Foram encontradas 310 questões.
Principais dúvidas sobre previdência privada
A expectativa à reforma da Previdência fez crescer o interesse dos brasileiros pela previdência complementar. De acordo com um levantamento do buscador de aplicações financeiras Yubb, houve um salto de 14 vezes no volume de consultas sobre os planos privados em fevereiro deste ano na comparação com o mesmo mês do ano passado – em 2018, foram 66 000; este ano, 987 000. Aumentam as buscas e o interesse, e surgem também as dúvidas.
Perguntamos a três especialistas as principais hesitações dos investidores sobre previdência privada. O economista Sérgio Dias, o consultor tributário Francisco Arrighi e a planejadora financeira Annalisa Dal Zotto responderam;
PREVIDÊNCIA PRIVADA É INDICADA PARA TODO MUNDO?
A previdência privada é indicada para quem não pretende viver somente com o benefício do INSS. Também é indicada para quem não recolhe INSS e para os autônomos.
COM QUE IDADE DEVO COMEÇAR?
O ideal é que se comece com um plano previdenciário o mais cedo possível, pois os valores acumulados serão bem maiores na época da aposentadoria.
EXISTE UM VALOR MÍNIMO PARA INVESTIR NA PREVIDÊNCIA PRIVADA?
O valor mínimo de investimento varia de acordo com cada instituição. Em alguns lugares, pode ser de até 1 real.
(Fragmento textual retirado da Rev. Você/Sa, junho/19)
O texto que se apresenta como resposta à primeira dúvida é desenvolvido sob a forma de dois períodos justapostos: “(1) A previdência privada é indicada para quem não pretende viver somente com o benefício do INSS. (2) Também é indicada para quem não recolhe INSS e para os autônomos”.
Transformando a estrutura em um período composto, no qual se mantenha a relação de adição, por meio da correlação, tem-se como
resultado:
resultado:
“A previdência privada é indicada _____________ para quem não pretende viver somente com o benefício do INSS____________ para quem não recolhe INSS e para os autônomos”.
Dentre as várias possibilidades de combinação expostas na sequência, assinale a que NÃO se adequa à orientação proposta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Psicóloga explica as causas e os sintomas da Síndrome do Regresso
A Síndrome do Regresso acontece quando você volta para casa após estudar no exterior, trabalhar ou qualquer outro tipo de estadia prolongada. Criado pelo neuropsiquiatra Dr. Décio Nakagawa, o termo serve para dar nome a este período de readaptação. E ele é mais comum do que pode se imaginar: “A Síndrome do Regresso acontece com a maior parte das pessoas que retorna ao seu país de origem”, diz Juliana Polydoro, psicóloga e mestre em Psicologia da Saúde. A profissional, que também é colunista do site e-Dublin, explicou as causas da Síndrome e como lidar com o período para amenizar os sintomas.
Fonte: https://vestibular.brasilescola.uol.com.br/estudar-no-exterior/psicologa-explica-as-causas-os-sintomas-sindrome-regresso.htm
Para conservar o sentido do texto, as expressões em negrito podem ser substituídas, em sequência, por:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
No dia 28 de junho de 2019, o IBGE divulgou os resultados da PNAD Contínua – Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua. Tal pesquisa visa acompanhar as flutuações trimestrais e a evolução, no curto, médio e longo prazos, da força de trabalho, e outras informações necessárias para o estudo do desenvolvimento socioeconômico do país. Os textos I e II abaixo interpretam os dados apesentados pela PNAD Contínua.
TEXTO I
O drama de uma juventude à deriva
Por Ana Maria Diniz
Acaba de sair mais uma leva de dados e estatísticas para comprovar o efeito nefasto que uma Educação de qualidade lastimável como a nossa tem na vida dos jovens a curto, médio e longo prazos. Os números, acachapantes, são da última PNAD Contínua, divulgada semana passada: praticamente um quarto (23%) dos 47,3 milhões de brasileiros de 15 e 29 anos não trabalha nem estuda; entre os que têm 18 a 24 anos, idade propícia para se cursar uma faculdade, a proporção sobe para quase um terço (27,7%). A situação também é alarmante entre os mais novos: 11,8% dos que têm de 15 a 17 anos, que deveriam estar cursando o Ensino Médio, estão fora da escola. Ao todo são mais de 11 milhões de jovens que não frequentam as salas de aula nem conseguem um emprego, garotos e garotas despreparados, desmotivados e sem perspectivas, totalmente à deriva.
