Foram encontradas 50 questões.
- Avaliação EducacionalAvaliação Escolar e suas Implicações Pedagógicas
- Avaliação EducacionalFunções da Avaliação Escolar e a Análise dos Resultados
- Ensino das DisciplinasLíngua Portuguesa
- Temas Educacionais Pedagógicos
Texto 03
Nos Anos Finais do Ensino Fundamental, o adolescente/jovem participa com maior
criticidade de situações comunicativas diversificadas, interagindo com um número de
interlocutores cada vez mais amplo, inclusive no contexto escolar, no qual se amplia o número
de professores responsáveis por cada um dos componentes curriculares. Essa mudança em
relação aos anos iniciais favorece não só o aprofundamento de conhecimentos relativos às áreas,
como também o surgimento do desafio de aproximar esses múltiplos conhecimentos. A
continuidade da formação para a autonomia se fortalece nessa etapa, na qual os jovens assumem
maior protagonismo em práticas de linguagem realizadas dentro e fora da escola.
No componente Língua Portuguesa, amplia-se o contato dos estudantes com gêneros textuais
relacionados a vários campos de atuação e a várias disciplinas, partindo-se de práticas de
linguagem já vivenciadas pelos jovens para a ampliação dessas práticas, em direção a novas
experiências.
Como consequência do trabalho realizado em etapas anteriores de escolarização, os
adolescentes e jovens já conhecem e fazem uso de gêneros que circulam nos campos das práticas
artístico-literárias, de estudo e pesquisa, jornalístico-midiático, de atuação na vida pública e
campo da vida pessoal, cidadãs, investigativas.
(MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Base Nacional Comum Curricular: educação é a base. p. 136).
No que tange à avaliação das produções textuais orais e escritas em sala de aula, a BNCC orienta que:
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- Currículo (Teoria e Prática)Componentes Curriculares
- Currículo (Teoria e Prática)Currículo e Diversidade
- Ensino das DisciplinasLíngua Portuguesa
- Temas Educacionais PedagógicosProcesso de Ensino e Aprendizagem
Texto 03
Nos Anos Finais do Ensino Fundamental, o adolescente/jovem participa com maior
criticidade de situações comunicativas diversificadas, interagindo com um número de
interlocutores cada vez mais amplo, inclusive no contexto escolar, no qual se amplia o número
de professores responsáveis por cada um dos componentes curriculares. Essa mudança em
relação aos anos iniciais favorece não só o aprofundamento de conhecimentos relativos às áreas,
como também o surgimento do desafio de aproximar esses múltiplos conhecimentos. A
continuidade da formação para a autonomia se fortalece nessa etapa, na qual os jovens assumem
maior protagonismo em práticas de linguagem realizadas dentro e fora da escola.
No componente Língua Portuguesa, amplia-se o contato dos estudantes com gêneros textuais
relacionados a vários campos de atuação e a várias disciplinas, partindo-se de práticas de
linguagem já vivenciadas pelos jovens para a ampliação dessas práticas, em direção a novas
experiências.
Como consequência do trabalho realizado em etapas anteriores de escolarização, os
adolescentes e jovens já conhecem e fazem uso de gêneros que circulam nos campos das práticas
artístico-literárias, de estudo e pesquisa, jornalístico-midiático, de atuação na vida pública e
campo da vida pessoal, cidadãs, investigativas.
(MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Base Nacional Comum Curricular: educação é a base. p. 136).
Conforme o que se enuncia no primeiro período do texto 03, durante os anos finais do ensino fundamental, amplia-se a diversidade de interlocutores com os quais o aluno passa a interagir. Assim sendo, assinale a alternativa em que a habilidade apresentada está mais diretamente ligada a esse aspecto particular dos anos finais do ensino fundamental.
