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Foram encontradas 30 questões.

No menu Revisão do Microsoft Word existe a opção Comentários, como consta na figura. Analise as afirmações e assinale V para as verdadeiras e F para as falsas.

Enunciado 1287440-1

( ) - Não é possível inserir um comentário na área de cabeçalho ou de rodapé de um documento.

( ) - Para imprimir documento sem imprimir os comentários no Microsoft Word 2010, basta clicar em Mostrar Marcações no grupo Controle e desmarcar a caixa de seleção comentários.

( ) - Para responder a um comentário no Microsoft Word 2010 ou 2007, basta clicar em Controlar Alterações no grupo Controle.

( ) - Para ver o nome do autor, a data e a hora em que o comentário foi feito, é só acionar Verificar Acessibilidade no grupo Acessibilidade. ( ) - Um comentário é uma anotação ou anotação que um autor ou revisor pode adicionar a um documento, exibido no painel de revisão ou em um balão na margem do documento.

A sequência CORRETA das afirmações é:

 

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Faça a associação entre os nomes dos protocolos de internet e suas respectivas descrições.

A - IP

B - TCP

C - HTTP

D - FTP E

E - SSL

( ) Forma padronizada de comunicação para os computadores na internet. Faz a divisão dos dados que será enviada em segmentos de dados.

( ) Usado para fazer o acesso a WWW (WORLD WIDE WEB) como protocolo de cliente/servidor. Se na barra de endereços do navegador não especificar outro recurso, esse protocolo será tido como padrão.

( ) É o protocolo pelo qual os dados são enviados a partir de um computador para outro na Internet. É responsável pelo envio e endereçamentos dos pacotes TCP.

( ) Esse é um protocolo de segurança que permite a confirmação da identidade de um servidor, verificando o nível de confiança.

( ) Recurso utilizado para transferências de arquivos pela internet. Esse protocolo permite apenas o envio e o recebimento dos arquivos, no entanto, para a leitura, serão necessários outros programas.

A alternativa que contém a sequência CORRETA é:

 

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Como cumprir promessas de ano novo, segundo a ciência

Guardar dinheiro, fazer as pazes com a balança, ler mais livros, arrumar um novo emprego, começar a fazer exercício. Qualquer pessoa que se preze carrega uma lista de resoluções de ano novo na ponta da língua. Segundo um levantamento divulgado pelo Google, 55% dos brasileiros buscavam na internet por alguma meta do tipo, ao final de 2017.

O problema é que tirar a vontade de mudança do papel costuma ser mais complicado do que parece. Uma pesquisa mostrou que 88% das pessoas costumam abandonar o novo hábito já em fevereiro do ano seguinte. Outro estudo, feito na Universidade de Scranton, nos EUA, foi além, cravou que só 8% de fato conseguem levar à frente suas promessas. Isso faz com que certos desejos se repitam ano após ano, sem jamais deixar o rol de metas a cumprir.

Isso acontece porque costumamos superestimar nossa capacidade de mudança. Assim, acabamos traçando metas irreais. De tão comum, a coisa ganhou nome: “síndrome da falsa esperança”, como descreve uma dupla de pesquisadores da Universidade de Toronto, no Canadá, nesse artigo científico. A boa notícia é que, além de apontar o dedo para a sua incapacidade de levantar o traseiro do sofá, a ciência também tem algumas dicas para aumentar suas chances de sucesso. Vamos a elas.

Sua lista de promessas tem mais de 10 itens? Vale a pena quebrar a cabeça para reduzi-la. Como cada meta demanda boa dose de tempo e energia para vingar, acumular muitas aspirações pode significar não fazer nada direito. Uma boa pedida é simplificar as coisas, focando em uma meta só, específica, e, principalmente, razoável.

É melhor colocar na cabeça: “Vou correr 10 quilômetros” do que simplesmente “Vou começar a correr”, é claro. Só que, ao mesmo tempo, vale o questionamento: “Consigo mesmo correr 10 quilômetros sem morrer no processo?”. Começar com treinos mais curtos e, com o tempo, ir apertando o passo, tende a facilitar as coisas e a dar a impressão de que você está progredindo.

