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Enunciado 1872479-1
Os dias estão sombrios. Em todo o planeta, o ódio tem mostrado sua face mais intransigente. E ela parece com a nossa! Isso é o que, de fato, assusta. O poder da morte e da destruição ao alcance da nossa mão. A um click, a uma nota assinada por algum poderoso mandatário...
No centro de tudo, a Palavra.
Tenho visto brigas completamente desnecessárias no trânsito, homens e mulheres que dão espaço a uma verdadeira entidade guerreira graças a uma ultrapassagem indevida ou a uma simples buzinada. Jovens e adolescentes que se agridem pelas redes sociais. Políticos que usam o verbo para separar nações, apontar o dedo para cidadãos, enaltecer guerras.
No centro de tudo, a Palavra.
Diante dos temores e terrores da nossa época – e de todas as épocas – é a palavra que define o que somos. Na era da disseminação fácil, rápida e aleatória, notícias falsas podem produzir o andamento da história. Ou o contrário dela. Defender uma ideia, mesmo que levemente, pode determinar sua exclusão de um grupo social ou da própria família.
No centro de tudo, a Palavra.
A vida está sombria. E aquele que acha graça em uma brincadeira de criança, ou se delicia com um inocente sorvete, é visto com reservas, taxado de desvairado ou desvairada, com certeza falta-lhe um parafuso.
No centro de tudo, a Palavra.
Dos livros sagrados, da interpretação do que está escrito nessas obras, sempre em nome de Deus se formam milícias, exércitos, alguém em uma mesquita e atira em uma centena de pessoas. Não sem antes deixar claro em vídeo o que vai em sua mente. Ao vivo. Ou um jovem escreve uma mensagem enigmática e assassina seus antes colegas da sua antiga escola. Pela dor que as palavras produzem em sua alma.
No centro de tudo, a Palavra.
Os corações estão sombrios. E é preciso urgentemente que se dê uma nova ordem à ordem social. Que se escancarem os risos, as canções, as histórias encantadas, as lendas... Que venham as fadas, os duendes, elfos, bruxos e bruxas nos ensinarem, novamente, a razão da vida. E que isso não seja um pecado.
No centro de tudo, a Palavra.
Mas, como disse o grande escritor e dramaturgo Bertold Brecht, que fez da indignação com as sombras sua bandeira:
“Que tempos são esses, quando falar sobre flores é quase um crime?”
(Jussara Saraíba, jornalista e contadora de histórias - Rev. Língua Portuguesa, Ed. 76)
Na frase “E que isso não seja um pecado”, que finaliza o 11º parágrafo, o pronome isso caracteriza-se como:
I- Um pronome demonstrativo com função anafórica, pois retoma o conteúdo expresso nas frases precedentes, relativo à necessidade de mudança na ordem social.
II- Um pronome relativo que faz remissão à ideia expressa na frase precedente sobre o fato de as fadas, duendes, elfos, bruxos e bruxas nos ensinarem a razão da vida.
III- Um elemento que tem dupla função: textual, por atuar como recurso de coesão referencial; e gramatical, por ocupar o lugar de sujeito.
É CORRETO o que se afirma em:
 

