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Foram encontradas 50 questões.

1635544 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Bom Jesus-PI

As questões de 08 a 10 referem-se à tirinha abaixo.


Enunciado 1635544-1

(BECK, Alexandre. Armandinho. 22 abr. 2015. Disponível em: <http://tirasarmandinho.tumblr.com/post/117080432989/tirinha-original>. Acesso em: 04 dez. 2015.)

No segundo quadro, a oração "Me ajuda com a previsão do tempo, Dinho?" apresenta uma vírgula com função de

 

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1635543 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Bom Jesus-PI

As questões de 08 a 10 referem-se à tirinha abaixo.


Enunciado 1635543-1

(BECK, Alexandre. Armandinho. 22 abr. 2015. Disponível em: <http://tirasarmandinho.tumblr.com/post/117080432989/tirinha-original>. Acesso em: 04 dez. 2015.)

O efeito de humor na tirinha é causado

 

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1635542 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Bom Jesus-PI

Leia o texto que se segue e responda às questões de 01 a 07.

O cérebro de pessoas solitárias funciona de forma diferente

  1. Recentemente, falamos sobre o espiral negativo pelo qual muitas pessoas solitárias passam. Em "Por
  2. que pessoas sozinhas permanecem sozinhas?", explicamos que, ao contrário do que muita gente pensa, os
  3. solitários não têm menos conhecimentos sobre habilidades de convívio social — é o nervosismo que os torna
  4. mais propensos a se comportar de forma diferente. As pessoas ficam isoladas e começam a temer experiências
  5. sociais, o que as impede de aproveitá-las.
  6. Agora um artigo na Science of Us nos mostra que isso faz com que o cérebro dos solitários se
  7. comporte de forma diferente. Sem um grupo de apoio por trás de nós, entramos em um "modo de alerta",
  8. ficando especialmente nervosos em relação a ameaças.
  9. Estudos mostram que, quando pessoas solitárias assistem a uma cena de convívio social em vídeo,
  10. elas passam mais tempo do que a média procurando sinais de ameaça social — como pessoas isoladas no
  11. vídeo, ou sendo ignoradas. Ou seja, o cérebro delas capta mais rapidamente sinais de rejeição.
  12. Uma pesquisa mais recente, feita pela Universidade de Chicago, revela de forma mais específica como
  13. solitários entram nesse modo de "alerta". Os cientistas recrutaram 38 pessoas muito solitárias e 32 pessoas
  14. que não se sentiam sozinhas (vale ressaltar que a solidão não foi calculada pelo número de amigos e familiares
  15. de cada pessoa, mas pelo sentimento de isolamento). Sensores foram colocados nas cabeças dos
  16. participantes dos estudos, o que permitiu que suas ondas cerebrais fossem gravadas e a atividade cerebral
  17. quantificada.
  18. Enquanto usavam os sensores, os voluntários deveriam olhar para várias palavras exibidas em uma
  19. tela e indicar, com um teclado, em que cores elas estavam escritas. A ideia era que os participantes não se
  20. concentrassem na palavra em si, mas sim nas cores. A influência que o significado da palavra tem é
  21. considerada automática e subconsciente.
  22. Algumas das palavras exibidas eram consideradas positivas (pertencimento e festa), algumas negativas
  23. (sozinho ou solitário), outras eram emocionalmente positivas, mas não sociais (alegria) e outras eram
  24. emocionalmente negativas, mas também não sociais (tristeza).
  25. Durante o primeiro quarto de segundo (280 milisegundos) depois de uma palavra ser mostrada, o
  26. cérebro de pessoas solitárias entrava em uma série de microestados que eram idênticos mesmo se a palavra
  27. negativa era social ou não. Mas, depois desse ponto, o cérebro passava a reagir diferente com as palavras
  28. negativas sociais, com uma mudança de atividade em áreas envolvidas no controle, sugerindo que elas
  29. entravam em um modo vigilante. Já os não solitários permaneciam com os primeiros microestados durante 480
  30. milisegundos. A diferença parece pequena, mas na prática significa que a mente das pessoas solitárias está
  31. treinada para captar ameaças sociais mais rápido do que o 'normal'.
  32. Pesquisadores afirmam que, pela resposta diferenciada ser tão rápida, solitários não estão conscientes
  33. dela. Afinal, em teoria, os voluntários não deveriam nem estar prestando atenção no significado da palavra.
  34. E isso é preocupante — afinal, significa que os solitários estão mais ligados em emoções negativas do que nas
  35. positivas, o que pode fazer um sentido evolutivo (já que nossos ancestrais pré-históricos precisavam ficar mais
  36. alertas ao estarem sozinhos), mas não é benéfico atualmente. Afinal, contribui para o ciclo de negatividade do
  37. qual falamos lá em cima — e pode explicar o motivo pelo qual os solitários têm mais problemas de saúde e
  38. vidas mais curtas.


