Foram encontradas 30 questões.
Se o consumo de energia de um
dispositivo é reduzido pela metade a
cada nova versão, e a primeira versão
consome 1.600 watts, qual será o
consumo de energia da nona versão
desse dispositivo?
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Um arquiteto projeta uma piscina
com formato de paralelepípedo
retângulo que tem x comprimento,
metros de largura e
metros de profundidade. Qual é o
volume de água necessário para encher
75% da piscina, considerando que x é o
maior número par com um algarismo?
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3899861
Ano: 2024
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Avançar
Orgão: Pref. Borrazópolis-PR
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Avançar
Orgão: Pref. Borrazópolis-PR
Provas:
Um investidor aplica R$1.350,00 em
uma opção de investimento que rende
21,6% ao ano em juros compostos. Qual
será, aproximadamente, o saldo dessa
aplicação após dois semestres?
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Ao planejar a decoração de um salão
de festas retangular de 20 m por 15 m,
um
decorador
decide
cobrir
completamente o piso com tapetes.
Sabendo que cada metro quadrado de
tapete custa R$45,70, qual será o custo
total para cobrir todo o piso do salão?
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Não almocei nem jantei
O sonho do mineiro é não almoçar nem
jantar. É que ele sempre busca transformar
o café da manhã em almoço e o café da
tarde em jantar
Fabrício Carpinejar | 1 de março de 2024
O sonho do mineiro é não almoçar nem
jantar.
Não que esteja realizando uma dieta ou
um regime. Não que esteja combatendo
suas taxas de glicose e colesterol. Não que
seja uma providência médica adotada a
contragosto.
É que ele sempre busca transformar o
café da manhã em almoço e o café da tarde
em jantar.
Não espere a contenção de ânimo ou de
despesas, de fome ou de tempo. Representa
a exuberância de começar e terminar bem
o dia: o amanhecer da esperança e o
crepúsculo da verdade.
Não há espumante que rivalize com a
elegância do café passado no coador de
pano. Não há prato quente que supere a
rabanada.
O café da manhã torna-se o banquete do
lar, com degustação de embutidos. Jamais
haverá um só tipo de queijo. Em toda
família tradicional, pede-se no mínimo a
exposição de três opções na tábua, com a
faca visível.
Os pães poderão queimar o céu da boca.
Os biscoitos de polvilho estarão crocantes.
Sucos e vitaminas compõem o cenário
das jarras. Haverá sempre um bolo de fubá
para coroar a refeição. Na frigideira,
começará a briga entre o time da omelete e
o dos ovos mexidos.
A toalha formará uma tapeçaria de
farelos e de manchas coloridas de
goiabada, coalhada e requeijão. Os
comensais não terão como reutilizá-la,
encaminhando-a ineditamente para a
lavanderia.
A mesa ficará nua por algumas horas,
em homenagem a tudo que foi consumido.
Já o café da tarde costuma surgir para
visitas, no apogeu da comida de boteco
dentro de casa. São mais saídas do que
entradas, com a permissão de coxinhas e
de empadas. O repertório se estende para
os mais diversos salgados. A fritura não é
barrada. Pasteizinhos começam a ser feitos
de improviso. Aproveita-se o óleo para os
bolinhos de chuva. Um quitute puxa o
outro, numa economia criativa.
A decoração ultrapassa a natureza
estática de frios. Existe fumaça, existe um
transitar de panelas junto aos pratos.
Dependendo do clima ameno, surgirá uma
canjiquinha de milho. Ou um caldo de
feijão.
Ainda é café, por mais que pareça Kerb.
Ainda é tardezinha, por mais que pareça
noite. Trata-se de um tira-gosto farto e
infinito. Sua missão é experimentar o que é
servido. Talvez se converta em sobremesa o
bolo de cenoura com cobertura de
chocolate. Talvez abra exceção para uma
fatia de uma broa fumegante.