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Enunciado 1872478-1
Os dias estão sombrios. Em todo o planeta, o ódio tem mostrado sua face mais intransigente. E ela parece com a nossa! Isso é o que, de fato, assusta. O poder da morte e da destruição ao alcance da nossa mão. A um click, a uma nota assinada por algum poderoso mandatário...
No centro de tudo, a Palavra.
Tenho visto brigas completamente desnecessárias no trânsito, homens e mulheres que dão espaço a uma verdadeira entidade guerreira graças a uma ultrapassagem indevida ou a uma simples buzinada. Jovens e adolescentes que se agridem pelas redes sociais. Políticos que usam o verbo para separar nações, apontar o dedo para cidadãos, enaltecer guerras.
No centro de tudo, a Palavra.
Diante dos temores e terrores da nossa época – e de todas as épocas – é a palavra que define o que somos. Na era da disseminação fácil, rápida e aleatória, notícias falsas podem produzir o andamento da história. Ou o contrário dela. Defender uma ideia, mesmo que levemente, pode determinar sua exclusão de um grupo social ou da própria família.
No centro de tudo, a Palavra.
A vida está sombria. E aquele que acha graça em uma brincadeira de criança, ou se delicia com um inocente sorvete, é visto com reservas, taxado de desvairado ou desvairada, com certeza falta-lhe um parafuso.
No centro de tudo, a Palavra.
Dos livros sagrados, da interpretação do que está escrito nessas obras, sempre em nome de Deus se formam milícias, exércitos, alguém em uma mesquita e atira em uma centena de pessoas. Não sem antes deixar claro em vídeo o que vai em sua mente. Ao vivo. Ou um jovem escreve uma mensagem enigmática e assassina seus antes colegas da sua antiga escola. Pela dor que as palavras produzem em sua alma.
No centro de tudo, a Palavra.
Os corações estão sombrios. E é preciso urgentemente que se dê uma nova ordem à ordem social. Que se escancarem os risos, as canções, as histórias encantadas, as lendas... Que venham as fadas, os duendes, elfos, bruxos e bruxas nos ensinarem, novamente, a razão da vida. E que isso não seja um pecado.
No centro de tudo, a Palavra.
Mas, como disse o grande escritor e dramaturgo Bertold Brecht, que fez da indignação com as sombras sua bandeira:
“Que tempos são esses, quando falar sobre flores é quase um crime?”
(Jussara Saraíba, jornalista e contadora de histórias - Rev. Língua Portuguesa, Ed. 76)
Dentre os períodos abaixo elencados, assinale o único no qual o item que NÃO se classifica como pronome relativo:
 

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Enunciado 1872477-1
Os dias estão sombrios. Em todo o planeta, o ódio tem mostrado sua face mais intransigente. E ela parece com a nossa! Isso é o que, de fato, assusta. O poder da morte e da destruição ao alcance da nossa mão. A um click, a uma nota assinada por algum poderoso mandatário...
No centro de tudo, a Palavra.
Tenho visto brigas completamente desnecessárias no trânsito, homens e mulheres que dão espaço a uma verdadeira entidade guerreira graças a uma ultrapassagem indevida ou a uma simples buzinada. Jovens e adolescentes que se agridem pelas redes sociais. Políticos que usam o verbo para separar nações, apontar o dedo para cidadãos, enaltecer guerras.
No centro de tudo, a Palavra.
Diante dos temores e terrores da nossa época – e de todas as épocas – é a palavra que define o que somos. Na era da disseminação fácil, rápida e aleatória, notícias falsas podem produzir o andamento da história. Ou o contrário dela. Defender uma ideia, mesmo que levemente, pode determinar sua exclusão de um grupo social ou da própria família.
No centro de tudo, a Palavra.
A vida está sombria. E aquele que acha graça em uma brincadeira de criança, ou se delicia com um inocente sorvete, é visto com reservas, taxado de desvairado ou desvairada, com certeza falta-lhe um parafuso.
No centro de tudo, a Palavra.
Dos livros sagrados, da interpretação do que está escrito nessas obras, sempre em nome de Deus se formam milícias, exércitos, alguém em uma mesquita e atira em uma centena de pessoas. Não sem antes deixar claro em vídeo o que vai em sua mente. Ao vivo. Ou um jovem escreve uma mensagem enigmática e assassina seus antes colegas da sua antiga escola. Pela dor que as palavras produzem em sua alma.
No centro de tudo, a Palavra.
Os corações estão sombrios. E é preciso urgentemente que se dê uma nova ordem à ordem social. Que se escancarem os risos, as canções, as histórias encantadas, as lendas... Que venham as fadas, os duendes, elfos, bruxos e bruxas nos ensinarem, novamente, a razão da vida. E que isso não seja um pecado.
No centro de tudo, a Palavra.
Mas, como disse o grande escritor e dramaturgo Bertold Brecht, que fez da indignação com as sombras sua bandeira:
“Que tempos são esses, quando falar sobre flores é quase um crime?”
(Jussara Saraíba, jornalista e contadora de histórias - Rev. Língua Portuguesa, Ed. 76)
Nos trechos: “Jovens e adolescentes que se agridem pelas redes sociais.” (Parág. 3/L.6 e 7) e “Pela dor que as palavras produzem em sua alma. ” (Parág. 9/L.21), tem-se dois adjuntos introduzidos pela preposição POR.
Assinale a alternativa que apresenta os valores semânticos desses adjuntos, respectivamente.
 