(GALASTRI, Luciana. O cérebro de pessoas solitárias funciona de forma diferente, Galileu, 05 ago. 2015. Com alterações. Disponível em: <http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Neurociencia/noticia/2015/08/o-cerebro-de-pessoas-solitarias-funciona-de-forma-diferente.html>. Acesso em: 04 dez. 2015.)

No enunciado "E isso é preocupante — afinal, significa que os solitários estão mais ligados em emoções negativas do que nas positivas [...]" (linhas 34 e 35), a palavra "afinal" NÃO poderia ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:

 

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1635541 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Bom Jesus-PI

Leia o texto que se segue e responda às questões de 01 a 07.

O cérebro de pessoas solitárias funciona de forma diferente

  1. Recentemente, falamos sobre o espiral negativo pelo qual muitas pessoas solitárias passam. Em "Por
  2. que pessoas sozinhas permanecem sozinhas?", explicamos que, ao contrário do que muita gente pensa, os
  3. solitários não têm menos conhecimentos sobre habilidades de convívio social — é o nervosismo que os torna
  4. mais propensos a se comportar de forma diferente. As pessoas ficam isoladas e começam a temer experiências
  5. sociais, o que as impede de aproveitá-las.
  6. Agora um artigo na Science of Us nos mostra que isso faz com que o cérebro dos solitários se
  7. comporte de forma diferente. Sem um grupo de apoio por trás de nós, entramos em um "modo de alerta",
  8. ficando especialmente nervosos em relação a ameaças.
  9. Estudos mostram que, quando pessoas solitárias assistem a uma cena de convívio social em vídeo,
  10. elas passam mais tempo do que a média procurando sinais de ameaça social — como pessoas isoladas no
  11. vídeo, ou sendo ignoradas. Ou seja, o cérebro delas capta mais rapidamente sinais de rejeição.
  12. Uma pesquisa mais recente, feita pela Universidade de Chicago, revela de forma mais específica como
  13. solitários entram nesse modo de "alerta". Os cientistas recrutaram 38 pessoas muito solitárias e 32 pessoas
  14. que não se sentiam sozinhas (vale ressaltar que a solidão não foi calculada pelo número de amigos e familiares
  15. de cada pessoa, mas pelo sentimento de isolamento). Sensores foram colocados nas cabeças dos
  16. participantes dos estudos, o que permitiu que suas ondas cerebrais fossem gravadas e a atividade cerebral
  17. quantificada.
  18. Enquanto usavam os sensores, os voluntários deveriam olhar para várias palavras exibidas em uma
  19. tela e indicar, com um teclado, em que cores elas estavam escritas. A ideia era que os participantes não se
  20. concentrassem na palavra em si, mas sim nas cores. A influência que o significado da palavra tem é
  21. considerada automática e subconsciente.
  22. Algumas das palavras exibidas eram consideradas positivas (pertencimento e festa), algumas negativas
  23. (sozinho ou solitário), outras eram emocionalmente positivas, mas não sociais (alegria) e outras eram
  24. emocionalmente negativas, mas também não sociais (tristeza).
  25. Durante o primeiro quarto de segundo (280 milisegundos) depois de uma palavra ser mostrada, o
  26. cérebro de pessoas solitárias entrava em uma série de microestados que eram idênticos mesmo se a palavra
  27. negativa era social ou não. Mas, depois desse ponto, o cérebro passava a reagir diferente com as palavras
  28. negativas sociais, com uma mudança de atividade em áreas envolvidas no controle, sugerindo que elas
  29. entravam em um modo vigilante. Já os não solitários permaneciam com os primeiros microestados durante 480
  30. milisegundos. A diferença parece pequena, mas na prática significa que a mente das pessoas solitárias está
  31. treinada para captar ameaças sociais mais rápido do que o 'normal'.
  32. Pesquisadores afirmam que, pela resposta diferenciada ser tão rápida, solitários não estão conscientes
  33. dela. Afinal, em teoria, os voluntários não deveriam nem estar prestando atenção no significado da palavra.
  34. E isso é preocupante — afinal, significa que os solitários estão mais ligados em emoções negativas do que nas
  35. positivas, o que pode fazer um sentido evolutivo (já que nossos ancestrais pré-históricos precisavam ficar mais
  36. alertas ao estarem sozinhos), mas não é benéfico atualmente. Afinal, contribui para o ciclo de negatividade do
  37. qual falamos lá em cima — e pode explicar o motivo pelo qual os solitários têm mais problemas de saúde e
  38. vidas mais curtas.