Autor do livro Smart Change, Art Markman ressalta a importância de tornar novos hábitos mais fáceis de se executar e, ao mesmo tempo, dificultar hábitos antigos. Quer começar a correr após o expediente? Deixe o tênis e a roupa de academia sempre na mochila. Deseja ser menos consumista? Evite gastar tanto tempo namorando aquela lojinha on-line ou passeando pelo shopping.

Contar a um amigo ou postar nas redes sociais sobre uma resolução de ano novo é como assumir um compromisso. Isso pode servir de motivação: ao ter uma recaída na dieta ou falhar em terminar a leitura programada para o mês, você pode pensar que estará decepcionando não só a si próprio, mas também alguém que te apoia. Um tanto dramático, talvez. Mas funciona.

Disponível em: super.abril.com.br/comportamento/como-cumprir-promessas-de-ano-novo-segundo-a-ciencia/. Acesso em 5 de jan. de 2020.Adaptado.

A alternativa que extrapola as ideias defendidas no texto quanto às razões de as pessoas não atingirem os objetivos traçados é

 

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Como cumprir promessas de ano novo, segundo a ciência

Guardar dinheiro, fazer as pazes com a balança, ler mais livros, arrumar um novo emprego, começar a fazer exercício. Qualquer pessoa que se preze carrega uma lista de resoluções de ano novo na ponta da língua. Segundo um levantamento divulgado pelo Google, 55% dos brasileiros buscavam na internet por alguma meta do tipo, ao final de 2017.

O problema é que tirar a vontade de mudança do papel costuma ser mais complicado do que parece. Uma pesquisa mostrou que 88% das pessoas costumam abandonar o novo hábito já em fevereiro do ano seguinte. Outro estudo, feito na Universidade de Scranton, nos EUA, foi além, cravou que só 8% de fato conseguem levar à frente suas promessas. Isso faz com que certos desejos se repitam ano após ano, sem jamais deixar o rol de metas a cumprir.

Isso acontece porque costumamos superestimar nossa capacidade de mudança. Assim, acabamos traçando metas irreais. De tão comum, a coisa ganhou nome: “síndrome da falsa esperança”, como descreve uma dupla de pesquisadores da Universidade de Toronto, no Canadá, nesse artigo científico. A boa notícia é que, além de apontar o dedo para a sua incapacidade de levantar o traseiro do sofá, a ciência também tem algumas dicas para aumentar suas chances de sucesso. Vamos a elas.

Sua lista de promessas tem mais de 10 itens? Vale a pena quebrar a cabeça para reduzi-la. Como cada meta demanda boa dose de tempo e energia para vingar, acumular muitas aspirações pode significar não fazer nada direito. Uma boa pedida é simplificar as coisas, focando em uma meta só, específica, e, principalmente, razoável.

É melhor colocar na cabeça: “Vou correr 10 quilômetros” do que simplesmente “Vou começar a correr”, é claro. Só que, ao mesmo tempo, vale o questionamento: “Consigo mesmo correr 10 quilômetros sem morrer no processo?”. Começar com treinos mais curtos e, com o tempo, ir apertando o passo, tende a facilitar as coisas e a dar a impressão de que você está progredindo.

Autor do livro Smart Change, Art Markman ressalta a importância de tornar novos hábitos mais fáceis de se executar e, ao mesmo tempo, dificultar hábitos antigos. Quer começar a correr após o expediente? Deixe o tênis e a roupa de academia sempre na mochila. Deseja ser menos consumista? Evite gastar tanto tempo namorando aquela lojinha on-line ou passeando pelo shopping.