Você vai degustando e criando uma
corrente de curiosidade com os demais:
“Não deixe de provar a goiabada” ou “dê
uma colherada no arroz-doce”. Assim os
incita à gula coletiva e perdoa os próprios
excessos em nome de um momento
imperdível, de uma iguaria sublime.
Ninguém permanece de fora da tentação,
da repetição, do “quero mais”.
Mineiro guarda segredo porque todos
pecam juntos.
No fim do dia, é comum ainda se
vangloriar da proeza aos amigos:
— Hoje não almocei nem jantei!
Nós sabemos o que de fato aconteceu. O
olhar chega a estar gordo de petiscos.
CARPINEJAR, Fabrício. Não almocei nem jantei. O Tempo, 1º de março de 2024. Disponível em:
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/nao-almocei-nem-jantei-1.3339861.
Acesso em: 01 mar. 2024. Adaptado.
Glossário:
— Kerb: Festa germânica realizada por agricultores no período da colheita.
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Não almocei nem jantei
O sonho do mineiro é não almoçar nem
jantar. É que ele sempre busca transformar
o café da manhã em almoço e o café da
tarde em jantar
Fabrício Carpinejar | 1 de março de 2024
O sonho do mineiro é não almoçar nem
jantar.
Não que esteja realizando uma dieta ou
um regime. Não que esteja combatendo
suas taxas de glicose e colesterol. Não que
seja uma providência médica adotada a
contragosto.
É que ele sempre busca transformar o
café da manhã em almoço e o café da tarde
em jantar.
Não espere a contenção de ânimo ou de
despesas, de fome ou de tempo. Representa
a exuberância de começar e terminar bem
o dia: o amanhecer da esperança e o
crepúsculo da verdade.
Não há espumante que rivalize com a
elegância do café passado no coador de
pano. Não há prato quente que supere a
rabanada.
O café da manhã torna-se o banquete do
lar, com degustação de embutidos. Jamais
haverá um só tipo de queijo. Em toda
família tradicional, pede-se no mínimo a
exposição de três opções na tábua, com a
faca visível.
Os pães poderão queimar o céu da boca.
Os biscoitos de polvilho estarão crocantes.
Sucos e vitaminas compõem o cenário
das jarras. Haverá sempre um bolo de fubá
para coroar a refeição. Na frigideira,
começará a briga entre o time da omelete e
o dos ovos mexidos.
A toalha formará uma tapeçaria de
farelos e de manchas coloridas de
goiabada, coalhada e requeijão. Os
comensais não terão como reutilizá-la,
encaminhando-a ineditamente para a
lavanderia.
A mesa ficará nua por algumas horas,
em homenagem a tudo que foi consumido.
Já o café da tarde costuma surgir para
visitas, no apogeu da comida de boteco
dentro de casa. São mais saídas do que
entradas, com a permissão de coxinhas e
de empadas. O repertório se estende para
os mais diversos salgados. A fritura não é
barrada. Pasteizinhos começam a ser feitos
de improviso. Aproveita-se o óleo para os
bolinhos de chuva. Um quitute puxa o
outro, numa economia criativa.
A decoração ultrapassa a natureza
estática de frios. Existe fumaça, existe um
transitar de panelas junto aos pratos.
Dependendo do clima ameno, surgirá uma
canjiquinha de milho. Ou um caldo de
feijão.
Ainda é café, por mais que pareça Kerb.
Ainda é tardezinha, por mais que pareça
noite. Trata-se de um tira-gosto farto e
infinito. Sua missão é experimentar o que é
servido. Talvez se converta em sobremesa o
bolo de cenoura com cobertura de
chocolate. Talvez abra exceção para uma
fatia de uma broa fumegante.
Você vai degustando e criando uma
corrente de curiosidade com os demais:
“Não deixe de provar a goiabada” ou “dê
uma colherada no arroz-doce”. Assim os
incita à gula coletiva e perdoa os próprios
excessos em nome de um momento
imperdível, de uma iguaria sublime.
Ninguém permanece de fora da tentação,
da repetição, do “quero mais”.