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No dia 28 de junho de 2019, o IBGE divulgou os resultados da PNAD Contínua – Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua. Tal pesquisa visa acompanhar as flutuações trimestrais e a evolução, no curto, médio e longo prazos, da força de trabalho, e outras informações necessárias para o estudo do desenvolvimento socioeconômico do país. Os textos I e II abaixo interpretam os dados apesentados pela PNAD Contínua.
TEXTO I
O drama de uma juventude à deriva
Por Ana Maria Diniz
Acaba de sair mais uma leva de dados e estatísticas para comprovar o efeito nefasto que uma Educação de qualidade lastimável como a nossa tem na vida dos jovens a curto, médio e longo prazos. Os números, acachapantes, são da última PNAD Contínua, divulgada semana passada: praticamente um quarto (23%) dos 47,3 milhões de brasileiros de 15 e 29 anos não trabalha nem estuda; entre os que têm 18 a 24 anos, idade propícia para se cursar uma faculdade, a proporção sobe para quase um terço (27,7%). A situação também é alarmante entre os mais novos: 11,8% dos que têm de 15 a 17 anos, que deveriam estar cursando o Ensino Médio, estão fora da escola. Ao todo são mais de 11 milhões de jovens que não frequentam as salas de aula nem conseguem um emprego, garotos e garotas despreparados, desmotivados e sem perspectivas, totalmente à deriva.
Mais do que constatar a triste realidade de uma juventude perdida, os resultados da PNAD servem de prenúncio para um futuro ainda mais desolador para essas e para o país. Para 52% desses jovens, as chances de inserção no mundo profissional são mínimas, conforme revelou o relatório “Competências e Empregos”, do Banco Mundial, publicado no ano passado, e tendem a ficar mais exíguas com o passar dos anos. O Índice de Capital Humano, também do Banco Mundial, traz outra observação apavorante: a expectativa para uma criança que nasce hoje no Brasil é que ela chegue aos 18 anos com apenas 56% do seu potencial produtivo desenvolvido. E um fator crítico para o desenvolvimento de qualquer nação é o seu capital humano, ou seja, a qualificação da sua força de trabalho.
A maioria desses jovens não está fora da escola e do mercado por opção, nem é ociosa. Como revelou a PNAD, boa parte deles ajuda nos afazeres domésticos enquanto outros membros da família saem para trabalhar. Outro montante está à procura de uma ocupação para compor a renda e ajudar com as despesas da casa, mas não consegue uma por total falta de preparo. Há, sim, o desinteresse pelos estudos, um sentimento generalizado entre esses jovens. De forma geral, eles não vislumbram na Educação uma maneira de ascender econômica e socialmente, pois, na prática, não percebem um nexo entre o que se aprende na sala de aula e as oportunidades de trabalho. A questão educacional está no cerne do problema e qualquer solução para resgatar esses jovens do limbo tem que passar, inevitavelmente, pela Educação.