(GALASTRI, Luciana. O cérebro de pessoas solitárias funciona de forma diferente, Galileu, 05 ago. 2015. Com alterações. Disponível em: <http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Neurociencia/noticia/2015/08/o-cerebro-de-pessoas-solitarias-funciona-de-forma-diferente.html>. Acesso em: 04 dez. 2015.)

No trecho "Agora um artigo na Science of Us nos mostra que isso faz com que o cérebro dos solitários se comporte de forma diferente‖ (linhas 06 e 07), o primeiro "que" exerce a função sintática de conjunção integrante. Outro trecho do texto em que o "que" exerce essa mesma função sintática é:

 

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1635540 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Bom Jesus-PI

Leia o texto que se segue e responda às questões de 01 a 07.

O cérebro de pessoas solitárias funciona de forma diferente

  1. Recentemente, falamos sobre o espiral negativo pelo qual muitas pessoas solitárias passam. Em "Por
  2. que pessoas sozinhas permanecem sozinhas?", explicamos que, ao contrário do que muita gente pensa, os
  3. solitários não têm menos conhecimentos sobre habilidades de convívio social — é o nervosismo que os torna
  4. mais propensos a se comportar de forma diferente. As pessoas ficam isoladas e começam a temer experiências
  5. sociais, o que as impede de aproveitá-las.
  6. Agora um artigo na Science of Us nos mostra que isso faz com que o cérebro dos solitários se
  7. comporte de forma diferente. Sem um grupo de apoio por trás de nós, entramos em um "modo de alerta",
  8. ficando especialmente nervosos em relação a ameaças.
  9. Estudos mostram que, quando pessoas solitárias assistem a uma cena de convívio social em vídeo,
  10. elas passam mais tempo do que a média procurando sinais de ameaça social — como pessoas isoladas no
  11. vídeo, ou sendo ignoradas. Ou seja, o cérebro delas capta mais rapidamente sinais de rejeição.
  12. Uma pesquisa mais recente, feita pela Universidade de Chicago, revela de forma mais específica como
  13. solitários entram nesse modo de "alerta". Os cientistas recrutaram 38 pessoas muito solitárias e 32 pessoas
  14. que não se sentiam sozinhas (vale ressaltar que a solidão não foi calculada pelo número de amigos e familiares
  15. de cada pessoa, mas pelo sentimento de isolamento). Sensores foram colocados nas cabeças dos
  16. participantes dos estudos, o que permitiu que suas ondas cerebrais fossem gravadas e a atividade cerebral
  17. quantificada.
  18. Enquanto usavam os sensores, os voluntários deveriam olhar para várias palavras exibidas em uma
  19. tela e indicar, com um teclado, em que cores elas estavam escritas. A ideia era que os participantes não se
  20. concentrassem na palavra em si, mas sim nas cores. A influência que o significado da palavra tem é
  21. considerada automática e subconsciente.
  22. Algumas das palavras exibidas eram consideradas positivas (pertencimento e festa), algumas negativas
  23. (sozinho ou solitário), outras eram emocionalmente positivas, mas não sociais (alegria) e outras eram
  24. emocionalmente negativas, mas também não sociais (tristeza).
  25. Durante o primeiro quarto de segundo (280 milisegundos) depois de uma palavra ser mostrada, o
  26. cérebro de pessoas solitárias entrava em uma série de microestados que eram idênticos mesmo se a palavra
  27. negativa era social ou não. Mas, depois desse ponto, o cérebro passava a reagir diferente com as palavras
  28. negativas sociais, com uma mudança de atividade em áreas envolvidas no controle, sugerindo que elas
  29. entravam em um modo vigilante. Já os não solitários permaneciam com os primeiros microestados durante 480
  30. milisegundos. A diferença parece pequena, mas na prática significa que a mente das pessoas solitárias está
  31. treinada para captar ameaças sociais mais rápido do que o 'normal'.
  32. Pesquisadores afirmam que, pela resposta diferenciada ser tão rápida, solitários não estão conscientes
  33. dela. Afinal, em teoria, os voluntários não deveriam nem estar prestando atenção no significado da palavra.
  34. E isso é preocupante — afinal, significa que os solitários estão mais ligados em emoções negativas do que nas
  35. positivas, o que pode fazer um sentido evolutivo (já que nossos ancestrais pré-históricos precisavam ficar mais
  36. alertas ao estarem sozinhos), mas não é benéfico atualmente. Afinal, contribui para o ciclo de negatividade do
  37. qual falamos lá em cima — e pode explicar o motivo pelo qual os solitários têm mais problemas de saúde e
  38. vidas mais curtas.


