Foram encontradas 40 questões.
A Sra. K., uma mulher de 70 anos, foi
levada ao pronto-socorro por policiais. A
polícia respondeu a denúncias de vizinhos
de que a Sra. K. estava vagando pelo
bairro e não cuidava de si mesma. Quando
a encontraram em seu apartamento, estava
suja, cheirava mal e vestia apenas um
sutiã. Seu apartamento também estava
imundo, cheio de lixo e comida podre. Ao
ser entrevistada, a Sra. K. não olhava para
o entrevistador, estava confusa e não
respondia à maioria das perguntas. Sabia
seu nome e endereço, mas não a data. Foi incapaz de descrever os acontecimentos
que levaram a sua admissão. No dia
seguinte, o psiquiatra supervisor tentou
entrevistá-la. Sua expressão facial ainda
não esboçava reação, e ela não sabia o
mês nem o nome do hospital em que
estava. Explicou que os vizinhos haviam
chamado a polícia porque ela estava
“doente” e que realmente se sentia doente
e fraca, com dores no ombro. Relatou
também que não se alimentava havia três
dias. Negou já ter estado em um hospital
psiquiátrico e ouvir vozes, mas admitiu ter
consultado um psiquiatra uma vez porque
tinha dificuldades para dormir. Disse que
o médico receitara um medicamento, cujo nome não conseguia lembrar.
Considerando o início aparentemente recente do quadro e a presença de alteração da orientação e do estado mental, qual é o diagnóstico CORRETO?
Considerando o início aparentemente recente do quadro e a presença de alteração da orientação e do estado mental, qual é o diagnóstico CORRETO?
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Um paciente de 68 anos, com doença
terminal em fase avançada, que
apresentou inicialmente grande
dificuldade em aceitar o diagnóstico e,
posteriormente, manifesta raiva e
frustração diante da proximidade da
morte. Após algum tempo, HOJE, passa a
compreender que a morte é inevitável e
que faz parte da experiência universal de
todos os seres humanos. Embora possa
apresentar momentos de tristeza,
demonstra maior serenidade e consegue
conversar abertamente com seus
familiares e com a equipe médica sobre
seus medos, suas crenças, o significado de sua vida e a maneira como deseja
enfrentar o período final. Em
circunstâncias ideais, consegue resolver
parte de seus conflitos relacionados à
inevitabilidade da morte e lidar melhor
com o desconhecido. Segundo o modelo
dos cinco estágios de Elisabeth KüblerRoss, qual estágio está sendo descrito?
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Diversas condições potencialmente
reversíveis podem produzir alterações
cognitivas e comportamentais que se assemelham a um quadro demencial.
Diante de um paciente com suspeita de
demência, qual das alternativas a seguir
apresenta apenas condições
potencialmente reversíveis que devem ser
investigadas como causas de
comprometimento cognitivo?
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Para questão
A Sra. M. procurou tratamento para
sintomas que desenvolveu na sequência de
uma agressão que havia ocorrido seis
semanas antes de sua avaliação
psiquiátrica. Quando saía do trabalho
tarde da noite, foi atacada em um
estacionamento próximo ao hospital em
que trabalhava. Ela foi estuprada e muito
agredida, mas conseguiu escapar e chamar
ajuda. No encaminhamento, relatou
pensamentos intrusivos a respeito da
agressão, incluindo pesadelos com o
evento e visões intrusivas recorrentes de
seu agressor. Contou que agora pega o
ônibus para o trabalho a fim de evitar a
cena do ataque e que teve que mudar seu horário para que não tivesse que sair do
prédio depois de escurecer. Além disso,
relatou que tinha dificuldades em interagir
com homens, sobretudo com aqueles
parecidos com seu atacante, e,
consequentemente, evitava tais interações
sempre que possível. A Sra. M. descreveu
aumento na irritabilidade, dificuldade em
permanecer dormindo à noite, pouca
concentração e foco aumentado em seu
ambiente, em particular após escurecer.
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Para questão
A Sra. M. procurou tratamento para
sintomas que desenvolveu na sequência de
uma agressão que havia ocorrido seis
semanas antes de sua avaliação
psiquiátrica. Quando saía do trabalho
tarde da noite, foi atacada em um
estacionamento próximo ao hospital em
que trabalhava. Ela foi estuprada e muito
agredida, mas conseguiu escapar e chamar
ajuda. No encaminhamento, relatou
pensamentos intrusivos a respeito da
agressão, incluindo pesadelos com o
evento e visões intrusivas recorrentes de
seu agressor. Contou que agora pega o
ônibus para o trabalho a fim de evitar a
cena do ataque e que teve que mudar seu horário para que não tivesse que sair do
prédio depois de escurecer. Além disso,
relatou que tinha dificuldades em interagir
com homens, sobretudo com aqueles
parecidos com seu atacante, e,
consequentemente, evitava tais interações
sempre que possível. A Sra. M. descreveu
aumento na irritabilidade, dificuldade em
permanecer dormindo à noite, pouca
concentração e foco aumentado em seu
ambiente, em particular após escurecer.
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- Psiquiatria Clínica
- Transtornos MentaisAnsiedade, Dissociativos e SomatoformesAnsiedade, Fobias e Síndrome do Pânico
Para questão
A Sra. M. procurou tratamento para
sintomas que desenvolveu na sequência de
uma agressão que havia ocorrido seis
semanas antes de sua avaliação
psiquiátrica. Quando saía do trabalho
tarde da noite, foi atacada em um
estacionamento próximo ao hospital em
que trabalhava. Ela foi estuprada e muito
agredida, mas conseguiu escapar e chamar
ajuda. No encaminhamento, relatou
pensamentos intrusivos a respeito da
agressão, incluindo pesadelos com o
evento e visões intrusivas recorrentes de
seu agressor. Contou que agora pega o
ônibus para o trabalho a fim de evitar a
cena do ataque e que teve que mudar seu horário para que não tivesse que sair do
prédio depois de escurecer. Além disso,
relatou que tinha dificuldades em interagir
com homens, sobretudo com aqueles
parecidos com seu atacante, e,
consequentemente, evitava tais interações
sempre que possível. A Sra. M. descreveu
aumento na irritabilidade, dificuldade em
permanecer dormindo à noite, pouca
concentração e foco aumentado em seu
ambiente, em particular após escurecer.
