line] 10.20396/rho.v9i36.8639642. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/histedbr/article/view/8639642. Acesso em: 4 out. 2024.
Considerando o processo abolicionista, analise as afirmativas a seguir.
I- Em 1880, Joaquim Nabuco apresenta um projeto de extinção da escravidão. Entre os principais pontos, podemos destacar: cessação imediata da compra e venda de cativos, bem como o fim do tráfico interprovincial; as associações organizadas para emancipar escravos receberiam terras, para o estabelecimento de colônias de libertos e libertação imediata dos escravos mais velhos, doentes e cegos.
II- Os abolicionistas eram formados exclusivamente por políticos liberais e republicanos que eram combatidos fortemente pelos políticos conservadores e monarquistas.
III- Os abolicionistas, inclusive Joaquim Nabuco, não apresentaram projetos para a educação dos escravos e dos libertos, prejudicando fortemente os negros, que, após a libertação, não eram respeitados como cidadãos nem eram integrados ao mundo do trabalho.
É CORRETO o que se afirma em:
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Uma das características do processo de escravidão no Brasil oitocentista foi o acesso à alforria. Sobre esta temática, é CORRETO afirmar que:
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De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) Educação 2023, nove milhões de jovens de 14 a 29 anos de idade não completaram o Ensino Médio no Brasil. O gráfico a seguir mostra o percentual dessas pessoas, que integram esta estatística por motivo do abandono escolar ou ainda por nunca ter frequentado a escola.

Fonte: Adaptado por CPCOM/IBGE, Diretoria de Pesquisa, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua 2023.
Com base nos dados apresentado no gráfico anterior, assinale a alternativa CORRETA.
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De acordo com Pereira (2005, p. 91), “os desafios no processo de avaliação ainda convergem para a centralidade da concepção classificatória, apesar dos discursos dos professores simularem, muitas vezes, tendências inovadoras.” e segundo Luckesi (2013), esses professores têm diversas possibilidades de utilização dos resultados da aferição do aproveitamento escolar, tais como:
I- Registrá-los, simplesmente, no diário de classe ou caderneta, para que fique claro os estudantes que foram aprovados ou reprovados.
II- Oferecer ao estudante, caso ele tenha obtido uma nota ou conceito inferior, uma oportunidade de melhorar a nota ou conceito, permitindo uma nova aferição, visando à possibilidade de sua aprovação.
III- Atentar para as dificuldades e desvios da aprendizagem dos estudantes e decidir trabalhar com eles para que, de fato, aprendam aquilo que deveriam aprender.
IV- Fazer uma revisão dos conteúdos, na busca de favorecer uma aprendizagem ainda não realizada ou o aprofundamento de determinada aprendizagem.
As possibilidades de utilização dos resultados das avaliações que estão fortemente centradas na concepção classificatória são aquelas descritas apenas nas afirmativas:
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A tira a seguir se refere às questões 5 e 6:

Com relação à análise linguística da tira, assinale a alternativa CORRETA:
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