(GALASTRI, Luciana. O cérebro de pessoas solitárias funciona de forma diferente, Galileu, 05 ago. 2015. Com alterações. Disponível em: <http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Neurociencia/noticia/2015/08/o-cerebro-de-pessoas-solitarias-funciona-de-forma-diferente.html>. Acesso em: 04 dez. 2015.)

Sabe-se que os pronomes estabelecem referências dentro do texto, isto é, retomam elementos expressos anteriormente. Nesse sentido, indique a opção que NÃO expressa corretamente as relações pronominais realizadas no texto em análise:

 

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1635539 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Bom Jesus-PI

Leia o texto que se segue e responda às questões de 01 a 07.

O cérebro de pessoas solitárias funciona de forma diferente

  1. Recentemente, falamos sobre o espiral negativo pelo qual muitas pessoas solitárias passam. Em "Por
  2. que pessoas sozinhas permanecem sozinhas?", explicamos que, ao contrário do que muita gente pensa, os
  3. solitários não têm menos conhecimentos sobre habilidades de convívio social — é o nervosismo que os torna
  4. mais propensos a se comportar de forma diferente. As pessoas ficam isoladas e começam a temer experiências
  5. sociais, o que as impede de aproveitá-las.
  6. Agora um artigo na Science of Us nos mostra que isso faz com que o cérebro dos solitários se
  7. comporte de forma diferente. Sem um grupo de apoio por trás de nós, entramos em um "modo de alerta",
  8. ficando especialmente nervosos em relação a ameaças.
  9. Estudos mostram que, quando pessoas solitárias assistem a uma cena de convívio social em vídeo,
  10. elas passam mais tempo do que a média procurando sinais de ameaça social — como pessoas isoladas no
  11. vídeo, ou sendo ignoradas. Ou seja, o cérebro delas capta mais rapidamente sinais de rejeição.
  12. Uma pesquisa mais recente, feita pela Universidade de Chicago, revela de forma mais específica como
  13. solitários entram nesse modo de "alerta". Os cientistas recrutaram 38 pessoas muito solitárias e 32 pessoas
  14. que não se sentiam sozinhas (vale ressaltar que a solidão não foi calculada pelo número de amigos e familiares
  15. de cada pessoa, mas pelo sentimento de isolamento). Sensores foram colocados nas cabeças dos
  16. participantes dos estudos, o que permitiu que suas ondas cerebrais fossem gravadas e a atividade cerebral
  17. quantificada.
  18. Enquanto usavam os sensores, os voluntários deveriam olhar para várias palavras exibidas em uma
  19. tela e indicar, com um teclado, em que cores elas estavam escritas. A ideia era que os participantes não se