Contar a um amigo ou postar nas redes sociais sobre uma resolução de ano novo é como assumir um compromisso. Isso pode servir de motivação: ao ter uma recaída na dieta ou falhar em terminar a leitura programada para o mês, você pode pensar que estará decepcionando não só a si próprio, mas também alguém que te apoia. Um tanto dramático, talvez. Mas funciona.

Disponível em: super.abril.com.br/comportamento/como-cumprir-promessas-de-ano-novo-segundo-a-ciencia/. Acesso em 5 de jan. de 2020.Adaptado.

Considere o trecho: “Guardar dinheiro, fazer as pazes com a balança, ler mais livros, arrumar um novo emprego, começar a fazer exercício. Qualquer pessoa que se preze carrega uma lista de resoluções de ano novo na ponta da língua. Segundo um levantamento divulgado pelo Google, 55% dos brasileiros buscavam na internet por alguma meta do tipo, ao final de 2017.” (Linhas 1-4)

Sobre a organização morfossintática desse trecho, é CORRETO afirmar:

 

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Como cumprir promessas de ano novo, segundo a ciência

Guardar dinheiro, fazer as pazes com a balança, ler mais livros, arrumar um novo emprego, começar a fazer exercício. Qualquer pessoa que se preze carrega uma lista de resoluções de ano novo na ponta da língua. Segundo um levantamento divulgado pelo Google, 55% dos brasileiros buscavam na internet por alguma meta do tipo, ao final de 2017.

O problema é que tirar a vontade de mudança do papel costuma ser mais complicado do que parece. Uma pesquisa mostrou que 88% das pessoas costumam abandonar o novo hábito já em fevereiro do ano seguinte. Outro estudo, feito na Universidade de Scranton, nos EUA, foi além, cravou que só 8% de fato conseguem levar à frente suas promessas. Isso faz com que certos desejos se repitam ano após ano, sem jamais deixar o rol de metas a cumprir.

Isso acontece porque costumamos superestimar nossa capacidade de mudança. Assim, acabamos traçando metas irreais. De tão comum, a coisa ganhou nome: “síndrome da falsa esperança”, como descreve uma dupla de pesquisadores da Universidade de Toronto, no Canadá, nesse artigo científico. A boa notícia é que, além de apontar o dedo para a sua incapacidade de levantar o traseiro do sofá, a ciência também tem algumas dicas para aumentar suas chances de sucesso. Vamos a elas.

Sua lista de promessas tem mais de 10 itens? Vale a pena quebrar a cabeça para reduzi-la. Como cada meta demanda boa dose de tempo e energia para vingar, acumular muitas aspirações pode significar não fazer nada direito. Uma boa pedida é simplificar as coisas, focando em uma meta só, específica, e, principalmente, razoável.

É melhor colocar na cabeça: “Vou correr 10 quilômetros” do que simplesmente “Vou começar a correr”, é claro. Só que, ao mesmo tempo, vale o questionamento: “Consigo mesmo correr 10 quilômetros sem morrer no processo?”. Começar com treinos mais curtos e, com o tempo, ir apertando o passo, tende a facilitar as coisas e a dar a impressão de que você está progredindo.

Autor do livro Smart Change, Art Markman ressalta a importância de tornar novos hábitos mais fáceis de se executar e, ao mesmo tempo, dificultar hábitos antigos. Quer começar a correr após o expediente? Deixe o tênis e a roupa de academia sempre na mochila. Deseja ser menos consumista? Evite gastar tanto tempo namorando aquela lojinha on-line ou passeando pelo shopping.

Contar a um amigo ou postar nas redes sociais sobre uma resolução de ano novo é como assumir um compromisso. Isso pode servir de motivação: ao ter uma recaída na dieta ou falhar em terminar a leitura programada para o mês, você pode pensar que estará decepcionando não só a si próprio, mas também alguém que te apoia. Um tanto dramático, talvez. Mas funciona.

Disponível em: super.abril.com.br/comportamento/como-cumprir-promessas-de-ano-novo-segundo-a-ciencia/. Acesso em 5 de jan. de 2020.Adaptado.