Mais do que constatar a triste realidade de uma juventude perdida, os resultados da PNAD servem de prenúncio para um futuro ainda mais desolador para essas e para o país. Para 52% desses jovens, as chances de inserção no mundo profissional são mínimas, conforme revelou o relatório “Competências e Empregos”, do Banco Mundial, publicado no ano passado, e tendem a ficar mais exíguas com o passar dos anos. O Índice de Capital Humano, também do Banco Mundial, traz outra observação apavorante: a expectativa para uma criança que nasce hoje no Brasil é que ela chegue aos 18 anos com apenas 56% do seu potencial produtivo desenvolvido. E um fator crítico para o desenvolvimento de qualquer nação é o seu capital humano, ou seja, a qualificação da sua força de trabalho.
A maioria desses jovens não está fora da escola e do mercado por opção, nem é ociosa. Como revelou a PNAD, boa parte deles ajuda nos afazeres domésticos enquanto outros membros da família saem para trabalhar. Outro montante está à procura de uma ocupação para compor a renda e ajudar com as despesas da casa, mas não consegue uma por total falta de preparo. Há, sim, o desinteresse pelos estudos, um sentimento generalizado entre esses jovens. De forma geral, eles não vislumbram na Educação uma maneira de ascender econômica e socialmente, pois, na prática, não percebem um nexo entre o que se aprende na sala de aula e as oportunidades de trabalho. A questão educacional está no cerne do problema e qualquer solução para resgatar esses jovens do limbo tem que passar, inevitavelmente, pela Educação.
Eu vejo duas saídas. Uma delas é apostar no futuro, construindo hoje os alicerces para que as próximas gerações tenham mais condições e chances de prosperar. O investimento na Primeira Infância é o mais crítico para este processo. Temos que ter foco e determinação para garantir que nossas crianças tenham acesso a cuidados e estímulos adequados desde os seus primeiros anos de vida. Hoje, segundo a PNAD, 87,5% das crianças entre 0 a 1 ano no país não frequentam a creche e todos precisariam da atenção necessária nesta etapa para se desenvolver plenamente. O Pacto Nacional pela Primeira Infância, firmado nesta terça entre o MEC e outros onze órgãos do governo, foi um passo importantíssimo nesse sentido. Porém, a outra ponta do problema é premente e inadiável: cuidar e oferecer uma alternativa para esse jovem que está aí, sem rumo, sem esperança e sem um sentido na vida. A meu ver, isso é viável por meio de um programa muito parrudo de incentivo a um ensino profissionalizante que seja para todos, dentro ou fora da escola. Essa solução só será exequível se detalharmos onde exatamente esses jovens vivem e cruzarmos essas informações com as demandas locais de mercado para estimular a criação e a oferta de cursos profissionalizantes e técnicos que façam sentido em cada contexto.
Nada disso é fácil de fazer, mas é possível e urgente!
(Disponível em https://educacao.estadao.com.br/blogs/ana-maria-diniz/o-drama-de-uma-juventude-a-deriva/. Data da consulta28/06/19).
TEXTO II
Faltou trabalho para 28,5 milhões no país até maio, diz IBGE
Indicador inclui taxa de desocupação, taxa de subocupação por horas e a taxa de pessoas que não buscam emprego, mas que estariam disponíveis
Por Estadão Conteúdo
Faltou trabalho para um montante recorde de 28,524 milhões de pessoas no País no trimestre encerrado em maio, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua PNAD Contínua, iniciada em 2012 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE.