  20. concentrassem na palavra em si, mas sim nas cores. A influência que o significado da palavra tem é
  21. considerada automática e subconsciente.
  22. Algumas das palavras exibidas eram consideradas positivas (pertencimento e festa), algumas negativas
  23. (sozinho ou solitário), outras eram emocionalmente positivas, mas não sociais (alegria) e outras eram
  24. emocionalmente negativas, mas também não sociais (tristeza).
  25. Durante o primeiro quarto de segundo (280 milisegundos) depois de uma palavra ser mostrada, o
  26. cérebro de pessoas solitárias entrava em uma série de microestados que eram idênticos mesmo se a palavra
  27. negativa era social ou não. Mas, depois desse ponto, o cérebro passava a reagir diferente com as palavras
  28. negativas sociais, com uma mudança de atividade em áreas envolvidas no controle, sugerindo que elas
  29. entravam em um modo vigilante. Já os não solitários permaneciam com os primeiros microestados durante 480
  30. milisegundos. A diferença parece pequena, mas na prática significa que a mente das pessoas solitárias está
  31. treinada para captar ameaças sociais mais rápido do que o 'normal'.
  32. Pesquisadores afirmam que, pela resposta diferenciada ser tão rápida, solitários não estão conscientes
  33. dela. Afinal, em teoria, os voluntários não deveriam nem estar prestando atenção no significado da palavra.
  34. E isso é preocupante — afinal, significa que os solitários estão mais ligados em emoções negativas do que nas
  35. positivas, o que pode fazer um sentido evolutivo (já que nossos ancestrais pré-históricos precisavam ficar mais
  36. alertas ao estarem sozinhos), mas não é benéfico atualmente. Afinal, contribui para o ciclo de negatividade do
  37. qual falamos lá em cima — e pode explicar o motivo pelo qual os solitários têm mais problemas de saúde e
  38. vidas mais curtas.


(GALASTRI, Luciana. O cérebro de pessoas solitárias funciona de forma diferente, Galileu, 05 ago. 2015. Com alterações. Disponível em: <http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Neurociencia/noticia/2015/08/o-cerebro-de-pessoas-solitarias-funciona-de-forma-diferente.html>. Acesso em: 04 dez. 2015.)

Dentre as opções a seguir, indique a que mais se aproxima do significado indicado pela palavra "automática" no trecho "A influência que o significado da palavra tem é considerada automática e subconsciente" (linhas 20 e 21).

 

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1635538 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Bom Jesus-PI

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O cérebro de pessoas solitárias funciona de forma diferente

