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As questões de 08 a 10 referem-se à tirinha abaixo.

(BECK, Alexandre. Armandinho. 22 abr. 2015. Disponível em: <http://tirasarmandinho.tumblr.com/post/117080432989/tirinha-original>. Acesso em: 04 dez. 2015.)
No segundo quadro, a oração "Me ajuda com a previsão do tempo, Dinho?" apresenta uma vírgula com função de
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As questões de 08 a 10 referem-se à tirinha abaixo.

(BECK, Alexandre. Armandinho. 22 abr. 2015. Disponível em: <http://tirasarmandinho.tumblr.com/post/117080432989/tirinha-original>. Acesso em: 04 dez. 2015.)
O efeito de humor na tirinha é causado
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Leia o texto que se segue e responda às questões de 01 a 07.
O cérebro de pessoas solitárias funciona de forma diferente
- Recentemente, falamos sobre o espiral negativo pelo qual muitas pessoas solitárias passam. Em "Por
- que pessoas sozinhas permanecem sozinhas?", explicamos que, ao contrário do que muita gente pensa, os
- solitários não têm menos conhecimentos sobre habilidades de convívio social — é o nervosismo que os torna
- mais propensos a se comportar de forma diferente. As pessoas ficam isoladas e começam a temer experiências
- sociais, o que as impede de aproveitá-las.
- Agora um artigo na Science of Us nos mostra que isso faz com que o cérebro dos solitários se
- comporte de forma diferente. Sem um grupo de apoio por trás de nós, entramos em um "modo de alerta",
- ficando especialmente nervosos em relação a ameaças.
- Estudos mostram que, quando pessoas solitárias assistem a uma cena de convívio social em vídeo,
- elas passam mais tempo do que a média procurando sinais de ameaça social — como pessoas isoladas no
- vídeo, ou sendo ignoradas. Ou seja, o cérebro delas capta mais rapidamente sinais de rejeição.
- Uma pesquisa mais recente, feita pela Universidade de Chicago, revela de forma mais específica como
- solitários entram nesse modo de "alerta". Os cientistas recrutaram 38 pessoas muito solitárias e 32 pessoas
- que não se sentiam sozinhas (vale ressaltar que a solidão não foi calculada pelo número de amigos e familiares
- de cada pessoa, mas pelo sentimento de isolamento). Sensores foram colocados nas cabeças dos
- participantes dos estudos, o que permitiu que suas ondas cerebrais fossem gravadas e a atividade cerebral
- quantificada.
- Enquanto usavam os sensores, os voluntários deveriam olhar para várias palavras exibidas em uma
- tela e indicar, com um teclado, em que cores elas estavam escritas. A ideia era que os participantes não se
- concentrassem na palavra em si, mas sim nas cores. A influência que o significado da palavra tem é
- considerada automática e subconsciente.
- Algumas das palavras exibidas eram consideradas positivas (pertencimento e festa), algumas negativas
- (sozinho ou solitário), outras eram emocionalmente positivas, mas não sociais (alegria) e outras eram
- emocionalmente negativas, mas também não sociais (tristeza).
- Durante o primeiro quarto de segundo (280 milisegundos) depois de uma palavra ser mostrada, o
- cérebro de pessoas solitárias entrava em uma série de microestados que eram idênticos mesmo se a palavra
- negativa era social ou não. Mas, depois desse ponto, o cérebro passava a reagir diferente com as palavras
- negativas sociais, com uma mudança de atividade em áreas envolvidas no controle, sugerindo que elas
- entravam em um modo vigilante. Já os não solitários permaneciam com os primeiros microestados durante 480
- milisegundos. A diferença parece pequena, mas na prática significa que a mente das pessoas solitárias está
- treinada para captar ameaças sociais mais rápido do que o 'normal'.
- Pesquisadores afirmam que, pela resposta diferenciada ser tão rápida, solitários não estão conscientes
- dela. Afinal, em teoria, os voluntários não deveriam nem estar prestando atenção no significado da palavra.
- E isso é preocupante — afinal, significa que os solitários estão mais ligados em emoções negativas do que nas
- positivas, o que pode fazer um sentido evolutivo (já que nossos ancestrais pré-históricos precisavam ficar mais
- alertas ao estarem sozinhos), mas não é benéfico atualmente. Afinal, contribui para o ciclo de negatividade do
- qual falamos lá em cima — e pode explicar o motivo pelo qual os solitários têm mais problemas de saúde e
- vidas mais curtas.