Considere o trecho: “Isso acontece porque costumamos superestimar nossa capacidade de mudança.” (Linha 10) O prefixo que forma o antônimo da palavra “superestimar” é

 

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Como cumprir promessas de ano novo, segundo a ciência

Guardar dinheiro, fazer as pazes com a balança, ler mais livros, arrumar um novo emprego, começar a fazer exercício. Qualquer pessoa que se preze carrega uma lista de resoluções de ano novo na ponta da língua. Segundo um levantamento divulgado pelo Google, 55% dos brasileiros buscavam na internet por alguma meta do tipo, ao final de 2017.

O problema é que tirar a vontade de mudança do papel costuma ser mais complicado do que parece. Uma pesquisa mostrou que 88% das pessoas costumam abandonar o novo hábito já em fevereiro do ano seguinte. Outro estudo, feito na Universidade de Scranton, nos EUA, foi além, cravou que só 8% de fato conseguem levar à frente suas promessas. Isso faz com que certos desejos se repitam ano após ano, sem jamais deixar o rol de metas a cumprir.

Isso acontece porque costumamos superestimar nossa capacidade de mudança. Assim, acabamos traçando metas irreais. De tão comum, a coisa ganhou nome: “síndrome da falsa esperança”, como descreve uma dupla de pesquisadores da Universidade de Toronto, no Canadá, nesse artigo científico. A boa notícia é que, além de apontar o dedo para a sua incapacidade de levantar o traseiro do sofá, a ciência também tem algumas dicas para aumentar suas chances de sucesso. Vamos a elas.

Sua lista de promessas tem mais de 10 itens? Vale a pena quebrar a cabeça para reduzi-la. Como cada meta demanda boa dose de tempo e energia para vingar, acumular muitas aspirações pode significar não fazer nada direito. Uma boa pedida é simplificar as coisas, focando em uma meta só, específica, e, principalmente, razoável.

É melhor colocar na cabeça: “Vou correr 10 quilômetros” do que simplesmente “Vou começar a correr”, é claro. Só que, ao mesmo tempo, vale o questionamento: “Consigo mesmo correr 10 quilômetros sem morrer no processo?”. Começar com treinos mais curtos e, com o tempo, ir apertando o passo, tende a facilitar as coisas e a dar a impressão de que você está progredindo.

Autor do livro Smart Change, Art Markman ressalta a importância de tornar novos hábitos mais fáceis de se executar e, ao mesmo tempo, dificultar hábitos antigos. Quer começar a correr após o expediente? Deixe o tênis e a roupa de academia sempre na mochila. Deseja ser menos consumista? Evite gastar tanto tempo namorando aquela lojinha on-line ou passeando pelo shopping.

Contar a um amigo ou postar nas redes sociais sobre uma resolução de ano novo é como assumir um compromisso. Isso pode servir de motivação: ao ter uma recaída na dieta ou falhar em terminar a leitura programada para o mês, você pode pensar que estará decepcionando não só a si próprio, mas também alguém que te apoia. Um tanto dramático, talvez. Mas funciona.

Disponível em: super.abril.com.br/comportamento/como-cumprir-promessas-de-ano-novo-segundo-a-ciencia/. Acesso em 5 de jan. de 2020.Adaptado.

Sobre os tipos de linguagem, é CORRETO afirmar que predomina no texto o uso da linguagem

 

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Como cumprir promessas de ano novo, segundo a ciência

Guardar dinheiro, fazer as pazes com a balança, ler mais livros, arrumar um novo emprego, começar a fazer exercício. Qualquer pessoa que se preze carrega uma lista de resoluções de ano novo na ponta da língua. Segundo um levantamento divulgado pelo Google, 55% dos brasileiros buscavam na internet por alguma meta do tipo, ao final de 2017.