  1. Recentemente, falamos sobre o espiral negativo pelo qual muitas pessoas solitárias passam. Em "Por
  2. que pessoas sozinhas permanecem sozinhas?", explicamos que, ao contrário do que muita gente pensa, os
  3. solitários não têm menos conhecimentos sobre habilidades de convívio social — é o nervosismo que os torna
  4. mais propensos a se comportar de forma diferente. As pessoas ficam isoladas e começam a temer experiências
  5. sociais, o que as impede de aproveitá-las.
  6. Agora um artigo na Science of Us nos mostra que isso faz com que o cérebro dos solitários se
  7. comporte de forma diferente. Sem um grupo de apoio por trás de nós, entramos em um "modo de alerta",
  8. ficando especialmente nervosos em relação a ameaças.
  9. Estudos mostram que, quando pessoas solitárias assistem a uma cena de convívio social em vídeo,
  10. elas passam mais tempo do que a média procurando sinais de ameaça social — como pessoas isoladas no
  11. vídeo, ou sendo ignoradas. Ou seja, o cérebro delas capta mais rapidamente sinais de rejeição.
  12. Uma pesquisa mais recente, feita pela Universidade de Chicago, revela de forma mais específica como
  13. solitários entram nesse modo de "alerta". Os cientistas recrutaram 38 pessoas muito solitárias e 32 pessoas
  14. que não se sentiam sozinhas (vale ressaltar que a solidão não foi calculada pelo número de amigos e familiares
  15. de cada pessoa, mas pelo sentimento de isolamento). Sensores foram colocados nas cabeças dos
  16. participantes dos estudos, o que permitiu que suas ondas cerebrais fossem gravadas e a atividade cerebral
  17. quantificada.
  18. Enquanto usavam os sensores, os voluntários deveriam olhar para várias palavras exibidas em uma
  19. tela e indicar, com um teclado, em que cores elas estavam escritas. A ideia era que os participantes não se
  20. concentrassem na palavra em si, mas sim nas cores. A influência que o significado da palavra tem é
  21. considerada automática e subconsciente.
  22. Algumas das palavras exibidas eram consideradas positivas (pertencimento e festa), algumas negativas
  23. (sozinho ou solitário), outras eram emocionalmente positivas, mas não sociais (alegria) e outras eram
  24. emocionalmente negativas, mas também não sociais (tristeza).
  25. Durante o primeiro quarto de segundo (280 milisegundos) depois de uma palavra ser mostrada, o
  26. cérebro de pessoas solitárias entrava em uma série de microestados que eram idênticos mesmo se a palavra
  27. negativa era social ou não. Mas, depois desse ponto, o cérebro passava a reagir diferente com as palavras
  28. negativas sociais, com uma mudança de atividade em áreas envolvidas no controle, sugerindo que elas
  29. entravam em um modo vigilante. Já os não solitários permaneciam com os primeiros microestados durante 480
  30. milisegundos. A diferença parece pequena, mas na prática significa que a mente das pessoas solitárias está
  31. treinada para captar ameaças sociais mais rápido do que o 'normal'.
  32. Pesquisadores afirmam que, pela resposta diferenciada ser tão rápida, solitários não estão conscientes
  33. dela. Afinal, em teoria, os voluntários não deveriam nem estar prestando atenção no significado da palavra.
  34. E isso é preocupante — afinal, significa que os solitários estão mais ligados em emoções negativas do que nas
  35. positivas, o que pode fazer um sentido evolutivo (já que nossos ancestrais pré-históricos precisavam ficar mais
  36. alertas ao estarem sozinhos), mas não é benéfico atualmente. Afinal, contribui para o ciclo de negatividade do
  37. qual falamos lá em cima — e pode explicar o motivo pelo qual os solitários têm mais problemas de saúde e
  38. vidas mais curtas.


(GALASTRI, Luciana. O cérebro de pessoas solitárias funciona de forma diferente, Galileu, 05 ago. 2015. Com alterações. Disponível em: <http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Neurociencia/noticia/2015/08/o-cerebro-de-pessoas-solitarias-funciona-de-forma-diferente.html>. Acesso em: 04 dez. 2015.)

A conjunção "mas", na linha 15, expressa uma relação de sentido de:

 

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1635537 Ano: 2015
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O cérebro de pessoas solitárias funciona de forma diferente