A taxa composta de subutilização da força de trabalho aumentou de 24,6% no trimestre até fevereiro para 25,0% no trimestre até maio. O indicador inclui a taxa de desocupação, a taxa de subocupação por insuficiência de horas e a taxa da força de trabalho potencial, pessoas que não estão em busca de emprego, mas que estariam disponíveis para trabalhar. No trimestre até maio de 2018, a taxa de subutilização da força de trabalho estava mais baixa, em 24,6%.
Subocupados
Segundo o IBGE, a taxa de subocupação por insuficiência de horas trabalhadas ficou em 7,8% no trimestre até maio, ante 7,2% no trimestre até fevereiro. O indicador inclui as pessoas ocupadas com uma jornada inferior a 40 horas semanais que gostariam de trabalhar por um período maior. Em todo o Brasil, há um recorde de 7,226 milhões de trabalhadores subocupados por insuficiência de horas trabalhadas. Na passagem do trimestre até fevereiro para o trimestre até maio, houve um aumento de 582 mil pessoas na população nessa condição. Em um ano, o País ganhou mais 898 mil pessoas subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas.
Desemprego
O número de desempregados no Brasil ficou abaixo de 13 milhões pela primeira vez desde o início do ano, mas o mercado de trabalho mostra que ainda sofre com a deterioração econômica ao registrar números recordes de desalentados e subutilizados. Nos três meses até maio, a taxa de desemprego brasileira foi a 12,3%, de 12,5% no trimestre até abril e 12,7% no mesmo período do ano passado.
(Disponível em https://exame.abril.com.br/economia/faltou-trabalho-para-285-milhoes-no-pais-ate-maio-diz-ibge/ Data do acesso 28/06/19).
Com base na leitura do Texto II, analise a correlação feita entre as informações da coluna da esquerda com as da direita, de forma a avaliar se a proposição resultante é verdadeira (V) ou falsa (F).
|
Na taxa composta de subutilização da força de trabalho |
( ) o indicador inclui a taxa de desocupação, a taxa de subocupação por insuficiência de horas e a taxa da força de trabalho potencial. |
|
Na taxa de subocupação por insuficiência de horas trabalhadas |
( ) o indicador inclui as pessoas ocupadas com uma jornada inferior a 40 horas semanais que gostariam de trabalhar por um período maior. |
| Na taxa de desemprego | ( ) o indicador inclui o número de desempregados. |
| Na taxa de emprego |
( ) o indicador inclui o número de desalentados e subutilizados. |
| Na taxa de desocupação |
( ) o indicador inclui o número dos que desistiram de procurar emprego. |
O preenchimento CORRETO dos parênteses está na sentença:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Atualmente, considera-se que o atendimento ao padrão de potabilidade da água é insuficiente para garantir a efetiva segurança da água para consumo humano. Neste sentido, qual a ferramenta de avaliação e gerenciamento dos riscos, indicada pela Organização Mundial de Saúde, constitui o instrumento mais efetivo para garantir a segurança do consumo, por envolver todas as etapas do fornecimento de água, desde a captação até o consumidor?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O padeiro
Rubem Braga
Rubem Braga
Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer o café e abro a porta do apartamento – mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um lock-out, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo.
Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:
- Não é ninguém, é o padeiro!
Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?
“Então você não é ninguém?”
Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não senhora, é o padeiro”. Assim ficara sabendo que não era ninguém...
Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina – e muitas vezes saía já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.
Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou artigo com o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; “não é ninguém, é o padeiro!”.
E assobiava pelas escadas.
BRAGA, Rubem. 200 crônicas escolhidas. 27 ed. Rio de Janeiro: Record, 2010.p. 319.
I- A situação criada na crônica, de um personagem – o padeiro – não se incomodar de ser considerado “ninguém”, ou alguém sem importância, é uma forma de o cronista provocar a reflexão sobre o valor que cada pessoa/profissional tem, independentemente de o cargo simbolizar maior ou menor prestígio social.