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Para questão.
Um paciente, que não fora analisado,
reclamou, na primeira entrevista de que sofria da compulsão de olhar para trás
constantemente, por medo de que pudesse
ter deixado algo importante atrás dele.
Essas ideias eram predominantes. Ele
podia ter deixado uma moeda no chão;
podia ter pisado em um inseto; ou um
inseto podia ter caído de costas e
precisado de ajuda. Também tinha medo
de tocar em tudo e, sempre que tocava em
um objeto, precisava se convencer de que
não o havia destruído. Ele não tinha
ocupação, pois essas graves compulsões
perturbavam todas as suas atividades de
trabalho; no entanto, tinha uma paixão:
limpar casas. Ele gostava de visitar os
vizinhos e limpar suas casas, só por
diversão. Outro sintoma foi descrito pelo
paciente como “consciência das roupas”;
ele estava sempre preocupado a respeito de se seu terno servia ou não. Também
afirmou que a sexualidade não exercia um
papel importante em sua vida. Tinha
relações sexuais 2 a 3 vezes por ano
apenas, e exclusivamente com garotas por
quem não tinha qualquer interesse pessoal.
Mais tarde, mencionou outro sintoma.
Quando criança, considerava sua mãe
nojenta e tinha um medo terrível de
encostar nela. Não havia nenhum motivo
real por trás desse nojo, pois a mãe havia
sido uma boa pessoa.
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Para questão.
Um paciente, que não fora analisado,
reclamou, na primeira entrevista de que sofria da compulsão de olhar para trás
constantemente, por medo de que pudesse
ter deixado algo importante atrás dele.
Essas ideias eram predominantes. Ele
podia ter deixado uma moeda no chão;
podia ter pisado em um inseto; ou um
inseto podia ter caído de costas e
precisado de ajuda. Também tinha medo
de tocar em tudo e, sempre que tocava em
um objeto, precisava se convencer de que
não o havia destruído. Ele não tinha
ocupação, pois essas graves compulsões
perturbavam todas as suas atividades de
trabalho; no entanto, tinha uma paixão:
limpar casas. Ele gostava de visitar os
vizinhos e limpar suas casas, só por
diversão. Outro sintoma foi descrito pelo
paciente como “consciência das roupas”;
ele estava sempre preocupado a respeito de se seu terno servia ou não. Também
afirmou que a sexualidade não exercia um
papel importante em sua vida. Tinha
relações sexuais 2 a 3 vezes por ano
apenas, e exclusivamente com garotas por
quem não tinha qualquer interesse pessoal.
Mais tarde, mencionou outro sintoma.
Quando criança, considerava sua mãe
nojenta e tinha um medo terrível de
encostar nela. Não havia nenhum motivo
real por trás desse nojo, pois a mãe havia
sido uma boa pessoa.
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Para questão.
Um paciente, que não fora analisado,
reclamou, na primeira entrevista de que sofria da compulsão de olhar para trás
constantemente, por medo de que pudesse
ter deixado algo importante atrás dele.
Essas ideias eram predominantes. Ele
podia ter deixado uma moeda no chão;
podia ter pisado em um inseto; ou um
inseto podia ter caído de costas e
precisado de ajuda. Também tinha medo
de tocar em tudo e, sempre que tocava em
um objeto, precisava se convencer de que
não o havia destruído. Ele não tinha
ocupação, pois essas graves compulsões
perturbavam todas as suas atividades de
trabalho; no entanto, tinha uma paixão:
limpar casas. Ele gostava de visitar os
vizinhos e limpar suas casas, só por
diversão. Outro sintoma foi descrito pelo
paciente como “consciência das roupas”;
ele estava sempre preocupado a respeito de se seu terno servia ou não. Também
afirmou que a sexualidade não exercia um
papel importante em sua vida. Tinha
relações sexuais 2 a 3 vezes por ano
apenas, e exclusivamente com garotas por
quem não tinha qualquer interesse pessoal.
Mais tarde, mencionou outro sintoma.
Quando criança, considerava sua mãe
nojenta e tinha um medo terrível de
encostar nela. Não havia nenhum motivo
real por trás desse nojo, pois a mãe havia
sido uma boa pessoa.
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- Psicofarmacologia
- Psicoterapia
- Transtornos MentaisAnsiedade, Dissociativos e SomatoformesAnsiedade, Fobias e Síndrome do Pânico
Para questão
O Sr. S., advogado bem-sucedido,
procurou atendimento psiquiátrico após a
mudança de endereço de seu escritório,
que anteriormente era acessível a pé o que
fazia tranquilamente, e passou a exigir
deslocamento de carro. Relatava intenso
medo de dirigir, especialmente em
rodovias, acompanhado da convicção de
que sofreria um acidente fatal. Apenas
pensar em dirigir desencadeava ansiedade
intensa, associada a palpitações, náuseas e
sudorese. Durante a condução do veículo,
sobretudo em vias movimentadas, os
sintomas se intensificavam, levando-o
frequentemente a interromper o trajeto
para estacionar o carro e vomitar,
comprometendo significativamente seu
funcionamento ocupacional.
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