Mineiro guarda segredo porque todos
pecam juntos.
No fim do dia, é comum ainda se
vangloriar da proeza aos amigos:
— Hoje não almocei nem jantei!
Nós sabemos o que de fato aconteceu. O
olhar chega a estar gordo de petiscos.
CARPINEJAR, Fabrício. Não almocei nem jantei. O Tempo, 1º de março de 2024. Disponível em:
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/nao-almocei-nem-jantei-1.3339861.
Acesso em: 01 mar. 2024. Adaptado.
Glossário:
— Kerb: Festa germânica realizada por agricultores no período da colheita.
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Não almocei nem jantei
O sonho do mineiro é não almoçar nem
jantar. É que ele sempre busca transformar
o café da manhã em almoço e o café da
tarde em jantar
Fabrício Carpinejar | 1 de março de 2024
O sonho do mineiro é não almoçar nem
jantar.
Não que esteja realizando uma dieta ou
um regime. Não que esteja combatendo
suas taxas de glicose e colesterol. Não que
seja uma providência médica adotada a
contragosto.
É que ele sempre busca transformar o
café da manhã em almoço e o café da tarde
em jantar.
Não espere a contenção de ânimo ou de
despesas, de fome ou de tempo. Representa
a exuberância de começar e terminar bem
o dia: o amanhecer da esperança e o
crepúsculo da verdade.
Não há espumante que rivalize com a
elegância do café passado no coador de
pano. Não há prato quente que supere a
rabanada.
O café da manhã torna-se o banquete do
lar, com degustação de embutidos. Jamais
haverá um só tipo de queijo. Em toda
família tradicional, pede-se no mínimo a
exposição de três opções na tábua, com a
faca visível.
Os pães poderão queimar o céu da boca.
Os biscoitos de polvilho estarão crocantes.
Sucos e vitaminas compõem o cenário
das jarras. Haverá sempre um bolo de fubá
para coroar a refeição. Na frigideira,
começará a briga entre o time da omelete e
o dos ovos mexidos.
A toalha formará uma tapeçaria de
farelos e de manchas coloridas de
goiabada, coalhada e requeijão. Os
comensais não terão como reutilizá-la,
encaminhando-a ineditamente para a
lavanderia.
A mesa ficará nua por algumas horas,
em homenagem a tudo que foi consumido.
Já o café da tarde costuma surgir para
visitas, no apogeu da comida de boteco
dentro de casa. São mais saídas do que
entradas, com a permissão de coxinhas e
de empadas. O repertório se estende para
os mais diversos salgados. A fritura não é
barrada. Pasteizinhos começam a ser feitos
de improviso. Aproveita-se o óleo para os
bolinhos de chuva. Um quitute puxa o
outro, numa economia criativa.
A decoração ultrapassa a natureza
estática de frios. Existe fumaça, existe um
transitar de panelas junto aos pratos.
Dependendo do clima ameno, surgirá uma
canjiquinha de milho. Ou um caldo de
feijão.
Ainda é café, por mais que pareça Kerb.
Ainda é tardezinha, por mais que pareça
noite. Trata-se de um tira-gosto farto e
infinito. Sua missão é experimentar o que é
servido. Talvez se converta em sobremesa o
bolo de cenoura com cobertura de
chocolate. Talvez abra exceção para uma
fatia de uma broa fumegante.
Você vai degustando e criando uma
corrente de curiosidade com os demais:
“Não deixe de provar a goiabada” ou “dê
uma colherada no arroz-doce”. Assim os
incita à gula coletiva e perdoa os próprios
excessos em nome de um momento
imperdível, de uma iguaria sublime.
Ninguém permanece de fora da tentação,
da repetição, do “quero mais”.
Mineiro guarda segredo porque todos
pecam juntos.
No fim do dia, é comum ainda se
vangloriar da proeza aos amigos:
— Hoje não almocei nem jantei!
Nós sabemos o que de fato aconteceu. O
olhar chega a estar gordo de petiscos.
