Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

762237 Ano: 2018
Disciplina: Estatística
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Barretos-SP
Provas:

Em uma cidade, há uma cooperativa de táxi e uma empresa de moto-táxi. O valor da corrida pela cooperativa de táxi é calculado a partir de um valor fixo de R$ 5,00, além de R$ 2,75 por quilômetro rodado. Já a empresa de moto-táxi utiliza a seguinte tabela de preços:

enunciado 762237-1

Se o valor de uma corrida feita pela cooperativa de táxi é de R$ 21,50, na empresa de moto-táxi é

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
762236 Ano: 2018
Disciplina: Estatística
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Barretos-SP
Provas:

As bandeiras tarifárias são um sistema de cobrança extra na conta de luz, utilizado quando o custo de geração de energia elétrica no país sobe, sendo que, de acordo com a cor da bandeira, há um acréscimo diretamente proporcional no valor da conta. Veja os valores cobrados atualmente e as bandeiras que vigoraram nos meses do ano passado, em 2017.

enunciado 762236-1

Se no ano de 2018, as bandeiras mensais repetirem as de 2017, uma residência, cujo consumo médio mensal é de 150 kWh, terá uma cobrança extra na sua conta de luz, ao final de todo o ano de 2018, igual a

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
762190 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Barretos-SP
Provas:

Para responder à questão, leia o trecho, com adaptações, de uma bula de medicamento.

O uso prolongado de X em idosos não é recomendado. Se a terapia prolongada com X for necessária, os pacientes devem ser regularmente monitorados, pois são mais sensíveis a reações desagradáveis de componentes da fórmula.

Como X pode interferir na função plaquetária, ele deve ser usado com cuidado em pacientes com problema de coagulação como, por exemplo, hemofilia e predisposição a sangramento.

Com relação ao uso de X em crianças, foram relatadas algumas reações severas, incluindo casos muito raros compatíveis com Síndrome de Reye.

O produto tem pouco ou nenhum efeito sobre a habilidade de dirigir ou operar máquinas.

Diabéticos: os comprimidos de X não contêm açúcar, podendo ser utilizados por pacientes diabéticos.

“NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE.”

É correto afirmar que esse trecho expõe
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
762182 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Barretos-SP
Provas:

enunciado 762182-1

É correto concluir que as declarações do garoto indicam
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
762179 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Barretos-SP
Provas:

Eu não quero ficar velhinha

Semana passada, diante de uma foto minha com a idade dela, minha filha de quase quatro anos finalmente entendeu que eu já fui criança. Passou uns segundos ressabiada, olhando a foto, olhando para mim, então algo se iluminou: “Mas papai, quando você era do meu tamanho você morava em outra casa, né?”. “Morava”. “E essa casa era muito longe daqui, né?”. Eu disse que era perto. Ela ficou aflita. “Não, papai! Quando você era pequeno você morava numa casa muito, muito, muito, muito, muito, muito longe daqui!”. A distância física, compreendi, era a maneira que ela tinha de elaborar a distância temporal.

Deve ser ignorância minha, mas não acho o tempo misterioso, só acho cruel. Ele passa, a gente envelhece e depois adeus pudim, presentes de aniversário, metrô de Paris. Minha filha também começa a entender que essa história de o tempo passar não tem como acabar bem. Numa livraria, um dia depois de descobrir que eu havia sido criança, ela viu duas velhinhas, bem velhinhas, pagando as compras. Abraçou as minhas pernas e perguntou: “Papai, eu também vou ficar velhinha?”. Eu sussurrei: “Vai, mas fala baixo”. “Papai, eu não quero ficar velhinha!”. “Shhhh, fala baixo!”. “Não, papai, eu não quero ficar velhinha!”. Abandonei a fila com ela gritando: “Não quero! Não quero ficar velhinha!”.

Vai demorar um pouco para ela entender que, em relação ao tempo, o melhor que pode acontecer é ficar velhinha. Enquanto isso, tento acalmá-la dizendo que ela, velhinha, mora numa casa muito, muito, muito, muito longe daqui: indo a pé, de carro ou de avião, vai levar mais de 80 anos para chegar.

(Antonio Prata. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br> . Acesso em: 23.01.2018. Adaptado)

A relação de oposição de sentido que existe entre as palavras destacadas em – “E essa casa era muito longe daqui, né?”. Eu disse que era perto. – está presente também entre
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
762174 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Barretos-SP
Provas:

Crônicas da cidade, a partir da poltrona do barbeiro

Nenhuma brisa faz tilintar a bacia de latão pendurada em um arame, sobre o oco da porta, anunciando que aqui se faz barba, arranca-se dente e aplica-se ventosa.

