Foram encontradas 801 questões.
Atenção! O texto a seguir serve de base para responder às questões 01 a 05:

(Fonte: https://doutorpepper.com.br/category/casal-casual/page/4/. Acesso em 22/11/2022)
O termo “janta”, que aparece no primeiro quadrinho, é formado por derivação regressiva a partir do verbo “jantar”, ou seja, um substantivo deverbal. O mesmo NÃO ocorre na seguinte alternativa (considere todas as opções como substantivos):
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Atenção! O texto a seguir serve de base para responder às questões 01 a 05:

(Fonte: https://doutorpepper.com.br/category/casal-casual/page/4/. Acesso em 22/11/2022)
“Não aguento mais tanta coisa!!!”. Os termos destacados, considerado o contexto em que ocorrem e as palavras às quais estão ligados, devem ser classificados, respectivamente, como:
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Atenção! O texto a seguir serve de base para responder às questões 01 a 05:

(Fonte: https://doutorpepper.com.br/category/casal-casual/page/4/. Acesso em 22/11/2022)
O humor da tirinha advém:
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Atenção! O texto a seguir serve de base para responder às questões 01 a 05:

(Fonte: https://doutorpepper.com.br/category/casal-casual/page/4/. Acesso em 22/11/2022)
“Relaxa e pega uma cerveja” (2º quadrinho). Nesse período temos, respectivamente:
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Atenção! O texto abaixo deve ser lido atentamente, para responder às questões 31 a 35:
Quando observamos a quantidade e a variedade dos estabelecimentos de ensino e de aprendizado, assim como o grande número de alunos e professores, é possível acreditar que a espécie humana dá muita importância à instrução e à verdade. Entretanto, nesse caso, as aparências também enganam. Os professores ensinam para ganhar dinheiro e não se esforçam pela sabedoria, mas pelo crédito que ganham dando a impressão de possuí-la. E os alunos não aprendem para ganhar conhecimento e se instruir, mas para poder tagarelar e para ganhar ares de importantes.
A cada trinta anos, desponta no mundo uma nova geração, pessoas que não sabem nada e agora devoram os resultados do saber humano acumulado durante milênios, de modo sumário e apressado, depois querem ser mais espertas do que todo o passado. É com esse objetivo que tal geração frequenta a universidade e se aferra aos livros, sempre aos mais recentes, os de sua época e próprios para sua idade. Só o que é breve e novo! Assim como é nova a geração, que logo passa a emitir seus juízos. – Quanto aos estudos feitos simplesmente para ganhar o pão de cada dia, nem os levei em conta (...).
SCHOPENHAUER, Arthur (1788-1860). A arte de escrever – tradução, organização, prefácio e notas de Pedro Süssekind.
Porto Alegre: L&PM, 2009. Com adaptações.
“Entretanto, nesse caso, as aparências também enganam”. Nesse trecho, o autor estabelece uma relação lógico-discursiva adversativa (também chamada de “opositiva”) e isso se dá pelo uso do conectivo destacado. Dentre as alternativas a seguir, a única que causaria truncamento do período, prejudicando a correção gramatical e o sentido original, é:
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Atenção! O texto abaixo deve ser lido atentamente, para responder às questões 31 a 35:
Quando observamos a quantidade e a variedade dos estabelecimentos de ensino e de aprendizado, assim como o grande número de alunos e professores, é possível acreditar que a espécie humana dá muita importância à instrução e à verdade. Entretanto, nesse caso, as aparências também enganam. Os professores ensinam para ganhar dinheiro e não se esforçam pela sabedoria, mas pelo crédito que ganham dando a impressão de possuí-la. E os alunos não aprendem para ganhar conhecimento e se instruir, mas para poder tagarelar e para ganhar ares de importantes.
A cada trinta anos, desponta no mundo uma nova geração, pessoas que não sabem nada e agora devoram os resultados do saber humano acumulado durante milênios, de modo sumário e apressado, depois querem ser mais espertas do que todo o passado. É com esse objetivo que tal geração frequenta a universidade e se aferra aos livros, sempre aos mais recentes, os de sua época e próprios para sua idade. Só o que é breve e novo! Assim como é nova a geração, que logo passa a emitir seus juízos. – Quanto aos estudos feitos simplesmente para ganhar o pão de cada dia, nem os levei em conta (...).
SCHOPENHAUER, Arthur (1788-1860). A arte de escrever – tradução, organização, prefácio e notas de Pedro Süssekind.
Porto Alegre: L&PM, 2009. Com adaptações.
Comparando o primeiro e o segundo parágrafo do texto e a ideia principal de cada um, observamos que:
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Atenção! O texto abaixo deve ser lido atentamente, para responder às questões 31 a 35:
Quando observamos a quantidade e a variedade dos estabelecimentos de ensino e de aprendizado, assim como o grande número de alunos e professores, é possível acreditar que a espécie humana dá muita importância à instrução e à verdade. Entretanto, nesse caso, as aparências também enganam. Os professores ensinam para ganhar dinheiro e não se esforçam pela sabedoria, mas pelo crédito que ganham dando a impressão de possuí-la. E os alunos não aprendem para ganhar conhecimento e se instruir, mas para poder tagarelar e para ganhar ares de importantes.