(GALASTRI, Luciana. O cérebro de pessoas solitárias funciona de forma diferente, Galileu, 05 ago. 2015. Com alterações. Disponível em: <http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Neurociencia/noticia/2015/08/o-cerebro-de-pessoas-solitarias-funciona-de-forma-diferente.html>. Acesso em: 04 dez. 2015.)
No enunciado "E isso é preocupante — afinal, significa que os solitários estão mais ligados em emoções negativas do que nas positivas [...]" (linhas 34 e 35), a palavra "afinal" NÃO poderia ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:
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Leia o texto que se segue e responda às questões de 01 a 07.
O cérebro de pessoas solitárias funciona de forma diferente
- Recentemente, falamos sobre o espiral negativo pelo qual muitas pessoas solitárias passam. Em "Por
- que pessoas sozinhas permanecem sozinhas?", explicamos que, ao contrário do que muita gente pensa, os
- solitários não têm menos conhecimentos sobre habilidades de convívio social — é o nervosismo que os torna
- mais propensos a se comportar de forma diferente. As pessoas ficam isoladas e começam a temer experiências
- sociais, o que as impede de aproveitá-las.
- Agora um artigo na Science of Us nos mostra que isso faz com que o cérebro dos solitários se
- comporte de forma diferente. Sem um grupo de apoio por trás de nós, entramos em um "modo de alerta",
- ficando especialmente nervosos em relação a ameaças.
- Estudos mostram que, quando pessoas solitárias assistem a uma cena de convívio social em vídeo,
- elas passam mais tempo do que a média procurando sinais de ameaça social — como pessoas isoladas no
- vídeo, ou sendo ignoradas. Ou seja, o cérebro delas capta mais rapidamente sinais de rejeição.
- Uma pesquisa mais recente, feita pela Universidade de Chicago, revela de forma mais específica como
- solitários entram nesse modo de "alerta". Os cientistas recrutaram 38 pessoas muito solitárias e 32 pessoas
- que não se sentiam sozinhas (vale ressaltar que a solidão não foi calculada pelo número de amigos e familiares
- de cada pessoa, mas pelo sentimento de isolamento). Sensores foram colocados nas cabeças dos
- participantes dos estudos, o que permitiu que suas ondas cerebrais fossem gravadas e a atividade cerebral
- quantificada.
- Enquanto usavam os sensores, os voluntários deveriam olhar para várias palavras exibidas em uma
- tela e indicar, com um teclado, em que cores elas estavam escritas. A ideia era que os participantes não se
- concentrassem na palavra em si, mas sim nas cores. A influência que o significado da palavra tem é
- considerada automática e subconsciente.
- Algumas das palavras exibidas eram consideradas positivas (pertencimento e festa), algumas negativas
- (sozinho ou solitário), outras eram emocionalmente positivas, mas não sociais (alegria) e outras eram
- emocionalmente negativas, mas também não sociais (tristeza).
- Durante o primeiro quarto de segundo (280 milisegundos) depois de uma palavra ser mostrada, o
- cérebro de pessoas solitárias entrava em uma série de microestados que eram idênticos mesmo se a palavra
- negativa era social ou não. Mas, depois desse ponto, o cérebro passava a reagir diferente com as palavras
- negativas sociais, com uma mudança de atividade em áreas envolvidas no controle, sugerindo que elas
- entravam em um modo vigilante. Já os não solitários permaneciam com os primeiros microestados durante 480
- milisegundos. A diferença parece pequena, mas na prática significa que a mente das pessoas solitárias está
- treinada para captar ameaças sociais mais rápido do que o 'normal'.
- Pesquisadores afirmam que, pela resposta diferenciada ser tão rápida, solitários não estão conscientes
- dela. Afinal, em teoria, os voluntários não deveriam nem estar prestando atenção no significado da palavra.
- E isso é preocupante — afinal, significa que os solitários estão mais ligados em emoções negativas do que nas
- positivas, o que pode fazer um sentido evolutivo (já que nossos ancestrais pré-históricos precisavam ficar mais
- alertas ao estarem sozinhos), mas não é benéfico atualmente. Afinal, contribui para o ciclo de negatividade do
- qual falamos lá em cima — e pode explicar o motivo pelo qual os solitários têm mais problemas de saúde e
- vidas mais curtas.