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- Currículo (Teoria e Prática)Currículo e Diversidade
- Ensino das DisciplinasLíngua Portuguesa
- Temas Educacionais PedagógicosInclusão e Exclusão: Diversidade, Desigualdade e Diferença
Texto 03
Nos Anos Finais do Ensino Fundamental, o adolescente/jovem participa com maior
criticidade de situações comunicativas diversificadas, interagindo com um número de
interlocutores cada vez mais amplo, inclusive no contexto escolar, no qual se amplia o número
de professores responsáveis por cada um dos componentes curriculares. Essa mudança em
relação aos anos iniciais favorece não só o aprofundamento de conhecimentos relativos às áreas,
como também o surgimento do desafio de aproximar esses múltiplos conhecimentos. A
continuidade da formação para a autonomia se fortalece nessa etapa, na qual os jovens assumem
maior protagonismo em práticas de linguagem realizadas dentro e fora da escola.
No componente Língua Portuguesa, amplia-se o contato dos estudantes com gêneros textuais
relacionados a vários campos de atuação e a várias disciplinas, partindo-se de práticas de
linguagem já vivenciadas pelos jovens para a ampliação dessas práticas, em direção a novas
experiências.
Como consequência do trabalho realizado em etapas anteriores de escolarização, os
adolescentes e jovens já conhecem e fazem uso de gêneros que circulam nos campos das práticas
artístico-literárias, de estudo e pesquisa, jornalístico-midiático, de atuação na vida pública e
campo da vida pessoal, cidadãs, investigativas.
(MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Base Nacional Comum Curricular: educação é a base. p. 136).
Acerca do enriquecimento das habilidades e competências relativas à oralidade na escola e do conhecimento linguístico prévio do discente, é correto afirmar somente que:
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Texto 03
Nos Anos Finais do Ensino Fundamental, o adolescente/jovem participa com maior
criticidade de situações comunicativas diversificadas, interagindo com um número de
interlocutores cada vez mais amplo, inclusive no contexto escolar, no qual se amplia o número
de professores responsáveis por cada um dos componentes curriculares. Essa mudança em
relação aos anos iniciais favorece não só o aprofundamento de conhecimentos relativos às áreas,
como também o surgimento do desafio de aproximar esses múltiplos conhecimentos. A
continuidade da formação para a autonomia se fortalece nessa etapa, na qual os jovens assumem
maior protagonismo em práticas de linguagem realizadas dentro e fora da escola.
No componente Língua Portuguesa, amplia-se o contato dos estudantes com gêneros textuais
relacionados a vários campos de atuação e a várias disciplinas, partindo-se de práticas de
linguagem já vivenciadas pelos jovens para a ampliação dessas práticas, em direção a novas
experiências.
Como consequência do trabalho realizado em etapas anteriores de escolarização, os
adolescentes e jovens já conhecem e fazem uso de gêneros que circulam nos campos das práticas
artístico-literárias, de estudo e pesquisa, jornalístico-midiático, de atuação na vida pública e
campo da vida pessoal, cidadãs, investigativas.
(MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Base Nacional Comum Curricular: educação é a base. p. 136).
No trecho "Essa mudança em relação aos anos iniciais favorece não só o aprofundamento de conhecimentos relativos às áreas, como também o surgimento do desafio de aproximar esses múltiplos conhecimentos." (linhas 04-06), as expressões destacadas poderiam, sem causar prejuízo semântico ou estrutural ao período, ser substituídas, respectivamente, por:
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Texto 03
Nos Anos Finais do Ensino Fundamental, o adolescente/jovem participa com maior
criticidade de situações comunicativas diversificadas, interagindo com um número de
interlocutores cada vez mais amplo, inclusive no contexto escolar, no qual se amplia o número
de professores responsáveis por cada um dos componentes curriculares. Essa mudança em
relação aos anos iniciais favorece não só o aprofundamento de conhecimentos relativos às áreas,
como também o surgimento do desafio de aproximar esses múltiplos conhecimentos. A
continuidade da formação para a autonomia se fortalece nessa etapa, na qual os jovens assumem
maior protagonismo em práticas de linguagem realizadas dentro e fora da escola.
No componente Língua Portuguesa, amplia-se o contato dos estudantes com gêneros textuais
relacionados a vários campos de atuação e a várias disciplinas, partindo-se de práticas de
linguagem já vivenciadas pelos jovens para a ampliação dessas práticas, em direção a novas
experiências.
