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Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bento Gonçalves-RS
• 127 preferem matemática;
• 110 preferem língua portuguesa;
• 82 preferem legislação;
• 50 preferem matemática e língua portuguesa;
• 40 preferem língua portuguesa e legislação;
• 37 preferem matemática e legislação;
• 30 preferem língua portuguesa, legislação e matemática.
A partir dessas informações, assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, o número de pessoas entrevistadas e a quantidade de pessoas que gostam de estudar apenas matemática.
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Disciplina: Matemática Financeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bento Gonçalves-RS
Vera é médica e aplicou um capital de R$ 40.000,00 a juros simples de 3% ao mês durante um ano e meio. Após este período, ela destinou 45% do montante final dessa aplicação para realizar uma reforma em seu consultório. Desse valor, \(\dfrac{1}{3}\) foi pago em mão de obra. Quanto Vera pagou em mão de obra na sua reforma?
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9, 13, 17, 21, 25...
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A = Mínimo múltiplo comum entre os números 12 e 36.
B = Máximo divisor comum entre os números 45 e 105.
C = O resultado da operação ³√64 + 7⁰ .
O resultado de √A ∙ C – 2B : C é
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Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bento Gonçalves-RS
Dadas a proposições simples a seguir:
• p = V
• q = F
• r = V
• s = F
Analise as seguintes operações:
I. p ∨ q
II. r ∧ q
III. s → p
O resultado é falso em:
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Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bento Gonçalves-RS
( ) A negação de “Ana é linda e Maria é animada” está correta como “Ana não é linda e Maria não é animada”.
( ) A negação de “Júlia é professora ou Lúcia é costureira” está correta como “Júlia não é professora e Lúcia não é costureira”.
( ) A negação de “Mário não é economista e João é policial” está correta como “Mário é economista ou João não é policial”.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Por que crianças não quebram mais o braço?
Por Pedro Guerra
Nunca quebrei um braço quando criança. Nascido nos anos 1990, sei que isso me coloca no
time das exceções. Naquele tempo, era quase um rito de passagem encontrar um colega de
escola com gesso no braço ou na perna — testemunhos em branco de aventuras ...... calculadas,
árvores subidas depressa demais, quedas de bicicleta, disputas no campinho, e por aí vai.
Estou delirando ou essa cena anda rara? Não lembro a última vez em que vi uma criança
exibindo um gesso assinado pelos amigos. Desde que me dei conta disso, aliás, passei a me
perguntar o motivo.
A resposta é simples e, ao mesmo tempo, assustadora: as crianças continuam quebrando,
só que outras coisas.
Se antes o risco maior era cair do muro, agora se tornou desabar em si. Nos últimos anos,
cresceu o número de diagnósticos, rótulos e ansiedades que não faziam parte da infância décadas
atrás. Não porque não existiam, mas porque não tinham espaço para aparecer. A queda, antes
física, hoje é oculta e interna.
Estudos recentes evidenciam o crescimento dos transtornos mentais entre crianças.
Já preocupantes, os números provavelmente são ainda maiores, considerando que nem toda
infância tem acesso ao diagnóstico formal.
Hoje, antes mesmo de correrem o risco de quebrar um braço, algumas crianças já carregam
fraturas invisíveis. São dores quietas, sem sirene, sem compressa, sem gesso. Nada anuncia o
impacto. ___ vezes, nem elas mesmas entendem onde dói — apenas aprendem a conviver com
o incômodo, como quem ajeita um sapato apertado sem saber dizer qual parte que machuca.
Os motivos não são poucos — e quase todos fazem parte do cotidiano que construímos para
elas. Lá (não tão) atrás, normalizamos uma ..................... digital desde cedo. A brincadeira
livre perdeu espaço para as telas, tão temidas quanto inevitáveis. Muitos pais, exaustos pelo
próprio formato de mundo que criamos, tornaram-se emocionalmente indisponíveis sem querer.
Soma-se a isso ___ pandemia: anos formativos vividos no isolamento, seguidos de um tipo de
bullying que não se restringe ___ escola. Tudo isso compõe uma sociedade que, sem perceber,
acelera a infância até que ela tropece em si mesma.
Talvez as quedas de hoje doam mais justamente porque não deixam marcas aparentes.
E, enquanto não aprendermos a enxergá-las, teremos muito mais trabalho do que envolver um
braço em gesso e esperar pela melhora. Quebrar por dentro é um ato silencioso — quase sempre
imperceptível num primeiro momento. E, quando percebemos, descobrimos que o cuidado é
mais longo. Ao ............ do gesso, não há um prazo exato para que tudo volte a firmar.
(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2025/12/por-que-criancas-nao-quebram-mais-o-braco-cmj2y6ojc01y8014o699c5t7b.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os sentidos às respectivas conjunções e locuções conjuntivas sublinhadas nos trechos abaixo.
Coluna 1
1. Comparação.
2. Tempo.
3. Finalidade.
Coluna 2
( ) “Desde que me dei conta disso, aliás, passei a me perguntar o motivo”.
( ) “apenas aprendem a conviver com o incômodo, como quem ajeita um sapato apertado”.
( ) “Ao ............ do gesso, não há um prazo exato para que tudo volte a firmar”.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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