Eu vejo duas saídas. Uma delas é apostar no futuro, construindo hoje os alicerces para que as próximas gerações tenham mais condições e chances de prosperar. O investimento na Primeira Infância é o mais crítico para este processo. Temos que ter foco e determinação para garantir que nossas crianças tenham acesso a cuidados e estímulos adequados desde os seus primeiros anos de vida. Hoje, segundo a PNAD, 87,5% das crianças entre 0 a 1 ano no país não frequentam a creche e todos precisariam da atenção necessária nesta etapa para se desenvolver plenamente. O Pacto Nacional pela Primeira Infância, firmado nesta terça entre o MEC e outros onze órgãos do governo, foi um passo importantíssimo nesse sentido. Porém, a outra ponta do problema é premente e inadiável: cuidar e oferecer uma alternativa para esse jovem que está aí, sem rumo, sem esperança e sem um sentido na vida. A meu ver, isso é viável por meio de um programa muito parrudo de incentivo a um ensino profissionalizante que seja para todos, dentro ou fora da escola. Essa solução só será exequível se detalharmos onde exatamente esses jovens vivem e cruzarmos essas informações com as demandas locais de mercado para estimular a criação e a oferta de cursos profissionalizantes e técnicos que façam sentido em cada contexto.
Nada disso é fácil de fazer, mas é possível e urgente!
(Disponível em https://educacao.estadao.com.br/blogs/ana-maria-diniz/o-drama-de-uma-juventude-a-deriva/. Data da consulta28/06/19).
TEXTO II
Faltou trabalho para 28,5 milhões no país até maio, diz IBGE
Indicador inclui taxa de desocupação, taxa de subocupação por horas e a taxa de pessoas que não buscam emprego, mas que estariam disponíveis
Por Estadão Conteúdo
Faltou trabalho para um montante recorde de 28,524 milhões de pessoas no País no trimestre encerrado em maio, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua PNAD Contínua, iniciada em 2012 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE.
A taxa composta de subutilização da força de trabalho aumentou de 24,6% no trimestre até fevereiro para 25,0% no trimestre até maio. O indicador inclui a taxa de desocupação, a taxa de subocupação por insuficiência de horas e a taxa da força de trabalho potencial, pessoas que não estão em busca de emprego, mas que estariam disponíveis para trabalhar. No trimestre até maio de 2018, a taxa de subutilização da força de trabalho estava mais baixa, em 24,6%.
Subocupados
Segundo o IBGE, a taxa de subocupação por insuficiência de horas trabalhadas ficou em 7,8% no trimestre até maio, ante 7,2% no trimestre até fevereiro. O indicador inclui as pessoas ocupadas com uma jornada inferior a 40 horas semanais que gostariam de trabalhar por um período maior. Em todo o Brasil, há um recorde de 7,226 milhões de trabalhadores subocupados por insuficiência de horas trabalhadas. Na passagem do trimestre até fevereiro para o trimestre até maio, houve um aumento de 582 mil pessoas na população nessa condição. Em um ano, o País ganhou mais 898 mil pessoas subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas.
Desemprego
O número de desempregados no Brasil ficou abaixo de 13 milhões pela primeira vez desde o início do ano, mas o mercado de trabalho mostra que ainda sofre com a deterioração econômica ao registrar números recordes de desalentados e subutilizados. Nos três meses até maio, a taxa de desemprego brasileira foi a 12,3%, de 12,5% no trimestre até abril e 12,7% no mesmo período do ano passado.
(Disponível em https://exame.abril.com.br/economia/faltou-trabalho-para-285-milhoes-no-pais-ate-maio-diz-ibge/ Data do acesso 28/06/19).
No trecho “87,5% das crianças entre 0 a 1 ano no país não frequentam a creche e todos precisariam da atenção necessária nesta etapa para se desenvolver plenamente.”
O sujeito do verbo destacado é:
 