(GALASTRI, Luciana. O cérebro de pessoas solitárias funciona de forma diferente, Galileu, 05 ago. 2015. Com alterações. Disponível em: <http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Neurociencia/noticia/2015/08/o-cerebro-de-pessoas-solitarias-funciona-de-forma-diferente.html>. Acesso em: 04 dez. 2015.)
No trecho "Agora um artigo na Science of Us nos mostra que isso faz com que o cérebro dos solitários se comporte de forma diferente‖ (linhas 06 e 07), o primeiro "que" exerce a função sintática de conjunção integrante. Outro trecho do texto em que o "que" exerce essa mesma função sintática é:
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Leia o texto que se segue e responda às questões de 01 a 07.
O cérebro de pessoas solitárias funciona de forma diferente
- Recentemente, falamos sobre o espiral negativo pelo qual muitas pessoas solitárias passam. Em "Por
- que pessoas sozinhas permanecem sozinhas?", explicamos que, ao contrário do que muita gente pensa, os
- solitários não têm menos conhecimentos sobre habilidades de convívio social — é o nervosismo que os torna
- mais propensos a se comportar de forma diferente. As pessoas ficam isoladas e começam a temer experiências
- sociais, o que as impede de aproveitá-las.
- Agora um artigo na Science of Us nos mostra que isso faz com que o cérebro dos solitários se
- comporte de forma diferente. Sem um grupo de apoio por trás de nós, entramos em um "modo de alerta",
- ficando especialmente nervosos em relação a ameaças.
- Estudos mostram que, quando pessoas solitárias assistem a uma cena de convívio social em vídeo,
- elas passam mais tempo do que a média procurando sinais de ameaça social — como pessoas isoladas no
- vídeo, ou sendo ignoradas. Ou seja, o cérebro delas capta mais rapidamente sinais de rejeição.
- Uma pesquisa mais recente, feita pela Universidade de Chicago, revela de forma mais específica como
- solitários entram nesse modo de "alerta". Os cientistas recrutaram 38 pessoas muito solitárias e 32 pessoas
- que não se sentiam sozinhas (vale ressaltar que a solidão não foi calculada pelo número de amigos e familiares
- de cada pessoa, mas pelo sentimento de isolamento). Sensores foram colocados nas cabeças dos
- participantes dos estudos, o que permitiu que suas ondas cerebrais fossem gravadas e a atividade cerebral
- quantificada.
- Enquanto usavam os sensores, os voluntários deveriam olhar para várias palavras exibidas em uma
- tela e indicar, com um teclado, em que cores elas estavam escritas. A ideia era que os participantes não se
- concentrassem na palavra em si, mas sim nas cores. A influência que o significado da palavra tem é
- considerada automática e subconsciente.
- Algumas das palavras exibidas eram consideradas positivas (pertencimento e festa), algumas negativas
- (sozinho ou solitário), outras eram emocionalmente positivas, mas não sociais (alegria) e outras eram
- emocionalmente negativas, mas também não sociais (tristeza).
- Durante o primeiro quarto de segundo (280 milisegundos) depois de uma palavra ser mostrada, o
- cérebro de pessoas solitárias entrava em uma série de microestados que eram idênticos mesmo se a palavra
- negativa era social ou não. Mas, depois desse ponto, o cérebro passava a reagir diferente com as palavras
- negativas sociais, com uma mudança de atividade em áreas envolvidas no controle, sugerindo que elas
- entravam em um modo vigilante. Já os não solitários permaneciam com os primeiros microestados durante 480
- milisegundos. A diferença parece pequena, mas na prática significa que a mente das pessoas solitárias está
- treinada para captar ameaças sociais mais rápido do que o 'normal'.
- Pesquisadores afirmam que, pela resposta diferenciada ser tão rápida, solitários não estão conscientes
- dela. Afinal, em teoria, os voluntários não deveriam nem estar prestando atenção no significado da palavra.
- E isso é preocupante — afinal, significa que os solitários estão mais ligados em emoções negativas do que nas
- positivas, o que pode fazer um sentido evolutivo (já que nossos ancestrais pré-históricos precisavam ficar mais
- alertas ao estarem sozinhos), mas não é benéfico atualmente. Afinal, contribui para o ciclo de negatividade do
- qual falamos lá em cima — e pode explicar o motivo pelo qual os solitários têm mais problemas de saúde e
- vidas mais curtas.