Como consequência do trabalho realizado em etapas anteriores de escolarização, os
adolescentes e jovens já conhecem e fazem uso de gêneros que circulam nos campos das práticas
artístico-literárias, de estudo e pesquisa, jornalístico-midiático, de atuação na vida pública e
campo da vida pessoal, cidadãs, investigativas.
(MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Base Nacional Comum Curricular: educação é a base. p. 136).
Assinale a alternativa em que foram mantidos os sentidos originais e a correção gramatical do período “A continuidade da formação para a autonomia se fortalece nessa etapa, na qual os jovens assumem maior protagonismo em práticas de linguagem realizadas dentro e fora da escola.” (linhas 06-08):
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Texto 02
Como a inteligência artificial é definida em documentos internacionais?
Em consonância com as definições adotadas pela OCDE, UNICEF e UNESCO, a IA refere-se
a sistemas baseados em máquinas que, a partir de objetivos definidos por seres humanos ou
inferidos pela própria IA a partir dos dados que recebe, são capazes de realizar previsões,
recomendações ou tomar decisões que influenciam ambientes reais ou virtuais, interagindo de
forma direta ou indireta com pessoas ou outros sistemas físicos ou virtuais. Esses sistemas podem
operar com diferentes graus de autonomia e adaptar seu comportamento por meio de processos de
aprendizagem, o que reforça a necessidade, destacada por esses organismos internacionais, de
abordagens orientadas por princípios éticos, transparência, responsabilidade e centralidade no ser
humano, orientadas pelos direitos humanos. (Miao, 2021; OCDE, 2023a; Unicef, 2025)
(Texto adaptado de: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Inteligência Artificial na Educação Básica: Documento orientador sobre caminhos curriculares e práticas éticas de uso de IA nas escolas. Escolas Conectadas, 2026, p. 8. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/escolas-conectadas/documentos/ia-educacao-basica.pdf Acesso em 27 de maio de 2026).
A propósito das quatro ocorrências do vocábulo que no texto 02, é correto afirmar somente que:
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Texto 02
Como a inteligência artificial é definida em documentos internacionais?
Em consonância com as definições adotadas pela OCDE, UNICEF e UNESCO, a IA refere-se
a sistemas baseados em máquinas que, a partir de objetivos definidos por seres humanos ou
inferidos pela própria IA a partir dos dados que recebe, são capazes de realizar previsões,
recomendações ou tomar decisões que influenciam ambientes reais ou virtuais, interagindo de
forma direta ou indireta com pessoas ou outros sistemas físicos ou virtuais. Esses sistemas podem
operar com diferentes graus de autonomia e adaptar seu comportamento por meio de processos de
aprendizagem, o que reforça a necessidade, destacada por esses organismos internacionais, de
abordagens orientadas por princípios éticos, transparência, responsabilidade e centralidade no ser
humano, orientadas pelos direitos humanos. (Miao, 2021; OCDE, 2023a; Unicef, 2025)
(Texto adaptado de: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Inteligência Artificial na Educação Básica: Documento orientador sobre caminhos curriculares e práticas éticas de uso de IA nas escolas. Escolas Conectadas, 2026, p. 8. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/escolas-conectadas/documentos/ia-educacao-basica.pdf Acesso em 27 de maio de 2026).
Assinale a alternativa em que se apresenta uma das propriedades que contribuem para definir o que seja uma inteligência artificial conforme o que se enuncia no texto 02:
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Texto 02
Como a inteligência artificial é definida em documentos internacionais?