CARPINEJAR, Fabrício. Não almocei nem jantei. O Tempo, 1º de março de 2024. Disponível em:
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/nao-almocei-nem-jantei-1.3339861.
Acesso em: 01 mar. 2024. Adaptado.
Glossário:
— Kerb: Festa germânica realizada por agricultores no período da colheita.
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Questão presente nas seguintes provas
Não almocei nem jantei
O sonho do mineiro é não almoçar nem
jantar. É que ele sempre busca transformar
o café da manhã em almoço e o café da
tarde em jantar
Fabrício Carpinejar | 1 de março de 2024
O sonho do mineiro é não almoçar nem
jantar.
Não que esteja realizando uma dieta ou
um regime. Não que esteja combatendo
suas taxas de glicose e colesterol. Não que
seja uma providência médica adotada a
contragosto.
É que ele sempre busca transformar o
café da manhã em almoço e o café da tarde
em jantar.
Não espere a contenção de ânimo ou de
despesas, de fome ou de tempo. Representa
a exuberância de começar e terminar bem
o dia: o amanhecer da esperança e o
crepúsculo da verdade.
Não há espumante que rivalize com a
elegância do café passado no coador de
pano. Não há prato quente que supere a
rabanada.
O café da manhã torna-se o banquete do
lar, com degustação de embutidos. Jamais
haverá um só tipo de queijo. Em toda
família tradicional, pede-se no mínimo a
exposição de três opções na tábua, com a
faca visível.
Os pães poderão queimar o céu da boca.
Os biscoitos de polvilho estarão crocantes.
Sucos e vitaminas compõem o cenário
das jarras. Haverá sempre um bolo de fubá
para coroar a refeição. Na frigideira,
começará a briga entre o time da omelete e
o dos ovos mexidos.
A toalha formará uma tapeçaria de
farelos e de manchas coloridas de
goiabada, coalhada e requeijão. Os
comensais não terão como reutilizá-la,
encaminhando-a ineditamente para a
lavanderia.
A mesa ficará nua por algumas horas,
em homenagem a tudo que foi consumido.
Já o café da tarde costuma surgir para
visitas, no apogeu da comida de boteco
dentro de casa. São mais saídas do que
entradas, com a permissão de coxinhas e
de empadas. O repertório se estende para
os mais diversos salgados. A fritura não é
barrada. Pasteizinhos começam a ser feitos
de improviso. Aproveita-se o óleo para os
bolinhos de chuva. Um quitute puxa o
outro, numa economia criativa.
A decoração ultrapassa a natureza
estática de frios. Existe fumaça, existe um
transitar de panelas junto aos pratos.
Dependendo do clima ameno, surgirá uma
canjiquinha de milho. Ou um caldo de
feijão.
Ainda é café, por mais que pareça Kerb.
Ainda é tardezinha, por mais que pareça
noite. Trata-se de um tira-gosto farto e
infinito. Sua missão é experimentar o que é
servido. Talvez se converta em sobremesa o
bolo de cenoura com cobertura de
chocolate. Talvez abra exceção para uma
fatia de uma broa fumegante.
Você vai degustando e criando uma
corrente de curiosidade com os demais:
“Não deixe de provar a goiabada” ou “dê
uma colherada no arroz-doce”. Assim os
incita à gula coletiva e perdoa os próprios
excessos em nome de um momento
imperdível, de uma iguaria sublime.
Ninguém permanece de fora da tentação,
da repetição, do “quero mais”.
Mineiro guarda segredo porque todos
pecam juntos.
No fim do dia, é comum ainda se
vangloriar da proeza aos amigos:
— Hoje não almocei nem jantei!
Nós sabemos o que de fato aconteceu. O
olhar chega a estar gordo de petiscos.
CARPINEJAR, Fabrício. Não almocei nem jantei. O Tempo, 1º de março de 2024. Disponível em:
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/nao-almocei-nem-jantei-1.3339861.