(GALASTRI, Luciana. O cérebro de pessoas solitárias funciona de forma diferente, Galileu, 05 ago. 2015. Com alterações. Disponível em: <http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Neurociencia/noticia/2015/08/o-cerebro-de-pessoas-solitarias-funciona-de-forma-diferente.html>. Acesso em: 04 dez. 2015.)
Sabe-se que os pronomes estabelecem referências dentro do texto, isto é, retomam elementos expressos anteriormente. Nesse sentido, indique a opção que NÃO expressa corretamente as relações pronominais realizadas no texto em análise:
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Leia o texto que se segue e responda às questões de 01 a 07.
O cérebro de pessoas solitárias funciona de forma diferente
- Recentemente, falamos sobre o espiral negativo pelo qual muitas pessoas solitárias passam. Em "Por
- que pessoas sozinhas permanecem sozinhas?", explicamos que, ao contrário do que muita gente pensa, os
- solitários não têm menos conhecimentos sobre habilidades de convívio social — é o nervosismo que os torna
- mais propensos a se comportar de forma diferente. As pessoas ficam isoladas e começam a temer experiências
- sociais, o que as impede de aproveitá-las.
- Agora um artigo na Science of Us nos mostra que isso faz com que o cérebro dos solitários se
- comporte de forma diferente. Sem um grupo de apoio por trás de nós, entramos em um "modo de alerta",
- ficando especialmente nervosos em relação a ameaças.
- Estudos mostram que, quando pessoas solitárias assistem a uma cena de convívio social em vídeo,
- elas passam mais tempo do que a média procurando sinais de ameaça social — como pessoas isoladas no
- vídeo, ou sendo ignoradas. Ou seja, o cérebro delas capta mais rapidamente sinais de rejeição.
- Uma pesquisa mais recente, feita pela Universidade de Chicago, revela de forma mais específica como
- solitários entram nesse modo de "alerta". Os cientistas recrutaram 38 pessoas muito solitárias e 32 pessoas
- que não se sentiam sozinhas (vale ressaltar que a solidão não foi calculada pelo número de amigos e familiares
- de cada pessoa, mas pelo sentimento de isolamento). Sensores foram colocados nas cabeças dos
- participantes dos estudos, o que permitiu que suas ondas cerebrais fossem gravadas e a atividade cerebral
- quantificada.
- Enquanto usavam os sensores, os voluntários deveriam olhar para várias palavras exibidas em uma
- tela e indicar, com um teclado, em que cores elas estavam escritas. A ideia era que os participantes não se
- concentrassem na palavra em si, mas sim nas cores. A influência que o significado da palavra tem é
- considerada automática e subconsciente.
- Algumas das palavras exibidas eram consideradas positivas (pertencimento e festa), algumas negativas
- (sozinho ou solitário), outras eram emocionalmente positivas, mas não sociais (alegria) e outras eram
- emocionalmente negativas, mas também não sociais (tristeza).
- Durante o primeiro quarto de segundo (280 milisegundos) depois de uma palavra ser mostrada, o
- cérebro de pessoas solitárias entrava em uma série de microestados que eram idênticos mesmo se a palavra
- negativa era social ou não. Mas, depois desse ponto, o cérebro passava a reagir diferente com as palavras
- negativas sociais, com uma mudança de atividade em áreas envolvidas no controle, sugerindo que elas
- entravam em um modo vigilante. Já os não solitários permaneciam com os primeiros microestados durante 480
- milisegundos. A diferença parece pequena, mas na prática significa que a mente das pessoas solitárias está
- treinada para captar ameaças sociais mais rápido do que o 'normal'.
- Pesquisadores afirmam que, pela resposta diferenciada ser tão rápida, solitários não estão conscientes
- dela. Afinal, em teoria, os voluntários não deveriam nem estar prestando atenção no significado da palavra.
- E isso é preocupante — afinal, significa que os solitários estão mais ligados em emoções negativas do que nas
- positivas, o que pode fazer um sentido evolutivo (já que nossos ancestrais pré-históricos precisavam ficar mais
- alertas ao estarem sozinhos), mas não é benéfico atualmente. Afinal, contribui para o ciclo de negatividade do
- qual falamos lá em cima — e pode explicar o motivo pelo qual os solitários têm mais problemas de saúde e
- vidas mais curtas.
