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Foram encontradas 256 questões.

4204958 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Boa Vista Sul-RS
Em uma oficina, uma peça metálica de 3,6 kg será dividida em 6 partes iguais. Cada parte será ajustada em uma máquina que gira 45° a cada 15 minutos. Para concluir o ajuste de uma das partes, a máquina precisa girar 180°. A massa de cada parte e o tempo necessário para ajustar uma delas serão, respectivamente:
 

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4204957 Ano: 2026
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Boa Vista Sul-RS
Uma colônia de determinada espécie de seres vivos cresceu de determinada forma, que pôde ser comparada ao crescimento de uma aplicação financeira. A colônia, na hora 0, tinha exatamente 20 mil indivíduos; ao final da segunda hora, 80 mil indivíduos. Nesse sentido, caso se tratasse de uma aplicação financeira, qual das alternativas traria a taxa de aplicação horária em regime de juros compostos e a taxa de aplicação horária em regime de juros simples, respectivamente?
 

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4204956 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Boa Vista Sul-RS

Considere que existe um quadrado de papel cujo lado mede 16 centímetros. Além do quadrado, existe um círculo de papel cujo diâmetro também mede 16 centímetros. A partir dessa constatação, esses dois papeis foram sobrepostos, coincidindo seus pontos centrais. A partir disso, tem-se que é possível visualizar (Considere π=3):

I. 0 cm² do círculo, se ele sobrepôs o quadrado.

II. 64 cm² do quadrado, se ele sobrepôs o círculo.

Acerca das assertivas, pode-se afirmar que:

 

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4204955 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Boa Vista Sul-RS
Uma caixa d’água retangular possui 2,4 m de comprimento, 1,5 m de largura e 1 m de altura. Antes de ser utilizada, ela foi preenchida até 3/4 de sua capacidade total. Após o teste, foram retirados 900 litros de água. Considerando as unidades usuais de medida de volume e capacidade, a quantidade de água que permaneceu na caixa foi de:
 

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4204954 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Boa Vista Sul-RS
Uma gráfica recebeu uma encomenda de 1.200 apostilas. Com 4 impressoras iguais funcionando ao mesmo tempo, a impressão é concluída em 15 horas. Para entregar o serviço em menor prazo, a gráfica colocou mais 2 impressoras iguais em funcionamento, todas no mesmo ritmo. Mantidas as mesmas condições de trabalho, o tempo necessário para imprimir as 1.200 apostilas será de:
 

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4204953 Ano: 2026
Disciplina: Estatística
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Boa Vista Sul-RS
Em determinada instituição de ensino existem duas turmas de uma mesma disciplina extra que pode ser cursada no contraturno. Ambas as turmas foram submetidas a três avaliações, e cada turma tem 10 alunos. Na primeira turma, dois alunos obtiveram nota 7, três obtiveram nota 8, e o restante, nota 9; na segunda turma, um aluno obteve nota 6, quatro obtiveram nota 7, dois obtiveram nota 8, e o restante, nota 9. Qual das alternativas apresenta a média aritmética simples entre as médias aritméticas ponderadas de cada turma, considerando as três avaliações, aproximadamente? (Utilize critérios de arredondamento para duas casas decimais a cada média calculada.).
 

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4204952 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Boa Vista Sul-RS

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Estava aqui pensando


Às vezes tenho a impressão de que o que nos falta é a capacidade de realizarmos uma espécie de autoanálise. Pensarse. Somos uma sociedade paradoxal, afinal, ao mesmo tempo que não paramos de pensar, não nos pensamos. Pensar-se é ir a um encontro às cegas consigo mesmo. A gente sempre acha que se conhece e logo descobre que isso não é tão simples assim. Fazemos coisas estranhas. Estranhamos atitudes que temos. Ficamos impressionados como respondemos a determinadas situações, completamente ao contrário do que pensamos que faríamos. Pensar-se é um ótimo exercício de humildade, pois descobrimos que não somos donos dos nossos pensamentos, atitudes, afetos ou alma.