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1823509 Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Borborema-PB
Vigilância em Saúde do Trabalhador (VISAT) é um componente do Sistema Nacional de Vigilância em Saúde, que visa à promoção da saúde e à redução da morbimortalidade da população trabalhadora, por meio da integração de ações que intervenham nos agravos e seus determinantes decorrentes dos modelos de desenvolvimento e processos produtivos. Há várias estratégias para consolidar as ações da VISAT. A observação sócio-espacial e de intervenção por varredura, em pequena área geográfica previamente delimitada (setor censitário, distrito de saúde, bairro, distrito industrial, município, etc.) contempla todos os processos de trabalho capazes de gerar dano à saúde, é uma estratégia que é denominada de: Fonte: Diretrizes de implantação da Vigilância em Saúde do Trabalhador no SUS
 

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Enunciado 1817110-1
Os dias estão sombrios. Em todo o planeta, o ódio tem mostrado sua face mais intransigente. E ela parece com a nossa! Isso é o que, de fato, assusta. O poder da morte e da destruição ao alcance da nossa mão. A um click, a uma nota assinada por algum poderoso mandatário...
No centro de tudo, a Palavra.
Tenho visto brigas completamente desnecessárias no trânsito, homens e mulheres que dão espaço a uma verdadeira entidade guerreira graças a uma ultrapassagem indevida ou a uma simples buzinada. Jovens e adolescentes que se agridem pelas redes sociais. Políticos que usam o verbo para separar nações, apontar o dedo para cidadãos, enaltecer guerras.
No centro de tudo, a Palavra.
Diante dos temores e terrores da nossa época – e de todas as épocas – é a palavra que define o que somos. Na era da disseminação fácil, rápida e aleatória, notícias falsas podem produzir o andamento da história. Ou o contrário dela. Defender uma ideia, mesmo que levemente, pode determinar sua exclusão de um grupo social ou da própria família.
No centro de tudo, a Palavra.
A vida está sombria. E aquele que acha graça em uma brincadeira de criança, ou se delicia com um inocente sorvete, é visto com reservas, taxado de desvairado ou desvairada, com certeza falta-lhe um parafuso.
No centro de tudo, a Palavra.
Dos livros sagrados, da interpretação do que está escrito nessas obras, sempre em nome de Deus se formam milícias, exércitos, alguém em uma mesquita e atira em uma centena de pessoas. Não sem antes deixar claro em vídeo o que vai em sua mente. Ao vivo. Ou um jovem escreve uma mensagem enigmática e assassina seus antes colegas da sua antiga escola. Pela dor que as palavras produzem em sua alma.
No centro de tudo, a Palavra.
Os corações estão sombrios. E é preciso urgentemente que se dê uma nova ordem à ordem social. Que se escancarem os risos, as canções, as histórias encantadas, as lendas... Que venham as fadas, os duendes, elfos, bruxos e bruxas nos ensinarem, novamente, a razão da vida. E que isso não seja um pecado.
No centro de tudo, a Palavra.
Mas, como disse o grande escritor e dramaturgo Bertold Brecht, que fez da indignação com as sombras sua bandeira:
“Que tempos são esses, quando falar sobre flores é quase um crime?”
(Jussara Saraíba, jornalista e contadora de histórias - Rev. Língua Portuguesa, Ed. 76)
O termo sombrio, apesar da variação de número nas frases: “Os dias estão sombrios”; “a vida está sombria”; “Os corações estão sombrios”, assume a mesma função sintática na estrutura oracional, que é de:
 

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1816931 Ano: 2019
Disciplina: Psicologia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Borborema-PB
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A ACP (Abordagem Centrada na Pessoa) é uma das abordagens mais importantes no campo da Psicologia. Uma das categorias que se destaca neste campo é o olhar positivo incondicional, que significa

 