(GALASTRI, Luciana. O cérebro de pessoas solitárias funciona de forma diferente, Galileu, 05 ago. 2015. Com alterações. Disponível em: <http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Neurociencia/noticia/2015/08/o-cerebro-de-pessoas-solitarias-funciona-de-forma-diferente.html>. Acesso em: 04 dez. 2015.)
Dentre as opções a seguir, indique a que mais se aproxima do significado indicado pela palavra "automática" no trecho "A influência que o significado da palavra tem é considerada automática e subconsciente" (linhas 20 e 21).
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O cérebro de pessoas solitárias funciona de forma diferente
- Recentemente, falamos sobre o espiral negativo pelo qual muitas pessoas solitárias passam. Em "Por
- que pessoas sozinhas permanecem sozinhas?", explicamos que, ao contrário do que muita gente pensa, os
- solitários não têm menos conhecimentos sobre habilidades de convívio social — é o nervosismo que os torna
- mais propensos a se comportar de forma diferente. As pessoas ficam isoladas e começam a temer experiências
- sociais, o que as impede de aproveitá-las.
- Agora um artigo na Science of Us nos mostra que isso faz com que o cérebro dos solitários se
- comporte de forma diferente. Sem um grupo de apoio por trás de nós, entramos em um "modo de alerta",
- ficando especialmente nervosos em relação a ameaças.
- Estudos mostram que, quando pessoas solitárias assistem a uma cena de convívio social em vídeo,
- elas passam mais tempo do que a média procurando sinais de ameaça social — como pessoas isoladas no
- vídeo, ou sendo ignoradas. Ou seja, o cérebro delas capta mais rapidamente sinais de rejeição.
- Uma pesquisa mais recente, feita pela Universidade de Chicago, revela de forma mais específica como
- solitários entram nesse modo de "alerta". Os cientistas recrutaram 38 pessoas muito solitárias e 32 pessoas
- que não se sentiam sozinhas (vale ressaltar que a solidão não foi calculada pelo número de amigos e familiares
- de cada pessoa, mas pelo sentimento de isolamento). Sensores foram colocados nas cabeças dos
- participantes dos estudos, o que permitiu que suas ondas cerebrais fossem gravadas e a atividade cerebral
- quantificada.
- Enquanto usavam os sensores, os voluntários deveriam olhar para várias palavras exibidas em uma
- tela e indicar, com um teclado, em que cores elas estavam escritas. A ideia era que os participantes não se
- concentrassem na palavra em si, mas sim nas cores. A influência que o significado da palavra tem é
- considerada automática e subconsciente.
- Algumas das palavras exibidas eram consideradas positivas (pertencimento e festa), algumas negativas
- (sozinho ou solitário), outras eram emocionalmente positivas, mas não sociais (alegria) e outras eram
- emocionalmente negativas, mas também não sociais (tristeza).
- Durante o primeiro quarto de segundo (280 milisegundos) depois de uma palavra ser mostrada, o
- cérebro de pessoas solitárias entrava em uma série de microestados que eram idênticos mesmo se a palavra
- negativa era social ou não. Mas, depois desse ponto, o cérebro passava a reagir diferente com as palavras
- negativas sociais, com uma mudança de atividade em áreas envolvidas no controle, sugerindo que elas
- entravam em um modo vigilante. Já os não solitários permaneciam com os primeiros microestados durante 480
- milisegundos. A diferença parece pequena, mas na prática significa que a mente das pessoas solitárias está
- treinada para captar ameaças sociais mais rápido do que o 'normal'.
- Pesquisadores afirmam que, pela resposta diferenciada ser tão rápida, solitários não estão conscientes
- dela. Afinal, em teoria, os voluntários não deveriam nem estar prestando atenção no significado da palavra.
- E isso é preocupante — afinal, significa que os solitários estão mais ligados em emoções negativas do que nas
- positivas, o que pode fazer um sentido evolutivo (já que nossos ancestrais pré-históricos precisavam ficar mais
- alertas ao estarem sozinhos), mas não é benéfico atualmente. Afinal, contribui para o ciclo de negatividade do
- qual falamos lá em cima — e pode explicar o motivo pelo qual os solitários têm mais problemas de saúde e
- vidas mais curtas.