Em consonância com as definições adotadas pela OCDE, UNICEF e UNESCO, a IA refere-se
a sistemas baseados em máquinas que, a partir de objetivos definidos por seres humanos ou
inferidos pela própria IA a partir dos dados que recebe, são capazes de realizar previsões,
recomendações ou tomar decisões que influenciam ambientes reais ou virtuais, interagindo de
forma direta ou indireta com pessoas ou outros sistemas físicos ou virtuais. Esses sistemas podem
operar com diferentes graus de autonomia e adaptar seu comportamento por meio de processos de
aprendizagem, o que reforça a necessidade, destacada por esses organismos internacionais, de
abordagens orientadas por princípios éticos, transparência, responsabilidade e centralidade no ser
humano, orientadas pelos direitos humanos. (Miao, 2021; OCDE, 2023a; Unicef, 2025)
(Texto adaptado de: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Inteligência Artificial na Educação Básica: Documento orientador sobre caminhos curriculares e práticas éticas de uso de IA nas escolas. Escolas Conectadas, 2026, p. 8. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/escolas-conectadas/documentos/ia-educacao-basica.pdf Acesso em 27 de maio de 2026).
Acerca das ideias apresentadas pelo texto 02, é correto afirmar somente que:
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Texto 01
Em 2026, a implementação da BNCC Computação (complementação da Base Nacional
Comum Curricular – BNCC) torna-se obrigatória nos currículos das escolas brasileiras, públicas
e privadas. Nesse contexto, a inteligência artificial consolida-se como um conjunto de
tecnologias cada vez mais presente nos processos educacionais, seja no apoio à personalização
da aprendizagem, seja na organização e gestão escolar, integrando-se de forma estruturada e
transversal ao currículo em consonância com as competências previstas na BNCC.
Nesse cenário, surge um desafio significativo para escolas e educadores: como promover o
letramento em inteligência artificial de forma crítica, ética e inclusiva, mesmo em contextos de
escassez tecnológica?
Este artigo parte da premissa de que promover o letramento em inteligência artificial não
depende exclusivamente de computadores, internet rápida ou laboratórios modernos, mas de
intencionalidade pedagógica, mediação docente e compromisso ético. Se sua escola conta apenas
com um celular, acesso limitado à internet, ou quase nada disso, esta conversa é especialmente
para você.
(Texto adaptado de: Quando quase não há tecnologia: como usar a inteligência artificial de forma simples, ética e acessível na escola pública. SABER, 11 fev. 2026. Disponível em: https://www.edocente.com.br/blog/como-usar-ainteligencia-artificial-de-forma-simples-na-escola-publica/. Acesso em 27 de maio de 2026.)
A correlação entre os tempos das formas verbais está correta somente no item:
(Itens adaptados de: Inteligência artificial na educação: avanços e desafios. RNP. Disponível em: https://www.rnp.br/blog/inteligencia-artificial-na-educacao-avancos-e-desafios/ Acesso em: 31 de maio de 2026).
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Texto 01
Em 2026, a implementação da BNCC Computação (complementação da Base Nacional
Comum Curricular – BNCC) torna-se obrigatória nos currículos das escolas brasileiras, públicas
e privadas. Nesse contexto, a inteligência artificial consolida-se como um conjunto de
tecnologias cada vez mais presente nos processos educacionais, seja no apoio à personalização
da aprendizagem, seja na organização e gestão escolar, integrando-se de forma estruturada e
transversal ao currículo em consonância com as competências previstas na BNCC.
Nesse cenário, surge um desafio significativo para escolas e educadores: como promover o
letramento em inteligência artificial de forma crítica, ética e inclusiva, mesmo em contextos de
escassez tecnológica?
Este artigo parte da premissa de que promover o letramento em inteligência artificial não
depende exclusivamente de computadores, internet rápida ou laboratórios modernos, mas de
intencionalidade pedagógica, mediação docente e compromisso ético. Se sua escola conta apenas
com um celular, acesso limitado à internet, ou quase nada disso, esta conversa é especialmente
para você.
(Texto adaptado de: Quando quase não há tecnologia: como usar a inteligência artificial de forma simples, ética e acessível na escola pública. SABER, 11 fev. 2026. Disponível em: https://www.edocente.com.br/blog/como-usar-ainteligencia-artificial-de-forma-simples-na-escola-publica/. Acesso em 27 de maio de 2026.)
Ainda com base no texto 01, assinale a alternativa em que a palavra entre parênteses substitui a palavra destacada mantendo as relações de sentido e a correção gramatical do texto.
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