Ter um pouco de sinceridade interior, uma certa coragem moral e habituar-se a questionar-se nos ajuda a chegar perto deste sujeito esquisito que somos. É claro que fazer isso nos coloca diante do fato que, tomara, possamos sentir vergonha de algumas das nossas atitudes. Acho tão lindo quando descobrimos que não somos estas pessoas iluminadas que imaginamos ser. Temos uma tendência a repudiar nossas partes feias, desbocadas e julgadoras, tão essenciais de todos nós. Envergonhar-se de si é uma forma de buscarmos mudança. Sem reconhecer nossas falhas, não nos esforçaremos para fazer diferente. E mesmo assim, é preciso aprender que apesar de nossos esforços, muitas e muitas vezes, iremos fracassar e ter de começar tudo de novo outra vez. Porque não somos assim tão incríveis quanto achamos que somos.

    Escrevo isso e me lembro de alguns versos do poeta Mario Quintana, “esse estranho que mora no espelho (e é tão mais velho do que eu) olha-me de um jeito, de quem procura adivinhar quem sou”. Tão difícil de responder isso. A autoanálise é uma conversa consigo mesmo, com o compromisso de que não seja um simples bate-papo, mas com o intuito de descobrir em si o desconhecido. E sim, em nossos diálogos internos, por vezes, somos mais sinceros do que nas conversas com os outros. Digo isso, porque volta e meia me pego falando sozinha, assim como você que me lê. Apesar de parecer uma conversa unilateral é entre eu e mim. E, antes que alguém ache estranho, aposto que você tem um grupo no WhatsApp de você com você mesmo.


Conversar consigo, pensar-se e refletir sobre quem se é e o que se tem feito é nos responsabilizarmos pelas nossas atitudes. Quando nós pensamos, nos deparamos com partes nossas que são impulsivas, horrendas, _________, infantis, maldosas, ciumentas e insuportáveis. É verdade que mergulhar no mais profundo de nós traz _____ tona monstros, mas também revela uma capacidade humana de tentar ser melhor da próxima vez.

Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado).

No trecho “Quando nós pensamos, nos deparamos com partes nossas que são impulsivas, horrendas, malcriadas, infantis, maldosas, ciumentas e insuportáveis”, observam-se diferentes relações morfossintáticas. Assim, analise as assertivas a seguir.
I. Em “Quando nós pensamos”, a palavra nós exerce função de sujeito explícito da forma verbal “pensamos”, e a oração introduzida por “quando” estabelece circunstância temporal em relação à oração seguinte.
II. Em “partes nossas que são impulsivas”, o termo que funciona como pronome relativo, retomando “partes nossas” e introduzindo uma oração de valor adjetivo.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
 

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4204951 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Boa Vista Sul-RS

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Estava aqui pensando


Às vezes tenho a impressão de que o que nos falta é a capacidade de realizarmos uma espécie de autoanálise. Pensarse. Somos uma sociedade paradoxal, afinal, ao mesmo tempo que não paramos de pensar, não nos pensamos. Pensar-se é ir a um encontro às cegas consigo mesmo. A gente sempre acha que se conhece e logo descobre que isso não é tão simples assim. Fazemos coisas estranhas. Estranhamos atitudes que temos. Ficamos impressionados como respondemos a determinadas situações, completamente ao contrário do que pensamos que faríamos. Pensar-se é um ótimo exercício de humildade, pois descobrimos que não somos donos dos nossos pensamentos, atitudes, afetos ou alma.

Ter um pouco de sinceridade interior, uma certa coragem moral e habituar-se a questionar-se nos ajuda a chegar perto deste sujeito esquisito que somos. É claro que fazer isso nos coloca diante do fato que, tomara, possamos sentir vergonha de algumas das nossas atitudes. Acho tão lindo quando descobrimos que não somos estas pessoas iluminadas que imaginamos ser. Temos uma tendência a repudiar nossas partes feias, desbocadas e julgadoras, tão essenciais de todos nós. Envergonhar-se de si é uma forma de buscarmos mudança. Sem reconhecer nossas falhas, não nos esforçaremos para fazer diferente. E mesmo assim, é preciso aprender que apesar de nossos esforços, muitas e muitas vezes, iremos fracassar e ter de começar tudo de novo outra vez. Porque não somos assim tão incríveis quanto achamos que somos.