(GALASTRI, Luciana. O cérebro de pessoas solitárias funciona de forma diferente, Galileu, 05 ago. 2015. Com alterações. Disponível em: <http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Neurociencia/noticia/2015/08/o-cerebro-de-pessoas-solitarias-funciona-de-forma-diferente.html>. Acesso em: 04 dez. 2015.)
A conjunção "mas", na linha 15, expressa uma relação de sentido de:
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O cérebro de pessoas solitárias funciona de forma diferente
- Recentemente, falamos sobre o espiral negativo pelo qual muitas pessoas solitárias passam. Em "Por
- que pessoas sozinhas permanecem sozinhas?", explicamos que, ao contrário do que muita gente pensa, os
- solitários não têm menos conhecimentos sobre habilidades de convívio social — é o nervosismo que os torna
- mais propensos a se comportar de forma diferente. As pessoas ficam isoladas e começam a temer experiências
- sociais, o que as impede de aproveitá-las.
- Agora um artigo na Science of Us nos mostra que isso faz com que o cérebro dos solitários se
- comporte de forma diferente. Sem um grupo de apoio por trás de nós, entramos em um "modo de alerta",
- ficando especialmente nervosos em relação a ameaças.
- Estudos mostram que, quando pessoas solitárias assistem a uma cena de convívio social em vídeo,
- elas passam mais tempo do que a média procurando sinais de ameaça social — como pessoas isoladas no
- vídeo, ou sendo ignoradas. Ou seja, o cérebro delas capta mais rapidamente sinais de rejeição.
- Uma pesquisa mais recente, feita pela Universidade de Chicago, revela de forma mais específica como
- solitários entram nesse modo de "alerta". Os cientistas recrutaram 38 pessoas muito solitárias e 32 pessoas
- que não se sentiam sozinhas (vale ressaltar que a solidão não foi calculada pelo número de amigos e familiares
- de cada pessoa, mas pelo sentimento de isolamento). Sensores foram colocados nas cabeças dos
- participantes dos estudos, o que permitiu que suas ondas cerebrais fossem gravadas e a atividade cerebral
- quantificada.
- Enquanto usavam os sensores, os voluntários deveriam olhar para várias palavras exibidas em uma
- tela e indicar, com um teclado, em que cores elas estavam escritas. A ideia era que os participantes não se
- concentrassem na palavra em si, mas sim nas cores. A influência que o significado da palavra tem é
- considerada automática e subconsciente.
- Algumas das palavras exibidas eram consideradas positivas (pertencimento e festa), algumas negativas
- (sozinho ou solitário), outras eram emocionalmente positivas, mas não sociais (alegria) e outras eram
- emocionalmente negativas, mas também não sociais (tristeza).
- Durante o primeiro quarto de segundo (280 milisegundos) depois de uma palavra ser mostrada, o
- cérebro de pessoas solitárias entrava em uma série de microestados que eram idênticos mesmo se a palavra
- negativa era social ou não. Mas, depois desse ponto, o cérebro passava a reagir diferente com as palavras
- negativas sociais, com uma mudança de atividade em áreas envolvidas no controle, sugerindo que elas
- entravam em um modo vigilante. Já os não solitários permaneciam com os primeiros microestados durante 480
- milisegundos. A diferença parece pequena, mas na prática significa que a mente das pessoas solitárias está
- treinada para captar ameaças sociais mais rápido do que o 'normal'.
- Pesquisadores afirmam que, pela resposta diferenciada ser tão rápida, solitários não estão conscientes
- dela. Afinal, em teoria, os voluntários não deveriam nem estar prestando atenção no significado da palavra.
- E isso é preocupante — afinal, significa que os solitários estão mais ligados em emoções negativas do que nas
- positivas, o que pode fazer um sentido evolutivo (já que nossos ancestrais pré-históricos precisavam ficar mais
- alertas ao estarem sozinhos), mas não é benéfico atualmente. Afinal, contribui para o ciclo de negatividade do
- qual falamos lá em cima — e pode explicar o motivo pelo qual os solitários têm mais problemas de saúde e
- vidas mais curtas.
(GALASTRI, Luciana. O cérebro de pessoas solitárias funciona de forma diferente, Galileu, 05 ago. 2015. Com alterações. Disponível em: <http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Neurociencia/noticia/2015/08/o-cerebro-de-pessoas-solitarias-funciona-de-forma-diferente.html>. Acesso em: 04 dez. 2015.)