  1. Recentemente, falamos sobre o espiral negativo pelo qual muitas pessoas solitárias passam. Em "Por
  2. que pessoas sozinhas permanecem sozinhas?", explicamos que, ao contrário do que muita gente pensa, os
  3. solitários não têm menos conhecimentos sobre habilidades de convívio social — é o nervosismo que os torna
  4. mais propensos a se comportar de forma diferente. As pessoas ficam isoladas e começam a temer experiências
  5. sociais, o que as impede de aproveitá-las.
  6. Agora um artigo na Science of Us nos mostra que isso faz com que o cérebro dos solitários se
  7. comporte de forma diferente. Sem um grupo de apoio por trás de nós, entramos em um "modo de alerta",
  8. ficando especialmente nervosos em relação a ameaças.
  9. Estudos mostram que, quando pessoas solitárias assistem a uma cena de convívio social em vídeo,
  10. elas passam mais tempo do que a média procurando sinais de ameaça social — como pessoas isoladas no
  11. vídeo, ou sendo ignoradas. Ou seja, o cérebro delas capta mais rapidamente sinais de rejeição.
  12. Uma pesquisa mais recente, feita pela Universidade de Chicago, revela de forma mais específica como
  13. solitários entram nesse modo de "alerta". Os cientistas recrutaram 38 pessoas muito solitárias e 32 pessoas
  14. que não se sentiam sozinhas (vale ressaltar que a solidão não foi calculada pelo número de amigos e familiares
  15. de cada pessoa, mas pelo sentimento de isolamento). Sensores foram colocados nas cabeças dos
  16. participantes dos estudos, o que permitiu que suas ondas cerebrais fossem gravadas e a atividade cerebral
  17. quantificada.
  18. Enquanto usavam os sensores, os voluntários deveriam olhar para várias palavras exibidas em uma
  19. tela e indicar, com um teclado, em que cores elas estavam escritas. A ideia era que os participantes não se
  20. concentrassem na palavra em si, mas sim nas cores. A influência que o significado da palavra tem é
  21. considerada automática e subconsciente.
  22. Algumas das palavras exibidas eram consideradas positivas (pertencimento e festa), algumas negativas
  23. (sozinho ou solitário), outras eram emocionalmente positivas, mas não sociais (alegria) e outras eram
  24. emocionalmente negativas, mas também não sociais (tristeza).
  25. Durante o primeiro quarto de segundo (280 milisegundos) depois de uma palavra ser mostrada, o
  26. cérebro de pessoas solitárias entrava em uma série de microestados que eram idênticos mesmo se a palavra
  27. negativa era social ou não. Mas, depois desse ponto, o cérebro passava a reagir diferente com as palavras
  28. negativas sociais, com uma mudança de atividade em áreas envolvidas no controle, sugerindo que elas
  29. entravam em um modo vigilante. Já os não solitários permaneciam com os primeiros microestados durante 480
  30. milisegundos. A diferença parece pequena, mas na prática significa que a mente das pessoas solitárias está
  31. treinada para captar ameaças sociais mais rápido do que o 'normal'.
  32. Pesquisadores afirmam que, pela resposta diferenciada ser tão rápida, solitários não estão conscientes
  33. dela. Afinal, em teoria, os voluntários não deveriam nem estar prestando atenção no significado da palavra.
  34. E isso é preocupante — afinal, significa que os solitários estão mais ligados em emoções negativas do que nas
  35. positivas, o que pode fazer um sentido evolutivo (já que nossos ancestrais pré-históricos precisavam ficar mais
  36. alertas ao estarem sozinhos), mas não é benéfico atualmente. Afinal, contribui para o ciclo de negatividade do
  37. qual falamos lá em cima — e pode explicar o motivo pelo qual os solitários têm mais problemas de saúde e
  38. vidas mais curtas.


(GALASTRI, Luciana. O cérebro de pessoas solitárias funciona de forma diferente, Galileu, 05 ago. 2015. Com alterações. Disponível em: <http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Neurociencia/noticia/2015/08/o-cerebro-de-pessoas-solitarias-funciona-de-forma-diferente.html>. Acesso em: 04 dez. 2015.)

Indique a opção em que todas as palavras recebem o acento gráfico pelo mesmo motivo que a palavra "solitário" (linha 23).