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NÃO COMERÁS COMO ANTES
Uma nova revolução está em curso e promete transformar a indústria de alimentos e a agropecuária, talvez em menos de duas décadas. Sabemos que as transformações digitais em série tiraram os discos e CDs da estante e obrigaram a indústria fonográfica a reinventar-se. A indústria automotiva debruça-se sobre os efeitos da sociedade uberizada e redesenha seus próximos passos com carros elétricos, autônomos e drones automotivos pelo ar. A febre de aplicativos de bikes e patinetes aponta para a chegada de uma nova geração decidida a desembarcar do sonho de ter um carro e do desejo de dirigir. Os smart-phones não só transformaram o telefone fixo quase em enfeite, mas já obrigam até potentes emissoras de televisão a repensar suas telinhas e modelos de negócio, isso para citar apenas um aspecto. Testemunhamos uma série de mudanças de crenças, valores e certezas. Qual será a próxima onda disruptiva? Possivelmente ela acontecerá pela boca. Ou em torno de todo o modelo que existe hoje para alimentar as pessoas. Não comerás como antes. E não produzirás alimentos da mesma forma que se faz hoje. Em questão de décadas, o que soa agora como um mandamento bíblico poderá fazer todo o sentido.
É possível que a produção de tudo o que se come atualmente seja muito diferente em um futuro não muito distante. O setor econômico que gira ao redor da circunferência de um prato de arroz, feijão, alface, batata, tomate e carne, entre uma garfada geracional e outra, sofrerá impactos estruturais. Chegou a hora de discutir o que a comida disruptiva – e toda a sua fascinante tecnologia – fará com o modus operandi da indústria e da agropecuária e com a próxima etapa do agronegócio, quando a produção de bifes de laboratório ganhar escala e se tornar acessível, por exemplo. Será que, nas próximas décadas, a carne suculenta saboreada no almoço ainda vai depender da criação de gado para o abate, como sempre funcionou no modelo tradicional da pecuária?
[...] (Veja, 12/06/19)
O título do texto apresenta o verbo na forma imperativa, que pode dar à frase um sentido de ordem ou um conselho. Mas, no corpo do texto, ao se referir a algo que está para acontecer, muitas vezes, empregam-se palavras (advérbios ou verbos) que sinalizam dúvida, possibilidade, incerteza. Dito isso, analise as sentenças abaixo elencadas, e assinale a alternativa que, tal como o título, indica certeza.
 

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1816777 Ano: 2019
Disciplina: Ética
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Borborema-PB
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A Bioética pretende contribuir para que as pessoas estabeleçam “uma ponte” entre o conhecimento científico e o conhecimento humanístico, a fim de evitar os impactos negativos que a tecnologia pode ter sobre a vida – afinal, nem tudo o que é cientificamente possível é eticamente aceitável.
(JUNQUEIRA, Cilene Rennó. Bioética). Disponível em: https://www.unasus.unifesp.br/biblioteca_virtual/esf/2/unidades_conteudo /unidade18/unidade18.pdf/ acesso em 20 de agosto de 2019.
De acordo com pressupostos bioéticos, tendo como parâmetro a relação médico/paciente, particularmente ao se tomar condutas
diagnosticas e terapêuticas, avalie e as seguintes proposições.
I- A pessoa é única. Isso significa que as pessoas são diferentes (mesmo os gêmeos idênticos são diferentes), têm suas características, seus anseios, suas necessidades, e esse patrimônio, essa identidade, merece ser respeitado (para que as pessoas não sejam tratadas como números).
II- A pessoa humana é provida de uma “dignidade”. Isso significa que a pessoa tem valor pelo simples fato de ser pessoa.
III- A pessoa é composta de diversas dimensões: dimensão biológica (que as ciências da saúde, medicina, enfermagem, odontologia, fisioterapia e outras estão acostumadas a estudar), dimensão psicológica (que os psicólogos estudam detalhadamente), dimensão social ou moral (estudada pelas ciências sociais) e dimensão espiritual (estudada pelas teologias). Por isso, a pessoa é uma totalidade, pois todas essas dimensões juntas a compõem.
É CORRETO o que se afirma em:
 

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1816751 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Borborema-PB
Provas:
Bolsonaro: “Daqueles governadores de ‘Paraíba’, o pior é o do Maranhão”
Governadores receberam “com espanto e profunda indignação a declaração do presidente da República”; áudio foi captado pela TV Brasil.
Por Estadão Conteúdo
Fonte: https://exame.abril.com.br/brasil/bolsonaro-daqueles-governadores-de-paraiba-o-pior-e-o-do-maranhao/
Acerca da manchete da notícia acima (texto), assinale a alternativa CORRETA.
 

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