Indique a opção em que todas as palavras recebem o acento gráfico pelo mesmo motivo que a palavra "solitário" (linha 23).
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- Recentemente, falamos sobre o espiral negativo pelo qual muitas pessoas solitárias passam. Em "Por
- que pessoas sozinhas permanecem sozinhas?", explicamos que, ao contrário do que muita gente pensa, os
- solitários não têm menos conhecimentos sobre habilidades de convívio social — é o nervosismo que os torna
- mais propensos a se comportar de forma diferente. As pessoas ficam isoladas e começam a temer experiências
- sociais, o que as impede de aproveitá-las.
- Agora um artigo na Science of Us nos mostra que isso faz com que o cérebro dos solitários se
- comporte de forma diferente. Sem um grupo de apoio por trás de nós, entramos em um "modo de alerta",
- ficando especialmente nervosos em relação a ameaças.
- Estudos mostram que, quando pessoas solitárias assistem a uma cena de convívio social em vídeo,
- elas passam mais tempo do que a média procurando sinais de ameaça social — como pessoas isoladas no
- vídeo, ou sendo ignoradas. Ou seja, o cérebro delas capta mais rapidamente sinais de rejeição.
- Uma pesquisa mais recente, feita pela Universidade de Chicago, revela de forma mais específica como
- solitários entram nesse modo de "alerta". Os cientistas recrutaram 38 pessoas muito solitárias e 32 pessoas
- que não se sentiam sozinhas (vale ressaltar que a solidão não foi calculada pelo número de amigos e familiares
- de cada pessoa, mas pelo sentimento de isolamento). Sensores foram colocados nas cabeças dos
- participantes dos estudos, o que permitiu que suas ondas cerebrais fossem gravadas e a atividade cerebral
- quantificada.
- Enquanto usavam os sensores, os voluntários deveriam olhar para várias palavras exibidas em uma
- tela e indicar, com um teclado, em que cores elas estavam escritas. A ideia era que os participantes não se
- concentrassem na palavra em si, mas sim nas cores. A influência que o significado da palavra tem é
- considerada automática e subconsciente.
- Algumas das palavras exibidas eram consideradas positivas (pertencimento e festa), algumas negativas
- (sozinho ou solitário), outras eram emocionalmente positivas, mas não sociais (alegria) e outras eram
- emocionalmente negativas, mas também não sociais (tristeza).
- Durante o primeiro quarto de segundo (280 milisegundos) depois de uma palavra ser mostrada, o
- cérebro de pessoas solitárias entrava em uma série de microestados que eram idênticos mesmo se a palavra
- negativa era social ou não. Mas, depois desse ponto, o cérebro passava a reagir diferente com as palavras
- negativas sociais, com uma mudança de atividade em áreas envolvidas no controle, sugerindo que elas
- entravam em um modo vigilante. Já os não solitários permaneciam com os primeiros microestados durante 480
- milisegundos. A diferença parece pequena, mas na prática significa que a mente das pessoas solitárias está
- treinada para captar ameaças sociais mais rápido do que o 'normal'.
- Pesquisadores afirmam que, pela resposta diferenciada ser tão rápida, solitários não estão conscientes
- dela. Afinal, em teoria, os voluntários não deveriam nem estar prestando atenção no significado da palavra.
- E isso é preocupante — afinal, significa que os solitários estão mais ligados em emoções negativas do que nas
- positivas, o que pode fazer um sentido evolutivo (já que nossos ancestrais pré-históricos precisavam ficar mais
- alertas ao estarem sozinhos), mas não é benéfico atualmente. Afinal, contribui para o ciclo de negatividade do
- qual falamos lá em cima — e pode explicar o motivo pelo qual os solitários têm mais problemas de saúde e
- vidas mais curtas.
(GALASTRI, Luciana. O cérebro de pessoas solitárias funciona de forma diferente, Galileu, 05 ago. 2015. Com alterações. Disponível em: <http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Neurociencia/noticia/2015/08/o-cerebro-de-pessoas-solitarias-funciona-de-forma-diferente.html>. Acesso em: 04 dez. 2015.)
É possível afirmar, com base na leitura do texto, que os resultados da pesquisa descrita indicam que:
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A Portaria nº 2.914, de 12 de dezembro de 2011, dispõe sobre os procedimentos de controle e de vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade. Considerando essa base normativa, assinale a opção INCORRETA.
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