    Escrevo isso e me lembro de alguns versos do poeta Mario Quintana, “esse estranho que mora no espelho (e é tão mais velho do que eu) olha-me de um jeito, de quem procura adivinhar quem sou”. Tão difícil de responder isso. A autoanálise é uma conversa consigo mesmo, com o compromisso de que não seja um simples bate-papo, mas com o intuito de descobrir em si o desconhecido. E sim, em nossos diálogos internos, por vezes, somos mais sinceros do que nas conversas com os outros. Digo isso, porque volta e meia me pego falando sozinha, assim como você que me lê. Apesar de parecer uma conversa unilateral é entre eu e mim. E, antes que alguém ache estranho, aposto que você tem um grupo no WhatsApp de você com você mesmo.


Conversar consigo, pensar-se e refletir sobre quem se é e o que se tem feito é nos responsabilizarmos pelas nossas atitudes. Quando nós pensamos, nos deparamos com partes nossas que são impulsivas, horrendas, _________, infantis, maldosas, ciumentas e insuportáveis. É verdade que mergulhar no mais profundo de nós traz _____ tona monstros, mas também revela uma capacidade humana de tentar ser melhor da próxima vez.

Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado).

No período “Fazemos coisas estranhas”, o sujeito da forma verbal “fazemos” é classificado como:
 

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4204950 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Boa Vista Sul-RS

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Estava aqui pensando


Às vezes tenho a impressão de que o que nos falta é a capacidade de realizarmos uma espécie de autoanálise. Pensarse. Somos uma sociedade paradoxal, afinal, ao mesmo tempo que não paramos de pensar, não nos pensamos. Pensar-se é ir a um encontro às cegas consigo mesmo. A gente sempre acha que se conhece e logo descobre que isso não é tão simples assim. Fazemos coisas estranhas. Estranhamos atitudes que temos. Ficamos impressionados como respondemos a determinadas situações, completamente ao contrário do que pensamos que faríamos. Pensar-se é um ótimo exercício de humildade, pois descobrimos que não somos donos dos nossos pensamentos, atitudes, afetos ou alma.

Ter um pouco de sinceridade interior, uma certa coragem moral e habituar-se a questionar-se nos ajuda a chegar perto deste sujeito esquisito que somos. É claro que fazer isso nos coloca diante do fato que, tomara, possamos sentir vergonha de algumas das nossas atitudes. Acho tão lindo quando descobrimos que não somos estas pessoas iluminadas que imaginamos ser. Temos uma tendência a repudiar nossas partes feias, desbocadas e julgadoras, tão essenciais de todos nós. Envergonhar-se de si é uma forma de buscarmos mudança. Sem reconhecer nossas falhas, não nos esforçaremos para fazer diferente. E mesmo assim, é preciso aprender que apesar de nossos esforços, muitas e muitas vezes, iremos fracassar e ter de começar tudo de novo outra vez. Porque não somos assim tão incríveis quanto achamos que somos.

    Escrevo isso e me lembro de alguns versos do poeta Mario Quintana, “esse estranho que mora no espelho (e é tão mais velho do que eu) olha-me de um jeito, de quem procura adivinhar quem sou”. Tão difícil de responder isso. A autoanálise é uma conversa consigo mesmo, com o compromisso de que não seja um simples bate-papo, mas com o intuito de descobrir em si o desconhecido. E sim, em nossos diálogos internos, por vezes, somos mais sinceros do que nas conversas com os outros. Digo isso, porque volta e meia me pego falando sozinha, assim como você que me lê. Apesar de parecer uma conversa unilateral é entre eu e mim. E, antes que alguém ache estranho, aposto que você tem um grupo no WhatsApp de você com você mesmo.


Conversar consigo, pensar-se e refletir sobre quem se é e o que se tem feito é nos responsabilizarmos pelas nossas atitudes. Quando nós pensamos, nos deparamos com partes nossas que são impulsivas, horrendas, _________, infantis, maldosas, ciumentas e insuportáveis. É verdade que mergulhar no mais profundo de nós traz _____ tona monstros, mas também revela uma capacidade humana de tentar ser melhor da próxima vez.

Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado).

No trecho “Ter um pouco de sinceridade interior, uma certa coragem moral e habituar-se a questionar-se nos ajuda a chegar perto deste sujeito esquisito que somos”, observam-se diferentes relações morfossintáticas entre os termos. Analise as assertivas a seguir.

I. A sequência “Ter um pouco de sinceridade interior, uma certa coragem moral e habituar-se a questionar-se” exerce função de sujeito da forma verbal “ajuda”.

II. A forma verbal “ajuda” está no singular porque concorda com um sujeito oracional composto por formas nominais de verbo, entendido como uma unidade de sentido.

III. Em “deste sujeito esquisito”, o termo “esquisito” exerce função de adjunto adnominal, caracterizando o substantivo “sujeito”.

IV. Em “que somos”, o termo “que” funciona como conjunção integrante, introduzindo uma oração subordinada substantiva objetiva direta.

Está correto o que se afirma em:

 

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4204949 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Boa Vista Sul-RS

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Estava aqui pensando


Às vezes tenho a impressão de que o que nos falta é a capacidade de realizarmos uma espécie de autoanálise. Pensarse. Somos uma sociedade paradoxal, afinal, ao mesmo tempo que não paramos de pensar, não nos pensamos. Pensar-se é ir a um encontro às cegas consigo mesmo. A gente sempre acha que se conhece e logo descobre que isso não é tão simples assim. Fazemos coisas estranhas. Estranhamos atitudes que temos. Ficamos impressionados como respondemos a determinadas situações, completamente ao contrário do que pensamos que faríamos. Pensar-se é um ótimo exercício de humildade, pois descobrimos que não somos donos dos nossos pensamentos, atitudes, afetos ou alma.

Ter um pouco de sinceridade interior, uma certa coragem moral e habituar-se a questionar-se nos ajuda a chegar perto deste sujeito esquisito que somos. É claro que fazer isso nos coloca diante do fato que, tomara, possamos sentir vergonha de algumas das nossas atitudes. Acho tão lindo quando descobrimos que não somos estas pessoas iluminadas que imaginamos ser. Temos uma tendência a repudiar nossas partes feias, desbocadas e julgadoras, tão essenciais de todos nós. Envergonhar-se de si é uma forma de buscarmos mudança. Sem reconhecer nossas falhas, não nos esforçaremos para fazer diferente. E mesmo assim, é preciso aprender que apesar de nossos esforços, muitas e muitas vezes, iremos fracassar e ter de começar tudo de novo outra vez. Porque não somos assim tão incríveis quanto achamos que somos.

    Escrevo isso e me lembro de alguns versos do poeta Mario Quintana, “esse estranho que mora no espelho (e é tão mais velho do que eu) olha-me de um jeito, de quem procura adivinhar quem sou”. Tão difícil de responder isso. A autoanálise é uma conversa consigo mesmo, com o compromisso de que não seja um simples bate-papo, mas com o intuito de descobrir em si o desconhecido. E sim, em nossos diálogos internos, por vezes, somos mais sinceros do que nas conversas com os outros. Digo isso, porque volta e meia me pego falando sozinha, assim como você que me lê. Apesar de parecer uma conversa unilateral é entre eu e mim. E, antes que alguém ache estranho, aposto que você tem um grupo no WhatsApp de você com você mesmo.


Conversar consigo, pensar-se e refletir sobre quem se é e o que se tem feito é nos responsabilizarmos pelas nossas atitudes. Quando nós pensamos, nos deparamos com partes nossas que são impulsivas, horrendas, _________, infantis, maldosas, ciumentas e insuportáveis. É verdade que mergulhar no mais profundo de nós traz _____ tona monstros, mas também revela uma capacidade humana de tentar ser melhor da próxima vez.

Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado).

No trecho “Escrevo isso e me lembro de alguns versos”, a colocação do pronome oblíquo átono me, em relação ao verbo “lembro”, classifica-se como:
 

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