A cada trinta anos, desponta no mundo uma nova geração, pessoas que não sabem nada e agora devoram os resultados do saber humano acumulado durante milênios, de modo sumário e apressado, depois querem ser mais espertas do que todo o passado. É com esse objetivo que tal geração frequenta a universidade e se aferra aos livros, sempre aos mais recentes, os de sua época e próprios para sua idade. Só o que é breve e novo! Assim como é nova a geração, que logo passa a emitir seus juízos. – Quanto aos estudos feitos simplesmente para ganhar o pão de cada dia, nem os levei em conta (...).
SCHOPENHAUER, Arthur (1788-1860). A arte de escrever – tradução, organização, prefácio e notas de Pedro Süssekind.
Porto Alegre: L&PM, 2009. Com adaptações.
A leitura atenta do texto permite inferir que o tema, isto é, o assunto específico tratado no texto é:
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Atenção! O texto abaixo deve ser lido atentamente, para responder às questões 31 a 35:
Quando observamos a quantidade e a variedade dos estabelecimentos de ensino e de aprendizado, assim como o grande número de alunos e professores, é possível acreditar que a espécie humana dá muita importância à instrução e à verdade. Entretanto, nesse caso, as aparências também enganam. Os professores ensinam para ganhar dinheiro e não se esforçam pela sabedoria, mas pelo crédito que ganham dando a impressão de possuí-la. E os alunos não aprendem para ganhar conhecimento e se instruir, mas para poder tagarelar e para ganhar ares de importantes.
A cada trinta anos, desponta no mundo uma nova geração, pessoas que não sabem nada e agora devoram os resultados do saber humano acumulado durante milênios, de modo sumário e apressado, depois querem ser mais espertas do que todo o passado. É com esse objetivo que tal geração frequenta a universidade e se aferra aos livros, sempre aos mais recentes, os de sua época e próprios para sua idade. Só o que é breve e novo! Assim como é nova a geração, que logo passa a emitir seus juízos. – Quanto aos estudos feitos simplesmente para ganhar o pão de cada dia, nem os levei em conta (...).
SCHOPENHAUER, Arthur (1788-1860). A arte de escrever – tradução, organização, prefácio e notas de Pedro Süssekind.
Porto Alegre: L&PM, 2009. Com adaptações.
O texto lido é um trecho de livro traduzido do original cujo autor é o filósofo Arthur Schopenhauer. Considerada sua estrutura em parágrafos (e não em estrofes, conjuntos de versos), o tema de que trata, a presença – implícita ou não – de um ponto de vista do autor e a definição abaixo, retirada de um dicionário de língua portuguesa:
“Prosa livre que versa sobre um tema específico e que se caracteriza pela visão de síntese e tratamento crítico”.
Poderíamos classificar o texto acima como bastante semelhante a:
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Atenção! O texto abaixo deve ser lido atentamente, para responder às questões 31 a 35:
Quando observamos a quantidade e a variedade dos estabelecimentos de ensino e de aprendizado, assim como o grande número de alunos e professores, é possível acreditar que a espécie humana dá muita importância à instrução e à verdade. Entretanto, nesse caso, as aparências também enganam. Os professores ensinam para ganhar dinheiro e não se esforçam pela sabedoria, mas pelo crédito que ganham dando a impressão de possuí-la. E os alunos não aprendem para ganhar conhecimento e se instruir, mas para poder tagarelar e para ganhar ares de importantes.
A cada trinta anos, desponta no mundo uma nova geração, pessoas que não sabem nada e agora devoram os resultados do saber humano acumulado durante milênios, de modo sumário e apressado, depois querem ser mais espertas do que todo o passado. É com esse objetivo que tal geração frequenta a universidade e se aferra aos livros, sempre aos mais recentes, os de sua época e próprios para sua idade. Só o que é breve e novo! Assim como é nova a geração, que logo passa a emitir seus juízos. – Quanto aos estudos feitos simplesmente para ganhar o pão de cada dia, nem os levei em conta (...).
SCHOPENHAUER, Arthur (1788-1860). A arte de escrever – tradução, organização, prefácio e notas de Pedro Süssekind.
Porto Alegre: L&PM, 2009. Com adaptações.
“Os professores ensinam para ganhar dinheiro e não se esforçam pela sabedoria, mas pelo crédito que ganham dando a impressão de possuí-la.” Nesse trecho do texto do primeiro parágrafo, identificamos uma informação implícita, uma opinião do autor:
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Atenção! O texto abaixo serve de base para responder às questões 01 a 15:
A Raposa e o Corvo
Um Corvo roubou um queijo e com ele fugiu para o alto de uma árvore. Uma Raposa, ao vê-lo, desejou tomar posse do queijo para comer. Colocou-se ao pé da árvore e começou a louvar a beleza e a graça do Corvo, dizendo:
– Com certeza és formoso, gentil e nenhum pássaro poderá ser comparado a ti desde que tu cantes.
O Corvo, querendo mostrar-se, abriu o bico para tentar cantar, fazendo o queijo cair. A Raposa abocanhou o petisco e saiu correndo, ficando o Corvo, além de faminto, ciente de sua ignorância.
(Fonte: https://www.pensador.com/fabulas_mais_conhecidas_de_esopo_com_moral/. Acesso em 22/11/2022. Com adaptações)
Após ler a história, podemos dizer que uma lição aprendida pelo corvo foi (marque a melhor interpretação, a mais coerente, a que faz mais sentido, de acordo com a leitura do texto):
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