O problema é que tirar a vontade de mudança do papel costuma ser mais complicado do que parece. Uma pesquisa mostrou que 88% das pessoas costumam abandonar o novo hábito já em fevereiro do ano seguinte. Outro estudo, feito na Universidade de Scranton, nos EUA, foi além, cravou que só 8% de fato conseguem levar à frente suas promessas. Isso faz com que certos desejos se repitam ano após ano, sem jamais deixar o rol de metas a cumprir.

Isso acontece porque costumamos superestimar nossa capacidade de mudança. Assim, acabamos traçando metas irreais. De tão comum, a coisa ganhou nome: “síndrome da falsa esperança”, como descreve uma dupla de pesquisadores da Universidade de Toronto, no Canadá, nesse artigo científico. A boa notícia é que, além de apontar o dedo para a sua incapacidade de levantar o traseiro do sofá, a ciência também tem algumas dicas para aumentar suas chances de sucesso. Vamos a elas.

Sua lista de promessas tem mais de 10 itens? Vale a pena quebrar a cabeça para reduzi-la. Como cada meta demanda boa dose de tempo e energia para vingar, acumular muitas aspirações pode significar não fazer nada direito. Uma boa pedida é simplificar as coisas, focando em uma meta só, específica, e, principalmente, razoável.

É melhor colocar na cabeça: “Vou correr 10 quilômetros” do que simplesmente “Vou começar a correr”, é claro. Só que, ao mesmo tempo, vale o questionamento: “Consigo mesmo correr 10 quilômetros sem morrer no processo?”. Começar com treinos mais curtos e, com o tempo, ir apertando o passo, tende a facilitar as coisas e a dar a impressão de que você está progredindo.

Autor do livro Smart Change, Art Markman ressalta a importância de tornar novos hábitos mais fáceis de se executar e, ao mesmo tempo, dificultar hábitos antigos. Quer começar a correr após o expediente? Deixe o tênis e a roupa de academia sempre na mochila. Deseja ser menos consumista? Evite gastar tanto tempo namorando aquela lojinha on-line ou passeando pelo shopping.

Contar a um amigo ou postar nas redes sociais sobre uma resolução de ano novo é como assumir um compromisso. Isso pode servir de motivação: ao ter uma recaída na dieta ou falhar em terminar a leitura programada para o mês, você pode pensar que estará decepcionando não só a si próprio, mas também alguém que te apoia. Um tanto dramático, talvez. Mas funciona.

Disponível em: super.abril.com.br/comportamento/como-cumprir-promessas-de-ano-novo-segundo-a-ciencia/. Acesso em 5 de jan. de 2020.Adaptado.

A alternativa que contraria as ações citadas pelo texto para eliminar velhos hábitos é

 

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US and Iranian men released in prisoner swap

The US and Iran have conducted a prisoner swap in a rare sign of co-operation between the two countries. The exchange involved a Chinese-American researcher convicted of spying in Iran and an Iranian scientist held by the US. Both deny wrongdoing.

Iran's foreign minister said he was glad as he announced the exchange. Hours later, US President Donald Trump tweeted: "Thank you to Iran on a very fair negotiation. See, we can make a deal together!"

Who were the prisoners?

Xiyue Wang was arrested in Iran in 2016 for "collaborating with foreign governments". Massoud Soleimani, a stem cell expert, was arrested at a Chicago airport last year. He was accused violating trade sanctions by trying to export biological material to Iran.

Iran and the US have had an increasingly strained relationship in recent years and share no diplomatic links. Both have thanked the Swiss government for its assistance as an intermediary facilitator.

What happened?

Mr Wang was flown in a Swiss government plane from Tehran to Zurich, and then to Ramstein Air Base in Germany, where he will undergo medical check-ups before heading home. Mr Soleimani was also flown to Zurich and then on to Iran.

Iranian Foreign Minister Mohammad Javad Zarif tweeted photos of himself with Mr Soleimani after his release. He was the first to announce the news, via a tweet. "Glad that Professor Massoud Soleimani and Mr Xiyue Wang will be joining their families shortly," he wrote.

Disponível em: https://www.bbc.com/news/world-middle-east-50698017. Acesso em: 7 dez. 2019. Adaptado.