 

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1635536 Ano: 2015
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O cérebro de pessoas solitárias funciona de forma diferente

  1. Recentemente, falamos sobre o espiral negativo pelo qual muitas pessoas solitárias passam. Em "Por
  2. que pessoas sozinhas permanecem sozinhas?", explicamos que, ao contrário do que muita gente pensa, os
  3. solitários não têm menos conhecimentos sobre habilidades de convívio social — é o nervosismo que os torna
  4. mais propensos a se comportar de forma diferente. As pessoas ficam isoladas e começam a temer experiências
  5. sociais, o que as impede de aproveitá-las.
  6. Agora um artigo na Science of Us nos mostra que isso faz com que o cérebro dos solitários se
  7. comporte de forma diferente. Sem um grupo de apoio por trás de nós, entramos em um "modo de alerta",
  8. ficando especialmente nervosos em relação a ameaças.
  9. Estudos mostram que, quando pessoas solitárias assistem a uma cena de convívio social em vídeo,
  10. elas passam mais tempo do que a média procurando sinais de ameaça social — como pessoas isoladas no
  11. vídeo, ou sendo ignoradas. Ou seja, o cérebro delas capta mais rapidamente sinais de rejeição.
  12. Uma pesquisa mais recente, feita pela Universidade de Chicago, revela de forma mais específica como
  13. solitários entram nesse modo de "alerta". Os cientistas recrutaram 38 pessoas muito solitárias e 32 pessoas
  14. que não se sentiam sozinhas (vale ressaltar que a solidão não foi calculada pelo número de amigos e familiares
  15. de cada pessoa, mas pelo sentimento de isolamento). Sensores foram colocados nas cabeças dos
  16. participantes dos estudos, o que permitiu que suas ondas cerebrais fossem gravadas e a atividade cerebral
  17. quantificada.
  18. Enquanto usavam os sensores, os voluntários deveriam olhar para várias palavras exibidas em uma
  19. tela e indicar, com um teclado, em que cores elas estavam escritas. A ideia era que os participantes não se
  20. concentrassem na palavra em si, mas sim nas cores. A influência que o significado da palavra tem é
  21. considerada automática e subconsciente.
  22. Algumas das palavras exibidas eram consideradas positivas (pertencimento e festa), algumas negativas
  23. (sozinho ou solitário), outras eram emocionalmente positivas, mas não sociais (alegria) e outras eram
  24. emocionalmente negativas, mas também não sociais (tristeza).
  25. Durante o primeiro quarto de segundo (280 milisegundos) depois de uma palavra ser mostrada, o
  26. cérebro de pessoas solitárias entrava em uma série de microestados que eram idênticos mesmo se a palavra
  27. negativa era social ou não. Mas, depois desse ponto, o cérebro passava a reagir diferente com as palavras
  28. negativas sociais, com uma mudança de atividade em áreas envolvidas no controle, sugerindo que elas
  29. entravam em um modo vigilante. Já os não solitários permaneciam com os primeiros microestados durante 480
  30. milisegundos. A diferença parece pequena, mas na prática significa que a mente das pessoas solitárias está
  31. treinada para captar ameaças sociais mais rápido do que o 'normal'.
  32. Pesquisadores afirmam que, pela resposta diferenciada ser tão rápida, solitários não estão conscientes
  33. dela. Afinal, em teoria, os voluntários não deveriam nem estar prestando atenção no significado da palavra.
  34. E isso é preocupante — afinal, significa que os solitários estão mais ligados em emoções negativas do que nas
  35. positivas, o que pode fazer um sentido evolutivo (já que nossos ancestrais pré-históricos precisavam ficar mais
  36. alertas ao estarem sozinhos), mas não é benéfico atualmente. Afinal, contribui para o ciclo de negatividade do
  37. qual falamos lá em cima — e pode explicar o motivo pelo qual os solitários têm mais problemas de saúde e
  38. vidas mais curtas.


(GALASTRI, Luciana. O cérebro de pessoas solitárias funciona de forma diferente, Galileu, 05 ago. 2015. Com alterações. Disponível em: <http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Neurociencia/noticia/2015/08/o-cerebro-de-pessoas-solitarias-funciona-de-forma-diferente.html>. Acesso em: 04 dez. 2015.)

É possível afirmar, com base na leitura do texto, que os resultados da pesquisa descrita indicam que:

 

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2292190 Ano: 2015
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Bom Jesus-PI

A Portaria nº 2.914, de 12 de dezembro de 2011, dispõe sobre os procedimentos de controle e de vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade. Considerando essa base normativa, assinale a opção INCORRETA.

Questão Anulada

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