Por mero hábito, ou para sacudir-se da sonolência do verão, o barbeiro andaluz discursa e canta enquanto acaba de cobrir de espuma a cara de um cliente. Entre frases e bulícios, sussurra a navalha. Um olho do barbeiro vigia a navalha, que abre caminho no creme, e outro vigia os montevideanos que abrem caminho pela rua poeirenta. Mais afiada é a língua que a navalha, e não há quem se salve das esfoladuras. O cliente, prisioneiro do barbeiro enquanto dura a função, mudo, imóvel, escuta a crônica de costumes e acontecimentos e de vez em quando tenta seguir, com o rabo do olho, as vítimas fugazes.

Passa um par de bois, levando uma morta para o cemitério. Atrás da carreta, um monge desfia o rosário. barbearia chegam os sons de algum sino que, por rotina, despede a defunta de terceira classe. A navalha para no ar. O barbeiro faz o sinal-da-cruz e de sua boca saem palavras sem desolação:

– Coitadinha. Nunca foi feliz.

O cadáver de Rosalia Villagrán está atravessando a cidade de Montevidéu, ocupada pelos inimigos de Artigas. Há muito que ela acreditava que era outra, e achava que vivia em outro tempo e em outro mundo, e no hospital de caridade chegava-se às paredes e esquadrinhava-as e discutia com as pombas. Rosalia Villagrán, esposa de Artigas, entrou na morte sem uma moeda que lhe pagasse o ataúde ou alguém que dela se apiedasse.

(Eduardo Galeano, Mulheres. Adaptado)

Diante da descrição da cena, será correto concluir a frase – ... aqui se faz barba, arranca-se dente e aplica-se ventosa. – com a seguinte afirmação:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
762158 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Barretos-SP
Provas:

Crônicas da cidade, a partir da poltrona do barbeiro

Nenhuma brisa faz tilintar a bacia de latão pendurada em um arame, sobre o oco da porta, anunciando que aqui se faz barba, arranca-se dente e aplica-se ventosa.

Por mero hábito, ou para sacudir-se da sonolência do verão, o barbeiro andaluz discursa e canta enquanto acaba de cobrir de espuma a cara de um cliente. Entre frases e bulícios, sussurra a navalha. Um olho do barbeiro vigia a navalha, que abre caminho no creme, e outro vigia os montevideanos que abrem caminho pela rua poeirenta. Mais afiada é a língua que a navalha, e não há quem se salve das esfoladuras. O cliente, prisioneiro do barbeiro enquanto dura a função, mudo, imóvel, escuta a crônica de costumes e acontecimentos e de vez em quando tenta seguir, com o rabo do olho, as vítimas fugazes.

Passa um par de bois, levando uma morta para o cemitério. Atrás da carreta, um monge desfia o rosário. barbearia chegam os sons de algum sino que, por rotina, despede a defunta de terceira classe. A navalha para no ar. O barbeiro faz o sinal-da-cruz e de sua boca saem palavras sem desolação:

– Coitadinha. Nunca foi feliz.

O cadáver de Rosalia Villagrán está atravessando a cidade de Montevidéu, ocupada pelos inimigos de Artigas. Há muito que ela acreditava que era outra, e achava que vivia em outro tempo e em outro mundo, e no hospital de caridade chegava-se às paredes e esquadrinhava-as e discutia com as pombas. Rosalia Villagrán, esposa de Artigas, entrou na morte sem uma moeda que lhe pagasse o ataúde ou alguém que dela se apiedasse.

(Eduardo Galeano, Mulheres. Adaptado)

Assinale a alternativa em que as vírgulas estão empregadas segundo a regra de pontuação aplicada à frase – ... de vez em quando tenta seguir, com o rabo do olho, as vítimas fugazes.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
762152 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Barretos-SP
Provas:

Crônicas da cidade, a partir da poltrona do barbeiro

Nenhuma brisa faz tilintar a bacia de latão pendurada em um arame, sobre o oco da porta, anunciando que aqui se faz barba, arranca-se dente e aplica-se ventosa.

Por mero hábito, ou para sacudir-se da sonolência do verão, o barbeiro andaluz discursa e canta enquanto acaba de cobrir de espuma a cara de um cliente. Entre frases e bulícios, sussurra a navalha. Um olho do barbeiro vigia a navalha, que abre caminho no creme, e outro vigia os montevideanos que abrem caminho pela rua poeirenta. Mais afiada é a língua que a navalha, e não há quem se salve das esfoladuras. O cliente, prisioneiro do barbeiro enquanto dura a função, mudo, imóvel, escuta a crônica de costumes e acontecimentos e de vez em quando tenta seguir, com o rabo do olho, as vítimas fugazes.

Passa um par de bois, levando uma morta para o cemitério. Atrás da carreta, um monge desfia o rosário. barbearia chegam os sons de algum sino que, por rotina, despede a defunta de terceira classe. A navalha para no ar. O barbeiro faz o sinal-da-cruz e de sua boca saem palavras sem desolação:

– Coitadinha. Nunca foi feliz.