Enunciado 1283662-1

Disponível em: https://brainly.com.br/tarefa/17356334 Acesso em: 8 dez. 2019. Adaptado.

Pode-se concluir em relação à tirinha que:

 

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US and Iranian men released in prisoner swap

The US and Iran have conducted a prisoner swap in a rare sign of co-operation between the two countries. The exchange involved a Chinese-American researcher convicted of spying in Iran and an Iranian scientist held by the US. Both deny wrongdoing.

Iran's foreign minister said he was glad as he announced the exchange. Hours later, US President Donald Trump tweeted: "Thank you to Iran on a very fair negotiation. See, we can make a deal together!"

Who were the prisoners?

Xiyue Wang was arrested in Iran in 2016 for "collaborating with foreign governments". Massoud Soleimani, a stem cell expert, was arrested at a Chicago airport last year. He was accused violating trade sanctions by trying to export biological material to Iran.

Iran and the US have had an increasingly strained relationship in recent years and share no diplomatic links. Both have thanked the Swiss government for its assistance as an intermediary facilitator.

What happened?

Mr Wang was flown in a Swiss government plane from Tehran to Zurich, and then to Ramstein Air Base in Germany, where he will undergo medical check-ups before heading home. Mr Soleimani was also flown to Zurich and then on to Iran.

Iranian Foreign Minister Mohammad Javad Zarif tweeted photos of himself with Mr Soleimani after his release. He was the first to announce the news, via a tweet. "Glad that Professor Massoud Soleimani and Mr Xiyue Wang will be joining their families shortly," he wrote.

Disponível em: https://www.bbc.com/news/world-middle-east-50698017. Acesso em: 7 dez. 2019. Adaptado.

Enunciado 1283626-1

Disponível em: https://tomixcomics.carbonmade.com/projects/6417082 Acesso em: 7 dez. 2019. Adaptado.

Grey’s Anatomy

Grey’s Anatomy is a prime-time American television medical drama that debuted on the American Broadcasting Company (ABC) network in 2005. The series enjoyed top 10 ratings, earned numerous Emmy Award nominations, and won the 2007 Golden Globe for best drama.

O tema abordado pelo cartum é:

 

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US and Iranian men released in prisoner swap

The US and Iran have conducted a prisoner swap in a rare sign of co-operation between the two countries. The exchange involved a Chinese-American researcher convicted of spying in Iran and an Iranian scientist held by the US. Both deny wrongdoing.

Iran's foreign minister said he was glad as he announced the exchange. Hours later, US President Donald Trump tweeted: "Thank you to Iran on a very fair negotiation. See, we can make a deal together!"

Who were the prisoners?

Xiyue Wang was arrested in Iran in 2016 for "collaborating with foreign governments". Massoud Soleimani, a stem cell expert, was arrested at a Chicago airport last year. He was accused violating trade sanctions by trying to export biological material to Iran.

Iran and the US have had an increasingly strained relationship in recent years and share no diplomatic links. Both have thanked the Swiss government for its assistance as an intermediary facilitator.

What happened?

Mr Wang was flown in a Swiss government plane from Tehran to Zurich, and then to Ramstein Air Base in Germany, where he will undergo medical check-ups before heading home. Mr Soleimani was also flown to Zurich and then on to Iran.

Iranian Foreign Minister Mohammad Javad Zarif tweeted photos of himself with Mr Soleimani after his release. He was the first to announce the news, via a tweet. "Glad that Professor Massoud Soleimani and Mr Xiyue Wang will be joining their families shortly," he wrote.

Disponível em: https://www.bbc.com/news/world-middle-east-50698017. Acesso em: 7 dez. 2019. Adaptado.

Enunciado 1283558-1

Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/534309943271079017/?lp=true Acesso em: 8 dez. 2019. Adaptado.

Assinale a alternativa que apresenta a correta transposição do trecho do cartum para o discurso indireto.

 

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