Acesso em: 01 mar. 2024. Adaptado.
Glossário:
— Kerb: Festa germânica realizada por agricultores no período da colheita.
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O sonho do mineiro é não almoçar nem
jantar. É que ele sempre busca transformar
o café da manhã em almoço e o café da
tarde em jantar
Fabrício Carpinejar | 1 de março de 2024
O sonho do mineiro é não almoçar nem
jantar.
Não que esteja realizando uma dieta ou
um regime. Não que esteja combatendo
suas taxas de glicose e colesterol. Não que
seja uma providência médica adotada a
contragosto.
É que ele sempre busca transformar o
café da manhã em almoço e o café da tarde
em jantar.
Não espere a contenção de ânimo ou de
despesas, de fome ou de tempo. Representa
a exuberância de começar e terminar bem
o dia: o amanhecer da esperança e o
crepúsculo da verdade.
Não há espumante que rivalize com a
elegância do café passado no coador de
pano. Não há prato quente que supere a
rabanada.
O café da manhã torna-se o banquete do
lar, com degustação de embutidos. Jamais
haverá um só tipo de queijo. Em toda
família tradicional, pede-se no mínimo a
exposição de três opções na tábua, com a
faca visível.
Os pães poderão queimar o céu da boca.
Os biscoitos de polvilho estarão crocantes.
Sucos e vitaminas compõem o cenário
das jarras. Haverá sempre um bolo de fubá
para coroar a refeição. Na frigideira,
começará a briga entre o time da omelete e
o dos ovos mexidos.
A toalha formará uma tapeçaria de
farelos e de manchas coloridas de
goiabada, coalhada e requeijão. Os
comensais não terão como reutilizá-la,
encaminhando-a ineditamente para a
lavanderia.
A mesa ficará nua por algumas horas,
em homenagem a tudo que foi consumido.
Já o café da tarde costuma surgir para
visitas, no apogeu da comida de boteco
dentro de casa. São mais saídas do que
entradas, com a permissão de coxinhas e
de empadas. O repertório se estende para
os mais diversos salgados. A fritura não é
barrada. Pasteizinhos começam a ser feitos
de improviso. Aproveita-se o óleo para os
bolinhos de chuva. Um quitute puxa o
outro, numa economia criativa.
A decoração ultrapassa a natureza
estática de frios. Existe fumaça, existe um
transitar de panelas junto aos pratos.
Dependendo do clima ameno, surgirá uma
canjiquinha de milho. Ou um caldo de
feijão.
Ainda é café, por mais que pareça Kerb.
Ainda é tardezinha, por mais que pareça
noite. Trata-se de um tira-gosto farto e
infinito. Sua missão é experimentar o que é
servido. Talvez se converta em sobremesa o
bolo de cenoura com cobertura de
chocolate. Talvez abra exceção para uma
fatia de uma broa fumegante.
Você vai degustando e criando uma
corrente de curiosidade com os demais:
“Não deixe de provar a goiabada” ou “dê
uma colherada no arroz-doce”. Assim os
incita à gula coletiva e perdoa os próprios
excessos em nome de um momento
imperdível, de uma iguaria sublime.
Ninguém permanece de fora da tentação,
da repetição, do “quero mais”.
Mineiro guarda segredo porque todos
pecam juntos.
No fim do dia, é comum ainda se
vangloriar da proeza aos amigos:
— Hoje não almocei nem jantei!
Nós sabemos o que de fato aconteceu. O
olhar chega a estar gordo de petiscos.
CARPINEJAR, Fabrício. Não almocei nem jantei. O Tempo, 1º de março de 2024. Disponível em:
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/nao-almocei-nem-jantei-1.3339861.
Acesso em: 01 mar. 2024. Adaptado.
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— Kerb: Festa germânica realizada por agricultores no período da colheita.
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“A hepatite A é uma doença
contagiosa, causada pelo vírus A (_____) e
é conhecida como ‘hepatite infecciosa’.”
Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna acima.
Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna acima.
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