O cadáver de Rosalia Villagrán está atravessando a cidade de Montevidéu, ocupada pelos inimigos de Artigas. Há muito que ela acreditava que era outra, e achava que vivia em outro tempo e em outro mundo, e no hospital de caridade chegava-se às paredes e esquadrinhava-as e discutia com as pombas. Rosalia Villagrán, esposa de Artigas, entrou na morte sem uma moeda que lhe pagasse o ataúde ou alguém que dela se apiedasse.

(Eduardo Galeano, Mulheres. Adaptado)

Assinale a alternativa em que as frases do texto estão reescritas de acordo com a norma-padrão de concordância verbal.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
762147 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Barretos-SP
Provas:

Crônicas da cidade, a partir da poltrona do barbeiro

Nenhuma brisa faz tilintar a bacia de latão pendurada em um arame, sobre o oco da porta, anunciando que aqui se faz barba, arranca-se dente e aplica-se ventosa.

Por mero hábito, ou para sacudir-se da sonolência do verão, o barbeiro andaluz discursa e canta enquanto acaba de cobrir de espuma a cara de um cliente. Entre frases e bulícios, sussurra a navalha. Um olho do barbeiro vigia a navalha, que abre caminho no creme, e outro vigia os montevideanos que abrem caminho pela rua poeirenta. Mais afiada é a língua que a navalha, e não há quem se salve das esfoladuras. O cliente, prisioneiro do barbeiro enquanto dura a função, mudo, imóvel, escuta a crônica de costumes e acontecimentos e de vez em quando tenta seguir, com o rabo do olho, as vítimas fugazes.

Passa um par de bois, levando uma morta para o cemitério. Atrás da carreta, um monge desfia o rosário. barbearia chegam os sons de algum sino que, por rotina, despede a defunta de terceira classe. A navalha para no ar. O barbeiro faz o sinal-da-cruz e de sua boca saem palavras sem desolação:

– Coitadinha. Nunca foi feliz.

O cadáver de Rosalia Villagrán está atravessando a cidade de Montevidéu, ocupada pelos inimigos de Artigas. Há muito que ela acreditava que era outra, e achava que vivia em outro tempo e em outro mundo, e no hospital de caridade chegava-se às paredes e esquadrinhava-as e discutia com as pombas. Rosalia Villagrán, esposa de Artigas, entrou na morte sem uma moeda que lhe pagasse o ataúde ou alguém que dela se apiedasse.

(Eduardo Galeano, Mulheres. Adaptado)

Assinale a alternativa em que se identifica corretamente, nos parênteses, a circunstância adverbial presente na expressão destacada.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
762117 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Barretos-SP
Provas:

Crônicas da cidade, a partir da poltrona do barbeiro

Nenhuma brisa faz tilintar a bacia de latão pendurada em um arame, sobre o oco da porta, anunciando que aqui se faz barba, arranca-se dente e aplica-se ventosa.

Por mero hábito, ou para sacudir-se da sonolência do verão, o barbeiro andaluz discursa e canta enquanto acaba de cobrir de espuma a cara de um cliente. Entre frases e bulícios, sussurra a navalha. Um olho do barbeiro vigia a navalha, que abre caminho no creme, e outro vigia os montevideanos que abrem caminho pela rua poeirenta. Mais afiada é a língua que a navalha, e não há quem se salve das esfoladuras. O cliente, prisioneiro do barbeiro enquanto dura a função, mudo, imóvel, escuta a crônica de costumes e acontecimentos e de vez em quando tenta seguir, com o rabo do olho, as vítimas fugazes.

Passa um par de bois, levando uma morta para o cemitério. Atrás da carreta, um monge desfia o rosário. barbearia chegam os sons de algum sino que, por rotina, despede a defunta de terceira classe. A navalha para no ar. O barbeiro faz o sinal-da-cruz e de sua boca saem palavras sem desolação:

– Coitadinha. Nunca foi feliz.

O cadáver de Rosalia Villagrán está atravessando a cidade de Montevidéu, ocupada pelos inimigos de Artigas. Há muito que ela acreditava que era outra, e achava que vivia em outro tempo e em outro mundo, e no hospital de caridade chegava-se às paredes e esquadrinhava-as e discutia com as pombas. Rosalia Villagrán, esposa de Artigas, entrou na morte sem uma moeda que lhe pagasse o ataúde ou alguém que dela se apiedasse.

(Eduardo Galeano, Mulheres. Adaptado)

Observe as expressões destacadas nas passagens a seguir:

... e no hospital de caridade chegava-se às paredes e esquadrinhava-as e discutia com as pombas.

... entrou na morte sem uma moeda que lhe pagasse o ataúde ou alguém que dela se apiedasse.

Assinale a alternativa que substitui essas expressões, pela ordem, com correção e preservando seu sentido.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas