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No dia 28 de junho de 2019, o IBGE divulgou os resultados da PNAD Contínua – Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua. Tal pesquisa visa acompanhar as flutuações trimestrais e a evolução, no curto, médio e longo prazos, da força de trabalho, e outras informações necessárias para o estudo do desenvolvimento socioeconômico do país. Os textos I e II abaixo interpretam os dados apesentados pela PNAD Contínua.
TEXTO I
O drama de uma juventude à deriva
Por Ana Maria Diniz
Acaba de sair mais uma leva de dados e estatísticas para comprovar o efeito nefasto que uma Educação de qualidade lastimável como a nossa tem na vida dos jovens a curto, médio e longo prazos. Os números, acachapantes, são da última PNAD Contínua, divulgada semana passada: praticamente um quarto (23%) dos 47,3 milhões de brasileiros de 15 e 29 anos não trabalha nem estuda; entre os que têm 18 a 24 anos, idade propícia para se cursar uma faculdade, a proporção sobe para quase um terço (27,7%). A situação também é alarmante entre os mais novos: 11,8% dos que têm de 15 a 17 anos, que deveriam estar cursando o Ensino Médio, estão fora da escola. Ao todo são mais de 11 milhões de jovens que não frequentam as salas de aula nem conseguem um emprego, garotos e garotas despreparados, desmotivados e sem perspectivas, totalmente à deriva.
Mais do que constatar a triste realidade de uma juventude perdida, os resultados da PNAD servem de prenúncio para um futuro ainda mais desolador para essas e para o país. Para 52% desses jovens, as chances de inserção no mundo profissional são mínimas, conforme revelou o relatório “Competências e Empregos”, do Banco Mundial, publicado no ano passado, e tendem a ficar mais exíguas com o passar dos anos. O Índice de Capital Humano, também do Banco Mundial, traz outra observação apavorante: a expectativa para uma criança que nasce hoje no Brasil é que ela chegue aos 18 anos com apenas 56% do seu potencial produtivo desenvolvido. E um fator crítico para o desenvolvimento de qualquer nação é o seu capital humano, ou seja, a qualificação da sua força de trabalho.
A maioria desses jovens não está fora da escola e do mercado por opção, nem é ociosa. Como revelou a PNAD, boa parte deles ajuda nos afazeres domésticos enquanto outros membros da família saem para trabalhar. Outro montante está à procura de uma ocupação para compor a renda e ajudar com as despesas da casa, mas não consegue uma por total falta de preparo. Há, sim, o desinteresse pelos estudos, um sentimento generalizado entre esses jovens. De forma geral, eles não vislumbram na Educação uma maneira de ascender econômica e socialmente, pois, na prática, não percebem um nexo entre o que se aprende na sala de aula e as oportunidades de trabalho. A questão educacional está no cerne do problema e qualquer solução para resgatar esses jovens do limbo tem que passar, inevitavelmente, pela Educação.
Eu vejo duas saídas. Uma delas é apostar no futuro, construindo hoje os alicerces para que as próximas gerações tenham mais condições e chances de prosperar. O investimento na Primeira Infância é o mais crítico para este processo. Temos que ter foco e determinação para garantir que nossas crianças tenham acesso a cuidados e estímulos adequados desde os seus primeiros anos de vida. Hoje, segundo a PNAD, 87,5% das crianças entre 0 a 1 ano no país não frequentam a creche e todos precisariam da atenção necessária nesta etapa para se desenvolver plenamente. O Pacto Nacional pela Primeira Infância, firmado nesta terça entre o MEC e outros onze órgãos do governo, foi um passo importantíssimo nesse sentido. Porém, a outra ponta do problema é premente e inadiável: cuidar e oferecer uma alternativa para esse jovem que está aí, sem rumo, sem esperança e sem um sentido na vida. A meu ver, isso é viável por meio de um programa muito parrudo de incentivo a um ensino profissionalizante que seja para todos, dentro ou fora da escola. Essa solução só será exequível se detalharmos onde exatamente esses jovens vivem e cruzarmos essas informações com as demandas locais de mercado para estimular a criação e a oferta de cursos profissionalizantes e técnicos que façam sentido em cada contexto.
Nada disso é fácil de fazer, mas é possível e urgente!
(Disponível em https://educacao.estadao.com.br/blogs/ana-maria-diniz/o-drama-de-uma-juventude-a-deriva/. Data da consulta28/06/19).
TEXTO II
Faltou trabalho para 28,5 milhões no país até maio, diz IBGE
Indicador inclui taxa de desocupação, taxa de subocupação por horas e a taxa de pessoas que não buscam emprego, mas que estariam disponíveis
Por Estadão Conteúdo
Faltou trabalho para um montante recorde de 28,524 milhões de pessoas no País no trimestre encerrado em maio, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua PNAD Contínua, iniciada em 2012 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE.
A taxa composta de subutilização da força de trabalho aumentou de 24,6% no trimestre até fevereiro para 25,0% no trimestre até maio. O indicador inclui a taxa de desocupação, a taxa de subocupação por insuficiência de horas e a taxa da força de trabalho potencial, pessoas que não estão em busca de emprego, mas que estariam disponíveis para trabalhar. No trimestre até maio de 2018, a taxa de subutilização da força de trabalho estava mais baixa, em 24,6%.
Subocupados
Segundo o IBGE, a taxa de subocupação por insuficiência de horas trabalhadas ficou em 7,8% no trimestre até maio, ante 7,2% no trimestre até fevereiro. O indicador inclui as pessoas ocupadas com uma jornada inferior a 40 horas semanais que gostariam de trabalhar por um período maior. Em todo o Brasil, há um recorde de 7,226 milhões de trabalhadores subocupados por insuficiência de horas trabalhadas. Na passagem do trimestre até fevereiro para o trimestre até maio, houve um aumento de 582 mil pessoas na população nessa condição. Em um ano, o País ganhou mais 898 mil pessoas subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas.
Desemprego
O número de desempregados no Brasil ficou abaixo de 13 milhões pela primeira vez desde o início do ano, mas o mercado de trabalho mostra que ainda sofre com a deterioração econômica ao registrar números recordes de desalentados e subutilizados. Nos três meses até maio, a taxa de desemprego brasileira foi a 12,3%, de 12,5% no trimestre até abril e 12,7% no mesmo período do ano passado.
(Disponível em https://exame.abril.com.br/economia/faltou-trabalho-para-285-milhoes-no-pais-ate-maio-diz-ibge/ Data do acesso 28/06/19).
Qualquer palavra que modifique (determine) um substantivo ou termo equivalente terá valor adjetivo e concordará com o substantivo. Todas as palavras que estão entre parênteses nos grupos nominais abaixo relacionados, retirados do Texto II, têm valor adjetivo, EXCETO em:
 

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1816635 Ano: 2019
Disciplina: Educação Física
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Borborema-PB
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Muitas doenças da era moderna estão associadas ao excesso de gordura corporal devido a questões multifatoriais, como: hereditariedade, meio ambiente, distúrbios alimentares e sedentarismo. Além disso, existem fatores contribuintes e mitos impostos pela sociedade e mídia em geral. Sabendo disso, associe os fatores à sequência apresentada.
1. Fatores contribuintes para a redução da obesidade.
2. Fatores não contribuintes para a redução da obesidade .
( ) Modificações comportamentais permanentes como: estilo de vida ativo e dieta.
( ) Dietas radicais.
( ) Saunas e exercícios passivos.
( ) Exercícios moderados.
A sequência CORRETA dessa associação é
 

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1816612 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Borborema-PB
Considerando as orientações contidas na Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa, relacionadas ao uso e armazenamento de medicamentos, é FALSA a seguinte orientação:
Fonte: (Caderneta do Idoso, 2017)
 

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1816499 Ano: 2019
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Borborema-PB
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Sejam p e r duas proposições verdadeiras e q uma proposição falsa. Qual o valor lógico da proposição abaixo?
!$ P:[(p\rightarrow q) \rightarrow (r \land \sim p)] \leftrightarrow \sim q !$
 

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1746464 Ano: 2019
Disciplina: Educação Física
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Borborema-PB
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Sabe-se que um conjunto de testes físicos é importante para quantificar as variáveis de performance. Marque a alternativa CORRETA que corresponde aos critérios para autenticidade científica.
 