II- O cronista faz alusão a um diálogo entre dois personagens – o padeiro e a empregada – para esclarecer a origem da expressão “não é ninguém, é o padeiro”, com o propósito central de demonstrar que há discriminação entre pessoas de mesma classe social.
III- A lição de humildade a que o cronista se refere não tem a ver com a negação de que o trabalho envaideça quem o realiza – tanto é que o jornalista se orgulha de ter um texto com a sua assinatura, e não diminui o trabalho do padeiro – mas com o fato de o trabalho não ser norteado pela avaliação que os outros fazem.
IV- A identificação do cronista com o padeiro se dá porque, tal como a profissão de padeiro, a de jornalista que é de grande utilidade para a sociedade, já não tem, nos tempos modernos, tanto destaque, em virtude da ampla divulgação das notícias por meio das redes sociais.
A alternativa que responde CORRETAMENTE é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia as proposições abaixo, que tratam de “comunicações oficiais”, e coloque V para verdadeira e F para falsa.
( ) Quem comunica é sempre o serviço público.
( ) O destinatário é o público, uma instituição privada ou outro órgão ou entidade pública.
( ) O destinatário é exclusivamente uma instituição, órgão ou entidade pública.
( ) O que comunica é sempre algum assunto relativo às atribuições do órgão que comunica.
Marque a alternativa que contém a sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O Terapeuta Ocupacional destaca-se, na atenção ao idoso, por oferecer um campo de tratamento voltado às questões de sua vida diária, de seu cotidiano e de suas necessidades biopsicossociais. Particularmente, em relação ao tratamento Terapêutico Ocupacional com esse público, assinale a alternativa CORRETA:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Esgoto é o termo usado para as águas que, após a utilização humana, apresentam as suas características naturais alteradas. Conforme o uso predominante: comercial, industrial ou doméstico, essas águas apresentarão características diferentes e são genericamente designadas de esgoto, ou águas servidas. (Fonte: Manual do Saneamento Básico. Trata Brasil, 2012.)
1. Esgoto doméstico.
2. Esgoto industrial.
3. Água pluvial.
4. Água de infiltração.
( ) Águas procedentes das chuvas.
( ) Águas do subsolo que se introduzem na rede.
( ) Águas provenientes, principalmente, de residências, estabelecimentos comerciais, instituições ou qualquer edificação que dispõem de instalações de banheiros, lavanderias e cozinhas. Compõem-se essencialmente da água de banho, excretas, papel higiênico, restos de comida, sabão, detergentes e águas de lavagem.
( ) Resíduos orgânicos, de indústria de alimentos, matadouros, etc; as águas residuárias agressivas, procedentes de indústrias de metais, etc; as águas residuárias procedentes de indústrias de cerâmica, água de refrigeração, etc.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O cálcio é o mineral mais abundante no organismo, constituindo aproximadamente 1,5 a 2% do peso corporal.
Assinale a alternativa que contém fatores que influenciam a biodisponibilidade, favorecendo a absorção intestinal de cálcio:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Sobre a Resolução COFEN 358/2009, que dispõe acerca da Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) e implantação do Processo de Enfermagem, analise as proposições abaixo:
I- O Processo de Enfermagem deve ser realizado de modo deliberado e sistemático em ambientes exclusivamente públicos de saúde.
II- Quando realizado em instituições prestadoras de serviço ambulatorial de saúde, domicílios, escolas, associações comunitárias e outros, o Processo de Enfermagem corresponde à denominação de Consulta de Enfermagem.
III- A Consulta de Enfermagem é o mesmo que Coleta de dados de Enfermagem ou Histórico de Enfermagem.
IV- O Processo de Enfermagem deve estar baseado num suporte teórico que oriente a coleta de dados, o estabelecimento de diagnósticos de enfermagem e o planejamento das ações e/ou intervenções de enfermagem, além de fornecer a base para avaliação dos resultados de enfermagem a serem alcançados.
V- Ao enfermeiro, incumbe a liderança na execução e avaliação do Processo de Enfermagem.
É CORRETO o que se afirma em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container