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1743794 Ano: 2019
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Borborema-PB
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O código de Ética Odontológica, aprovado pela resolução CFO-118/2012 regula os direitos e deveres
 

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1741491 Ano: 2019
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Borborema-PB
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Sobre Reabilitação Psicossocial, analise as proposições:
I- Para gerar e enriquecer as relações de trocas e ampliar a contratualidade social dos usuários, as intervenções em Terapia Ocupacional, orientadas pela perspectiva da Reabilitação Psicossocial, devem adotar os eixos de ação, tais como: promover ocupações saudáveis, estar em tratamento e fortalecer as relações familiares.
II- A Reabilitação Psicossocial representa um conjunto de meios (programas e serviços) desenvolvidos para facilitar a vida de pessoas com problemas severos e persistentes em saúde mental, envolvendo programas de suporte comunitário como: trabalho, educação, esporte e lazer.
III- A construção da cidadania é um ponto essencial da reabilitação psicossocial.
IV- Considera-se a Reabilitação Psicossocial como eixo norteador de Reforma Psiquiátrica.
V- A Reabilitação psicossocial se configura como o processo que facilita, ao usuário com limitações, a melhor reestruturação de sua autonomia e de suas funções na comunidade.
É CORRETO o que se afirma em:
 

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1739735 Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Borborema-PB
O puerpério é compreendido como o período que tem início imediato após o parto até a sexta semana pós-parto, podendo variar entre as mulheres. Para garantir o cuidado integral materno e neonatal, é necessário o estímulo do retorno precoce da mulher e do recémnascido para os serviços de saúde.
Fonte: (Protocolo de Saúde das Mulheres, 201)6
A realização da visita domiciliar após o parto é recomendada no período de:
 

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No dia 28 de junho de 2019, o IBGE divulgou os resultados da PNAD Contínua – Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua. Tal pesquisa visa acompanhar as flutuações trimestrais e a evolução, no curto, médio e longo prazos, da força de trabalho, e outras informações necessárias para o estudo do desenvolvimento socioeconômico do país. Os textos I e II abaixo interpretam os dados apesentados pela PNAD Contínua.
TEXTO I
O drama de uma juventude à deriva
Por Ana Maria Diniz
Acaba de sair mais uma leva de dados e estatísticas para comprovar o efeito nefasto que uma Educação de qualidade lastimável como a nossa tem na vida dos jovens a curto, médio e longo prazos. Os números, acachapantes, são da última PNAD Contínua, divulgada semana passada: praticamente um quarto (23%) dos 47,3 milhões de brasileiros de 15 e 29 anos não trabalha nem estuda; entre os que têm 18 a 24 anos, idade propícia para se cursar uma faculdade, a proporção sobe para quase um terço (27,7%). A situação também é alarmante entre os mais novos: 11,8% dos que têm de 15 a 17 anos, que deveriam estar cursando o Ensino Médio, estão fora da escola. Ao todo são mais de 11 milhões de jovens que não frequentam as salas de aula nem conseguem um emprego, garotos e garotas despreparados, desmotivados e sem perspectivas, totalmente à deriva.
Mais do que constatar a triste realidade de uma juventude perdida, os resultados da PNAD servem de prenúncio para um futuro ainda mais desolador para essas e para o país. Para 52% desses jovens, as chances de inserção no mundo profissional são mínimas, conforme revelou o relatório “Competências e Empregos”, do Banco Mundial, publicado no ano passado, e tendem a ficar mais exíguas com o passar dos anos. O Índice de Capital Humano, também do Banco Mundial, traz outra observação apavorante: a expectativa para uma criança que nasce hoje no Brasil é que ela chegue aos 18 anos com apenas 56% do seu potencial produtivo desenvolvido. E um fator crítico para o desenvolvimento de qualquer nação é o seu capital humano, ou seja, a qualificação da sua força de trabalho.
A maioria desses jovens não está fora da escola e do mercado por opção, nem é ociosa. Como revelou a PNAD, boa parte deles ajuda nos afazeres domésticos enquanto outros membros da família saem para trabalhar. Outro montante está à procura de uma ocupação para compor a renda e ajudar com as despesas da casa, mas não consegue uma por total falta de preparo. Há, sim, o desinteresse pelos estudos, um sentimento generalizado entre esses jovens. De forma geral, eles não vislumbram na Educação uma maneira de ascender econômica e socialmente, pois, na prática, não percebem um nexo entre o que se aprende na sala de aula e as oportunidades de trabalho. A questão educacional está no cerne do problema e qualquer solução para resgatar esses jovens do limbo tem que passar, inevitavelmente, pela Educação.
Eu vejo duas saídas. Uma delas é apostar no futuro, construindo hoje os alicerces para que as próximas gerações tenham mais condições e chances de prosperar. O investimento na Primeira Infância é o mais crítico para este processo. Temos que ter foco e determinação para garantir que nossas crianças tenham acesso a cuidados e estímulos adequados desde os seus primeiros anos de vida. Hoje, segundo a PNAD, 87,5% das crianças entre 0 a 1 ano no país não frequentam a creche e todos precisariam da atenção necessária nesta etapa para se desenvolver plenamente. O Pacto Nacional pela Primeira Infância, firmado nesta terça entre o MEC e outros onze órgãos do governo, foi um passo importantíssimo nesse sentido. Porém, a outra ponta do problema é premente e inadiável: cuidar e oferecer uma alternativa para esse jovem que está aí, sem rumo, sem esperança e sem um sentido na vida. A meu ver, isso é viável por meio de um programa muito parrudo de incentivo a um ensino profissionalizante que seja para todos, dentro ou fora da escola. Essa solução só será exequível se detalharmos onde exatamente esses jovens vivem e cruzarmos essas informações com as demandas locais de mercado para estimular a criação e a oferta de cursos profissionalizantes e técnicos que façam sentido em cada contexto.
Nada disso é fácil de fazer, mas é possível e urgente!
(Disponível em https://educacao.estadao.com.br/blogs/ana-maria-diniz/o-drama-de-uma-juventude-a-deriva/. Data da consulta28/06/19).
TEXTO II
Faltou trabalho para 28,5 milhões no país até maio, diz IBGE
Indicador inclui taxa de desocupação, taxa de subocupação por horas e a taxa de pessoas que não buscam emprego, mas que estariam disponíveis
Por Estadão Conteúdo
Faltou trabalho para um montante recorde de 28,524 milhões de pessoas no País no trimestre encerrado em maio, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua PNAD Contínua, iniciada em 2012 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE.
A taxa composta de subutilização da força de trabalho aumentou de 24,6% no trimestre até fevereiro para 25,0% no trimestre até maio. O indicador inclui a taxa de desocupação, a taxa de subocupação por insuficiência de horas e a taxa da força de trabalho potencial, pessoas que não estão em busca de emprego, mas que estariam disponíveis para trabalhar. No trimestre até maio de 2018, a taxa de subutilização da força de trabalho estava mais baixa, em 24,6%.
Subocupados
Segundo o IBGE, a taxa de subocupação por insuficiência de horas trabalhadas ficou em 7,8% no trimestre até maio, ante 7,2% no trimestre até fevereiro. O indicador inclui as pessoas ocupadas com uma jornada inferior a 40 horas semanais que gostariam de trabalhar por um período maior. Em todo o Brasil, há um recorde de 7,226 milhões de trabalhadores subocupados por insuficiência de horas trabalhadas. Na passagem do trimestre até fevereiro para o trimestre até maio, houve um aumento de 582 mil pessoas na população nessa condição. Em um ano, o País ganhou mais 898 mil pessoas subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas.
Desemprego
O número de desempregados no Brasil ficou abaixo de 13 milhões pela primeira vez desde o início do ano, mas o mercado de trabalho mostra que ainda sofre com a deterioração econômica ao registrar números recordes de desalentados e subutilizados. Nos três meses até maio, a taxa de desemprego brasileira foi a 12,3%, de 12,5% no trimestre até abril e 12,7% no mesmo período do ano passado.
(Disponível em https://exame.abril.com.br/economia/faltou-trabalho-para-285-milhoes-no-pais-ate-maio-diz-ibge/ Data do acesso 28/06/19).
Considere o seguinte trecho:
“Faltou trabalho para 28,5 milhões no país até maio, diz IBGE.”
Uma segunda versão para o enunciado, em que se altere a ordem dos termos da oração, sem que se altere o sujeito do verbo “faltar” está presente em:
 

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1710366 Ano: 2019
Disciplina: Odontologia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Borborema-PB
Relacione a classificação dos preparos cavitários: da (1ª coluna) à sua respectiva descrição na (2ª coluna).
1. Classe I
2. Classe II
3. Classe III
4. Classe IV
5. Classe V
( ) Cavidade que ocorre nas superfícies proximais de incisivos e caninos com envolvimento do ângulo incisal.
( ) Cavidade que ocorre no terço cervical das superfícies vestibulares de todos os dentes.
( ) Cavidade que ocorre nas superfícies oclusais de molares e pré- molares.
( ) Cavidade que ocorre nas superfícies proximais de incisivos sem comprometimento do angulo incisal.
( ) Cavidade que ocorre nas superfícies proximais de molares e pré-molares
A sequência CORRETA é:
 

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